Marketing: Amazon já vende mais livros digitais do que em papel
Maio 24, 2011 by Inovação & Marketing
Filed under Notícias
A empresa de vendas pela Internet Amazon anunciou na quinta-feira que está a comercializar mais livros em formato digital do que em papel.
«Sabíamos que isto ia acabar por acontecer, mas nunca pensei que fosse acontecer tão depressa», disse o fundador da Amazon, Jeff Bazos, em comunicado citado pela Lusa.
Em Abril, por cada cem livros em papel, a Amazon vendeu cem em formato electrónico para leitura no suporte Kindle.
A Amazon vende livros pela Internet há quinze anos e comercializa há pouco mais de três anos os dispositivos Kindle, que permitem armazenar e ler livros em formato digital.
A empresa explicou que actualmente dispõe de 950 mil títulos de livros electrónicos, dos quais 790 mil custam menos de sete euros.
Fonte: Agência Financeira
Inovação: Quem são os 100 mais criativos do mundo?
Maio 24, 2011 by Inovação & Marketing
Filed under Notícias
São 100 as pessoas incluídas na lista da Fast Company sobre os mais criativos no mundo de negócios. O ranking, que é liderado por Wadah Khanfar, da Al Jazeera, tem na segunda posição Scott Forsrall (Apple) e, a completar o podium, Yuri Milner (Digital Sky Technologies). Do ranking constam ainda outras figuras como Bruno Mars, Oprah Winfrey, Tina Fey, Chris Cox e Arianna Huffington. Poderá consultar a lista completa aqui.
Fonte: Marketeer
Empreendedorismo: O que aprender com Reid Hoffman
Maio 24, 2011 by Inovação & Marketing
Filed under Notícias
Além de criar a rede social mais famosa do mundo corporativo, o LinkedIn, o empresário é considerado o “angel” dos investidores no Vale do Silício.
Reid Hoffman pensou em ser professor e dedicar a sua carreira ao mundo acadêmico, assim que terminou a faculdade, no início da década de 90. Mas ele logo se deu conta que, como empresário, a vida seria mais regada de emoções. Hoffman estava certo.
Ontem, o mundo testemunhou um dos seus maiores feitos: o bem-sucedido IPO (sigla em inglês que significa oferta pública inicial de ações) do LinkedIn. Como co-fundador da rede social voltada para o segmento corporativo, o empresário tem um valor estimado de mais de 1,6 bilhãos de dólares de participação na companhia.
A ação do LinkedIn encerrou o dia cotada a 94,25 dólares. Durante a quinta-feira, os papeis da companhia chegaram a valer 122,70 dólares. A empresa vendeu 7,84 milhões de ações e levantou o equivalente a 352,8 milhões de dólares.
Há quem duvide, no entanto, do sucesso do IPO do LinkedIn e muito analistas de mercado até chegaram a comparar o desempenho do LinkedIn com algumas das ações que mais fizeram sucesso na época da chamada bolha da Internet. Em 1996, por exemplo, O Yahoo! Inc. subiu 154%, mas depois declinou.
Além do LinkedIn
Mas quem acha que a fama de Hoffman se resume ao LinkedIn, se engana. O empresário é considerado também um dos mais produtivos investidores do Vale do Silício (EUA). É atribuído a ele, por exemplo, o encontro entre Mark Zuckerberg, fundador da rede social, e Peter Thiel, o que resultou em um investimento inicial de 500.000 dólares à rede social mais famosa da atualidade.
Segundo informações do mercado, Hoffman já comandou pelo menos 80 investimentos em empresas do segmento de tecnologia. A sua primeira aposta neste mercado foi a criação SocialNet.com, rede que promovia encontros online.
Hoffman também trabalhou na Apple e no PayPal, onde chegou a ocupar o posto de vice-presidente. Ele acompanhou de perto a venda do serviço de pagamentos online para o eBay, em 2002. Um ano depois, ele fundou a rede LinkediIn.
Além da rede, o empresário está à frente do conselho de administração da Zynga, companhia voltada para o segmento de jogos online. A empresa tem valor estimado de 5 bilhões de dólares atualmente.
No ano passado, Hoffman se juntou ao Greylock Partners e é responsável por administrar cerca de 20 milhões dólares do fundo da companhia. E há pelo menos mais uma dezena de negócios em que o empresário está envolvido.
Para ele, o segredo é interagir sempre. “O sucesso não bate à sua porta. É preciso estabelecer um plano, construí-lo e vendê-lo para mundo. Mas a chave de tudo é ter conhecimento”, disse o empresário ao “Wall Street Journal”, em um entrevista concedida no ano de 2009.
Hoffman não se tornou um acadêmico, mas sua lições têm muito valor para mundo.
Fonte: Exame
Marketing: Receitas turisticas crescem 7% até Março
Maio 23, 2011 by Inovação & Marketing
Filed under Notícias
No primeiro trimestre deste ano, as receitas turísticas aumentaram 7% em relação ao mesmo período do ano passado.
Os turistas estrangeiros geraram em Portugal 1.290 milhões de euros em receitas turísticas no primeiro trimestre de 2011, um aumento de 83 milhões de euros (mais 7%) em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Banco de Portugal.
