Conviva em Negócios como um Profissional

April 17, 2007 by Inovação & Marketing  
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Quer fazer com que as pessoas falem acerca da sua empresa? Está na altura de dar o salto para um patamar superior

Por Hélder Falcão

Q: Quero começar o meu negócio a vender produtos e serviços através da Internet e acho que o método de marketing do Boca-a-boca seria uma boa forma de atrair mais tráfico. A minha questão é, como é que eu ultrapasso o obstáculo de ser um homem das cavernas? Nunca gostei muito de me relacionar com as pessoas – não faz bem o meu estilo. Existem formas de colmatar esta fraqueza ou tenho apenas de me transformar numa pessoa extrovertida para obter sucesso?

R: No livro: Skills for Success: A Guide to the Top for Men and Women, a escritora Adele M. Scheele, conta acerca de um cocktail de negócios onde ela conheceu alguém que estava relutante em apresentar-se a pessoas totalmente estranhas. Scheele sugeriu que ele “considerasse um cenário diferente para esta tarde.” Ou seja, que se considerasse como o anfitrião da festa e não como convidado. Ela perguntou-lhe: “O que faria se fosse o anfitrião? Não se ia apresentar a pessoas que não conhece e depois apresentá-las umas às outras? Não estaria a ouvir atentamente conversas e depois trazer novas pessoas a um pequeno grupo já formado?”

O novo contacto de Scheele apercebeu-se da diferença óbvia entre o papel activo do anfitrião e o papel passivo do convidado. Concluiu que “não existia nada que pudesse parar este homem de se comportar como anfitrião, mesmo que fosse um convidado”.
Não existe nada que o faça parar de ser mais activo, ainda que o grupo de pessoas seja maior.

Com estas linhas, a minha sugestão é que participe mais activamente nos grupos de networking que faz parte. Torne-se voluntário para papéis como Embaixador, Anfitrião de Visitas – alguém que dá as boas-vindas às visitas e as apresenta aos outros convidados. Se vir visitas sentadas, apresente-se e pergunte-lhes se elas querem conhecer as outras pessoas.

Se existem muitas mais pessoas para conhecer, peça ajuda a outro membro para o ajudar, apresentando a visita ao resto do grupo, para que o liberte a si e possa conhecer mais visitas. Se utilizar esta técnica, irá começar a desenvolver excelentes capacidades de convívio em negócios e obter uma enorme exposição a muitas mais empresas em muito pouco tempo. Com a minha experiência, observei que as pessoas que são naturalmente mais tímidas ou sentem-se menos à vontade têm grande sucesso quando utilizam esta técnica.

Uma das características dos milionários de última geração é o facto de que estão sempre a fazer networking em todo o lado. Mais importante ainda, fazem-no a toda a hora – numa conferência, no ginásio, no campo de golfe ou com a pessoa que está sentada ao seu lado no avião. Este facto por si só, deverá motivá-lo suficientemente para que se coloque nestas situações onde poderá conhecer mais pessoas. Conforme se vai sentindo mais confortável com este processo, vai achar mais fácil sentar-se no meio de estranhos em reuniões de negócios ou iniciar uma conversa com alguém no Banho Turco.

É importante que encontre tempo para deixar a sua caverna e encontrar-se com outros profissionais de negócios qualificados regularmente, ou poderá nunca ter a oportunidade de desenvolver um negócio próspero via Boca-a-boca. Fazer networking é como um desporto de contacto. Se não desenvolver relações eficientes, não poderá criar uma rede de contactos forte, diversificada e genuína.

Hélder Falcão é o Director Nacional em Portugal da Ecademy, uma das maiores redes de profissionais de negócios a nível mundial, http://www.bni.ecademy.com/ e também o Director Nacional em Portugal do BNI, (Business Network International), que conta com mais de 4400 grupos de negócios em 29 países. http://www.bni.pt/

Gerir Portugal durante um dia – Nothingandhall

January 20, 2007 by Inovação & Marketing  
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Baixar os impostos moderadamente e promover o Investimento

Por Blog Nothingandhall

No ano findo e ao ní­vel europeu ter-se-á registado um assinalável crescimento (acima dos 2,5%) mas é significativa a diferenciação entre os paí­ses, tal como já acontecera no ano anterior. Ora, Portugal mantém desde há vários anos uma tendência de divergência relativamente à média europeia, patente, aliás, nos dados recentemente divulgados pelo Eurostat em que a proporção do rendimento per capita (em paridade de poder de compra) relativamente à média europeia deslizou nos anos recentes um ponto em cada ano para se fixar em 2005 em 71%. Em 2006 Portugal teve um crescimento moderado (1,3-1,4%) mas de novo abaixo da média europeia.

