Portal do Cidadão

January 19, 2007 by  
Filed under Noticia

O Portal do Cidadão é um projecto desenvolvido pela UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, em conjunto com todos os Ministérios do Governo, e reserva um conjunto de serviços públicos e informação, nas mais diversas áreas, que tornam a vida dos cidadãos mais simples, devolvendo-lhe um activo cada vez mais precioso – o tempo.

Portal do Cidadão

Pode a inovação mudar um país?

January 17, 2007 by  
Filed under Opinião BS

Por Bruno Silva

In Innoveight – Clube de Inovação / Revista Inovar-te

Sendo a inovação um processo de introdução de melhorias através da criação de algo novo, e estando os países em constante mudança, torna-se pertinente a aplicação de políticas de inovação que estimulem o desenvolvimento das regiões, organizações e cidadãos, nas suas mais diversas esferas.

A existência de uma forte relação entre a inovação e o desempenho económico tem levado a uma maior notoriedade desta temática. Mas para se mudar um país é fundamental mudar as pessoas, suas mentalidades, e até mesmo a forma como encaram a própria vida.

Apenas a mente preparada consegue inovar, e para inovar é necessário o desenvolvimento de processos criativos, que dependem do conhecimento detido pelas pessoas, sendo dessa forma fundamental a aposta em “países do conhecimento” ou até mesmo “países criativos”.

Para finalizar, creio que devemos perguntar o que é que a inovação pode fazer por um país, mas também deveremos perguntar o que é que um país está disposto a fazer pela inovação.

Sobre o Autor

Bruno Silva

Fundador e Manager da InnovMark
Fundador e Manager do Portal Inovação & Marketing
Consultor, Formador e Orador sobre Inovação, Marketing e Empreendedorismo
* Licenciado em Gestão na Universidade do Minho
* Pós-Graduado em Marketing no IPAM – The Marketing School
* Pós-Graduado em Gestão da Inovação, Tecnologia, e Conhecimento na Universidade de Aveiro
* Especializado em Empreendedorismo de Base Tecnológica na Universidade de Aveiro
* Formações em Vendas, Excelência Pessoal, Inteligência Emocional e Criatividade, Gestão do Stress, Organização de Eventos, Comunicação em Público, E-Business para PME´s, Pedagógica de Formadores.

Notícias em Destaque

January 17, 2007 by  
Filed under Noticia

Small Mp3 Player

January 15, 2007 by  
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Comentário: Size Matters…

Portugal vale a pena

January 15, 2007 by  
Filed under Artigo de Opinião

in Revista Exportar

Nicolau Santos, Director adjunto do Jornal Expresso

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.

Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus.

Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados.

E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.

Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais.

E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.

Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).

Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar.

E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.

Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.

Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência.

Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial.

Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.

Ou que produz um vinho que “bateu” em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis.E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia.Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis.

E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pouco por todo o mundo.

O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive -Portugal.

Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.

Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte d’Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação.

Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo.

E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).

É este o País em que também vivemos.

É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na saúde, no ambiente, etc.Mas nós só falamos do País que está mal.

Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso.

De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos – e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palhaE ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar muitos outros portugueses atentarem replicar o que de bom se tem feito.

Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados, porque não hão-de os bons serem também seguidos?

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