Empreendedorismo: 6 atitudes marcantes dos empreendedores
Março 28, 2012 by Inovação & Marketing
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Especialistas listam coisas que fazem parte do dia a dia de empreendedores. A boa notícia é que tudo pode ser aprendido ao longo da vida.
Você que tem o desejo de se aventurar em um negócio, mas acha que não leva jeito para a coisa pode se alegrar. Ser empreendedor não é algo que nasce com cada um de nós: as características de um bom empresário podem ser adquiridas.
Especialistas ouvidos por Exame.com destacam algumas atitudes de quem deseja empreender com sucesso. Para colocá-las em prática, algumas características pessoais ajudam. “O sujeito que não está fadado a ser um empreendedor pode se capacitar para isso”, destaca o professor de empreendedorismo e novos negócios da Business School Edison Kalaf.
A autoconfiança é uma dessas virtudes consideradas provocadoras de atitudes empreendedoras. “São pessoas que focam em virtudes e não em defeitos. Com esse atributo, conseguem seguir mesmo com incertezas e dificuldades, que fazem parte de todo negócio”, diz Kalaf.
O otimismo para enfrentar as situações também pode ajudar as pessoas a agirem como empreendedores, assim como a tomada de iniciativas. “Quem é empreendedor se sente responsável pelo resultado final dos projetos em que está envolvido, o que faz uma enorme diferença na dedicação que a pessoa terá naquilo”. Ainda que tímido, é importante também conseguir se comunicar.
Confira alguns costumes que fazem parte do dia a dia de quem tem espírito empreendedor:
1. Conviver bem com riscos
Segundo o professor de empreendedorismo e novos negócios da Business School, a maioria das pessoas não convive bem com incertezas e diferenças de opinião. “Para o empreendedor, isso compõe a diferença de visões para alcançar um resultado superior.”
Geralmente quem é autoconfiante lida melhor com riscos do que quem não confia na própria capacidade. “Mas vale ressaltar que, caso a pessoa não tenha confiança em si, isso é algo que ela pode mudar.”
2. Estar sempre ligado
O consultor Marcelo Cherto afirma que empreendedorismo é enxergar oportunidade em problemas. “Empreendedor que é empreendedor pensa o seguinte: ‘se eu tenho problema, outras pessoas também o têm. Será que não tem um negócio aqui?’”, diz Cherto. Para empreender é importante olhar além e ver o que se pode aproveitar das situações.
De acordo com Cherto, é preciso estar antenado com o que acontece para “farejar” oportunidades. “Não tem lugar certo para empreender: de férias, na praia, no passeio no parque, ou até na missa. Vai do cara perceber o que pode fazer ali”.
3. Ter objetivos claros
Kalaf e Cherto destacam a importância de saber o que quer e onde se deseja chegar. Para eles, o verdadeiro empreendedor sabe não desviar do foco. “Há muitos empreendedores desfocados, mas quando escolhem um caminho vão até o fim. Não se pode deixar confundir”, destaca o consultor, que avalia um bom empresário como alguém determinado.
4. Gostar de trabalhar
Ao contrário da maioria das pessoas, que comemoram a chegada do fim de semana, o empreendedor deve ser alguém que sente prazer em trabalhar. “Ele criou condições para fazer o que gosta, o que faz muita diferença na hora de obter resultados”, diz Kalaf.
O professor de empreendedorismo da Business School destaca que é uma característica dominante dos empreendedores se sentir à vontade para trazer ideias e fazer o trabalho da forma como acredita ser melhor. “A gente tem menos controle sobre esse pessoal, deixa-os mais livres. Eles criam, inovam e trazem valor.”
5. Ser convincente
Pessoas empreendedoras conseguem reunir elementos para vender projetos adequadamente. “Seja uma ideia diferente de tocar um projeto ou de mudar a forma das pessoas trabalharem, eles sempre encontram elementos para persuadir.”
Marcelo Cherto comenta sobre o famoso “brilho no olho”. “Tem que fazer o que gosta e mostrar para os outros a vontade de que aquilo dê certo”. Assim, avalia o consultor, é possível convencer o mais exigente investidor a aplicar dinheiro no negócio ou o mais difícil dos clientes a comprar um produto.
