Publicidade da Turquia
October 31, 2006 by Bruno Silva
Filed under Vídeo
Organizações em Rede
October 31, 2006 by Bruno Silva
Filed under Opinião BS
Por Bruno Silva
Uma organização em rede corresponde à interligação de uma organização, (conjunto de individuos que interagem de forma a alcançar determinadas tarefas tendo um propósito, uma missão em comum) com outras organizações, no sentido de estabelecer parcerias e estreitar sinergias no sentido de alcançar os propósitos a que se propõem. Redes não são organismos com um estrutura organizacional definida e uniforme, normalmente é flexivel fluida plural e descentralizada. Em rede as partes se unem para perseguir os objectivos especificos acordando os principios acordados. As redes permitem a convivencia e o trabalho comum de grupos, individuos e organizações bem diferentes, que não necessitam de alterar as suas posições particulares para actuarem em conjunto. Actualmente uma organização não consegue sobreviver isolada.Cada vez mais é essencial a partilha de informação, de competências, de conhecimento, conseguindo dessa forma maximizar as mais-valias de cada uma das organizações podendo apresentar-se um benefício superior. As organizações actualmente devido às TIC conseguem estabelecer parcerias com organizações em qualquer ponto do mundo, já que o factor territorial deixou de importar. Neste momento através de meios de comunicação moveis, internet, etc pode-se comunicar de uma forma simples e rápida alcançando o conceito de “aldeia global”. No novo paradigma é possivel ter-se um fornecedor da china, no minuto seguinte enviar por e-mail os conteudos necessários para o marketeer no Reino Unido, em seguida falar com o canal de distribuição dos EUA através de Voip, Teleconferencia e muitas outras formas de comunicação digitais.
Naturalmente o conceito de organização em rede está intimamente ligado ao conceito de Sociedade da Informação, que segundo Gouveia e Gaio (2004) “corresponde a uma sociedade que recorre predominantemente às Tecnologias da Comunicação e Informação para a troca de informação em formato digital, suportando a interacção entre indivíduos e entre estes e instituições, recorrendo a práticas e métodos em construção permanente” A organização em rede é possível devido a um uso crescente do formato digital que é possibilitado pelo uso intensivo de tecnologias de informação e comunicação.
Necessariamente deverá tentar obter-se um equilíbrio entre as tecnologias e a informação de forma a permitir a manipulação, recuperação e uso da informação; organização, representação e visualização da informação; e também combater o excesso de informação. As TIC´s permitem desta forma um aproximar das organizações, tornando-as mais abertas para o meio envolvente e em constante partilha. Obviamente que esta situação afecta também os indivíduos e até as próprias sociedades. Muitas serão as alterações no futuro mas é cada vez mais certo que o futuro será em “rede”.
Rede de alta velocidade vai custar 9,1 mil milhões
October 31, 2006 by Bruno Silva
Filed under Noticia
In Dn
O investimento na rede de alta velocidade ferroviária, o maior projecto público nacional, vai chegar aos 9,1 mil milhões de euros. Esta soma inclui já o custo de 1,4 mil milhões de euros da totalidade da ligação Porto- -Vigo que o Governo voltou a considerar prioritária e os 7,7 mil milhões de euros para as linhas Lisboa/Porto e Lisboa/Madrid. Este investimento terá de ser realizado até 2015, data prevista para a conclusão da ligação Lisboa/Porto, com maior esforço financeiro a partir do final da década e até 2013 quando o calendário do Executivo diz que estarão prontas as ligações Porto/Vigo e Lisboa/Madrid.
Embora o esquema de financiamento esteja desenhado em traços gerais - 22% de fundos comunitários, 38% de meios libertos (cash-flow) da exploração e 40% de investimento público -, o Governo ainda não explica como vai concretizar esta estrutura de financiamento. Em particular no que toca à componente do esforço público nacional, da ordem dos três mil milhões de euros (praticamente o custo do aeroporto da Ota). Apesar das garantias do Governo de que as linhas têm uma exploração rentável que permite financiar em parte o investimento, a verdade é que as duas empresas ferroviárias (CP e Refer) tinham até 2005 um passivo de 6,2 mil milhões de euros.
De fora destas contas do investimento público fica a linha Porto/Vigo que o ministro Mário Lino diz que vai ter uma engenharia financeira específica. A decisão de avançar já com a linha Porto/Vigo até 2013, depois de em 2005, o Governo a ter deixado de considerar prioritária, condicionando a sua realização a estudos de viabilidade, acabou por ser a principal novidade no mapa da futura rede ferroviária, apresentada ontem no quadro das orientações estratégicas para o sector. Esta ligação, que custará na primeira fase 700 milhões de euros, passa pela modernização da actual infra-estrutura Porto/Braga. Na segunda fase, também estimada em 700 milhões de euros, será construída uma nova linha com travessa polivalente, preparada para a alta velocidade. O objectivo é fazer a ligação, que terá tráfego misto, em 60 minutos, contra os 90 minutos que demora um automóvel.
Mas mais do que novas soluções técnicas, já que o investimento se mantém igual ao previsto em 2003, o relançamento de Porto/Vigo é explicado pela intensa pressão que entidades públicas e privadas do Norte do País e da Galiza fizeram junto do Governo para provar o interesse económico da ligação. Esta boa nova para o Norte surge uma semana depois de o Governo ter anunciado a introdução de portagens nas Scut (auto- -estradas sem custos para os utilizadores) que atravessam esta região.Enquanto não avançam as linhas Aveiro/Salamanca e Faro/Huelva, no Lisboa/Porto ficou finalmente esclarecido que a entrada da rede de alta velocidade se fará pelo Norte da capital. A opção pelo Norte permitiu ainda clarificar as ligações ferroviárias à Ota. Ao contrário do previsto no ano passado, o comboio rápido para os passageiros (shuttle) irá circular no corredor de alta velocidade. Esta solução implica a construção de um ramal da linha de TGV até à Ota. Complementarmente, será realizado um novo ramal para ligar o aeroporto à Linha do Norte e assim assegurar ligações do tipo suburbano na rede convencional.
Nota: Para quando a Rede de “Conhecimento” de Alta Velocidade?
Birdy Folding Bike
October 31, 2006 by Bruno Silva
Filed under Design
Category: Leisure/Lifestyle
Manufacturer / Design: riese und müller GmbH
The Birdy is a full-suspension, folding bike with excellent handling. The new model has been completely redesigned using the tried-and-tested basic principle of its predecessor but employing a new design language. The heart of the bike is the monocoque main frame. Its half-shells are deep-drawn from aluminium sheet and precision robot-welded. The deep frame section and the distinct shadow edges allude to car body design. All folding/unfolding locking mechanisms are designed for maximum user friendliness. The special feature of the Birdy is the dual function of its folding hinge plus swinging suspension arm, thus eliminating the need for hinges in the main frame. The simple folding process (folding time: 15 seconds), the compact folded shape and the light weight (from 10 kg) guarantee optimum use.
Instituto Turismo Portugal
October 31, 2006 by Bruno Silva
Filed under Site
O Instituto de Turismo de Portugal tem por objecto:
• O apoio ao fortalecimento, modernização e desenvolvimento das estruturas empresariais do sector do turismo;
• A promoção do desenvolvimento de infra-estruturas e investimento no sector do turismo;
• A promoção interna e externa de Portugal como destino turístico.
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