Empreendedorismo: Intuição como caminho para o sucesso do empreendedor

Maio 27, 2012 by  
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Quanto vale a intuição para um empreendedor? Para Daniel Dalarossa, brasileiro pioneiro no Vale do Silício, ela vale mais do que planos de negócio e pesquisas de mercado. É um diferencial. E é por isso que o executivo pretende abrir um curso de empreendedorismo que tenha o estado intuitivo como um de seus pilares.

“A intuição não é só para privilegiados, ela pode ser treinada e desenvolvida”, explica Dalarossa, acrescentando que “há diversas técnicas para atingir um estado intuitivo, elevar a consciência até atingir a transmentalização”.

Embora seja o patinho feio das disciplinas voltadas para a formação de empreendedores, esquecida por grande parte dos cursos, a intuição é uma parte importante do processo. A própria história de Dalarossa mostra isso.

Para entender, é preciso voltar ao final dos anos 1980, quando ele e João Lima decidiram montar uma empresa de TI, a Cyclades. De 1988 a 2006, quando foi vendido, o projeto conseguiu ultrapassar as barreiras e se estabelecer no Vale do Silício. Dalarossa resume sua trajetória como “uma história de luta, de desprendimento e de conquistas”, mas principalmente de motivação. “Eu atribuo todo o sucesso à motivação”, diz.

Mas o que é a intuição? De acordo com a coach e diretora da Pro-Fit, Eliana Dutra, intuição, da forma como tem sido estudada pela neurociência, é um conhecimento que se tem e passa tão rápido pelo cérebro que não se consegue explicar. Segundo Eliana, todos têm intuição.

A coach dá o exemplo de um chefe de bombeiros que, em meio à atuação durante um incêndio, fez todo o time sair de dentro de um prédio, apesar dos protestos de que o trabalho estava quase terminado. Minutos depois, o prédio explodiu.

O chefe estava com uma câmera no capacete e depois de rever os seus passos, percebeu que ele tinha visto uma fumaça alaranjada. Ele lembrou dos primeiros treinamentos, quando seu professor disse que o tom alaranjado significava perigo de explosão.

“Ou seja, o conhecimento estava no inconsciente e passou tão rápido pela mente dele, que ele não conseguiu justificar. Isso é a intuição”, explica Eliana.Para ela, treinar isso é ficar aberto àquilo que aparentemente não tem explicação.

Partindo da ideia de que a intuição é algo que pode ser treinado, ela também é algo que merece ser parte de um curso para empreendedores. A Zymi, empresa de Daniel Dalarossa, foi criada com esse intento, oferecendo cursos com três diferenciais.

O primeiro é ser feito por pessoas que passaram pela complicada tarefa de empreender e que conhecem as dificuldades (e também facilidades) do processo. Dalarossa pretende trazer mentores para participar dos cursos, sendo um deles Gilson Menezes, que foi colaborador da Cyclades.

O segundo é o estado intuitivo, considerado muito importante pelo executivo. “Aquilo que te incendeia, incendeia o time. É bem mais importante do que ser um grande tecnólogo, marketeiro ou vendedor”, diz Dalarossa.

E o terceiro é a causa social. Ou seja, 100% das receitas obtidas com os cursos serão revertidas para o Instituto Cuore, outra iniciativa de Dalarossa, voltada para o desenvolvimento da autoestima de “crianças em situação de vulnerabilidade social”. De acordo com o líder da Zymi, essa característica é informada aos empreendedores antes da matrícula nos cursos.

Fonte: Information Week

Inovação: 10 ideias de negócios brilhantes, segundo a Entrepreneur

Maio 27, 2012 by  
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A revista Entrepreneur divulgou hoje sua lista anual de ideias mais brilhantes no mundo dos negócios. Separadas por 10 categorias, a revista faz um balanço de quais são as indústrias mais aquecidas e as inovações que podem inspirar.

Segundo a lista, as startups selecionadas não são necessariamente as que mais lucram, mas as que apresentam mais potencial. A lista foi elaborada com a ajuda de investidores de fundos de venture capital e tem 100 empresas para se inspirar.

Veja a seguir as dez ideias de negócios mais brilhantes, segundo a Entrepreneur, nas categorias tecnologia, apps, alimentação, viagem, saúde, ‘geek chic’, invenção, varejo, mídias sociais e arte.

