Inovação: Crowdsourcing oferece um novo caminho para a inovação

Maio 9, 2013 by  
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Se duas cabeças pensam melhor que uma, 45 mil cabeças são espetaculares? Essa é a promessa do crowdsourcing. As empresas podem encontrar novas ideias mais rapidamente e, por vezes, a um custo menor do que a inovação interna.

O risco de, ao tornar públicas as finalidades e os problemas de negócios, expor informações confidenciais e planos estratégicos está sempre presente, diz Anand Rao, diretor da PricewaterhouseCoopers.

Ainda assim, algumas empresas encontram no crowdsourcing uma ferramenta valiosa para encontrar respostas para as questões que envolvem análise de grandes quantidades de dados.

O poder da multidão
Para Pia Erkinheimo, Head de Crowdsourcing, equipe de inovação da Nokia, é preciso “ouvir à sabedoria ‘nas’ massas”, e democratizar a inovação. Não importa onde uma ideia tenha se originado, desde que seja boa. A companhia finlandesa possui dois projetos de destaque na área de crowdsourcing: o IdeasProject, uma comunidade online voltada para qualquer pessoa que queira desenvolver uma ideia a partir os meios oferecidos pela empresa, utilizando “a energia da multidão para o campo de testes”, e o App Campus, voltado para desenvolvedores, no qual a empresa, em parceria com a Microsoft, investe “18 milhões de euros no desenvolvimento de aplicativos móveis”, numa tentativa de se aproximar os desenvolvedores do público em geral.

A IBM, utiliza crowdsourcing para engajar as pessoas, a partir do que chama de “Jams”, eventos online que reúnem grupos específicos de pessoas para que elas discutam determinados tópicos. Oo maior deles reuniu 150 mil colaboradores da empresa em 104 países e 67 outras companhias, conta Irene Greif, diretora do Centro para Software Social e chefe do Grupo Colaborativo de Experiência do Usuário (CUE).

Irene explica que, dentro de uma política de redução de gastos, a IBM, na busca por inovação, descobriu que poderia fazer consultoria de produtos com as pessoas, ao gerar pequenos Jams. “Um projeto poderia ser dividido em pequenos pedaços para que as pessoas pudessem trabalhar sem sequer se conhecerem, e trazerem as melhores soluções para a companhia, fazer soluções mais inteligentes e melhores”, afirmou.

Na opinião do consultor Scott Anthony, tem que haver uma mudança de cultura: do “inventado aqui” para o “descoberto em outro lugar”. Ou seja, “as pessoas precisam perceber que é bom trazer algo de fora ou de outra pessoa”, observa Anthony.

“A ideia de que você quer resolver problemas por conta própria… não é assim que a inovação funciona. As empresas têm de mudar a cultura para evoluir.”

Algumas das variações de crowdsourcing
O conceito de crowdsourcing (trabalho coletivo remoto) envolve a terceirização via internet de tarefas, projetos e serviços para diferentes pessoas físicas, remunerando-as por tarefa executada mediante aprovação do cliente. Mas vai bem além. Como ferramenta, crowdsourcing pode ser aproveitado de várias maneiras, alerta Stephen Shapiro, um dos palestrantes da Crowdopolis 2013, conferência realizada esta semana em Nova York.

Muitos participantes ficaram surpresos ao saber que a NASA tem superado uma ampla gama de desafios por meio de concursos de crowdsourcing concursos. Em um deles, a tarefa era encontrar a posição ideal para um satélite em órbita. Em outro, encontrar um novo material para embalagens de alimentos.

Pergunte para uma multidão para ver se ela tem uma solução. Na GE, concursos também incentivam talentos de fora da companhia a competirem para produzir os melhores respostas às grandes questões.

Desde 2010 a GE está envolvida em projetos de crowdsourcing. O primeiro projeto, chamado Ecomagination, realizado pela Brightidea, foi lançado em julho de 2010 e tinha como objetivo o investimento de US$ 200 milhões em projetos ambientais criados pela sociedade. Por meio de um site e com apoio das redes sociais e de um comitê de especialistas – responsável pela seleção das melhores ideias – cerca de quatro mil ideias foram enviadas para a GE e 70 mil comentários foram feitos pelos também 70 mil usuários registrados.

No fim de 2012 o portfólio Ecomagination incluia mais de 140 produtos e soluções e havia gerado mais de 105,000 milhões dólares em receita. Só em 2011, a GE gerou US $ 21 bilhões em receitas de produtos e serviços Ecomagination e investiu mais de US $ 2 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, como parte de seu compromisso de investir US $ 10 bilhões em P&D entre 2010 e 2015. Do ponto de vista da GE, o Ecomagination é um grande sucesso, e a empresa continua enfatizando que o crescimento da receita do programa equivale a quase duas vezes a média empresa.

