MIT/Portugal: Assinatura do Acordo de Colaboração
October 17, 2006 by Bruno Silva
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O Governo de Portugal e MIT assinam acordo para desenvolver a investigação e a qualificação nas áreas da engenharia e da gestãoO Governo de Portugal e o MIT assinaram na quarta-feira, dia 11 de Outubro, um acordo de parceria com a duração de cinco anos, visando desenvolver a investigação e a qualificação nas áreas da engenharia e da gestão.
A cerimónia de assinatura foi presidida pelo Primeiro Ministro de Portugal, José Sócrates, gestores seniores do MIT e dirigentes de instituições Portuguesas.
Esta parceria, que envolverá professores, pesquisadores e estudantes de diversas faculdades de engenharia, ciência e tecnologia de sete Universidades Portuguesas, foi fundamentada sobre um estudo de Julho de 2006 feito pelo MIT, segundo o qual “a excelência identificada nos institutos de investigação portugueses durante o período de avaliação é um estímulo para que o MIT se associe a essas instituições”.
Do mesmo relatório consta que “o comprometimento do Governo de Portugal em reforçar as áreas de ciência e tecnologia e promover colaborações internacionais no âmbito do ensino superior e em ciência e tecnologia tem feito do país um sítio interessante para a realização de investigação e um parceiro significativo para futuras associações na actual economia fundamentada no conhecimento.
A parte do programa vocacionada para a Engenharia será coordenada pela Divisão de Sistemas de Engenharia (ESD – Engineering Systems Division), que tem vindo a cooperar com Portugal no desenvolvimento de sistemas como uma nova área de estudos.
Tom Magnanti, Reitor da Faculdade de Engenharia do MIT disse que “a parceria terá um significante impacto na Europa.” Esta parceria é um avanço estimulante para a colaboração em áreas científicas e tecnológicas críticas para o futuro de Portugal, de importância para o MIT e que terão impacto ao norte da Europa e ao sul do Mediterrâneo.
A vertente de engenharia de sistemas do Programa MIT/Portugal será dirigido pelo Professor Daniel Roos, Director Fundador do ESD, e pelo Professor Paulo Manuel Cadete Ferrão, director do Centro de Inovação, tecnologia e Investigação Política do Instituto Superior Técnico.
Nota: Espera-se que esta iniciativa seja verdadeiramente abrangente. O facto de inicialmente se incluir apenas um grupo restricto de empresas e de universidades acaba por não direccionar esta iniciativa para uma visão agregadora.
Publicidade da Guiness
October 11, 2006 by Bruno Silva
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Winner of the Imagina Awards
PT e SIBS entre as que mais apostam em I&D
October 11, 2006 by Bruno Silva
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In Jn
Portugal está representado com apenas duas empresas no quadro de bordo das mil sociedades da União Europeia (UE) que mais investiram em Investigação e Desenvolvimento (I&D) em 2005 (num total de 371 mil milhões de euros), de acordo com um documento divulgado anteontem pela Comissão Europeia. No último ano, a Portugal Telecom (PT), que ocupa o 555.° posto do “ranking” europeu, e a Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS), em 876.° lugar, gastaram 11,10 milhões e 4,06 milhões de euros, respectivamente, em I&D.
Na categoria “Operadores de rede fixa”, a PT foi a 13.ª empresa a investir mais em I&D, enquanto que a SIBS é a 22.ª na categoria “Serviços de apoio”. A PT lidera a lista das dez empresas portuguesas que mais investiram nesta área (17,8 milhões de euros). Seguem-se-lhe SIBS, Semapa, Galp Energia, Novabase, Corticeira Amorim, Banif, Ibersol, Jerónimo Martins e Unicer.
Em 2005, quando comparado com o ano anterior, o investimento em I&D feito pelas empresas do top-1000 europeu aumentou, em média, 5,3% em média, contra uns escassos 0,7% em 2004, uma percentagem ainda assim inferior ao aumento de 7,7% registado pelo Top-1000 das empresas extra-comunitárias.