1. Tecnologia: Syyn Labs

A Syyn Labs é uma agência de marketing diferente. Eles fazem espetáculos supercriativos e quase impossíveis. A empresa, que era um projeto paralelo dos sócios, ganhou notoriedade depois de produzir o clipe This Too Shall Pass, da banda Ok Go.

2. Apps: Geoloqi

O Geoloqi é um aplicativo de geolocalização que permite dividir a localização dos usuários nas redes sociais e pode servir em ações de grandes empresas. A empresa recebeu um investimento de 350 mil dólares no ano passado.

3. Alimentação: The Melt

A The Melt, segundo a Entrepreneur, estaria mudando a cena dos restaurantes de casual food usando a tecnologia. Os clientes que escolhem fazer o pagamento antecipado pela internet, por exemplo, recebem um QR code que permite pular a fila e fazer o pedido direto em um caixa especial.

4. Viagem: zozi

A empresa de viagens zozi promove aventuras para se fazer “uma vez na vida”, como dizem. São viagens e passeios, comprados online, guiados por experts no assunto. A startup recebeu investimentos de 11 milhões de dólares.

5. Saúde: Tonic Health

A Tonic Health encontrou uma forma das pessoas darem informações bastante úteis aos planos de saúde. Formulários feitos como joguinhos para serem preenchidos no iPad ou online fazem as pessoas se interessarem em preencher as informações.

6. ‘Geek chic’: SmarterComics

A SmarterComics transformou os livros de administração e negócios em histórias em quadrinho. Entre os títulos que já foram refeitos neste formato estão “A Cauda Longa”, de Chris Anderson, “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu, e “O Príncipe”, de Maquiavel.

7. Invenção: Orbotix

A Orbotix transforma os smartphones em controle remoto para brinquedos. Seu primeiro lançamento foi a Sphero, uma bolinha que pode ser jogada, rodada e controlado pelo celular.

8. Varejo: BeachMint

A BeachMint foi fundada em 2010 pelo empreendedor em série Diego Berdakin e um dos fundadores e CEO do Myspace Josh Berman. O site dá recomendações personalizadas aos clientes que buscam roupas, produtos de beleza ou joias, com base nas indicações e criações de celebridades como Kate Bosworth, Rachel Bilson e Jessica Simpson.

9. Mídias sociais: RockMelt

RockMelt foi criado por dois ex-funcionários da HP e leva para dentro do navegador dos usuários todas as informações que ele recebe das redes sociais. Assim, não é preciso ter várias abas abertas e é possível acompanhar as atualizações por uma barra lateral.

10. Arte: SoundHound

A SoundHound é um serviço de reconhecimento de sons que dá aquela forcinha para lembrar o título de uma música. O aplicativo precisa apenas que a pessoa cante ou cantarole a música para ele buscar o nome da canção.

Fonte: Exame

Inovação: Cinco tecnologias que vão revolucionar os negócios

Maio 26, 2012 by  
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Com o crescimento rápidos dos dispositivos móveis, que permitem que as pessoas acessem informações em qualquer lugar, os CIOs terão de se apressar para entregar às áreas de negócios ferramentas online para marketing de produtos e interação com seus consumidores plugados. O recado foi dado por Ray Velez, Chief Technology Officer (CTO) global, da Razorfish, agência digital norte-americana, durante a IT Leaders Conference 2012, que abriu nesta quarta-feira (23/05) em Arraial D’Ajuda, na Bahia.

Ao falar para uma platéia que reúne 100 CIOs de diversos segmentos da economia, Velez observou que os sistemas computacionais estão crescendo mais rápido que a sociedade. Ele deu o exemplo do aumento exponencial do iPad em tão pouco tempo: do sistema operacional Android, que atualmente é  mais usado em dispositivos móveis; e do console XBox da Microsoft, que foi um dos devices mais vendidos nos últimos dois anos.

José Martinez, CEO da Razorfish para a América Latina, acrescenta que no atual cenário cada produto e serviço ganhará uma componente digital. Porém, as empresas precisam entender os novos conceitos de marketing online e compreender como funcionam os canais online.

“Tecnologia é fundamental para ter êxito no mundo moderno”, afirma Martinez. Ele observa que atualmente marketing e tecnologia estão se juntando dentro das companhias para oferecer a melhor experiência aos clientes.

Para ajudar as companhias nessa caminhada, Velez apresentou o estudo “The Razorfish 5”, conduzido pela Razorfish que mostra cinco tecnologias que irão transformar negócios nos próximos cinco anos. Veja a seguir quais são:

1- Near-Field Communications (NFC)

Os chips baseados nessa tecnologia de comunicação estarão presentes em pouco tempo na maioria dos dispositivos móveis, permitindo que os consumidores paguem contas pelo celular e acessem inúmeras aplicações.

