Inovação: 7 pistas sobre os óculos do Google

Junho 1, 2012 by  
Filed under Notícias

Os óculos do Google ainda não passam de um protótipo, mas, aos poucos, a empresa tem revelado funcionalidades que podem fazer parte do dispositivo. Veja o que já sabemos.

1. Fale que eu te escuto

Siri, você terá problemas. Os óculos serão capazes de receber comandos de voz ou de converter a fala em texto. Pelo menos é isso que aparece no primeiro vídeo de apresentação do projeto. Nele, uma pessoa conversa com o dispositivo para buscar informações, agendar compromissos, traçar rotas e enviar mensagens de texto. Será que nos tornaremos um bando de pessoas falando sozinhas no meio da rua?

2. Na ponta dos dedos

Outra forma de controlar os óculos consiste em deslizar dos dedos na haste lateral direita. Aqui, os comandos parecem ser universais: deslize para um lado para avançar, mova para outro lado para retroceder, toque para dar um zoom ou para selecionar e escorregue os dedos para baixo para sair. Os movimentos foram feitos por Sergey Brin recentemente, durante o programa The Gavin Newsom Show.

3. Mexa a cabeça

Também será possível interagir com o dispositivo por meio de movimentos com a cabeça, para cima e para baixo e para os lados. Sebastian Thrun, responsável pelo laboratório secreto Google X, conseguiu compartilhar dessa maneira uma foto do jornalista Charlie Rose, durante a gravação da sua entrevista para o programa. O Google também patenteou a possibilidade de os óculos entenderem gestos das mãos.

4. Pode pular e correr

Os óculos do Google conseguem funcionar perfeitamente se a pessoa que estiver com eles fizer acrobacias em um trampolim. Também podem tirar fotos enquanto alguém corre uma maratona, por exemplo. Essas possibilidades foram demonstradas em imagens e vídeos publicados na página do projeto no Google+. Resta saber como vão se comportar quando se espatifarem no chão (ou quando um bebê resolver puxá-los).

5. Sorria, você está sendo filmado

A possibilidade de gravar vídeos também será um recurso dos óculos. Por enquanto, contudo, apenas a gravação de uma pessoa pulando em um trampolim foi liberada pelo Google. O vídeo foi publicado com alta definição (720p) no YouTube, mas é bem curto. Resta saber se será possível gravar em full HD (1080p) e como ficará a qualidade das imagens noturnas.

6. Paparazzi discretos

Pelo que já se viu, ficou claro que os óculos serão capazes de tirar fotos sem chamar a atenção. Isso pode causar um impacto imenso na fotografia, porque a presença de uma câmera muitas vezes inibe quem está do outro lado. Em contrapartida, os paparazzi vão se multiplicar por aí. Se você for uma celebridade, prepare-se para ser flagrado sem saber.

7. Exterminador do futuro

Talvez uma das funções mais úteis dos óculos esteja em funcionarem como o aplicativo Google Goggles. Eles vão conseguir pesquisar imagens que estão na frente da lente e, em seguida, poderão exibir informações sobre o que está sendo visto. Será como ter um Google diante dos olhos, o dia todo.

Bônus E o que mais?

Para funcionar adequadamente, o aparelho precisará de uma bateria que aguente o dia todo, além de conectar-se a redes Wi-Fi e 3G/4G. Também deverá se acoplar a óculos normais, para que pessoas com problemas de visão o utilizem. Por último, precisará trazer a opção de display na lente esquerda, para quem não enxerga com o olho direito. Por fim, Sergey Brin disse que espera que o lançamento ocorra só no ano que vem, mas pode até demorar mais.

Fonte: Exame Brasil

Marketing: Facebook vai permitir que páginas agendem posts

Junho 1, 2012 by  
Filed under Notícias

O Facebook ganhou uma nova funcionalidade por meio da qual administradores de páginas poderão agendar publicações para serem postadas com horário pré-determinado.

Segundo o Facebook, será possível agendar uma post com até seis meses de antecedência e com intervalos de 15 minutos entre um e outro.

Com isso, o Facebook elimina a necessidade de aplicativos terceiros, como o Hootsuite, para a realização da tarefa.

Apesar da página da função já estar traduzida para o português, o serviço ainda não está disponível no Brasil.

