Automatic Trash Can

February 27, 2007 by Inovação & Marketing  
Filed under Flash

This Simplehuman stainless steel trash can is perfect for the modern luxo-kitchen, and improves on the old foot-operated can by putting techno-sensors where that foot pedal used to be.

Just get your foot near it, and the thing comes popping open, ready to accept whatever refuse you deem expendable. Powered by either six D batteries or an AC outlet, it’s an overpriced $200.

Sites mais visitados em Portugal

February 24, 2007 by Inovação & Marketing  
Filed under Noticia

  1. Microsoft Network (MSN)
  2. Google.pt
  3. Hi5.com
  4. Sapo – Portugal Online!
  5. YouTube
  6. Google
  7. Blogger.com
  8. Windows Live
  9. Yahoo!
  10. Bolsa e Negócios
  11. Iol.pt
  12. Microsoft Corporation
  13. WikiPedia
  14. Megaupload
  15. Rapidshare.com
  16. Myspace
  17. Record
  18. Facebox.com
  19. A Bola
  20. Fotolog.com

Fonte: Alexa

O Papel da Inovação

February 21, 2007 by Inovação & Marketing  
Filed under Opinião BS

Por Bruno Silva

In Portal da AEP – Associação Empresarial de Portugal

Ultimamente tem-se assistido ao aumento de notoriedade da inovação mas nem sempre se explica muito bem o que representa a inovação e qual o seu verdadeiro alcance.

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As definições são múltiplas e variadas, e isso deve-se ao facto de esta temática poder ser aplicada a todas as áreas da nossa vida, surgindo naturalmente diversas definições sobre a mesma expressão.

A inovação pode ser considerada como um processo de introdução de melhorias através da criação de algo novo, e esse processo pode ser aplicado a todas as esferas da nossa existência, na medida em que o ser humano devido à sua natureza curiosa e criativa, apresenta, em termos gerais, um desejo de elevar a humanidade para um patamar nunca antes alcançado.

Os países e as organizações têm dado cada vez maior atenção a esta temática, na medida em que é consensual que o desempenho económico de uma região ou de uma organização está intimamente ligado à capacidade de inovação que consegue empreender. A União Europeia, através do lançamento da Estratégia de Lisboa, começou a apostar na Inovação como um vector essencial na sua estratégia de desenvolvimento, tendo como objectivo final tornar-se a região mais competitiva e desenvolvida do mundo.

O nosso país seguindo esta filosofia apostou recentemente num Plano de Inovação designado de Plano Tecnológico que segue, na sua essência, as orientações europeias. Defende-se que os esforços nacionais deverão centrar-se principalmente em três eixos: tecnologia, inovação e conhecimento. A maior parte das inovações a que temos assistido nos últimos tempos apresentam um grande pendor tecnológico, sendo natural que se aposte nessa área. Mas por outro lado está também comprovado que o nível de conhecimento detido por um país ou organização está correlacionado com a capacidade de inovação, mesmo que exista um grande cariz de criatividade no processo de inovação.

Relativamente a este mesmo processo de inovação, têm existido diferentes tipos de abordagens teóricas a esta temática. Inicialmente acreditava-se que o processo consistia num Modelo linear, onde se defendia a aposta na Investigação & Desenvolvimento, de forma a se poder lançar invenções que originariam o surgimento de uma maior capacidade inovadora. Porém, ao longo do tempo tem-se constatado que este processo não é tão linear como poderia aparentar. As últimas tendências teóricas defendem que o processo de inovação consiste num Modelo interactivo, que engloba diversas fases: pesquisa de mercado; invenção e concepção criativa; design e teste; desenvolvimento e produção; acabando na comercialização, função onde o marketing assume um papel fundamental. Tal modelo também considera que em cada uma destas fases pode ser necessário recorrer à base de conhecimento disponível, e que só depois desta fase, caso seja necessário, se deve apostar na Investigação e Desenvolvimento.

Este modelo teórico de inovação, acompanha também os mais recentes desenvolvimentos na área do marketing, com o ascender do marketing segmentado e one-to-one em detrimento do marketing de massas, onde se defende que o cliente ganhou nos tempos mais recentes uma importância e um papel acrescidos, cabendo às organizações a função de estudar cada vez mais o comportamento do mercado, as suas necessidades e a forma como toma decisões, com o objectivo de se poder apresentar uma proposta de valor que gere benefícios para os clientes. Alias, em termos teóricos, também na área da estratégia se defende há algum tempo, a necessidade de definir um posicionamento estratégico que tenha em conta a necessidade de se apresentar uma proposta única de valor, sendo deste modo essencial a área da inovação.

Acontece que tal mudança de orientação politica ao nível da inovação, apenas está agora a surgir na Europa, sendo visível o reforço destas apostas no 7º Quadro Comunitário de Apoio, e como consequência no Quadro de Referência Estratégico Nacional lançado recentemente pelo nosso governo. Estas mudanças exigirão uma enorme capacidade de adaptação por parte dos nossos empresários, além de todas as mudanças que têm acontecido por via da liberalização dos mercados e do aumento da concorrência, tendo como consequência a necessidade premente de se alterar a forma como se gerem as organizações e os negócios.

Considero que a aposta actual deverá passar por organizações onde exista uma visão abrangente do mercado, dispostas a apostar numa presença global, e que por outro lado estejam dispostas a lançar uma forte e conscienciosa aposta na inovação e no marketing. Para tal aposta vingar é necessário apostar nas diversas fases do modelo interactivo de inovação, e tal aposta só será viável se as organizações, de uma vez por todas, valorizarem os seus recursos humanos, as suas ideias e as suas capacidades, e se lhes proporcionarem a possibilidade de colocar em prática todo o seu potencial.