O aumento verificado nas receitas foi superior ao desempenho dos indicadores hóspedes e dormidas até Março, em linha com os objectivos do Plano Estratégico Nacional do Turismo, que consagra a necessidade de crescer mais em receitas do que em número de turistas.
Estes resultados ampliaram em 13,4% o saldo positivo da balança turística, confirmando o importante e crescente contributo do sector turístico para a economia nacional e o equilíbrio das contas externas.
Fonte: Económico
Marketing: Social commerce, como vender pelo Facebook
Maio 23, 2011 by Inovação & Marketing
Filed under Notícias
Com mais de meio bilhão de pessoas conectadas todos os dias, o Facebook é um fenômeno na internet e no mundo dos negócios. Agora, as empresas estão enxergando a rede de Mark Zuckemberg também como um canal para aumentar o faturamento.
O social commerce, uma nova tendência, consiste em usar as redes sociais como uma plataforma de vendas. Ainda pouco usada no Brasil, a estratégia permite à empresa conquistar novos consumidores e impulsionar as vendas.
Para o especialista em marketing digital e diretor da agência Cookie Web, Natan Sztamfater, essa onda representa uma nova era nas compras pela internet. “Faltava esse tempero para que o momento da compra ficasse ainda mais interessante do que na loja física”, diz.
Iniciativa
O site de compras coletivas Clube do Desconto começou a operar pelo Facebook há quase dois meses. Segundo o diretor de marketing da empresa, Sérgio Blacheriene, o público tem dado um retorno positivo da nova ferramenta. “Em um mês, vendemos cinco mil vouchers direto pelo Facebook”, conta. Isso representa 5% das compras no período. “A gente espera chegar a 15% até julho”, diz.
A compra pela rede social encurta o caminho entre os clientes e a empresa. “A venda é baseada na recomendação de pessoas que você acompanha ou confia”, defende Sztamfater. Blacheriene explica que esse é um modelo precioso para os negócios menores. “Encurtar o caminho de compra é um grande benefício”, diz.
Dicas
Para também aproveitar essa onda, o primeiro passo é ter uma página bem feita na rede. As informações da sua empresa devem estar sempre atualizadas. “Tenha o “conteúdo relevante” como principal diretriz. Com esta regra, suas ações terão muito sucesso”, ensina Sztamfater. Apesar de não ser obrigatório, investir algum dinheiro em mídia pode trazer resultados ainda maiores.
A página da empresa no Facebook deve funcionar como uma vitrine. “Oferecer os produtos compondo um look ou organizando por categoria permite ao usuário curtir e comprar direto na rede social”, ensina o diretor da Cookie Web.
A ferramenta ShopTab ajuda na tarefa – basta adicionar os itens na plataforma que ela organiza a página. Gigantes como Coca-Cola e Barneys New York já usam o aplicativo em suas páginas.
No dia a dia, a dica é incentivar os clientes que visitam a loja física a compartilhar sua localização ou mesmo recomendar produtos através da rede. “Isso exige um trabalho direto e pessoal com os principais clientes para construir uma ligação em que ele aceite curtir, recomendar ou fazer check in na loja”, diz Sztamfater.
O processo é trabalhoso, mas pode trazer retornos interessantes, afinal a grande vantagem de usar o social commerce é ter acesso às redes de amigos dos clientes. “O consumidor é impactado pelo curtir do amigo, o que vale muito mais do que publicidade em qualquer outra mídia”, explica o especialista.
Outra sugestão para aumentar o número de “fãs” é oferecer informações e promoções exclusivas a quem curte a página. “Isso pode, inclusive, ser feito diretamente no site da empresa, adicionando um box do Facebook na página”, conta.
O custo da estrutura necessária para fazer o social commerce funcionar é relativo. Segundo Sztamfater, pode-se começar com um investimento baixo, mas os resultados também não serão impactantes logo de cara. “Apesar de ser uma grande tendência, é muito difícil apoiar um negócio apenas nessa funcionalidade. Para os pequenos, os resultados ainda não devem ser tão grandes, mas a ferramenta serve como um agregador de vendas e, com certeza, ajuda a fidelizar ainda mais os clientes”, explica.
Empreendedorismo
De carona no movimento de ascensão do social commerce já começam a surgir novos negócios. É o caso da LikeStore. Recém-criado, o serviço permite que qualquer página se transforme em uma loja virtual. Segundo Gabriel Borges, diretor e idealizador da LikeStore, o projeto foi desenvolvido em quatro meses. “A gente percebeu a oportunidade e mergulhou nisso”, diz.
Em fase de testes, o serviço deve estar disponível ao público geral nas próximas semanas. “As pequenas empresas vão poder navegar por um ambiente de administrador, onde vai ser possível incluir produtos, calcular preços e organizar a loja”, conta. Para ele, a usabilidade do Facebook ajuda a fisgar o consumidor. No primeiro ano, a expectativa é que a plataforma viabilize 150 mil transações com um ticket médio de R$ 120, movimentando R$ 18 milhões.
Pioneira do gênero no país, a LikeStore foi inspirada na americana Payvment. Borges conta que o investimento ao longo do primeiro ano deve ser de R$ 1 milhão – valor que deve ser recuperado no mesmo período. Ainda em fase de teste, o modelo de negócios do serviço será, por enquanto, baseado no comissionamento por vendas concluídas.
Fonte: Exame