Velez citou por exemplo a BMW, que implantou NFC em seus carros para que os motoristas controlem em seu smartphone informações como abastecimento de combustível e problemas mecânicos do automóvel. Segundo Velez, o NFC é a evolução do RFID e o “wave” (ato de agitar o celular na frente de uma máquina ou serviço para ativar o NFC) é o novo click. Para Velez, os celulares como meio de pagamento para tudo estão no ápice das mudanças corporativas.

2- Interfaces revolucionárias

Depois que a Apple popularizou no mercado a tecnologia sensível ao toque, houve uma revolução no mundo das interfaces e  o iPad está para tornar-se a quarta maior categoria de eletrônica de consumo do mundo A indústria apresentará outras formas de o consumidor interagir com as telas e poder acessar diversos serviços. O CTO da Razorfish destaca que as telas podem melhorar a experiências dos clientes das empresas.

3- Serviços digitais abertos
A Best Buy, varejista norte-americana de produtos de informática, já oferece catálogos digitais com APIs (interface de aplicações abertas). O Facebook também seguiu esse caminho e ganhou mais seguidores depois que passou a compartilhar suas aplicações. Uma API aberta, diz Velez, funciona como um baralho de cartas que, por conta de ser aberto, pode ser usado para diferentes jogos com o mesmo deck, bastando para isso mudar as regras de uso das cartas.

4- Big Data
Com o crescimento do volume de dados dentro das companhias, as empresas terão de buscar ferramentas para gerenciar e peneirar suas montanhas de informações. Revez conta que companhias como Amazon, Google e Yahoo fazem a gestão de suas grandes bases de dados com grande velocidade porque se apóiam em tecnologias robustas de Big Data. Ele mencionou a tecnologia Hadoop, de código aberto, usada pelo Yahoo.

5- Cloud computing
A contratação de serviços na nuvem vai permitir que as companhias façam coisas mais rapidamente. Ele dá o exemplo dos serviços de gerenciamento de e-mail, hoje oferecido por provedores como a Amazon.

O executivo constata que muitos CIOs têm resistência a esse modelo por causa da segurança. “É um grande desafio a migração do modelo tradicional para a web”, reconhece.

Fonte: Computerworld

Inovação: Como inovar mais na pequena empresa?

Maio 26, 2012 by  
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Pequenas empresas devem ter uma área de inovação?
Respondido por Guto Grieco, especialista em inovação

O ambiente das pequenas empresas já é mais propício para a inovação. O que alguns chamam de limitações são justamente aspectos que facilitam a inovação. Por exemplo, o fato de alguns funcionários acumularem funções e a limitação dos recursos financeiros.

A sobreposição de funções facilita o trânsito dos projetos de inovação. As equipes são naturalmente multifuncionais e a interação entre as áreas ocorre mais facilmente se comparada com as grandes empresas.

Inovar com menos recursos financeiros não é fácil, todavia, quando a inovação emerge nesse cenário geralmente é muito relevante.

As empresas crescem, se estruturam e, algumas vezes, acabam perdendo um pouco do vigor inovador das pequenas empresas. A partir de então, grandes empresas perseguem novamente algumas características das pequenas empresas para se tornarem mais inovadoras.

Sendo assim, por que não aproveitar as características inerentes às pequenas empresas e focar os esforços em projetos de inovação? É aí que as pequenas empresas geralmente se saem melhor do que as grandes!

Fonte: Exame

Inovação: Invenção transforma qualquer superfície em um joystick

Maio 26, 2012 by  
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O MaKey MaKey é um circuito que permite que qualquer objeto ou superfície interaja com um software por meio de estímulos elétricos.

Assim, os objetos – e até frutas ou baldes d´água – se transformam em pads, conectados via plugs jacarezinhos, que transmitem sinais elétricos para um circuito central.

Dessa forma é possível criar joysticks, controladores, teclados etc. As aplicações do Makey Makey vão desde a arte, passam pela engenharia até chegar ao entretenimento, dependendo da criatividade do desenvolvedor.

O projeto foi publicado no site de crowdfunding Kickstarter com o objetivo de levantar 25 mil dólares. No total, 4.452 pessoas já doaram 204 mil dólares. Agora, os responsáveis pretendem fabricá-lo em larga escala para oferecer aos consumidores.

Fonte: Exame

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