Hoje, o Facebook oferece cinco níveis de acesso para os administradores de páginas: gerenciador, criador de conteúdo, moderador, anunciante e analista de informações.

Segundo o site SocialBakers, o Facebook conta com cerca de 1,3 milhão de páginas. O número de usuários supera 900 milhões. No Brasil, 48 milhões de pessoas utilizam o Facebook.

Fonte: Exame Brasil

Marketing: Marcas de luxo crescem com novos formatos

Maio 31, 2012 by  
Filed under Notícias

O mercado de luxo está a atravessar um período de mudanças. De acordo com o estudo Brandz Top 100 – Most Valuable Global Brands 2012, desenvolvido pela consultora Millward Brown, há cada vez mais consumidores de rendimentos médios que se procuram envolver com marcas de luxo, adquirindo produtos mais acessíveis sempre que possível. E as marcas de luxo continuaram a registar volumes de vendas positivos, na China e noutros mercados de rápido crescimento onde se verificam classes médias emergentes.

As marcas de luxo têm dado azo à sua expansão, não só através de novas lojas mas também a partir de estratégias de e-commerce e de extensos planos de publicidade.

A crescente urbanização foi outro dos factores que contribuiu para uma maior procura no segmento do luxo. E tanto em mercados desenvolvidos como em desenvolvimento, o luxo tem-se centrado cada vez menos na capacidade de ostentação e cada vez mais na fruição dos traços artesanais e na partilha de prazer. Os consumidores têm-se focado menos em coleccionar marcas de luxo e apostado, antes, em criar um visual único, que combina peças de luxo com opções mais acessíveis.

As viagens aguçaram o apetite pelo luxo nos mercados em rápido crescimento, e estimularam as vendas do sector, o que levou mesmo à criação da categoria TLC (Traveling Luxury Consumer). Os turistas compram cerca de metade de todos os bens de luxo vendidos na Europa, de acordo com a Goldman Sachs. Só os turistas chineses chamam a si uma fatia de 18% das vendas de bens de luxo na Europa.

Ainda que os produtos de luxo se tenham mantido, predominantemente, no domínio das marcas europeias e norte-americanas, foram várias as marcas de luxo brasileiras e russas, por exemplo, que começaram a surgir. Entretanto, as insígnias desta categoria continuam a batalhar por alcançar um equilíbrio entre proteger a exclusividade que, até certo ponto, define o conceito de luxo, e tornar a experiência de marca acessível a um target mais abrangente. A este nível, o estudo destaca o caso da Hermès. Para tentar travar a aquisição total por parte do grupo LVMH, a marca francesa apostou nas características tipicamente associadas ao luxo: herança, artesanato, acesso elitista e forte apelo emocional. Os resultados operacionais do exercício de 2011 cresceram, entretanto, 32.5% para 885.2 milhões de euros, e as vendas sofreram um incremento de 18.3%, para 2.8 mil milhões de euros.

A Burberry estimulou o apelo da marca pela criação de um universo virtual, onde os consumidores podem experienciar a insígnia ao assistir a desfiles, por exemplo. Além disso, atribuiu uma nova interpretação ao seu já icónico trench coat com o Burberry Bespoke, uma categoria do seu website que dá aos consumidores a possibilidade de construir um trench coat personalizado online, pela selecção do estilo, tecido, cor e outros traços de customização.

As marcas de luxo têm também tentado unificar a sua expressão publicitária e online, através da experiência de loja. A Louis Vuitton criou uma loja em Marina Bay, Singapura, que se assemelha a um cruzeiro, o que reflecte a tradição de viagens da marca que é, aliás, celebrada simultaneamente no seu site.

Num outro ponto a marca de jóias Tiffany, para chegar a um target mais jovem, apostou num site intitulado “What Makes True Love”, no qual qualquer casal poderia publicar uma fotografia e contar a sua história de amor. A Dunhill, por sua vez, usou uma aplicação de realidade aumentada para integrar a sua experiência online e impressa numa única campanha. Ao segurar um dispositivo móvel em frente a um anúncio da Dunhill, este ganharia animação.

Para alcançar novos seguidores as marcas têm envergado ainda pelo caminho da colaboração e da co-criação, com bloguers, músicos e até estudantes. A Fendi, por exemplo, em parceria com o Royal College of Art, em Londres, forneceu cabedal a várias equipas de estudantes, desafiando-os a criar obras de arte, a serem expostas numa loja da marca, em Sloane Street, ressalta o estudo da consultora.

