Knowledge Management

September 1, 2006 by Bruno Silva  
Filed under Teoria

In Wikipedia

Refers to a range of practices and techniques used by organizations to identify, represent and distribute knowledge, know-how, expertise, intellectual capital and other forms of knowledge for leverage, reuse and transfer of knowledge and learning across the organization.

Knowledge Management programs are typically claimed to be tied to specific organizational objectives and are intended to lead to the achievement of specific targeted results such as improved performance, competitive advantage, or higher levels of innovation.

Knowledge Management is an evolving discipline. While knowledge transfer (an aspect of KM) has always existed in one form or another, for example through on-the-job discussions with peers, formally through apprenticeship, the maintenance of corporate libraries, professional training and mentoring programmes, and — since the late twentieth century — technologically through knowledge bases, expert systems, and other knowledge repositories, KM programs claim to consciously evaluate and manage the process of accumulation, creation and application of knowledge which is also referred to by some as intellectual capital. KM has therefore attempted to bring under one rubric various strands of thought and practice relating to:

- intellectual capital and the knowledge worker in the knowledge economy
- the idea of the learning organization;
- various enabling organizational practices such as Communities of Practice and corporate Yellow Page directories for accessing key personnel and expertise;
- various enabling technologies such as knowledge bases and expert systems, help desks, corporate intranets and extranets, Content Management, wikis, and Document Management.

While Knowledge Management programs are closely related to Organizational Learning initiatives, Knowledge Management may be distinguished from Organizational Learning by its greater focus on the management of specific knowledge assets and development and cultivation of the channels through which knowledge flows.

Saab

September 1, 2006 by Bruno Silva  
Filed under Design

Redes

September 1, 2006 by Bruno Silva  
Filed under Artigo de Opinião

Uma das condições mais essenciais à competitividade e à coesão social de um país é a sua capacidade de cooperação em rede.

Por Luís Valadares Tavares In Diário Económico

Os últimos dias ilustram bem uma das características mais específicas da nossa época: a prevalência do conceito de rede.Para o bem e para o mal.

Na verdade, as principais fontes de destruição alicerçam-se em redes apostadas na eliminação do valor através dos atentados terroristas enquanto que a prosperidade social e económica também se baseia na cooperação em rede entre actores dedicados à criação do valor, tal como foi bem exemplificado na recente visita do nosso Governo ao Brasil.

É, pois, evidente, que uma das condições mais essenciais à competitividade e à coesão social de um país é a sua capacidade de cooperação em rede.

No domínio económico, tive o gosto de orientar a tese de doutoramento no IST em Engenharia de Sistemas do prof. Luís Miguel Ferreira da Universidade de Aveiro em que se analisa a génese, a morfologia e as patologias das redes das nossas empresas, concluindo que o habitual incentivo da utilização de subsídios estatais acaba por ter potencialidades muito reduzidas ou mesmo negativas, devendo preferir-se a estruturação em rede baseada no ganho de sinergias e de vantagens cooperativas, o que exige climas de confiança, raros e efémeros em Portugal.

Esta verificação é especialmente oportuna no momento em que se aprova o novo quadro comunitário de apoio, agora designado por Quadro de Referência Estratégico Nacional, já que, urge repensar os apoios às Pequenas e Médias Empresas, de modo a evitar a cultura da subsidiação, mas bem pelo contrário, fomentar a cultura de cooperação, alavancando o desenvolvimento de novas linhas de exportação.

Esta dificuldade de cooperação não se restringe às empresas, sendo também evidente no sector social onde inúmeras organizações intervêm em sobreposição e na maior descoordenação, nos espaços mais carenciados, desde a pobreza aos idosos, desde a marginalidade à toxicodependência.

Mas talvez o melhor exemplo da falta de cultura de cooperação resida na própria AP onde a fragmentação dos processos e das iniciativas tem originado duplicações, custos injustificados, delongas burocráticas e ineficiências que são bem conhecidas por todos os responsáveis e cidadãos. Uma sugestão pragmática para evitar repetições e desajustamentos consiste em apoiar apenas transformações por processo integrado inter-organismo, em vez de aceitar candidaturas por departamento.

O receio da cooperação em rede surge também na confusa e fragmentada rede das nossas instituições do Ensino Superior que apostam na cooperação com as estrangeiras, pois sentem-se promovidas com tais alianças, mas receiam estratégias de cooperação com as da mesma cidade ou região pois sentem-se ameaçadas.

A exigência da cooperação também se estende à relação entre sectores, designadamente entre as universidades e as empresas, julgando-se desejável que as missões entre Estados aliem o negócio à educação e ao conhecimento, o que implicaria passar a potenciar as alianças entre estes importantes sectores da vida nacional.

Biodieselbr

September 1, 2006 by Bruno Silva  
Filed under Site


Por sugestão de uma responsavel do site faço referência ao Biodieselbr.

Este site é o maior e mais completo site sobre biodiesel do Brasil.

Disponibiliza informações de toda a cadeia do biodiesel, assim como, divulga estudos sobre os mais variados temas relacionados a biocombustíveis.

Biodieselbr

Better Job

September 1, 2006 by Bruno Silva  
Filed under Cartoon

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