A Europa mantém um perfil elevado em termos de investimento em inovação industrial, marcando presença com 18 empresas no top-50 mundial e com cinco empresas no top-10 mundial das companhias com um crescimento mais rápido da taxa de inovação. Os três primeiros lugares do top-50 mundial são ocupados por empresas norte-americanas - Ford, Pfizer e General Motors.
Nota: Apesar de alguns bons exemplos o investimento em I&D no sector privado representa 0,25% do PIB, tendo o sector publico um investimento equivalente a 0,5%. Relativamente ao sector privado a média da UE cifra-se nos 1,23%! Elucidativo.
Europcar
October 11, 2006 by Bruno Silva
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Category: Public Design/Interior Design
Europcar Corporate Interior Corporate Interior System
Manufacturer: Europcar Germany
Design: feldmann+schultchen design studios Hamburg, Germany

The design of the new service counters for Europcar is a radical departure from the alienating, rigid straight-line design of traditional service counters. The dynamic geometry opens up the space to create a more discreet and more intense relationship with the customer.
Communication takes place at eye level, and each customer receives the benefits of an exclusive advisory situation. This results in increasingly direct service and procedures that are readily understandable. The new brand appearance also developed by feldmann+schultchen represents the emotional background to the highly functional service architecture. The Europcar logo banded in bright-green, yellow and black, which evokes the image of a landscape rushing past the observer, is used as a key visual in Europcar communications.
API com projectos de 1,3 mil milhões em carteira
October 11, 2006 by Bruno Silva
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In Publico
A Agência para o Investimento pode fechar o ano com contratos assinados no valor de quatro mil milhões de euros.
A Agência Portuguesa para o Investimento deverá contratualizar, até final de 2006, cerca de quatro mil milhões de euros de investimento em projectos no país, tendo já fechado contratos que envolvem 2,7 mil milhões de euros, anunciou ontem Manuel Pinho, ministro da Economia, numa audição no Parlamento, na Comissão de Assuntos Económicos. Quanto ao caso da Johnson Controls, o governante considerou que o país merecia “mais delicadeza” por parte da empresa por esta não ter anunciado as suas intenções de encerrar as fábricas em Portugal.
Num encontro dominado pelo tema das exportações, o ministro afirmou que cinco dos grandes projectos contratualizados pela API vão ter um impacte de 1,4 por cento do PIB em 2009-2010. Manuel Pinho refere-se aos investimentos da Repsol, Portucel, Galp, Autoeuropa, Advansa e Ikea, que só deverão começar a dar frutos daqui a dois ou três anos, pois implicam investimentos de alguma complexidade que demorarão a ser implantados.
Sublinhando o aumento de dez por cento, nos últimos dois anos, do peso das exportações no PIB - passou de 27,9 por cento, no final de 2003, para 30,8, no primeiro semestre de 2006 -, o governante considera possível dar um salto idêntico nos próximos quatro anos. E, “se assim for, estaremos perante um milagre”. Pinho adiantou que houve uma quebra nas exportações de baixa tecnolologia mas um aumento do peso dos produtos de média-baixa e média-alta tecnologia, o que quer dizer que está a “haver uma transferência para modelos com maior valor acrescentado, com mais inovação“, disse.
O deputado social-democrata Almeida Henriques questionou o governante sobre o impacto da deslocalização de empresas nas exportações, mas coube a Diogo Feio, do CDS, questionar o ministro sobre o caso da Jonhson Controls. E lembrar que a autoridade que regula o mercado norte-americano tinha sido informada, a 9 de Agosto, sobre as intenções da empresa para a Europa, sem que o Governo português soubesse que as fábricas seriam encerradas. “Antes tivéssemos sabido, pois o país e os trabalhadores mereciam mais delicadeza. E, apesar de ser uma empresa privada, que tem direito de encerrar, há boas maneiras que devemos cultivar”, respondeu Manuel Pinho.
Nota: Necessáriamente deverá aumentar o esforço na obtenção de novos projectos estruturantes em industrias de valor acrescentado, tentando colmatar o esvaziamento que se tem assistido nas industrias de baixo valor acrescentado.



