Errar é fundamental: ninguém chega ao sucesso sem passar pelo fracasso
August 26, 2010 by Inovação & Marketing
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Por Marcelo Mariaca (presidente do Conselho de Sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School)
Executivos, como todos os seres humanos, não estão imunes aos erros, muitas vezes, fatais para o negócio.
Quando aos seis anos de idade me mudei com minha família da Bolívia, onde nasci, para Troy, nos Estados Unidos, logo tive que me acostumar com a casa, o idioma, a cultura e os amigos. Tudo novo. Além do fato de eu não ser loiro e de olhos azuis, como a maioria das pessoas locais, lá pelos 16 anos percebi que, conforme o tempo passava, minhas calças continuavam me servindo, não ficavam curtas como a de todos os outros garotos. Conclusão: eu seria um baixinho. Quando me dei conta disso, recordo que me senti desafiado a ser um sucesso. Já que não cresceria em altura, seria, então, um grande profissional.
Aquela determinação precoce pode soar engraçada agora. No entanto, também demonstra que podemos, a qualquer momento, encarar o desafio de mudar o rumo da nossa trajetória, para chegar aonde desejamos, desde que o medo de errar não nos impeça de ousar.
Hoje, quase meio século depois daquela, digamos, implacável constatação, lanço meu primeiro livro, “Erre Mais”, no qual dou 65 conselhos sobre liderança, relacionamento, demissão, autoimagem, empreendedorismo e aposentadoria, entre outros assuntos relacionados ao universo profissional. São 65 porque é a minha idade atual, com a qual me sinto bem e feliz, preparado para aprender e contribuir com o bem-estar e a evolução das pessoas.
Mas por que aconselhar as pessoas a errarem mais? Porque acredito que é praticamente impossível chegar ao sucesso sem passar por algum fracasso. E esse pensamento não se resume somente ao universo corporativo. Aprendi, ao longo do tempo, que é importante arriscar e se permitir errar, que não temos porque temer nos lançarmos ao desconhecido, ainda que o medo nos ronde o tempo todo.
Executivos, como todos os seres humanos, não estão imunes aos erros, muitas vezes, fatais para o negócio. Mesmo os mais bem-preparados podem cometer deslizes históricos, como o todo-poderoso Thomas Watson, então presidente da IBM, que em 1943 filosofou que só haveria mercado para uns cinco (cinco mesmo) computadores em todo o mundo. Nem o gênio Bill Gates escapou da derrapagem: há três décadas previu que 640 KB de memória deveriam ser suficientes para qualquer pessoa.
Guardadas as proporções, o erro faz parte dos avanços, das descobertas e das invenções, e é parte fundamental na aprendizagem. O próprio Bill Gates, cujo vacilo citamos, defendeu certa vez que deveriam ser premiados os autores de determinados erros que levassem a empresa a refletir sobre seus processos e evitar tropeços maiores. Errar, segundo os cientistas, aumenta as chances de acertos no futuro.
Para ter sucesso, a empresa deve desenvolver a cultura da inovação e, para isso, precisa incentivar entre os gestores a ousadia, a criatividade, a autonomia na tomada de decisões e a capacidade de correr riscos. A maneira como enfrentará esses riscos e obstáculos é que determinará o sucesso ou o fracasso da empreitada.
Mais humildes que os executivos, os cientistas admitem que só chegam à certeza por meio de um interminável processo de tentativa e erro. A humanidade agradece.
Fonte: Administradores
A aposta na excelência
August 26, 2010 by Inovação & Marketing
Filed under Artigo de Opinião
por Francisco Jaime Quesado (Gestor do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento)
NUMA RECENTE conferência realizada a propósito dos desafios da inovação em Portugal, Daniel Bessa referiu que há uma nova oportunidade para o país, muito centrada no sucesso de exemplos empresariais e académicos, e mostrou uma convicção única na abordagem de uma capacidade estratégica de Portugal se assumir como caso de sucesso no competitivo jogo da globalização que marca os tempos modernos. A excelência deve ser a grande bandeira nos próximos tempos.
A sociedade civil portuguesa tem nesta matéria um papel central. A aposta na excelência, na sua diferença e no seu sucesso, é resultado de uma agenda estratégica que se pretende voltada para um futuro permanente. Apostar na excelência deve constituir um compromisso permanente na procura do valor, da inovação e da criatividade como factores críticos da mudança. Os bons exemplos devem ser seguidos, as boas práticas devem ser percebidas, o caminho tem de ser o da distinção e da qualificação.