Na quarta-feira, a GE anunciou uma parceria com a Quirky, uma start-up nova-iorquina que é uma espécie de rede social para os inventores, ajudando a transformar ideias vagas em produtos comercializáveis, fabricá-los e distribuí-los por meio de lojas como Best Buy e Target. A GE está licenciando centenas de suas patentes para a comunidade da empresa e trabalhando diretamente para ajudar a identificar consumidor particularmente promissores a usar essas patentes. O número de patentes que a GE está disponibilizando crescerá muito nos próximos meses.

Quer criar uma propaganda para sua empresa, mas não quer contratar uma única agência de design? Por que não contratar o mundo? Empresas como a Doritos têm feito isso para os seus comerciais do Super Bowl com grande sucesso.

Precisa de um novo logotipo? Você não precisa contratar apenas uma pessoa a partir de uma agência. Pode usar a 99designs.com ou a logotournament.com para obter centenas de projetos pelo preço de um. Basta selecionar o logotipo que mais o agrada e pagar apenas para o designer que o criou.

A coleta de dados, segundo Stephen Shapiro, é uma área crescente de crowdsourcing. Em vez de enviar seus funcionários para inspecionar edifícios ou até mesmo prateleiras em supermercados, econtre alguém para fazê-lo. Por exemplo, quando alguém está em um supermercado, pode tirar uma foto do seu produto nas prateleiras e enviar para você. IA imagem lhe dará insights sobre os níveis de estoque e colocação de produtos, e o rastreamento por GPS lhe dará a localização sem a necessidade de marcação. Pense nisso como mais um dados relevante para sua análise de Big Data.

Atendimento ao cliente? Plataformas como CrowdEngineering.com permite que seus clientes mais qualificados forneçam ajuda para toda a sua base de clientes. Se seus clientes têm um problema técnico, em vez de falar com um empregado ele pode ser encaminhado para um desses fãs qualificada. Stephen Shapiro chama isso de um “Geek Squad” virtual ou “Genius Bar”.

Tente
Ma opinião de Scott Anthony, crowdsoucing junta o melhor de dois mundos: o poder de ser grande, com a agilidade de ser um empreendedor. Empresas como a Starbucks, Heineken , Unilever e outras grandes já descobriam isso.

No entanto, crowdsourcing, embora combine recursos e escala com novas ideias, não é necessariamente um bilhete para o sucesso. Também não ajuda a superar alguns dos obstáculos estruturais que se interpõem no caminho da inovação nas grandes corporações, tais como pressões para minimizar os riscos e a busca incessante do lucro incremental, como Wessel explica em artigo HBR.

Fonte: CIO

Inovação: Budweiser divulga copo com chip integrado ao Facebook

Maio 9, 2013 by  
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A marca de cerveja Budweiser lançou o copo “Büddy Cup”, que possui um chip integrado ao Facebook.

O objetivo é “facilitar” a forma das pessoas fazerem amigos enquanto estão em um bar, balada ou festa. Com o copo, os amigos são adicionados automaticamente na página do Facebook um do outro.

O conceito do produto foi criado pela agência Africa e a parte tecnológica foi desenvolvido pelo estúdio de inovação digital Bolha.

Como funciona As pessoas ganharão o copo durante os eventos da Budweiser e podem carregar o seu perfil doFacebook no chip. Quando um copo da empresa for encostado em outro, também com o chip, uma luz de confirmação se acende nos copos e automaticamente elas viram amigas na rede social.

Fonte: IDG

Inovação: 4 técnicas para fazer a equipe ter mais (e melhores) ideias

Maio 8, 2013 by  
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Criatividade e inovação têm sido dois pré-requisitos fundamentais para a sobrevivência de empresas no cenário atual. No entanto, nem todo o dia é dia de grandes ideias e inspirações.

Algumas técnicas podem ser alternativas rápidas, práticas e baratas para extrair o melhor da capacidade criativa das equipes. “São poucas organizações que usam de fato essas técnicas e isso ajuda a organizar a geração de ideias”, diz Valter Pieracciani, sócio director da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, especialista em inovação.

Professor do Innovation Belt – curso para certificação na área de gestão da inovação-, Pieracciani conta quais são quatro técnicas que ele ensina aos seus alunos para desenvolver o potencial criativo de suas equipes.

1 Seis chapéus

Uma das práticas que mais impressiona os alunos do Ibelt é a técnica dos “Seis chapéus”. “Os gestores gostam muito dessa prática especialmente pela eficácia dela nas quatro direções da inovação [produtos, processo, gestão e inovação do modelo de negócios]”, diz Pieracciani.

Criada por Edward de Bono, a técnica ajuda a desenvolver o chamado “pensamento paralelo”. Todos os envolvidos no processo são convidados a vestir os seis chapéus da criatividade em uma sequência lógica.

Primeiramente, vestem o branco, que avalia os dados e fatos da solução que precisa ser criada. Na sequência, o vermelho serve para lembrar das circunstâncias emocionais que envolverão a criação.

O chapéu preto é convidado para lembrar dos pontos negativos e obstáculos que podem ser enfrentados durante o percurso. O pessimismo é sobreposto pela luminosidade do chapéu amarelo, que deve sinalizar as oportunidades e os indicativos de prosperidade.

