Marketing: Teia de aranha torna pele humana resistente a balas

Agosto 27, 2011 by  
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Um pedaço de pele humana com seda de aranha embutida consegue resistir a tiros a mais de 150 metros por segundo – e, quem sabe, tornar pessoas à prova de balas.

A invenção é uma parceria entre a artista plástica holandesa Jalila Essaidi, de 30 anos, e o Consórcio de Genômica Forense da Holanda. Trata-se, na verdade, de uma matriz de seda de aranha na qual células da derme e epiderme podem crescer, criando uma pele misturada com a teia. “A primeira vez que pensei no projeto foi em 2001, quando li um artigo do professor de biologia molecular Randy Lewis, na revista Science”, disse, à INFO Online, Jalila.

A mais forte das fibras

A força da teia das aranhas é bastante conhecida. Elas são capazes de capturar insetos voando em alta velocidade sem se quebrar. Constituem a fibra natural mais forte do planeta. Seu uso para reconstruir a pele também é explorado por algumas linhas de pesquisa. “Outros, antes de mim, já imaginaram como usar a seda de aranha para coletes à prova de balas. Mas eu pensei: por que não levar isso além e aplicar a seda diretamente à pele?”, conta a artista.

A ideia, aparentemente absurda, foi colocada em prática quando Jalila ouviu falar do Prêmio Designers and Artists 4 Genomics (DA4GA), uma iniciativa da que dá, a artistas, a possibilidade de trabalhar em colaboração com os melhores centros de genética da Holanda. “Antes de submeter a ideia, entrei em contato com o próprio Randy Lewis e perguntei qual era a sua opinião”, diz. Como a resposta do pesquisador foi positiva, ela se inscreveu, foi aprovada, e passou a trabalhar com os cientistas do consórcio.

O projeto foi batizado de “2.6g 329m/s” – o peso e velocidade da bala que deveria ser barrada pela pele com seda de aranha. Para criar esse tecido, os cientistas fizeram primeiro uma moldura de teia de aranha. Depois, colocaram nela células das duas camadas da pele: derme e epiderme. A estrutura foi criada em uma incubadora, em ambiente controlado, a 37ºC e uma atmosfera com 7% de gás carbônico e 99% de umidade. Em cinco semanas, um círculo de pele com 15 cm de diâmetro havia se desenvolvido.

O teste do tiro

O passo seguinte era testar a resistência da pele. No Instituto Forense da Holanda, os técnicos em balística atiraram em pedaços de pele normal e de pele artificial, produzidas tanto sobre seda comum como sobre teia de aranha, registrando tudo com câmeras. Com a velocidade da bala reduzida em 50%, todas as peles foram perfuradas – menos a que tinha teia de aranha como base.

Embora o tecido não tenha suportado os 329 metros por segundo normais da bala, o resultado é muito animador. Um colete à prova de balas normal consiste de 30 camadas de kevlar, mas a pele testada possuía apenas 4 camadas de seda de aranha. “Queremos, agora, testar com mais camadas e ver o que acontece”, diz Jalila. Atualmente, um pedaço da pele de seda está em exibição no museu Naturalis.

Outro futuro teste da pele é bem mais ambicioso: ela será implantada em uma pessoa. Greet Verbeke, diretor do museu da Fundação Verbeke, na Bélgica, se voluntariou para ter um pedaço da “obra de arte” colocada em si. O procedimento, é claro, vai ser acompanhado por médicos. Por enquanto, há muitos riscos de rejeição e nenhuma garantia de que funcione – mas é um primeiro passo.

Fonte: Exame

Marketing: Geomarketing fora da caixa

Agosto 27, 2011 by  
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Há inúmeras aplicações de geomarketing, menos conhecidas, que pouco ou nada têm a ver com expansão, mas que são fundamentais para que compreendamos a amplitude do geomarketing moderno.

