Marketing: Dez factos sobre o Facebook que merecem um ‘partilhar’

Maio 22, 2012 by  
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O Facebook vai render aos actuais accionistas. Um deles é Bono Vox, que com a participação no Facebook passará a ser o músico mais rico do mundo.

1 – Facebook vale mais que ajuda a Portugal
Caso a empresa entre ao valor máximo previsto, o Facebook terá uma capitalização bolsista de 81,8 mil milhões de euros. Este valor é superior ao programa de assistência financeira da Comissão Europeia e do FMI para Portugal, que é de 78 mil milhões de euros, O valor de mercado do Facebook é equivalente a 44% da dívida directa do Estado português. A rede social vale quase duas vezes mais que as empresas do PSI 20.

2 – Zuckerberg consegue 3,7 mil milhões por ano
O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, completou esta semana 28 anos. Considerando o valor de mercado que a empresa atingirá caso entre em bolsa a 38 dólares por acção, Zuckerberg conseguiu criar 3,7 mil milhões de dólares ao ano desde que nasceu. Contabilizando o valor do Facebook desde a sua criação em 2004, foram conseguidos 13 mil milhões de dólares ao ano.

3 – ‘Top 25′ das empresas americanas
Caso o Facebook entre em bolsa a valer 104 mil milhões de dólares passará a figurar na lista das 25 empresas dos Estados Unidoscom maior capitalização bolsista, à frente de gigantes como a Amazon, o McDonald’s, a Cisco, oCitigroup e o Bank of America, por exemplo. Ainda assim valerá menos 4,8 vezes que a Apple, a cotada mais valiosa, e metade do rival Google.

4 – ‘The Hacker Way’
A filosofia da empresa é chamada de ‘hacker way’ no prospecto enviado à SEC. Segundo o documento, esta filosofia é uma contínua melhoria e interacção. Os ‘hackers’ acreditam que algo pode ser sempre melhor e que nada está completo. Apenas têm de resolver as coisas – mesmo quando confrontados com pessoas que dizem que isso é impossível ou estão satisfeitas com o ‘status quo”. Para implantar esta filosofia nos colaboradores, o Facebook coloca-os numa espécie de treino de recrutas nas primeiras semanas.

5 – Bono Vox será o músico mais rico do mundo
O vocalista dos U2 viu o seu investimento capitalizar. Bono Vox tem uma participação na empresa, através do fundo de ‘private equity’ Elevation Partners, que ficará avaliada em 1,35 mil milhões de euros caso as acções entrem a 38 dólares em bolsa. Em 2009 comprou essa posição por 90 milhões de dólares. Vai ultrapassar o ex-Beatle Paul McCartney como o músico mais rico do mundo.

6 – Resoluções de ano novo
Na sua página no Facebook, Mark Zuckerberg, costuma fazer resoluções de ano novo.Em 2009 prometeu usar gravata todos os dias do ano como sinal de como a empresa estava comprometida em provar que o projecto era sério numa altura de recessão. Em 2010 começou a aprender mandarim, apesar de reconhecer a sua dificuldade em aprender línguas estrangeiras. A página de Mark Zuckerberg no Facebook tem mais de 13 milhões de subscritores.

7 – O botão ‘like’
Bastou uma equipa de três pessoas (um gestor de produto, um designer e um engenheiro em ‘part-time’) para desenvolver o botão ‘like’, uma das imagens de marca do Facebook.Segundo um artigo publicado pela Fortune, intitulado ‘Inside Facebook’, este é um dos exemplos do modo de funcionamento da empresa. Equipas pequenas e pensamento rápido, uma das estratégias que também é seguida pela Apple. Além disso, Zuckerberg tende a supervisionar todas as operações dos engenheiros.

