Marketing: Calçado português à conquista da China

Março 29, 2013 by  
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Onze empresas portuguesas de calçado clássico e desportivo vão participar em abril numa feira internacional em Xangai, na maior embaixada do género enviada à China, revelou um responsável do setor.

“A China é, para nós, um dos mercados com maiores potenciais de crescimento”, disse o porta-voz da Apiccaps (Associação Portuguesa de Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Sucedâneos), Paulo Gonçalves.
“Vamos a Xangai em abril e voltaremos em julho, para participar noutra feira”, acrescentou.
O primeiro certame, o “Micam Xangai 2013”, organizado pela Feira de Milão e a Associação Italiana de Fabricantes de Calçado, decorrerá de 09 a 11 de abril, num centro de exposições situado no centro da capital económica da China.
“Será a nossa maior participação de sempre. Já exportamos para 132 países, mas, neste momento, a Europa está num período crítico e temos de conquistar novos mercados”, realçou o porta-voz da Apiccaps.
Constituída por cerca de 500 empresas, aquela associação, fundada em 1975, representa 80% do setor.
“Exportamos mais de 95% do que produzimos e no ano passado ultrapassámos, pela primeira vez, os 1.000 milhões de euros”, indicou também Paulo Gonçalves.
As empresas portuguesas representadas na edição deste ano da “Micam Xangai” são: Arcopedico, Bnop, Fly London, In the Pink/Fidji, Perlato, See2Bee, Softwalk, Sónia Patrício, Storm/Kayak, Tentoes/J.Reinaldo e Walkys.

Fonte: Oje – O Jornal Económico

http://www.oje.pt//noticias/negocios/calcado-portugues-a-conquista-da-china

Marketing: Têxteis portugueses com oportunidades na China

Março 28, 2013 by  
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As marcas chinesas de vestuário procuram cada vez mais os tecidos europeus para tentarem distinguir-se internamente, proporcionando novas oportunidades aos industriais têxteis portugueses, disse uma responsável do setor.

“Os chineses são fortes na confeção devido à mão de obra barata, mas as marcas de gama média e alta precisam de mais qualquer coisa que lhes dê valor acrescentado e que as diferencie uma das outras”, afirmou Sofia Botelho, diretora executiva da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP).

“Eles reconhecem-nos como europeus, ao lado dos italianos, com um nível de preços e de qualidade idêntico. Temos de facto um bom produto”, acrescentou.

À margem da inauguração da “Intertextil Pequim 2013”, que decorre durante três dias com centenas de expositores de mais de 10 países, Sofia Botelho realçou que “as exportações de tecidos portugueses para a China têm aumentado de ano para ano”.

“Temos de procurar alternativas à Europa, onde o mercado está parado. Há muito mercado no mundo inteiro, da Turquia ao Japão”, disse a responsável, que representa também a Associação Seletiva Moda, o organismo da ATP encarregue de promover o país nas feiras internacionais.

Fonte: O Jornal Económico

Marketing: Facebook começa a exibir anúncios no Feed de notícias

Março 28, 2013 by  
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O novo mecanismo, chamado de Facebook Exchange (FBX), começará a ser testado com as maiores empresas de revenda de anúncios.

Anteriormente, os anunciantes podiam publicar anúncios somente no lado direito da página.

A outra forma de ação publicitária que aparece no feed são as chamadas histórias patrocinadas, links apresentados com o endosso dos amigos por meio do botão “curtir”.

Segundo a rede social, esse espaço é o mais engajado, ou seja, aquele em que os usuários mais passam tempo interagindo uns com os outros.

Os anúncios no Facebook são direcionados às conforme um perfil, que é traçado pela empresa a partir de informações publicadas na rede pelo próprio usuário ou a respeito dele.

Ainda que os anúncios passem a ser exibidos no feed de notícias, o número de inserções não irá mudar, diz o Facebook.

Fonte: G1

Marketing: Facebook lança função que permite responder aos comentários

Março 28, 2013 by  
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O Facebook anunciou nesta segunda-feira o lançamento de uma nova função que irá permitir aos administradores de páginas e seus seguidores que respondam a comentários de forma direta. De acordo com post no blog oficial da rede social, o novo botão estará automaticamente disponível para páginas com mais de 10 mil seguidores, mas todas terão acesso ao “Resposta” a partir do dia 10 de julho.

O botão ficará localizado próximo ao icônico “Curtir” e poderá ser habilitado, ou não, pelos administradores. As respostas, explicou Vadim Lavrusik, gerente do programa de jornalismo do Facebook, vão aparecer logo abaixo do comentário aos quais se referem. Outra novidade é que, além do poder de responder diretamente alguma pergunta, reclamação ou elogio, por exemplo, usuários vão visualizar as conversas mais relevantes, isto é, que reúnem o maior número de respostas, entre os primeiros tópicos do post.

Não há nenhum tipo de previsão acerca de quando esta ferramenta chegará aos perfis. Além disso, nesta primeira fase, o botão só poderá ser acionado através do site do Facebook na web. No futuro, contudo, a rede social espera oferecer o “Resposta” na versão para mobile.

Resposta

De acordo com o Facebook, a nova ferramenta vem sendo testada há meses em ações específicas. Um dos exemplos citados aconteceu durante os eventos de posse do presidente Barack Obama. Uma imagem publicada pelo site Huffington Post na sua página da rede social mostrava a filha mais velha de Obama e Michelle “estragando” uma foto que sua irmã tentou capturar dos pais se beijando.

Dezenas de conversas foram iniciadas na ocasião e aquelas que contavam com o maior número de respostas acabaram sendo alocadas automaticamente no topo do post. O comentário mais popular, até o momento, conta com 602 “curtir” e 38 respostas. Cada uma das respostas é ainda acompanhada pelo botão “curtir”, mas não pode mais ser respondida.