O termo “geomarketing” é frequentemente associado a estudos para expansão de redes de PDVs (Pontos de Vendas) ou serviços. De fato, a história deste campo de inteligência mercadológica está fortemente relacionada ao desenvolvimento, durante o século passado, de técnicas de localização de unidades de negócios, particularmente industriais e de varejo. Há, no entanto, inúmeras aplicações de geomarketing, menos conhecidas, que pouco ou nada têm a ver com expansão, mas que são fundamentais para que compreendamos a amplitude do geomarketing moderno.

Um tema que vem recebendo crescente interesse por diversos setores é a chamada “segmentação de PDVs”. Diversas indústrias de bens de consumo, além, é claro, das próprias redes de varejo, que reconhecem a importância de conhecer o potencial e as características mercadológicas dos pontos de vendas que distribuem seus produtos, mesmo quando estes não são operados diretamente por elas, mas sim por atacadistas ou distribuidores. Por meio desta ferramenta, milhares de pontos de vendas são classificados em categorias que representam suas características e mercados de modo prático e facilmente assimilável.

Por exemplo, um grupo de estabelecimentos poderia ser classificado como “premium-maduro-alta concorrência” por incluir apenas lojas localizadas em regiões onde há predominância de consumidores de alto poder aquisitivo e  famílias maduras,  cercados por concorrentes. Naturalmente, outros grupos teriam nomes e características diferentes de acordo com as particularidades e oportunidades de seus entornos. De posse desta informação, estas empresas podem definir o nível de esforço promocional que deve ser feito em cada ponto de venda, mix de produtos, entre outras estratégias. E caso possua dados da venda efetiva (“sell-out”) por PDV, podem também decidir se devem alterar o esforço de vendas sobre os PDVs daquela região ou focar na prospecção de novos estabelecimentos.

Esta mesma ferramenta é também utilizada com sucesso por bancos de varejo interessados em melhorar suas estratégias de distribuição e gestão de agências. É fácil ver como grandes bancos, com centenas ou milhares de agências, podem se beneficiar destas informações a fim de garantir que seus recursos e produtos sejam alocados de modo a aproveitar as oportunidades existentes. Neste caso, a segmentação costuma ser mais complexa e leva em conta não apenas as características da população residente, mas também da população diurna e dos estabelecimentos comerciais próximos que, potencialmente, possam utilizar os produtos financeiros oferecidos.

Ao final, é possível classificar cada agência de acordo com o nível global de recursos financeiros que circulam pela região, além da composição de origem e o grau de concorrência destes recursos. São informações que podem orientar a definição de metas por agência/produto, capacity (alocação de gerentes e outros executivos) e mix de serviços, apenas para citar algumas aplicações. Estimativas internacionais revelam que a implementação de estratégias a partir de segmentações pode gerar resultados significativos. No Brasil não há estatísticas disponíveis, mas considerando a grande extensão e complexidade das redes dos maiores bancos no país é de se esperar ganhos igualmente importantes.

O Geomarketing também tem sido usado de modo ainda “menos provável” que os ilustrados acima. Algumas agências de marketing direto já descobriram o chamado “zip-marketing” nos EUA. O termo referencia os ZIP codes (CEPs) americanos, por meio do qual se identifica ações de comunicação direta baseadas no perfil demográfico do CEP do destinatário. Este tipo de ação é muitas vezes preferível à ação personalizada, uma vez que apresenta custo menor (por não requerer a aquisição de listas) e resultado superior às ações massificadas. Há também um consenso entre diversos agentes de marketing de que informações como renda, quando autodeclaradas em cadastros comerciais, não são sempre confiáveis, ao passo que a informação da localização de residência dificilmente é adulterada e pode estar fortemente associada às características do residente. Ou seja, quando alguém declara uma renda muito baixa, mas reside na Vila Nova Conceição (bairro nobre em São Paulo), dá abertura para que se desconfie da veracidade da informação.