Fonte: Marketeer

Marketing: A selecção das empresas nacionais que fintam a crise

Maio 31, 2012 by  
Filed under Notícias

Com a selecção de futebol a lutar pela vitória no Europeu, conheça as empresas portuguesas com ideias e negócios de sucesso.

Sandra Correia agarrou na velha cortiça e transformou-a num acessório de moda. Um grupo de amigos mudou de vida e tornou os vulgares hambúrgueres num prato ‘gourmet’. Três jovens licenciados entraram na Internet e criaram o Google da música. Estes casos representam três negócios distintos, mas têm pelo menos três pontos em comum: são portugueses, apostaram na inovação e chegam hoje a vários os pontos do mundo.

Pelcor, H3 e Musikki e são apenas alguns dos muitos projectos que nasceram em Portugal e que continuam a contrariar o clima depressivo do país. Captam investimento, geram emprego, entram em novos mercados, apostam na inovação e no ‘made in’ Portugal como critérios competitivos. Épor isso que se mantêm em jogo, apesar da crise e das estatísticas sombrias, do fraco investimento e das dificuldades de acesso ao capital.

Mas ainda há boas notícias: os dados mais recentes da Coface confirmam que se criaram perto de dez mil novas empresas em Portugal nos primeiros três meses do ano – só entre Fevereiro e Março, houve mesmo um aumento de 5,2%. A este sinal positivo juntam-se outros indicadores macroeconómicos que atestam da boa performance nacional nas exportações e em sectores estratégicos como tecnologia, energia ou indústria têxtil.

É neste cenário que empresas como Bial, Frulact ou Petratex continuam a apontar baterias para novos mercados e a crescer. Ou que a formação de executivos em Portugal reforça o seu lugar entre as melhores escolas de negócios do mundo.

Nesta selecção nacional de empresas e projectos bem sucedidos, não faltam casos que mereçam ser convocados para dar o exemplo do que de melhor se faz em Portugal.

Fonte: Económico

Inovação: Menino de 15 anos cria método 28 vezes mais rápido de detectar câncer

Maio 31, 2012 by  
Filed under Notícias

Por criar um método para detectar o câncer de pâncreas de maneira mais rápida, o americano Jack Andraka, de apenas 15 anos, ganhou 75.000 dólares pelo prêmio mundial de inovação Jovem Cientista da Fundação Intel.

Jack criou um sensor que identifica, por meio de um exame pequena quantidade de sangue ou urina, se o paciente tem ou não câncer pancreático ainda em sua fase inicial. O estudo resultou em mais de 90% de precisão e se mostrou 28 vezes mais rápido, 28 vezes menos caro e mais de 100 vezes mais sensível que os testes atuais. Pela invenção, Jack recebeu o prêmio das mãos de Gordon E. Moore, co-fundador e presidente aposentado da Intel.

O segundo e terceiro lugar na premiação ficaram, respectivamente, com os jovens Nicholas Schiefer, canadense de 17 anos, e Ari Dyckovsky, americano de 18 anos. Cada um levou para casa 50.000 dólares por suas invenções. Nicholas estudou o que ele chama de “microsearch” ou a capacidade de pesquisar a informação que cresce mais cresce médio: pequenas quantidades de conteúdo, como tweets e atualizações de status do Facebook. Através de sua pesquisa, Nicholas espera melhorar as capacidades de motores de busca, que por sua vez, aperfeiçoam o acesso à informação.

Ari investigou a ciência do teletransporte quântico. Ele descobriu que os átomos de uma vez estão ligados através de um processo chamado “entrelaçamento”, um processo em que a informação de um átomo só vai aparecer em outro átomo quando o estado quântico do primeiro átomo é destruído. Com o método, as organizações que requerem altos níveis de segurança de dados poderiam enviar uma mensagem criptografada sem correr o risco de intercepção.

Os jovens e seus inventos foram selecionados entre os destaques das 446 feiras afiliadas em cerca de 70 países. Além deles, outros 400 finalistas receberam prêmios por seus trabalhos inovadores.

Fonte: Exame

« Página anteriorPágina seguinte »