Concurso de Ideias

March 10, 2010 by Inovação & Marketing  
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Edição de Março de 2010

O Portal Inovação & Marketing, em parceria com a InnovMark, promove um concurso de ideias:

Se tens uma ideia para um negócio …

Se achas que a tua ideia é inovadora …

Se queres implementar o teu projecto em Portugal …

… então submete a tua ideia!!


Caso a tua ideia seja considerada, pelo painel avaliador, como tendo potencial, a InnovMark poderá apoiar o desenvolvimento do teu projecto empresarial!!


Envia um e-mail para: info@innovmark.com com a seguinte informação:

- Nome da Ideia?

- Resumo da Ideia?

- Tipo (Confidencial ou a Partilhar)?

- Nome(s) do(s) Promotor(es)?

- Sede do Projecto (Cidade)?

- Contactos (E-mail e Telemóvel)?

- Necessidades de Financiamento?


“Nada é tão poderoso no mundo como uma ideia cuja oportunidade chegou” (Vitor Hugo)

Global Ignite Week – Ignite Portugal

March 3, 2010 by Inovação & Marketing  
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6 Continentes, + 70 Cidades, + 700 Apresentações, + de 10.000 Igniters


Para quem nunca foi a um Ignite®, imagine o seguinte cenário:
um ambiente descontraído em horário pós-laboral, composto de pessoas interessantes e interessadas. O objectivo principal? Assistir a palestras de 5 minutos, compostas por 20 slides que rodam automaticamente a cada 15 segundos, com temas tão diversos como Criatividade, Inovação, Tecnologia, Marketing e Empreendedorismo. O objectivo secundário? Bom, não será apenas um, mas vários: inspirar, ser inspirado, networking, diversão, entre outros. O espírito é aberto e democrático, sendo que qualquer pessoa se pode candidatar a ser orador. O mote é “inspirem-nos, mas façam-no rápido!”.

Ignite Portugal – Lisboa (4 de Março 2010)

Oradores:
  • “What’s the purpose of being frightned?” – Paulo Leite
  • “The future of images” – João Seabra
  • “Change through massively joining political parties” – João Nogueira dos Santos
  • “Through the rabbit hole” – Marco Alexandre Saias
  • “The experience of designing for the world” – Tereza Prego
  • “Entrepreneurship Today” – Frederico Lucas
  • “The 3 golden years for Portuguese Start-Ups” – Francisco Banha
  • “Wouldn’t it be great to have all you need to take off, in just one place” – Pedro Chambel
  • “Personal Marketing is not about changing but improving yourself” – Jorge Lascas
  • “Who moved my Blackberry TM?” – R.Miguel Coelho
  • “Mistakes Intelligent People Make” – André Ribeiro
  • “If you want to do it, why don’t you?” – José Cabral
  • “Today’s economy and Tomorrow’s companies” – Lígia Fernandes
  • “Glass ceiling or sticky floor?” – Nicole Eifler
  • “Children Marketing: devil or angel?” – Luísa Agante
  • “Customer Intelligence in high-tech marketing” – Isabel Borges
  • “The importance of client orientation” – Wilques Erlacher
  • “Abomination Marketing” – Yeti Orlando Martins

Ignite Portugal – Porto (4 de Março 2010)

Oradores:
  • “Why is important to Ignite?” – Paulo Dias
  • “People who love their work can and will change the world” – Domingos Pereira
  • “Soft skills can be HARD !“ – Rui Henriques
  • “Knowledge, Technology and Entrepreneurship Society” – Bruno Silva
  • “I want a 2.0 enterprise” – Ana Silva
  • “10 comandments of Networking in Portuguese culture” – Helder Falcão
  • “Attraction” – Sérgio Coelho
  • “Promoting innovation” – Sérgio Alves
  • “Só mais um grau” – Luis Cochofel
  • “Dreams: the drive to tech-startups success” – Pedro Castro Henriques
  • “What’s your journey?” – Marco Novo
  • “Navigare Necesse Est”" – Gonçalo Cruz
  • “Changing the world, by changing yourself” – Vasco Gaspar
  • “Spreading the Word According to the Science Gospel” – Mauro Guerra
  • “What’s up with the physical dimension in the digital world?” – Luis Borges Gouveia
Eis como não perder esta oportunidade de um final de tarde inspirador:
Data: dia 4 de Março
Hora: das 19h00m às 22h00m
Locais:
Lisboa – LxFACTORY – Sala das Colunas – Rua Rodrigues Faria, nº 103 – Alcantara – LISBOA
Porto – EGPRua de Salazares, 842 – 4149-002 – PORTO