Há até mesmo aplicações de Geomarketing para a definição de preços em pontos de vendas. As empresas de bens de consumo não duráveis, como bebidas ou alimentos, por exemplo, sabem que o preço de seus produtos variam de acordo com a região e o PDV. A visão geográfica, associada às características sócio-econômicas das regiões em que se localizam seus pontos de vendas, fornece recursos importantes para que as empresas interfiram nos preços direta ou indiretamente, de acordo com sua estratégia de competição ou discriminação de preços.

Fonte: Mundo do Marketing

Marketing: Neoconsumidor está mais racional para comprar

Agosto 26, 2011 by  
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O Neoconsumidor está mais digital, mais global e mais multicanal. O conceito de novo consumidor trazido para o Brasil em 2009 pela GS&MD Gouvêa de Souza como tendência se consolidou e mostra um ingrediente a mais agora em 2011. O perfil de quem consome hoje pela internet é o de pessoas que racionalizam o processo de compra. Elas estão de olho, sobretudo, no preço, aponta a segunda onda da pesquisa realizada pela consultoria.

De acordo com o estudo feito com 700 pessoas no Brasil e outras 10.500 no mundo em parceria com o Ebeltoft Group, que será apresentado no DIGITAILING – 1º Fórum Internacional de Varejo Digital, no próximo dia 23, 96% dos internautas brasileiros já realizaram compras pela internet, ante uma média mundial de 90%, incluindo países como Estados Unidos, Inglaterra e França. Além de comprar em lojas virtuais com operação local, 45% dos usuários no país já adquiriram roupas, eletroeletrônicos e perfumes em outros países.

Maior velocidade de conexão – embora o Brasil tenha 1,9 mega de velocidade média diante de 93 do Japão –, mais informações, variedade e opções de compra, maior integração de canais e a mobilidade forjam o cenário para um neoconsumidor elevado ao cubo, novo conceito defendido pela Gouvêa de Souza. “Essas características sugerem que o consumidor está mais racional ao fazer uma compra”, afirma Luis Goes, coordenador do estudo.

Classe C tem comportamento único
Embora haja maior opção de canais de venda, o Brasil ainda tem muito a caminhar na questão multicanal. A maioria dos internautas brasileiros (84%) faz pesquisa online – 81% utilizam sites de comparação de preço – e compra na loja física, enquanto 64% compram pela web e recebem em casa. Globalmente, 52% deles são homens, 88% têm entre 19 e 54 anos, 61% são da Classe B e 23% da Classe C.

No Brasil, a Classe C tem um perfil particular. Trinta e sete por cento são mais assertivos na compra pela internet, enquanto a média é de 29% no país e 23% no mundo. “Isso quer dizer que essas pessoas sabem o que querem e onde vão comprar”, analisa Goes. “Isso acontece também porque elas não podem errar na escolha”, completa o sócio-diretor da Gouvêa de Souza.

Entre os 4% dos internautas que não compram pelos meios digitais, 59% dizem preferir tocar o produto. “Uma boa ferramenta para minimizar este problema é usar realidade aumentada”, sugere Goes. Para 41% das pessoas, o receio de não receber o que comprou é um ponto negativo. “Esse índice ainda é alto porque teve gente que comprou no Natal e só recebeu em fevereiro”, lembra. Há ainda quem tenha medo de perder dinheiro, com 48% das pessoas que não querem passar informações bancárias.

Compra de tudo pela internet
A pesquisa traz números que indicam o aumento de compras de itens não tradicionais pela internet. Em 2009, 28% dos neoconsumidores compravam alimentos online. Este ano, o índice subiu para 34%. Vestuário, calçados e acessórios também apresentaram crescimento. Ainda que pese a disparidade de tamanhos e medidas, 43% das pessoas adquiriram roupas e calçados em 2011, contra 22% há três anos. No setor de cosméticos, 51% dos brasileiros passaram a comprar pela web em 2011, contra 29% em 2009. O campeão de vendas são os eletrônicos, comprados online por 76% este ano, ante 56% na primeira onda da pesquisa.