Fonte: Exame Brasil

Marketing: As novas apostas das marcas para crescer (Sector Automóvel)

Março 27, 2013 by  
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A crise tem feito as marcas de automóveis a moldarem os seus produtos às necessidades dos clientes.

Profunda é a crise que se vive no mercado automóvel. 2012 foi o pior ano dos últimos 30 na venda de automóveis, com uma impressionante quebra de 40% face a 2011, sendo os comerciais ligeiros os mais afectados. As marcas automóveis tudo tentam para conseguir conter esta queda, apostando muitas delas no financiamento directo à aquisição das mesmas, quer através de crédito através das suas financeiras, quer através de sistemas de ALD (Aluguer de Longa Duração) e ‘renting’ (Aluguer Operacional de Viaturas – AOV).

Esta política não é nova, mas adapta-se agora a uma realidade que se avizinha cada vez mais dura. A BMW Portugal desde 2000 que faz financiamento directo aos seus clientes através da BMW Finantial Services. Entre a sua oferta encontram-se produtos operacionais e financeiros, como os ALD, ‘renting’ e ‘leasing’, crédito, entre outros, e serviços como sistemas de manutenção, viatura de substituição e seguros de crédito. Segundo Cristina Rola, do departamento de comunicação da empresa, sente-se agora uma realidade diferente, em que os particulares não cumprem, muitas vezes os requisitos mínimos para que as entidades bancárias, ou mesmo as financeiras das marcas, lhe conceda o crédito para a compra do veículo.

Já a RCI Gest, a financeira do grupo Renault, tem conquistado mais financiamento para as vendas dos seus veículos, quer seja crédito quer seja ALD ou AOV, pelo facto de a banca tradicional estar a dificultar a atribuição. Ou seja, as marcas acabam por assumir mais risco, se querem vender os seus veículos. Por outro lado, também tiveram de adaptar os seus produtos à nova realidade do mercado. Segundo Ana Gil, da direcção de comunicação e imagem da Renault, no caso dos produtos para gestão de frotas, a marca alterou o prazo do Renault Business Finance de 48 para 54 meses, no final do ano passado, para conseguir uma mensalidade mais baixa e uma utilização das viaturas por um período superior.

Também a Ford procedeu a alterações idênticas na sua oferta de financiamento e produtos integrados. Anabela Correia, relações públicas da marca, explica que houve necessidade de adaptar a oferta de ALD. “Alterámos um pouco os nossos produtos face à crise, sendo que para isso os prazos foram alargados de 84 meses para 120 meses, permitindo assim rendas mais baixas para os clientes”, explica a responsável. No caso do financiamento a crédito, foi lançado o crédito com carência de prestações em que, por exemplo, a empresa cliente não paga prestações nos meses em que tem de pagar subsídios de Natal e Férias, ou até nos meses em que tem de pagar impostos. Desta forma, os clientes podem adaptar melhor a sua tesouraria face aos seus compromissos anuais.

Já a Nissan Gest revela que os produtos que dispõe de AOV, o Nissan Business Finance, e ALD, o Promo Relax, não foram criados especificamente para a época de crise, mas “encontram-se perfeitamente adequados ao corrente clima económico”. A Nissan tem a decorrer uma campanha com condições especiais para as empresas, que se traduz em rendas fixas mensais mais baixas do que média do mercado.

As marcas do grupo Volkswagen, distribuídas em Portugal pela SIVA, apostam igualmente nos segmentos empresariais através de ofertas de ALD e AOV. Segundo José Duarte, director-geral, estas soluções estão disponíveis há já alguns anos e têm vindo a ganhar peso no mercado nacional e sobretudo no da Volkswagen. “Para 2013 não esperamos grandes alterações mas com o lançamento do novo Golf, ao qual se juntará a versão Variant, encaramos com optimismo o desempenho comercial da nossa marca”, refere.

A Mercedes está também cativa no mercado nacional com a oferta de ALD e ‘renting’, sendo este último a solução que mais adeptos reúne entre os clientes frotistas. O ‘renting’ Mercedes-Benz é um produto de AOV, não financeiro, flexível e adaptado às necessidades de cada cliente, e em que a propriedade é da locadora e os custos são fixos. Já o Opção Vantagem é um produto financeiro mais flexível, e com três opções de escolha para adquirir um veículo da marca.

Segundo Luís Frazão, da BoxerGroup, empresa que apoia clientes empresariais a reduzir custos com a frota automóvel, outra solução encontrada pelas marcas para vender são os grandes descontos a clientes frotistas. “As marcas estão a fazer grandes descontos a quem tem frotas consideráveis, descontos estes que podem ir até aos 35% nalguns casos”. Além dos descontos compreensíveis numa ltura de contração do mercado, a adaptação destes produtos de financiamento é também uma reação à necessidade de travar a queda das vendas, cada vez mais a pique.

O que estão a fazer as marcas

>> BMW

A BMW tem produtos operacionais e financeiros, como ‘renting’ e ‘leasing’, crédito e ainda serviços como manutenção ou seguros de crédito

>> Renault

A marca alterou o prazo do Renault Business Finance de 48 para 54 meses. Objectivo: mensalidade mais baixa e utilização das viaturas por um período superior

>> Ford

Foi lançado o crédito com carência de prestações em que a empresa cliente não tem de pagar prestações nos meses em que tem de pagar subsídios ou impostos.

>> Nissan

A marca tem agora uma oferta especial para clientes empresariais, que se traduz em rendas fixas mensais mais baixas do que média do mercado, defendem.

Fonte: Económico

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