8 – Suecos esperançados no Facebook
Um dos fundos de pensões da Suécia vai investir fortemente no Facebook, segundo a imprensa do país. Esse fundo responde perante 2,7 milhões de suecos e pretende participar na Operação Pública de Venda. Além disso, uma sondagem feita junto de investidores suecos diz que 7% planeiam investir nas acções. Em Portugal, há algumas dezenas de interessados, segundo várias corretoras.

9 – Um sétimo da população mundial no Facebook
Com mais de 900 milhões de utilizadores, cerca de um sétimo da população mundial está na rede social. O próximo passo para aumentar este valor é conseguir entrar na China. A maior parte dos membros do Facebook são europeus: 242 milhões de utilizadores. Quase metade dos utilizadores de Internet na Europa estão registados no Facebook. Nos EUA esse valor é de 66%.

10 – ‘App’ mais popular para Android e iPhone
A aplicação do Facebook para ‘smartphones’ é a que tem mais ‘downloads’, segundo dados da consultora Nielsen. A seguir ao Facebook, as ‘apps’ com maior procura são as do Youtube, Android Market, Google Search e Gmail. No geral, os ‘downloads’ de aplicações para ‘smartphones’ aumentaram em 28% e os utilizadores também estão a passar cada vez mais tempo nessas aplicações.

Fonte: Económico

Empreendedorismo: Quem quer ser empresário?

Maio 22, 2012 by  
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Criar uma empresa, ser patrão de si próprio ou inovar num produto… eis uma receita para o combate ao desemprego, segundo o Governo.

 

Carlos Nuno Oliveira, 34 anos, chega cedo ao Ministério da Economia, no centro de Lisboa. A pé. Desde que tomou posse como secretário de Estado deixou a sua cidade, Braga, e instalou-se na capital.

Tutela três áreas descritas com outros tantos “palavrões”: Empreendedorismo, Competitividade e Inovação. Encontramo-lo no início de uma semana intensa, em que andará pelo País em visita a empresas inovadoras, ao mesmo tempo que explica o que é o programa +E+I (mais empreendedorismo e mais inovação).

O pontapé de saída foi dado pelo primeiro-ministro, no final da semana passada, com a tomada de posse do Conselho Nacional para o Empreendedorismo e a Inovação. O evento ficaria marcado pelas declarações de Pedro Passos Coelho, quando apontou o desemprego como sendo uma oportunidade, o que provocou ondas de choque na oposição.

O emprego será um importante indicador, na futura avaliação do programa +E+I, que até agora já disponibilizou 300 milhões de euros e recebeu mais de 4 mil candidaturas. Até porque todo o investimento que o País fez nos últimos anos em investigação e desenvolvimento “não teve a devida correspondência em termos de impacto económico e de criação de emprego”, refere o secretário de Estado.

FÉ NAS EMPRESASCarlos Oliveira é licenciado em Engenharia de Sistemas e Informática pela Universidade do Minho. Em 2000, fundou, juntamente com três sócios, a MobiComp, uma empresa de aplicações para smartphones e telemóveis, com um investimento inicial de 5 mil euros.

A empresa não só vingou como se tornou um caso de sucesso. Em 2008, a Microsoft comprou-a. Carlos Oliveira ficou a chefiar o centro de investigação e desenvolvimento de mobilidade, em Braga, daquela multinacional. Depois disso, fez uma pausa, viveu um “período sabático”. Foi nessa altura que surgiu o convite para fazer parte do Governo, desafio que aceitou porque estava na hora de “deixar de ser treinador de bancada”.

“Não são as start up [empresas em início de vida] que vão resolver, a curto prazo, o problema do desemprego. Mas são as que criam emprego. E quando se olha para o empreendedorismo no sentido lato, uma das soluções passa por aqui”, afirma o secretário de Estado que, na segunda-feira de manhã, ouviu, numa sessão no IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Média Empresas e à Inovação), alguns empreendedores a queixarem-se da pouca divulgação que têm os programas estatais de apoio dos dinheiros do Compete (Programa Operacional Fatores de Competitividade) ao capital de risco público, passando pelas linhas de crédito do IEFP Instituto do Emprego e da Formação Profissional.