Quando o assunto é mobilidade, o Brasil ainda não está familiarizado com a compra mobile, embora 35% dos entrevistados acreditem que o pagamento móvel é o futuro. A barreira para a transação pelo celular, no entanto, pode ser transposta em pouco tempo, uma vez que 49% das pessoas conectadas acessam a internet pelo celular. O que já entrou para o dia a dia dos consumidores online no país é o fenômeno das compras coletivas.

Metade dos brasileiros entrevistados pela pesquisa (51%) já utilizaram a compra coletiva, enquanto apenas 1% não conhece o modelo. Dos que ainda não compraram cupons, 90% pretendem adquirir. Bem menos que a pretensão de compra de 65% em outros países. “Isso tem muito menos a ver com dinheiro do que com cultura”, pondera Goes. “No Brasil, priorizamos o coletivismo, enquanto em outros países o que impera é o individualismo”. Que o digam as redes sociais, onde o Brasil é um dos campeões de acesso.

Fonte: Mundo do Marketing

Marketing: Coca-Cola, Google e Apple são as mais presentes na internet

Agosto 26, 2011 by  
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Coca-Cola, Google, Apple, Fiat e Natura são as empresas que mais interagem com os brasileiros na internet. É o que indica o Ranking de Presença Online, realizado pela E-Consulting em parceria com o TechLab, do Grupo ECC, que mapeou a atuação de 121 das maiores companhias do país em sites como Google, Twitter, Facebook, Orkut, Youtube, LinkedIn e ReclameAqui.

Aparecem ainda na lista, em ordem decrescente, Ford, Volkswagen, Nokia, TV Record, IBM, Petrobras, Microsoft, Toyota, Motorola e Tam.

Para conquistarem as principais colocações, as companhias têm um ponto em comum: souberam aproveitar os recursos oferecidos pela web e não pouparam esforços para utilizar os canais da maneira mais eficiente.

“Provavelmente, as empresas que lideram a lista têm serviços que são objeto de interesse de compartilhamento, marcas ou produtos envolvidos em temas atrativos, como sustentabilidade, música ou religião. Historicamente, algumas também têm uma comunidade de pessoas acostumadas a interagir, como é o caso da Coca-Cola”, explica Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting e coordenador do estudo.

Não basta ser gratuito

O levantamento realizado no primeiro trimestre de 2011 teve como objetivo avaliar a presença, capilaridade, atuação e reputação das empresas, descartando canais próprios.

A ideia era deixar de lado a informação primária, feita em canais oficiais e avaliar apenas a repercussão a partir da interação dos usuários. Para isso, todos os ambientes proprietários e não-colaborativos foram desconsiderados.

“Foi observada a multicanalidade não-proprietária das companhias. Muitas empresas com alta insidência na web ficaram de fora por não serem comentadas pelos internautas. O estudo também não levou em consideração se a presença era positiva ou negativa”, conta Domeneghetti.

Para as companhias que desejam seguir os passos de ícones como Coca-Cola, Google e Apple e estar presentes no ambiente online de forma relevante, há alguns pontos a serem considerados.

Ainda que plataformas como as redes sociais sejam gratuitas, é necessário um investimento em projetos, equipes e infraestrutura para que os objetivos sejam alcançados.

Cuidado com o excesso de canais

Conhecer a fundo os consumidores também é importante para que as ações sejam efetivas. Não adianta achar que o público é homogêneo e se comporta de maneira semelhante. As iniciativas das empresas devem ser adequadas aos diferentes perfis de internautas.

A aproximação exige ainda que as companhias assumam suas causas e mostrem sua “cara”. Para isso, nada melhor do que compartilhar conteúdo relevante, capaz de conectar a empresa aos stakeholders.

O ponto fundamental, no entanto, é ter a certeza de que – querendo ou não – as pessoas estão falando sobre as empresas na internet.