6. Não desistir
O consultor Marcelo Cherto destaca como uma das mais importantes características de um bom empreendedor a força de vontade de continuar mesmo com dificuldades. “Muitas vezes é preciso levantar. Nem tudo dá certo o tempo todo. Diria até que há fases em que se erra mais do que se acerta”, explica Cherto.
Para ele, os erros e dificuldades devem ser encarados como um aprendizado e não como um obstáculo definitivo. “Os deslizes são coisas a serem superadas e representam uma oportunidade de aprender do jeito certo”. diz.
Fonte: Exame
Inovação: É inovador? Saiba o que o torna diferente
Março 28, 2012 by Inovação & Marketing
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Há cada vez mais pessoas que arriscam, pegam numa ideia de raiz, contrariam as dificuldades e criam um projeto genial. Isto aconteceu com Einstein, Newton ou Thomas Edison mas acontece todos os dias com pessoas anónimas que tentam ir mais longe.
A Forbes tentou perceber se estas pessoas são únicas ou se existe um fio condutor que as una. Foram assim descobertas cinco estilos de personalidade que dão forma a estas pessoas.
É empreendedor? Conheça a sua personalidade inovadora:
Desafiadores
Estas pessoas têm um forte sentido de liderança, são mobilizadores. Os objetivos e as recompensas motivam-nos grandemente, mas a maior iniciativa deste grupo é a ideia de deixar um legado e poder influenciar a ação de outros. Estas pessoas gostam de estar sempre na linha da frente, conduzir projetos e auto-promover-se durante o processo. Durante o processo podem tornar-se um pouco impacientes ou até arrogantes com os que os rodeiam. Cerca de 22% dos executivos está neste âmbito.
Experimentadores
São persistentes e abertos a novos desafios. Estes experimentadores são provavelmente a combinação perfeita para trazer uma nova ideia ao longo de várias fases de desenvolvimento e execução. “A vontade move montanhas” é provavelmente a melhor forma para os descrever. São perfeccionistas e viciados no trabalho. Acreditam que a dedicação dá frutos mas exige tempo e trabalho.
Quando os resultados começam a surgir, surge também um enorme orgulho na conquista, mas um orgulho simpático, onde a partilha com colegas está sempre presente. Gostam de estar em firmas de médio porte. Cerca de 16% da população executiva entra neste parâmetro.
Miúdos geniais
Todos devem conhecer um miúdo destes. Senta-se na primeira fila, passa a vida com a mão no ar, tem excelente em todas as provas, só se dá mal a Educação Física. São bons em…tudo. Têm capacidade para potenciar ao máximo as qualidades: escolhem os melhores mentores, os melhores projetos, os melhores colegas. Sabem fazer acontecer, mesmo quando a cultura em geral está contra eles. O mais interessante é que 24% dos executivos empresariais fazem parte deste grupo.
Controladores
Sentem-se desconfortáveis com o risco, gostam de construir um plano e de o seguir, sem passos em falso. Acima de qualquer outra coisa gostam de ter tudo sob controlo, talvez por isso não sejam muito bons em trabalhos de grupo ou de equipa.
Gostam de se focar no concreto, na objetividade.
Sabem perfeitamente onde estão e para onde querem ir. 15% dos executivos fazem parte deste grupo – o mais pequeno de todos.
Podem trabalhar em qualquer tipo de área ou de empresa, se bem que marketing, vendas ou finanças são as que despertam maior curiosidade.
Terra-a-terra
Esqueça a lua, estes executivos existem para trazer qualquer pessoa de volta à terra. Numa refeição, estas pessoas poderão ser os espinafres, poucos gostam deles mas são extremamente importantes para que uma empresa ou negócio ande para a frente.
Tal como os controladores, não abraçam ambientes desestruturados, gostam de andar sempre um passo à frente. No momento de escolher um lado os terra-a-terra preferem o meio. Cerca de 23% dos executivos têm esta capacidade.