Na sociedade do conhecimento sobrevive quem consegue ter escala e participar, com valor, nas grandes redes de decisão. Num país que se quer voltado para o futuro, as empresas, as universidades, os centros de competência políticos têm de protagonizar uma lógica de cooperação positiva em competição para evitar o desaparecimento. A mensagem de Daniel Bessa é mais que nunca actual entre nós. A aposta na excelência não pode parar. Só com uma atitude positiva de mudança se consegue avançar para o futuro. Isso faz-se com convergência positiva e não por decreto. Importa por isso, mais do que nunca, estar atento e participar com o sentido da diferença.
In Jornal i
Marketing: Quase 90% das pessoas dispensam anúncios
August 26, 2010 by Inovação & Marketing
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Estudo inglês é relativo a emissões gravadas na TV. Valor não surpreende especialistas.
Quase 90% dos telespectadores britânicos dispensam os anúncios quando assistem a emissões gravadas nas suas boxes de televisão, revela um estudo da YouGov em parceria com a Deloitte, relativamente ao mercado britânico.
Segundo dados citados pelo diário inglês ‘The Guardian’, 87% dos mais de quatro mil inquiridos admitem passar os intervalos das emissões gravadas. No entanto, ainda assim, 52% das pessoas consultadas garantem que a televisão continua a ser o meio mais memorável para a publicidade, seguido de 10% que consideram a Imprensa o melhor canal publicitário.
Intervalos para publicidade mais curtos – 48% dos entrevistados -, campanhas mais criativas e memoráveis – 32% dos inquiridos – ou anúncios mais curtos – 17% – são as sugestões dos ingleses para encorajar as pessoas a ver mais publicidade.
O estudo foi desenvolvido para o festival internacional de Televisão ‘MediaGuardian Edinburgh’ e tem parte da sua informação embargada até ao final desta semana.
Fonte: Económico
Marketing: Facebook já vale mais de 26 mil milhões de euros
August 26, 2010 by Inovação & Marketing
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Valor de mercado da maior rede social do mundo ascende a 26,5 mil milhões de euros, superando a Yahoo! e eBay.
As acções do Facebook estão a ser negociadas actualmente ao preço de 76 dólares (60 euros) nos mercados secundários, perante o forte interesse dos investidores na tomada de posição antes de a rede social cotar em bolsa, o que só deverá acontecer dentro de dois anos.
Os analistas consideram que a sua estreia em bolsa poderá ser o IPO (initial public offer) mais importante do sector tecnológico desde a entrada da Google em bolsa em 2004, que rendeu 1,3 mil milhões de euros, avança o “Financial Times”.
De acordo com fontes ligadas ao processo, a empresa que gere a rede social mais popular da internet só deverá abrir o seu capital em bolsa em 2012 e não em 2011 como tinha sido avançado inicialmente.
Fonte: Económico
Marketing: Vendas de automóveis topo de gama duplicam na China
August 25, 2010 by Inovação & Marketing
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As vendas de automóveis de luxo na China quase duplicaram no primeiro semestre de 2010, num boom encabeçado por três marcas alemãs (Audi, BMW e Mercedes), noticiou hoje a imprensa oficial chinesa.
Desta forma, entre Janeiro e Junho o número de veículos topo de gama vendidos na China atingiu a fasquia dos 310.000, um aumento de 92% em relação a igual período de 2009, precisa o jornal China Daily.
O crescimento foi também muito superior ao aumento global no sector, estimado em 46%.
O campeão neste segmento de mercado foi a Audi, o primeiro fabricante alemão a produzir na China, desde 1988, onde constrói, entre outros, os modelos A6L e A4L.
No primeiro semestre deste ano, a Audi vendeu 108.000 veículos na China, mais 64% do que em igual período de 2009, transformando aquele país no seu maior mercado, à frente da Alemanha.
As vendas dos principais concorrentes, BMW e Mercedes-Benz, aumentaram ainda mais: 98% e mais de 100%, respectivamente, mas continuam aquém da Audi.
A BMW vendeu 71.146 automóveis e a Mercedes-Benz 58.600.
Conhecida até há menos de 20 anos como o “Reino das bicicletas”, a China tornou-se em 2009 no maior mercado automóvel do mundo, ultrapassando os EUA.
No ano passado, os chineses compraram cerca de 13,6 milhões de veículos, mais 45% do que em 2008 e uma média de mais de 37.200 automóveis por dia.
Fonte: Oje – o Jornal Económico