Mais informações sobre oradores e bilhetes:

LISBOA – Clique aqui

PORTO – Clique aqui

Biblioteca Digital Mundial da UNESCO

April 22, 2009 by Inovação & Marketing  
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O português é uma das sete línguas da nova biblioteca

Biblioteca Digital Mundial da UNESCO já está disponível na Internet e é gratuita

Se o leitor for à Internet ao sítio www.wdl.org, tem, desde hoje, acesso gratuito à Biblioteca Digital Mundial (BDM), um novo programa de informação e divulgação cultural que acaba de ser posto em linha numa iniciativa conjunta da UNESCO, da Biblioteca do Congresso Americano e da Biblioteca de Alexandria.

Nesse novo endereço, entre mais de mil documentos, vai poder encontrar, por exemplo, aquele que é apresentado como “o primeiro mapa de Portugal de que se tem conhecimento”: trata-se da Descrição atual [sim, já com a grafia do novo acordo ortográfico, ainda que com várias imprecisões no português utilizado] e precisa de Portugal, antiga Lusitânia, datado de 1561 e de autoria do matemático e cartógrafo Fernando Álvares Seco. Mas terá também outro mapa, relativo ao Reino do Algarve (século XVIII); uma fotografia (1906) de um guineense junto com uma descrição desta província portuguesa; ou ainda um Diário da Viagem de Magalhães (1525), atribuído ao veneziano António Pigafetta.

Relativa à história do mundo em geral – que, na nova BDM, está dividido em nove zonas geográficas e culturais –, podem encontrar-se outros mapas e cartografias, livros e manuscritos, gravuras e fotografias, filmes e gravações sonoras. E entre eles estão tesouros como a jóia da literatura japonesa O Diário de Genji, de Murasaki Shikibu, uma autora do século X/XI; o primeiro mapa com referência ao continente americano, datado de 1507 e feito pelo monge alemão Martin Waldseemueller e ainda, segundo os responsáveis, aquele que é a peça mais antiga, uma pintura descoberta na África do Sul, que terá oito mil anos e representa antílopes ensanguentados.

Os destinatários desta BDM, disponível em sete línguas, são os estudantes, professores e o público em geral. Dantes, “a escola preparava os jovens para ir à biblioteca, mas, hoje, as bibliotecas tornaram-se digitais”, constata, citado pela AFP, o tunisino Abdelaziz Abid, coordenador deste projecto que, para já, reúne trinta bibliotecas de outros tantos países em todo o mundo (incluindo o Iraque, a Rússia, a China, o Uganda, o Egipto e o Brasil), mas que, até final do ano, quer duplicar os participantes.

O principal responsável por este projecto é James H. Billington, director da Biblioteca do Congresso Americano e ex-professor de História em Harvard. Foi ele que, em 2005, o propôs à UNESCO, assegurando que o espírito da nova biblioteca digital universal não seria “competir” mas complementar dois outros programas congéneres já existentes: o Google Book Search, também lançado em 2005 e que actualmente tem sete milhões de obras acessíveis ao publico; e a Europeana, uma biblioteca criada em Novembro do ano passado, que conheceu também um êxito inesperado e já disponibiliza 4,6 milhões de documentos – esperando chegar aos 10 milhões até 2010.

A Unesco acaba de lançar uma Biblioteca Digital Mundial grátis e acessível através da internet, naquele que pode ser considerado como mais um importante passo para a afirmação da Sociedade do Conhecimento.