Fonte: Exame
Marketing: Porto eleito pelos consumidores como “melhor destino europeu”
Março 28, 2012 by Inovação & Marketing
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O Porto foi eleito o “Melhor Destino Europeu 2012”, entre 20 cidades selecionadas por um júri da Associação dos Consumidores Europeus, foi hoje anunciado. A votação online decorreu nas últimas três semanas no site do European Best Destination, tendo sido contabilizados mais de 212 mil votos.
Em 2.º lugar ficou Viena, na Áustria, e em 3.º Dubrovnik, na Croácia, tendo Lisboa ficado em 8.º lugar no ranking. À frente da capital portuguesa ficaram ainda Praga (República Checa), Bruxelas (Bélgica), Berlim (Alemanha) e Budapeste (Hungria).
Em 2010, Lisboa foi a cidade eleita pela Associação dos Consumidores Europeus para o “Melhor Destino Europeu 2010” e, em 2011, a vencedora foi Copenhaga, na Dinamarca.
O Porto – vencedor do título “Melhor Destino Europeu 2012” – vai poder incluir a utilização do logótipo “Escolha do Consumidor Europeu”, durante um ano, em toda a comunicação do turismo oficial.
O vinho do Porto, o Centro Histórico, classificado Património da Humanidade, os museus, parques e jardins “encantadores”, bem como lojas de moda, de criadores nacionais e internacionais, são algumas das virtudes do Porto apontadas pela organização no seu site.
Fonte: Dinheiro Vivo
Marketing: Os 20 jovens mais influentes nos média, marketing e tecnologia
Março 27, 2012 by Inovação & Marketing
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As mentes que estão por detrás da inovação e mudança nos médias, marketing e tecnologia fazem vibrar milhões de pessoas em todo o mundo sem terem um reconhecimento público pelo seu trabalho, como os actores ou os desportistas que podem-se tornar bastante conhecidos.
Para colmatar este desconhecimento, os editores da Adweek escolheram os jovens mais influentes nos média, marketing e tecnologia, prestando homenagem a quem lidera e é uma fonte de inspiração tanto dentro como fora da sua área.
Os 20 jovens mais influentes nos média, marketing e tecnologia
1 – Jeff Benjamin – Estados Unidos – Chief Creative Officer, JWT
Um verdadeiro revolucionário criativo com vários prémios na área da publicidade, incluindo o Grand Prix em Cannes. Benjamin, de 37 anos, passou anteriormente pela Crispin Porter + Bogusky and Goodby, Silverstein & Partners.
2 – Anthony de Rosa – Editor de média sociais – Reuters
A Reuters pode não ser uma fonte privilegiada no que toca a média sociais, mas devido ao trabalho de De Rosa, 36 anos, o gigante de comunicação tem se tornado num modelo em como os média tradicionais podem influenciar os sociais. De Rosa também apresenta o programa inovador na Reuters TV “Tech Tonic”.
3 – Brandon Berger – Global Chief Digital Officer – Ogilvy & Mather
Berger, de 37 anos, está no centro da máquina Ogilvy, reportando directamente ao CEO global da empresa, Miles Young, e é uma das peças principais do recente Social@Ogilvy. Ele também ajudou a construir o primeiro grupo de inovação digital. “Eu também tenho dois filhos pequenos e um golden retriever, portanto não durmo muito”, afirma.
4 – Ethan Goodman – Diretor e estratega digital – Leo Burnett/Arc Worldwide
Goodman queria ser um apresentador de programas desportivos ou um agente de jogadores mas transferiu-se para as grandes ligas do marketing como um dos mais novos diretores em qualquer área da agência. Goodman faz parte da equipa digital e de comércio eletrónico que trabalha com a Procter&Gamble, tendo contribuído para o aumento das receitas digitais e vencendo importantes concursos para trabalhar com a empresa de bens de consumo.
5 – Noah Kerner – Co-fundador, CEO e CCO – Noise
Quando chegou aos 30 anos, Kerner era um sério empreendedor, autor de livros e DJ para a Jennifer Lopez. Agora com 35, Kerner lidera a loja que fundou a Noisa, que se especializa em influenciar jovens e ajuda clientes, incluindo a Intel e a Trident, a alcançar a faixa dos 18 aos 34 anos como campanhas que misturam tecnologia, cultura e focadas no negócio.