Contudo, este modelo só poderá funcionar com o ascender da Meritocracia no panorama nacional, algo que como se sabe ainda tem algum caminho a percorrer em Portugal. Tal aposta é essencial, alias é crucial, na medida em que se não formos capazes de apostar na nossa massa critica, devido ao mercado liberalizado a nível organizacional e até educacional, começaremos a assistir a uma maior intensificação do fluxo de emigração dos nossos melhores cérebros, para países onde as instituições educativas e organizacionais os valorizem, e onde lhes sejam oferecidas melhores condições de desenvolvimento.

O desafio está lançado, cabendo a nós saber aproveitar da melhor forma esta mudança de paradigma. Numa coisa podemos ter a certeza, tudo dependerá da nossa capacidade de mobilização e da nossa capacidade empreendedora, mas tal como dizia Albert Einstein, o único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho, é no dicionário.

Cable Tv

February 16, 2007 by Inovação & Marketing  
Filed under Flash


Comentário: O “Exercício” de ver televisão

Cultura (d)e inovação

February 13, 2007 by Inovação & Marketing  
Filed under Artigo de Opinião

É óbvio que o treino científico, que nos ensina a tudo questionar, é fundamental como atitude conducente à inovação.

Manuel J. T. Carrondo

In Diário Económico

A atitude corrente para quem aborda o tema da inovação, sobretudo na componente mais facilmente associável ao “choque tecnológico”, é de considerar que investir em recursos humanos qualificados e em equipamento resolve o “fosso português” de inovação.

Este tem sido o caminho seguido nos últimos vinte anos, em que paulatinamente Portugal tem visto crescente aposta na Ciência e Tecnologia (C&T), essencialmente paga pelo Estado. No entanto, não há relação automática entre esforço de I&D e inovação. Em relatório recente sobre a realidade Europeia de inovação, das vinte empresas com maiores financiamentos de I&D para suporte do seu negócio (onde se encontram Daimler, Siemens, Nokia, Glaxosmith Kline, Novartis ou Roche) nenhuma aparece no lote das 10 europeias mais inovadoras (incluindo Christian Dior, Cadbury Schwepps, Adidas ou Volvo) – sendo claro que se trata de mercados razoavelmente distintos.

É óbvio que o treino científico, que nos ensina a tudo questionar, é fundamental como atitude conducente à inovação. Mas esta aposta em C&T, necessária certamente, não é suficiente para implementar inovação no tecido sócio – económico português.

Primeiro, porque outros componentes como design, ‘marketing’, organização, desenvolvimento de produto são essenciais para alimentar a inovação com impacto na criação de riqueza e melhoria no estado de desenvolvimento de um país.

Em segundo lugar porque, mais do que literacia, competência científica e capacidade tecnológica, a inovação requer atitudes sócio-culturais abertas e flexíveis, interesse para aprender a aprender, empenho empresarial e organizacional, franqueza critica, criatividade e sociabilidade/inteligência emocional. Sendo certo que algumas destas características podem ser inatas o que é obvio é que o “ambiente social”, que estou a chamar “cultura”, vigente pode aumentar ou diminuir tais características de forma dramática, conforme as “cenouras ou chicotes” que, sobre cada um de nós, foram usados ao longo da vida.

Ora a cultura portuguesa – e talvez ainda mais nas elites – é imobilista, avessa à mudança, fortemente protectora de interesses corporativos, crítica do risco, punindo fortemente o falhanço (onde, aliás, muito se aprende!) ou a falência. Em última análise, características que definem uma ”cultura de submissão” na expressão de António Barreto. Nessa cultura de submissão, para cima (‘bottom up’), o patrão é que sabe e decide e, para baixo (‘top down’), os subordinados obedecem e não questionam. E como, cada vez que, finalmente, um subordinado que não usou nenhumas prorrogativas da cidadania ou participação plena e só obedeceu, chega finalmente a chefe, repete o autoritarismo autista que não entende que a franqueza crítica dos que de si dependem é a maior garantia que gerirá bem. Nesta cultura, medíocre atrai medíocre , ciclo que só se rompe quando, por acaso ou por importação de outro sistema, aparecem líderes que escolhem e promovem aqueles a quem reconhecem as maiores competências, se possível maiores que as suas, sem receio de serem “apeados” pois as boas organizações/ instituições assim se reforçam, progridem e criam lugar para todos.

Não adiantando analisar excessivamente a situação, para decidir se “galinha” ou “ovo”, para ”forçar a marcha” é fundamental reconhecer, no estádio actual, incipiente, de desenvolvimento da democracia portuguesa, que a inovação é uma ferramenta “micro”, a ser semeada, alimentada e crescida em pequenos núcleos, empresas e instituições onde seja possível ir mudando atitudes socio-culturais. E, colectivamente, procurar usar, dar a conhecer todos os sucessos que a (micro) inovação obteve para alavancar mais rápidas mudanças de cultura. Com as práticas inovadoras de alguns exaltada nos media como valor social que é e a concomitante utilização dos estímulos correctos, a inovação será copiada e impactará o “macro” em atitude virtuosa de emulação social.

E o tempo é agora pois, ao fim de vinte anos dormindo na “sombra da bananeira” europeia, a maioria dos portugueses percebe e aceita que há que mudar, inovando em caminhos originais, caminhos de futuro.

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