Para além desta iniciativa, por exemplo, a Google está a desenvolver um importante trabalho de digitalização de obras disponíveis em Bibliotecas Americanas, que poderão passar a ser consultadas através do Google Books.

E muitas outras iniciativas deste género, globais, nacionais, locais, ou organizacionais, irão acabar por surgir.

Ainda chegará o dia em que as obras “físicas” deixarão de ser requisitadas nas Bibliotecas do “Futuro”, passando a figurar nos Museus.

Privacidade dos cidadãos da UE é prioritária na era digital

April 16, 2009 by Inovação & Marketing  
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A privacidade dos cidadãos tem de passar a ser uma prioridade na era digital, defende a comissária europeia Viviane Reding num registo vídeo divulgado esta terça-feira.

No registo colocado esta manhã no seu website, Viviane Reding, comissária da União Europeia para a sociedade da informação e os media, afirma que os europeus devem ter o direito de controlar o modo como as suas informações pessoais são utilizadas e que a Comissão tomará medidas nos casos em que os Estados-Membros não assegurem o respeito deste direito no contexto das novas tecnologias, como a publicidade comportamental, as «pastilhas inteligentes» RFID ou as redes de contactos sociais em linha.

“Os europeus devem ter o direito de controlar o modo como as suas informações pessoais são utilizadas”, afirmou Viviane Reding, anunciando diversas áreas nas quais a Comissão está pronta a actuar para manter este direito num contexto em que a evolução tecnológica facilita a utilização, inclusive a utilização abusiva, de informações pessoais.

Reding adverte que a UE tomará medidas nos casos em que os Estados-Membros não apliquem as regras comunitárias que protegem a privacidade e exigem o consentimento prévio do interessado para que os seus dados pessoais possam ser processados.

“As regras comunitárias respeitantes à privacidade são bem claras: as informações relativas a uma pessoa só podem ser utilizadas com o seu consentimento prévio. Não podemos abandonar este princípio básico e permitir que todas as nossas comunicações sejam monitorizadas, escrutinadas e armazenadas em troca da promessa de publicidade “mais pertinente”! Não me coibirei de tomar medidas caso um país da UE não cumpra este dever”, afirma Viviane Reding na sua mensagem vídeo.

A Comissária avisou ainda que o potencial económico das pastilhas inteligentes RFID (identificação por radiofrequências), integradas em produtos e que enviam sinais de rádio, só se realizará “se elas forem utilizadas pelo consumidor e não tomando como alvo o consumidor”. Nenhum europeu deve ter pastilhas RFID nos seus haveres sem ser informado com precisão da sua finalidade, devendo ter a possibilidade de as retirar ou desligar “a qualquer momento.”

In Dinheiro Digital

A temática da privacidade das informações transmitidas de forma digital é um assunto pertinente, e cada vez mais merecerá atenção por parte dos políticos e dos utilizadores.

Actualmente já existem leis comunitárias e nacionais que proíbem expressamente o acesso e a distribuição de transmissões pessoais por via digital, no entanto na maior parte das vezes essas mesmas leis são desrespeitadas, por desconhecimento ou por má-fé de quem pratica tais actos.

No médio e longo-prazo estas temáticas ganharão uma maior notoriedade, e tais práticas passarão a ser percepcionadas pelo comum dos cidadãos como crimes, que já  o são.

Os sete mitos da inovação na crise

April 15, 2009 by Inovação & Marketing  
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por Maximiliano Carlomagno e Felipe Ost Scherer

A crise como todos já sabemos pode ser momento de ameaças, mas também de oportunidades. No entanto, a maioria das empresas, conforme pesquisa recente da Mckinsey, tem optado por não mudar sua estratégia, optando por pequenos avanços nos produtos existentes com foco nos clientes atuais.