6 – Jason DeLand – Fundador – Anomaly
DeLand, filho de um reparador de telhados e de uma cabeleireira, mantêm a sua ética de classe média mas também delira com a competição. No seu primeiro trabalho na publicidade, ele foi essencial para uma série de vitórias sob o comando de Carl Johnsson, tendo-se tornado chefe de new business aos 22 anos. Os dois juntaram-se em 2004 para lançar a agência Anomaly. Hoje, DeLand gere a conta da Budweiser, o maior cliente da filial de Nova Iorque.
7 – Joe Fernandez – Co-fundador e CEO – Klout
Fernandez de 33 anos não espalha só a sua influência – ele tenta fazer uma economia inteira disso. Com a Klout, a start-up que ele co-fundou em 2008 e que se auto-intitula como “O padrão para a influência”, ele criou um método para medir a influência dos média sociais e medir as reputação dos consumidores online. No último ano, a Klout trabalhou com marcas como a Audi, para transformar “os créditos sociais” em descontos e ofertas.
8 – Lauren Connolly – Diretora Criativa – BBDO
Connolly está há nove anos na BBDO, e foi a co-criadora do anúncio da M&Ms para o SuperBowl deste ano. Antes, Connoly ajudou a lançar a marca de telemóveis Cingular com a campanha “Raising The Bar” que foi usada mais tarde para a AT&T.
9 – Maile Carpenter – Editora-chefe – Food Network Magazine
A revista da Hearst foi lançada em 2009 e conquistou uma circulação paga de 1,4 milhões de exemplares, no que foi um dos lançamentos de revistas com mais sucesso de sempre. O modelo da revista vai ser aplicado ao novo lançamento da Hearst, a HGTV Magazine.
10 – Clara Shih – Co-fundadora e CEO – Hearsay Social
Shih, de 29 anos, tem sido apelidada como a pessoa mais influente no marketing social. Após ter sido nomeada para a direção da Starbucks em Dezembro, tendo já passado pela Google, Microsoft, e Salesforce, deverá desempenhar um papel principal no futuro na cadeia de venda de cafés.
11 – Jimmy Soni – Editor – The Huffington Post
Soni tem um dos empregos principais no império de Ariana Huffington e não sem controvérsia. Em Janeiro, quando foi nomeado para o seu cargo, a sua falta de experiência no jornalismo profissional levantou muitas questões. No entanto, o seu currículo é impressionante: passou pela consultora McKinsey, a autarquia de Washington D.C. e o seu primeiro livro, uma biografia do político da Roma Antiga, Cato o Novo, vai ser lançado este ano.
12 – Richard Stainer – Diretor executive – Bartle Bogle Hegarty
Stainer cresceu em Belfast, e disse à sua mãe, aos cinco anos, que queria ir para Cambridge, o que veio a acontecer. Na publicidade, o triatleta, com 37 anos, aprendeu a liderar com autoridade e integridade com Chris Powell e Nigel Bogle. Actualmente, lidera 182 funcionários e é responsável pela conta global da Google, a segunda maior da empresa a seguir à Unilever.
13 – Juliana Stock – Diretora de marketing e produto – Condé Nast
Stock, dirige a incubadora de novos negócios da Condé Nast, responsável pelo crescimento de novas empresas digitais e tem mudado lentamente a forma como as pessoas pensam sobre o consumo de publicações imprensas.
14 – Jason Sutterfield – Chief Operating Officer – Campfire
Em 2011, um ano após ter-se juntado à agência digital Campfire, Sutterfield foi promovido de chefe de produção para COO. Neste cargo, ele supervision os recursos humanos, infra-estruturas e produção. Sutterfield liderou uma das campanhas de maior sucesso da agência, como a promoção do épico de fantasia da HBO “Game of Thrones”.
15 – Britton Taylor – Diretor de planeamento – Wieden + Kennedy
Taylor, de 36 anos, é o estratega por detrás da popular campanha da Old Spice “Smell like a man, man”. Taylor juntou-se a Wieden em 2006 para liderar o planeamento estratégico para a Starbucks. O publicitário decidiu entrar no mundo da publicidade após uma experiência negativo como professor de alunos de sétimo ano.