E o que o Governo faz? Aumenta os impostos, pouco faz para promover o investimento e onde necessitaria de intervir para atenuar o desiquilí­brio orçamental que é ao ní­vel da despesa corrente primária pouco se tem visto. É mais fácil intervir do lado da receita…

O crescimento moderado da economia portuguesa em 2006 foi feito à custa das exportações, apesar da valorização do euro face ao dólar. O investimento é, de todas as componentes, aquela que mais tem travado o crescimento. O investimento em construção, por exemplo, tem no período 2002-2006 uma taxa de variação média anual negativa (-5,4%), ao contrário do que aconteceu com a generalidade dos países.

Por isso tem de ser na redução da despesa (redução do deficit orçamerntall) e na promoção do investimento (para permitir o aumento do crescimento económico) que a economia portuguesa pode readquirir a linha da convergência europeia.

Face ao exposto, as medidas que tomava se gerisse Portugal durante um dia seriam orientadas para a promoção do investimento, reduzindo a carga fiscal sobre as empresas. Baixar o IRC para 23% desde já e tendencialmente para 20% parece-me, por isso, uma medida acertada!

Excelência e Meritocracia

January 11, 2007 by Inovação & Marketing  
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Por Adelino Cunha

Num momento de viragem na nossa economia e em que grandes desafios se apresentam aos portugueses, integrados numa economia cada vez mais global, importa aprender com o melhor de outros e parar de repetir os mesmos erros.

Gostava de chamar a atenção para o foco enviesado que se continua a dar aos Recursos Humanos nas organizações, utilizando mecanismos artificiais de incentivo e motivação, muitas vezes enquadrados nos programas de avaliação de desempenho e nos sistemas de incentivos, descurando-se a parte mais importante que é a pessoa. Deve ser investido mais tempo e esforço, com qualidade, na detecção das necessidades reais das pessoas e das organizações, de forma a criar planos ajustados de satisfação das mesmas, e projecção de níveis superiores de desempenho.

Fico às vezes com a sensação de que se pretende “motivar e reconhecer por decreto”.

Nos contactos que mantenho noto muita descrença nas intenções dos líderes, porque os liderados não “vêem” nesse líderes o exemplo a seguir.
- Como se pode estimular e motivar a excelência e o elevado desempenho nas escolas, se os alunos que se esforçam para tirar notas elevadas, vêem professores a fazerem o mínimo, para não terem trabalho de justificar notas negativas, até sobem as notas dos que devem ser penalizados, prejudicando quem dá o máximo?
- Como se pode pretender melhorar a justiça se quem nela trabalha muitas vezes dela se aproveita e não a aplica a si próprio?
- Como se pode esperar alterar o valor de reformas de mais de 5000 Eur mensais, quando quem o decide é quem delas vai auferir e não faz por dar o exemplo?
- Como se pode pretender implementar a meritocracia nas organizações se os líderes não dão o exemplo ?

Outros países já aprenderam que, se queremos tornar-nos excelentes e apostar decisivamente numa cultura de mérito e melhoria contínua, temos de dar o exemplo, todos, mas em especial quem mais responsabilidade e visibilidade tem. Como dizia Rockefeller – “Quem está no topo da hierarquia é o que tem mais responsabilidades e o que tem menos direitos.”.

 

Adelino Cunha é um orador motivacional, escritor, empresário e coach certificado internacionalmente pelo ICC. Além de proferir palestras e dar consultadoria em Alto Desempenho em empresas, ensina em diferentes pontos do mundo como implementar o Condicionamento para o Sucesso nas vidas das pessoas e nas organizações. Adelino Cunha faz Coaching de Alto Desempenho com empresários, atletas, estudantes e profissionais de vários ramos.
http://www.solfut.com/ – e-mail: ihavethepower@solfut.com

Gerir Portugal durante um dia – Pedro Azevedo

January 10, 2007 by Inovação & Marketing  
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Gerir Portugal durante um dia

Por Pedro Azevedo
pedro.a.azevedo@gmail.com

Acredito que a mudança que Portugal precisa não se consegue com evolução, mas com uma revolução… de mentalidade.

Ou seja só seremos produtivos quando for consciência colectiva que vivemos do que produzimos, e termos uma consciência social isto que somos acionistas desta grande empresa chamada Portugal.

Então dividia o dia em duas partes, de manhã acabava com os contratos de trabalho. Num curto espaço de tempo seriamos mais competitivos e eficientes. Mais importante as posturas defensivas tinham de acabar, geralmente não acrescentam valor. Depois acabando a segurança do trabalho por conta de outrem as pessoas estão mais motivadas a arrancar com os seus negócios, 9 falham 1 cria riqueza.