Não adianta ignorar ou, muito menos, querer controlar e censurar os internautas. Por outro lado, apelar para todos os canais possíveis pode ser um tiro no pé.

“Há dois grandes erros das empresas. Um deles é o excesso de canais. A escolha de canais tem que ter finalidades claras. Outra falha comum é a incapacidade de compreender o público, fazendo com que os consumidores ignorem ou, pior, rejeitem a empresa. As companhias devem acessar os consumidores pelo melhor canal, com a melhor mensagem e no melhor momento”, diz o coordenador do ranking da E-Consulting.

Por que os líderes são líderes?

“There’s no such thing as a free lunch”
As plataformas podem ser gratuitas, mas objetivos com as redes sociais só são alcançados por meio de investimentos em projetos, pessoas e infraestrutura

Reconhecem a importância de segmentação
Reconheça os diferentes “chapéus” do consumidor 2.0. Não assuma que os consumidores têm um perfil homogêneo.

Prazer, meu nome é FULANO!
Assuma suas causas, bandeiras e temas e não esqueça o “Sociais” em “Redes sociais”. Mostre sua cara, seu nome e sua pátria

Participar não é uma opção
As pessoas falarão sobre a empresa e suas marcas, quer você queira, quer não. Aprender a lidar com isso não significa ignorar e tampouco querer controlar e censurar.

Para quem não sabe para onde ir…
Empresas vencedoras têm plano de negócios, plano de marketing, objetivos, orçamento e estrutura para gerenciar a presença em suas redes sociais.

O conteúdo é cada vez mais importante. Não o SPAM!
O objetivo é conectar-se e relacionar-se com seus stakeholders e nada melhor do que compartilhar conteúdo relevante. Redes sociais não são canal para spam.

Calma!
Ok, os números de audiência do Twitter podem até crescer rápido, mas o verdadeiro ROI irá tomar tempo.

Cuidado com o CTRL+C e CTRL+V
Redes sociais são um meio distinto dos meios offline. Cuidado ao reutilizar suas campanhas offline em meios digitais

O consumidor é o rei. Aqui também!
Lembre-se: o objetivo é se relacionar e engajar seus consumidores. Tenha em mente as necessidades, desejos e expectativas deles.

Logotipos não criam relacionamentos
Não se esconda atrás do logo de sua empresa para sempre.

Leve um guarda chuva na bolsa. Pode chover…
Desenvolva e implemente um sólido plano de Governança de TI e internet. Estabeleça guidelines, embaixadores e limites.

Fonte: Exame

Inovação: Garoto de 13 anos cria forma mais eficaz de captação solar

Agosto 26, 2011 by  
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Um estudante americano de 13 anos conseguiu criar energia solar a partir da sequência de Fibonacci. Com o experimento, Aidan Dwyer ganhou uma patente provisória do governo dos EUA, além do interesse de diversas entidades em comercializar a inovação.

A sequência de Fibonacci se caracteriza pelo início no número 0 e, a cada número subsequente, faz-se a soma dos dois números anteriores. Por exemplo, 0-1-1-2-3-5-8-13-21… O que Aidan criou foi uma espécie de árvore em PVC em que as folhas e os galhos, na verdade, são pequenos painéis solares que respeitam esta sequência.

Aidan contou ao site Huffington Post que ficou fascinado quando percebeu, durante uma caminhada pelas montanhas de Catskills, nos EUA, que a organização das folhas e dos galhos nas ávores obedecia à Fibonacci. “Eu sabia que aqueles galhos e folhas coletavam a luz do sol para fotossíntese, então meu próximo experimento iria investigar se a sequência de Fibonacci ajudaria”, disse o estudante.

O resultado foi que, ao analisar a coleta de luz solar na árvore de Fibonacci e em um painel plano, a imitação da natureza se mostrou mais eficaz. Além disso, a árvore ocupa menos espaço físico que um painel plano e aumenta a coleta de luz solar durante o inverno.

Fonte: Terra

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