Inovação: Menino de 15 anos cria método 28 vezes mais rápido de detectar câncer
Maio 31, 2012 by Inovação & Marketing
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Por criar um método para detectar o câncer de pâncreas de maneira mais rápida, o americano Jack Andraka, de apenas 15 anos, ganhou 75.000 dólares pelo prêmio mundial de inovação Jovem Cientista da Fundação Intel.
Jack criou um sensor que identifica, por meio de um exame pequena quantidade de sangue ou urina, se o paciente tem ou não câncer pancreático ainda em sua fase inicial. O estudo resultou em mais de 90% de precisão e se mostrou 28 vezes mais rápido, 28 vezes menos caro e mais de 100 vezes mais sensível que os testes atuais. Pela invenção, Jack recebeu o prêmio das mãos de Gordon E. Moore, co-fundador e presidente aposentado da Intel.
O segundo e terceiro lugar na premiação ficaram, respectivamente, com os jovens Nicholas Schiefer, canadense de 17 anos, e Ari Dyckovsky, americano de 18 anos. Cada um levou para casa 50.000 dólares por suas invenções. Nicholas estudou o que ele chama de “microsearch” ou a capacidade de pesquisar a informação que cresce mais cresce médio: pequenas quantidades de conteúdo, como tweets e atualizações de status do Facebook. Através de sua pesquisa, Nicholas espera melhorar as capacidades de motores de busca, que por sua vez, aperfeiçoam o acesso à informação.
Ari investigou a ciência do teletransporte quântico. Ele descobriu que os átomos de uma vez estão ligados através de um processo chamado “entrelaçamento”, um processo em que a informação de um átomo só vai aparecer em outro átomo quando o estado quântico do primeiro átomo é destruído. Com o método, as organizações que requerem altos níveis de segurança de dados poderiam enviar uma mensagem criptografada sem correr o risco de intercepção.
Os jovens e seus inventos foram selecionados entre os destaques das 446 feiras afiliadas em cerca de 70 países. Além deles, outros 400 finalistas receberam prêmios por seus trabalhos inovadores.
Fonte: Exame
Inovação: Programa +e+i
Maio 30, 2012 by Inovação & Marketing
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O Programa do XIX Governo Constitucional aponta o empreendedorismo e a inovação como objetivos prioritários para o desenvolvimento e para o aumento da competitividade da economia nacional. Portugal deverá construir uma nova realidade económica, competitiva e aberta ao mundo, alicerçada em conhecimento e inovação, capital humano altamente qualificado e forte espírito empreendedor.
Neste contexto, tem o Governo a forte convicção de que o empreendedorismo e a inovação carecem de uma intervenção prioritária e especialmente direcionada para as atividades de índole empresarial, indo além dos campos da investigação e da ciência. As prioridades da estratégia Europa2020 e da sua iniciativa Innovation Union são referenciais para o desenvolvimento da política de inovação em Portugal para os próximos anos.
O Programa Estratégico para o Empreendedorismo e a Inovação (+e+i) é um programa transversal ao Governo, aberto à sociedade civil e que ambiciona uma sociedade mais empreendedora, com uma base alargada de empresas inovadoras e com uma forte componente exportadora, um país em rede e inserido nas redes internacionais de empreendedorismo, conhecimento e inovação, e orientado a resultados.
Conheça melhor o Programa +e+i.
Fonte: QREN
Inovação: Apple está a preparar novos produtos
Maio 30, 2012 by Inovação & Marketing
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A Apple está a preparar novos produtos, que vão ser “incríveis” e lançados em breve, revelou ontem o CEO Tim Cook na conferência D10 do All Things Digital.
“Temos algumas coisas incríveis para lançar”, disse Cook, referindo que a inovação continua a ser a pedra de toque da Apple. O CEO definiu o assistente por voz Siri como uma das prioridades e referiu que “há mais coisas que pode fazer. Penso que vocês vão ficar mesmo contentes com algumas coisas que verão nos próximos meses”.
No entanto, o CEO não respondeu a questões sobre um iPhone ou iPad com ecrãs de tamanhos diferentes nem a muito falada nova Apple TV, mas sempre foi dizendo que a área da televisão “é de grande interesse” para a empresa, e que as vendas da versão existente continuam a subir.
O que o CEO fará de diferente, em relação a Steve Jobs, é aumentar a transparência em questões como a das condições de trabalho nas fábricas da China.
Ainda assim, expressou o desejo de ter mais componentes dos produtos Apple fabricados nos Estados Unidos, o que é já o caso do processador e o vidro do iPhone.
Tim Cook foi entrevistado por Kara Swisher e Walt Mossberg, as duas caras mais conhecidas da tecnologia no Wall Street Journal. Foi a primeira vez que o CEO que substituiu Steve Jobs apareceu neste evento.
Cook prometeu novidades quanto ao Facebook no iPhone, que tem uma ligação muito mais estreita com a rede social Twitter. “Queremos dar aos utilizadores soluções simples. E o Facebook tem milhões – centenas de milhões – de utilizadores”, disse Tim Cook no palco da D10.