Da parte da Tarde, Criava a legislação para que fuga aos impostos fosse crime com a pena de serviço publico, 1 dia por cada 5 EUR. O dificil desta lei não é cria-la é faze-la cumprir… O Slogan ” denuncie o seu vizinho, por cada 5 dias de serviço publico um trabalha para si”.

Mesmo ao final do dia, reduzia o número de cargos “politicos” a metade e proibia a contratação para prestação de serviços de familiares em primeiro grau de politicos. Ie o PR não pode contratar, nem para prestação de serviços os empregos já acabaram, o sobrinho do líder de bancada do BE.

Gerir Portugal durante um dia – Jorge Nascimento Rodrigues

January 4, 2007 by Inovação & Marketing  
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Por Jorge Nascimento Rodrigues

1ª medida: Dizer a verdade aos tugas, entretanto (se a coisa se agravar) ou na próxima campanha eleitoral: o país precisa de 10 anos para dar a volta, depois de ter perdido os 10 anteriores (vide o relatório linkado pelo Bruno), e os anos de 2007-2010 vão ser dificeis pois é a partir de agora que se vão sentir efectivamente os impactos das deslocalizações e deseestruturação dos sectores económicos em que se baseia a nossa especialiação. O que sentimos até agora foram só os preliminares.As «reformas» que estão a ser feitas são apenas o mexer no rebordo; ou seja, acabar com os esquemas parasitas e «rentistas» de negócio empresarial (acumulação de capital na banca, fuga ao fisco, aplicação de capitais em circuitos financeiros, como a partir das sociedades na Holanda, etc.) e de maximização dos rendimentos pessoais (a lista enorme de pequenos e médios beneficios que as classes médias foram arrancando) que se foram instalando nos ultimos 20 a 25 anos.

É a unica medida de que me lembro como nº1. Mas aproveitando, aqui vai mais um lençol de outras mais de política (policy, dizem os americanos).

Dita a verdade, e limpos os cantos à casa (esperemos que sem deitar o lixo para debaixo do tapete), haveria 4 medidas de emergência, para mim mais terra-a-terra:

- Línguas: campanha de aprendizagem de línguas de negócio (além do inglês, o castelhano e o chinês) não só nas escolas como para a maioria da populaçao, particularmente nas regioes raianas, turisticas e com hipóteses de fixação de investimento directo estrangeiro; modificação da sinalética existente (que só há em português) e incentivo massivo a que todos os sites portugueses locais, regionais e turisticos e de conteúdos, para que tenham versões em várias línguas

- Cidades, regiões e vilas: desenvolvimento de estratégias preventivas face à ameaça de deslocalizações; promoção externa agressiva de captação de investimento directo estrangeiro por parte dos autarcas e entidades locais (não deixar isso na mão da API/ICEP); apoio ao desenvolvivemto de negócios locais (ampliação dos apoios ao microcrédito e como no Brasil aos micro e pequenos negócios) de serviços (incluindo os novos serviços à população) e produtos locais (o que os franceses chamam produits du territoire)

- Cosmopolitanismo da juventude: reforço dos programas de formação qualificada no estrangeiro (massificação da ‘estrangeirização’ dos nossos talentos); incentivo massivo a programas de envio temporário de jovens portugueses na Europa; criação de medidas discriminatórias positivas para empreendedores portugueses e estrangeiros que os levem a fixar-se em Portugal

- Marca Portugal Global: criação de uma rede virtual de personalidades e empresas que têm projecção internacional, uma espécie de Conselho de Sábios, que apoiasse iniciativas público privadas de lançamento de grandes projectos de impacto na opiniao pública internacional (por exemplo, um sobre os nossos Descobrimentos, ampliando o que o Smithsonian vai fazer nos EUA;e outro itinerante, que levasse as empresas portuguesas que vingaram internacionalmente e a diplomacia a apoiar agressivamente a exploração de oportunidades lá fora pelos grupos médios e pequenos portugueses e por artistas e homens de letras, cientistas, etc; uma coisa sistemática, não esporádica e intermitente).

O resto das medidas deixo para os politicos, economistas, fiscalistas, etc., gente que quer governar. Eu não quero.

Se os cofres do Estado até estivessem tesos, eu até, modestamente, dava um dia de salário para uma conta bancária para estas 4 medidas (mas exigia que quem gerisse esse saco azul prestasse contas bem transparentezinhas, que o dinheiro a mim sai-me do pelo).

Jorge Nascimento Rodrigueseditor de www.janelanaweb.com e www.gurusonline.tv

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