Mais do que isso, em tempos de crise muitas empresas parecem ter olhos apenas para reduções de custos e cortes de pessoal, esquecendo que as crises são passageiras e que muitas empresas se fortalecem nesse momento. O Google é um caso clássico de empresa que cresceu após o estouro da chamada “bolha das empresas pontocom”.

Uma série de mitos se consolida em tempos de crise propagados por “especialistas” que generalizam os problemas e também as soluções, esquecendo que a gestão é uma ciência contextual na qual cada situação apresenta diferentes desafios e enseja diferentes soluções.

Abaixo elencamos uma série de mitos sobre inovação em tempos de crise para que você e sua empresa possam responder adequadamente a atual crise e garantir a competitividade futura de seu negócio.

1. Crise é momento de alto risco: Com certeza, mas lembre-se de que o risco está diretamente associado ao nível de incerteza e a exposição que temos a tais incertezas. Ao invés de “ir com toda sede ao pote” a empresa pode adotar a Experimentação como forma de aprender rápido com baixo custo até que o nível de incerteza seja menor. Dessa forma é possível reduzir significativamente o risco sem deixar de explorar novos caminhos.

2. Crise é momento de olhar para dentro: Pelo contrário, nessa situação parceiros, fornecedores e até concorrentes estão buscando as mais variadas soluções. É hora de aplicar os conceitos de inovação aberta como forma de ampliar os recursos limitados de que a organização dispõe e reduzir o risco dos investimentos necessários.

3. Crise é momento de esquecer a inovação e focar no core business: Depende. Se sua empresa tem um core business controlado ou mesmo saturado esse é o melhor momento para ampliar as fronteiras do core business e inovar na criação de novos negócios. Contudo, se sua empresa tem um core business fragilizado ou sob ataque de terceiros é o momento de direcionar os investimentos de inovação para otimização do núcleo a partir de inovações de processo, organização, cadeia de fornecimento entre outros tipos de inovações disponíveis.

4. Crise é momento de muita análise antes do investimento: Pelo contrário. O nível de incerteza torna o processo de análise ex-ante quase um exercício de futurologia. A melhor forma de lidar com tal incerteza é investir pouco, aprender muito e ir refinando as apostas a medida que o nível de incerteza diminui. Para isso é preciso dominar a Experimentação, uma das principais fases do processo de inovação.

5. Crise é momento de não mudar os projetos de inovação: Também depende. Nesse caso é preciso analisar o seu portifólio de projetos e idéias de potencial inovador para tomar as melhores decisões. O primeiro passo é avaliar o portifolio que a empresa dispõe para encontrar o equilíbrio adequado entre os projetos de curto e longo prazo. Nesse momento pode ser o caso de acelerar projetos de retorno mais rápido sem deixar de investir em alguns grandes projetos de alto impacto.

6. Crise é momento de boca fechada: Crise é momento de comunicação interna intensa. Um dos produtos da crise, especialmente para gestão da inovação, é uma queda da confiança dos profissionais sobre a continuidade dos investimentos e apostas da empresa. Quanto mais comunicar o seu direcionamento maior será a confiança dos envolvidos.

7. Crise é hora de cortar investimentos de inovação: Um dos principais efeitos da crise é a redução de orçamento para os projetos de médio e longo prazo. Uma forma de garantir atenção para inovação é separar investimentos do orçamento especificamente para esse fim com espectro de 2 a 3 anos sem que possam ficar suscetíveis as flutuações de mercado. Outra alternativa é desenvolver novas fontes de recursos junto a clientes, parceiros, fornecedores e os organismos de fomento existentes.

Questione as soluções genéricas. Analise a realidade da sua empresa. Perceba como a inovação pode colocar sua empresa no caminho da competitividade futura. Se optar por inovar tenha cuidado com os Mitos. Em baixo deles podem haver oportunidades para melhorar a produtividade da inovação na crise.

Maximiliano Carlomagno é Diretor da Innoscience, mestre em administração e professor de graduação e MBA do IBGEN. Felipe Ost Scherer é Diretor da Innoscience, mestre em administração e professor de graduação da ESPM e MBA do IBGEN.

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