Por fim, o verde aponta para as possibilidades de expansão das ideias originais e o azul indica o planejamento tático da operação. “Todos deverão vestir todos os chapéus para pensarem juntos de forma mais completa”, afirma.

2 World Café

O método World Café prevê diálogos colaborativos para compartilhamento do conhecimento e, assim, descobrir novas saídas para problemas da empresa.

Criada por Juanita Brown, a técnica preconiza uma espécie de “polinização cruzada”. Os funcionários são colocados em diversas mesas para debater temas relevantes para a empresa, como em um café.

De tempos em tempos, um dos componentes troca de mesa, de forma a compartilhar com os novos parceiros de café o que vinha sendo debatido pela sua mesa anterior. A cada nova rodada, o assunto ganha profundidade e abrangência.

3 Disney’s Storyboard

O storyboard de Walt Disney era o local em que todos os desenhos eram reunidos e reordenados, para criação de uma sequencia lógica bem sucedida. Dentro da empresa, ele terá exatamente a mesma função: tornar mais fácil o planejamento e edição do desenho animado – no caso, do produto final. “Essa é uma ferramenta clássica para criar espaços futuros”, afirma Pieracciani.

Sob o título de assunto, os envolvidos fixam lembretes com os problemas e questões a se resolver.

Em “propósito” vêm os motivos que levam a equipe a explorar o assunto e, por fim, sob o cabeçalho miscelânea estarão papeis com todas outras possíveis ideias que não se encaixam em nenhuma das duas categorias, mas são relevantes e devem ser lembradas.

Com ideias organizadas, a eficiência da estratégia é muito mais notável.

4 Mapa mental

O mapa mental talvez seja a mais simples das técnicas propostas pelo especialista. Mais conhecido por seu nome em inglês, o mindmap foi elaborado por Tony Buzan, autoridade mundial em aprendizagem e utilização da capacidade mental. Até hoje a ferramenta, que revolucionou sua época, funciona muito bem na organização de ideias.

A partir de um único centro, todas as ideias e informações relacionadas são espalhadas pela folha. A principal vantagem dos mapas mentais está na simplicidade de execução e aplicabilidade da estratégia – em qualquer aspecto, seja tarefa profissional, atividade pessoal ou de lazer, é possível irradiar ideias de um centro comum.

Fonte: Exame Abril

Marketing: Smartphones mais simples vão dominar o mercado em 2018

Maio 7, 2013 by  
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A bola da vez para o mercado de fabricantes de handsets é mesmo a categoria de smartphones de entrada, ou seja, de baixo custo (abaixo dos US$ 250).

Na previsão da ABI Research divulgada nesta segunda, 22, o abastecimento desses aparelhos deverá crescer de 259 milhões em 2013 para 788 milhões de unidades em 2018, quando representarão 46% do total do mercado. Os aparelhos de custo médio (até US$ 400) e alto (acima de US$ 400) deverão crescer de 635 milhões para 925 milhões no mesmo período

O estudo indica que esses smartphones de entrada são a chave para as operadoras aumentarem as receitas em dados, como já acontece no Brasil.

Ainda segundo a previsão, o crescimento no abastecimento do mercado será conduzido por devices com planos pré-pagos em mercados emergentes, migrando os consumidores que ainda não aderiram aos handsets inteligentes e ajudando a minimizar o impacto que o subsídio a smartphones traz na margem de lucro das empresas.

Ainda assim, os aparelhos de médio e alto custo continuarão a ser importantes para operadoras, diz a ABI, pois tendem a usar mais recursos das redes. A previsão é de que os smartphones premium se tornem “menos dependentes” da superioridade tecnológica, focando mais em valor e confiabilidade.

Fonte: Exame Brasil

Marketing: Como matar uma negociação no pós-vendas

Maio 7, 2013 by  
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Vamos imaginar a seguinte situação: você como um profissional em vendas está prospectando um cliente em potencial e é seu primeiro negócio com ele. Depois do negócio fechado seu cliente que é bem atendido pela área comercial precisa de detalhes de faturamento com o departamento administrativo da sua empresa, e é aí que você perde o cliente! Pois o cliente é mal atendido pela área administrativa, não recebe as informações necessárias ou não recebe a devida atenção.

Pronto! Todo um trabalho de venda está comprometido por um pós-venda mal feito.

É comum nas empresas de médio porte , que não possuem uma missão e visão bem definidas, um desencontro de interesses por parte dos departamentos das empresa, principalmente COMERCIAL X ADMINISTRATIVO. O comercial quer vender o produto, atender o cliente, resolver o problema dele. Já o administrativo, muitas vezes quer resolver seu problema, muitos profissionais alegam mexer só com o “papel” e que não tem a responsabilidade de dar atenção para os clientes.

Empresas com um perfil bem definido de atendimento ao cliente, pode muitas vezes fazer a diferença, entre fidelizar ou não este individuo. O foco no cliente é essencial para que empresa que estão se desenvolvendo no mercado se estabilizem e prosperem com equilíbrio.

Fonte: Administradores

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