16 – Leah LaPlaca – Vice-presidente de programação e aquisições – ESPN
Após uma década na ESPN, LaPlaca de 39 anos, gere o que é o activo mais valioso do império de média: a conta da NFL. A responsável foi instrumental para garantir que o programa Monday Night Football continuava na ESPN até 2012, num contrato que vale 1,9 mil milhões de dólares anuais para a NFL. Outro contrato em que LaPlaca mexeu os cordelinhos foi o da NBA, que vale 485 milhões de dólares por época para a liga de basquetebol.
17 – Ben Lerer – Co-fundador e CEO – Thrillist
Lerer foi um dos co-fundadores da Thrillist em 2005 e actualmente o site tem 3 milhões de subscritores. No próximo ano, o site deve alcançar receitas no valor de 100 milhões de dólares e prepara-se para uma possível entrada em bolsa.
18 – Bill McGoldrick – Vice-presidente – USA Network
Em 2005, McGoldrick deixou a NBCUniversal onde era responsável pelas series de ficção cientifica para a Spike TV. Actualmente, é responsável por algumas das series de maior sucesso da cadeia como: Monk, Psych e Fairly Legal.
19 – Jonah Peretti – Fundador – BuzzFeed
Peretti foi um dos co-fundadores do Huffington Post antes de lançar o BuzzFeed e tem recrutado jornalistas para transformar o site numa fonte de notícias respeitável.
20 – Timothy Shey – Diretor – YouTube Next Lab
Shey fundou a empresa Next New Networks em 2007, que foi adquirida pela Google o ano passado. Agora, como director do YouTube Next Lab lidera o movimento para desenvolver conteúdos de vídeo online, ou seja que possam ser comercializados e rentabilizados.
Fonte: Dinheiro Vivo
Marketing: Quatro erros a evitar numa entrevista de emprego
Março 27, 2012 by Inovação & Marketing
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É fundamental fazer uma reciclagem das competências.
Reciclar competências. É o principal conselho de Álvaro Fernández, director-geral da Michael Page em Portugal, para quem está à procura de emprego. Mesmo que muitas das aptidões não tenham sido postas em prática em postos de trabalho anteriores, é indispensável que estejam operacionais quando se está à procura de um novo emprego.
1. Nunca mentir
“Se há uma coisa que invalida uma candidatura é a falta de sinceridade”, diz prontamente o responsável da empresa de recrutamento. Isto porque as informações que se dão tanto na entrevista como no currículo são confirmadas e, caso se identifiquem discrepâncias, “essa pessoa é excluída do processo”. Também é proibido exagerar e dizer, por exemplo, que se tem um nível muito elevado de francês, mas depois não se consegue manter uma conversa. “Se a pessoa mente nisso, que garantias tenho de que não mentiu no resto do currículo?”, questiona Álvaro Fernández.
2. Não saber exemplificar como geriu ‘crises’ em ocupações anteriores
Álvaro Fernández diz que é muito importante ter bem preparado o historial das funções desempenhadas em empregos anteriores e saber exemplificar como se geriu momentos importantes ou difíceis no passado. “O objectivo é que quem faz a entrevista possa visualizar como é que essa pessoa vai enfrentar situações concretas nessa empresa”, explica o responsável.
3. Não ir às entrevistas com as “línguas enferrujadas”
Também é importante treinar os idiomas com antecedência e não vale dizer, por exemplo, que se tem o inglês “muito enferrujado” mas que em duas semanas fica perfeito. “Se em duas semanas está perfeito creio que é importante que haja o esforço de o conseguir duas semanas antes da entrevista”, sublinha Álvaro Fernández.
4. Fazer uma reciclagem pessoal
A partir do momento em que se fica sem emprego, é fundamental “refrescar” competências. Mesmo que não se apliquem alguns conhecimentos num emprego onde se está há muito tempo, convém não os deixar ‘cair em esquecimento’. O director-geral da Michael Page em Portugal recomenda uma reciclagem das competências, com o objectivo de se “parecer uma pessoa com muitas capacidades mesmo que não tenham sido aplicadas no trabalho anterior”.
Fonte: Económico