Fonte: Dinheiro Vivo
Empreendedorismo: ideias estúpidas que renderam milhões
Maio 30, 2012 by Inovação & Marketing
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As ideias loucas para ganhar dinheiro estão por todo o lado. Umas com melhores resultados que outras, é certo, mas a revelarem que algumas pessoas têm um espírito empreendedor acima da média. Por isso, aqui ficam mais dez ideias à partida estúpidas, mas que se tornaram negócios milionários.
1. Perucas para cães. Já aquí tínhamos falados de óculos para cães. Pois o mercado de acessórios para animais de estimação não pára de se expandir. Desta vez são as cabeleiras para cães, uma ideia de negócio que Ruth Regina amadureceu logo após uma amiga lhe ter pedido para fazer uma peruca para o seu animal. Daí ao sucesso foi um simples passo. A Wiggles Dog Wigs oferece uma vasta variedade de cabeleiras e extensões de pêlo. Para canitos, obviamente.
2. Encontrar um WC. Toda a gente já sentiu um aperto repentino e desatou à procura da casa de banho mais próxima. Pois a Westminster City Council, que congrega a Oxford Street, o Big Ben e o Parlamento inglês, lançou um serviço para telemóveis que lhe permite encontrar rapidamente um WC. O procedimento é simples: basta enviar uma mensagem com a palavra “toilete” e recebe como resposta o endereço da casa de banho pública mais próxima. Serviço pago, claro está. Pode ser encontrado aqui.
3. Fazer gazeta. Não lhe apetece ir trabalhar? Precisa de uma boa justificação? Bem, os norte-americanos já criaram um produto que permite fazer gazeta de forma quase legal. Chama-se Excuse Absence Network e disponibiliza a trabalhadores e estudantes uma série de atestados que parecem mesmo ter saído da caneta de um médico ou da secretaria de um hospital. Tem sido um sucesso.
4. Bolas para antenas. Há decorações para carros no mínimo surpreendentes. Os adeptos do tunning, por exemplo, conseguem esticar a imaginação até ao limite e mais além. Daí que as bolas para antenas sejam apetrechos com muita saída. São de várias formas e feitos e já fizeram do seu criador, Jason Wall, um milionário. Não acredita? Veja aqui.
5. Sacos para fraldas. As fraldas dos bebés já não podem ir num saco qualquer de puericultura. A nova moda é serem personalizados e com um design moderno. Christine Reid lançou a moda e o sucesso foi imediato, podendo ser encontradas em muitas lojas online e boutiques. Até Victoria Beckham foi brindada com um. Como se prova no site oficial.
6. Sim… Agora Não! Joshua Opperman ficou especado em choque quando a sua namorada devolveu o anel de noivado (bem caro por sinal) que lhe tinha comprado. Ainda por cima ficou com um anel e sem dinheiro, impossível de recuperar. Daí até pensar que há mais gente que fica na mesma situação foi um passo e surgiu o I Do Now I Don’t, onde as peças podem ser compradas e vendidas.
7. Borboletas fantásticas. É um admirador da beleza das borboletas, mas não se está a ver com uma rede na mão a correr pelos campos atrás delas? Gostava de ter algumas em casa? Isso é trabalho para a Amazing Butterflies. É só fazer a encomenda que o José, que iniciou o negócio, vai atrás da borboleta preferida.
8. Descanso eterno. Os egípcios embalsamavam os mortos (pelo menos os mais famososo). Mas as alternativas mais populares foram sempre o enterro ou a cremação. Neste último caso o que se faz com as cinzas? Há várias hipóteses, mas a Eternal Reefs supera tudo. Faz urnas em cimento para as cinzas, com buracos para que possam crescer plantas e permitir a alguns peixes por ali nadarem à vontade. É que estas urnas são para ser colocadas na água. Quem comprar tem ainda a hipótese de deixar a marca das mãos no cimento ou outro qualquer símbolo. Os lucros deste negócio são de aproximadamente meio milhão de dólares por ano.
9. Almofada instantânea. Kim Levine é a responsável pela Wuyt, pequenos sacos de tecido que no seu interior têm milho. Ora uma vez introduzidos no micro-ondas, estes pequenos sacos transformam-se em confortáveis almofadas. O que podia ser uma ideia engraçada para mostrar aos amigos acabou por se tornar num negócio multimilionário. Kim enriqueceu e até já escreveu um libro. E os sacos vendem-se, como se pode comprovar aqui.
10. Layouts. Há quem goste de estar em coisas como o My Space, mas não tem a mínima pachorra para personalizar as páginas. Vai daí, uma jovem de 17 anos lembrou-se de criar o WhateverLife para fornecer os layouts à medida dos clientes. Abandonou a escola e já facturou mais de um milhão de dólares. A sua página tem sete milhões de visitas mensais e 60 milhões de pageviews.
Fonte: Dinheiro Vivo
Inovação: Empresas à prova de fracassos
Maio 29, 2012 by Inovação & Marketing
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Em seu novo livro “What Matters Now”[i], Gary Hamel, professor da London Business School, fundador do think tank The Management Lab, com sede na Califórnia e do The Management Innovation Exchange, procura não festejar os vencedores de hoje, mas sim um projeto de criação de organizações ajustadas ao futuro e adaptadas aos seres humanos.
Para Hamel, é preciso ser claro sobre o que realmente importa agora. Ora de determinar as questões de vida ou morte. E ele pergunta: quais são as suas questões fundamentais, que determinarão se sua organização irá viver ou morrer nos próximos anos?
Para o autor, são cinco as suas questões fundamentais, relacionadas aos seguintes tópicos: valores, inovação, adaptabilidade, paixão e ideologia. Assim, Hamel, explica o porque de cada um:
1. Valores
Nas economias de livre mercado, sempre haverá excessos, mas, nos últimos anos, banqueiros gananciosos e CEOs inescrupulosos se mostraram cada vez mais obcecados por quebrar novos recordes de irresponsabilidade egocêntrica. Em um mundo justo, eles seriam processados por difamar o capitalismo. Não admira que, agora, as grandes empresas se incluam entre as instituições em que menos confiamos. À medida que declina a confiança, maior se torna o ônus regulatório imposto às empresas. A reversão dessa tendência exigirá nada menos que o renascimento moral dos negócios. Os interesses das partes envolvidas nas organizações de negócios nem sempre estão alinhados, mas em um ponto se constata unanimidade: os valores agora são mais importantes do que nunca.
2. Inovação
Numa economia global densamente conectada, copiam-se com rapidez produtos e estratégias bem-sucedidas. Sem inovação incessante, o sucesso é efêmero. Porém, não há uma empresa sequer em 100 que trate a inovação como tarefa de todos, o tempo todo. Na maioria das organizações, a inovação ainda ocorre “apesar do sistema”, em vez de “como parte do sistema”. A constatação dessa realidade me deixa perplexo, pois a inovação é a única estratégia sustentável para a criação de valor duradouro. Depois de uma década de conversas sobre inovação, é hora de fechar a lacuna entre retórica e realidade. Para tanto, precisaremos reconsiderar nossas prioridades e reformular nossas mentalidades. A tarefa não é fácil, mas não há escolha, pois a inovação agora é mais importante do que nunca.
3. Adaptabilidade
Com a aceleração da mudança, também a renovação da estratégia deve acelerar-se. O problema é que as mudanças profundas quase sempre são induzidas por crises, o que as torna tardias, traumáticas e dispendiosas. Nas organizações, muitas coisas perpetuam o passado e poucas coisas estimulam mudanças proativas. O “partido do passado” é, em geral, mais poderoso que o “partido do futuro”. É por isso que as empresas tradicionais frequentemente perdem para as empresas emergentes, não oneradas pelo passado. Em um mundo em que os líderes setoriais podem tornar-se retardatários da noite para o dia, a única maneira de sustentar o sucesso é reinventá-lo. Eis por que a adaptabilidade agora é mais importante do que nunca.
4. Paixão
A inovação e a vontade de mudar são produtos da paixão. São frutos de uma insatisfação legítima com o status quo, ou da situação vigente. Infelizmente, os ambientes de trabalho, em média, são assassinos do entusiasmo. Regras mesquinhas, objetivos comezinhos e estruturas piramidais drenam do trabalho toda a vitalidade emocional. Essa espoliação talvez não importasse na econômica do conhecimento, mas decerto importa na economia da criatividade. Os clientes hoje esperam o excepcional, mas poucas organizações entregam o extraordinário. O problema não é falta de competência, mas falta de entusiasmo. Nos negócios, como na vida, a diferença entre “insípido” e “inspirado” é paixão. Com os rendimentos da mediocridade em declínio acelerado, a paixão agora é mais importante do que nunca.
5. Ideologia
Por que será que nossas organizações parecem menos adaptáveis, menos inovadoras, menos animadas e menos dignas que as pessoas que trabalham nelas? O que será que desperdiça todo esse potencial humano? Resposta: uma ideologia gerencial que enaltece o controle. Qualquer que seja a retórica em contrário, o controle é a principal preocupação da maioria dos gestores e de quase todos os sistemas gerenciais. Embora a conformidade (com orçamentos, metas de desempenho, políticas operacionais e normas de trabalho) ainda crie valor econômico, os rendimentos dessa fonte são cada vez mais escassos. O que cria valor hoje é o produto inesperado e brilhante, a campanha de mídia inusitada e maravilhosa e a experiência do cliente inovadora e surpreendente. O problema é que, em um regime no qual impera o controle supremo, o ineditismo e a singularidade não tem hora nem vez. Nessas condições, a escolha é inequívoca: ou nos resignamos com o fato de que nossas organizações jamais serão mais adaptáveis, mais inovadoras e mais inspiradoras do que são hoje ou partimos em busca de uma alternativa para o credo do controle. Melhores processos internos e melhores modelos de negócios não são suficientes – precisamos de melhores princípios de negócios. Eis por que a ideologia agora é mais importante do que nunca.
Fonte: Administradores