Serão estas apenas umas gotas de água no meio de um oceano de mais de 800 mil desempregados? “São medidas importantes, mas não resolvem o problema todo. O País precisa, no entanto, que as empresas sejam financiadas. São elas que nos vão tirar desta crise”, acredita Carlos Nuno Oliveira.

Os números do Governo

  • 300 milhões de euros

Montante do programa +E+I para o incentivo à inovação

  • 4 015

Total de candidaturas recebidas

  • 39,5 milhões de euros

Destinados a projetos individuais

  • 25,7 milhões de euros

Quantia a investir no empreendedorismo qualificado

  • 180 milhões de euros

Reservados para a inovação produtiva (novos bens, serviços ou processos tecnológicos)

Fonte: Visão

Inovação: Steve Jobs queria construir um iCar

Maio 22, 2012 by  
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O criador do iPhone e do iPad, Steve Jobs, tinha entre os seus projetos o desenvolvimento do iCar, um ambicioso automóvel fiel ao design da Apple.

A notícia foi confirmada por Mickey Drexler, membro do conselho de administração da empresa, e publicada hoje na página eletrónica especializada em tecnologia CNET.

Mickey Drexler proferiu estas declarações no âmbito das conferências “Innovation Uncensored”, organizadas em Nova Iorque, pela empresa “Fast Company”, que distribuiu um vídeo com momentos destacados da intervenção do executivo da Apple.

“Olha para a indústria automóvel, é uma tragédia nos Estados Unidos. Quem desenha os carros?”, perguntou Drexler à audiência antes de garantir que “o sonho de Steve [Jobs] antes de morrer era desenhar um iCar”.

O responsável da Apple, ressalvou, contudo, que o fundador da Apple não teve tempo para desenvolver esse projeto que, a seu ver, a ter-se tornado realidade teria ocupado “provavelmente 50 por cento do mercado”.

Steve Jobs morreu em outubro do ano passado.

Fonte: Dinheiro Vivo

Inovação: Estudo científico afirma que “é possível um mundo sem guerras”

Maio 21, 2012 by  
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Seria possível criar um sistema global de paz para abolir a guerra do planeta? Sim, de acordo com americano Douglas Fry, professor de antropologia da Universidade Åbo Akademi, na Finlândia. O pesquisador é um dos que concordam com a ideia de que o ser humano não foi feito para guerrear.

Em um artigo publicado nesta sexta-feira na revista Science, Fry argumenta que basta seguir o exemplo de três sociedades plurais que nunca recorreram à guerra para resolver seus problemas internos. Para Fry, um dos fatores essenciais para um planeta pacífico é a construção de uma identidade abrangente, independente da nação. Isso já ocorre em menor escala com as 10 tribos que vivem na bacia norte do Rio Xingu, na Amazônia, com os índios norte-americanos da Confederação Iroquois e com a União Europeia.

A partir delas, seria possível destacar sete indicadores (como identidade social e governança abrangentes, interdependência e valores para a paz) que poderiam guiar políticas públicas para a criação de um sistema que garanta a paz no mundo.

As três sociedades agrupam populações distintas com costumes e línguas diferentes. Apesar de essa organização promover uma mentalidade ‘nós-contra-eles’, o que facilita a hostilidade contra grupos externos, ela mantém a paz entre as nações-membro.

Sem utopia — “Esses exemplos não são utopia, eles representam agrupamentos do mundo real de sociedades distintas que vivem juntas sem recorrer à guerra e em um sistema de paz”, escreve o antropólogo. Fry sugere a construção de uma mentalidade ‘nós’ (Terra) contra ‘eles’ (qualquer coisa fora dela), para a manutenção da paz mundial.

Para esclarecer a criação de um sistema de paz mundial, o autor cita o 33º presidente dos Estados Unidos, Harry Truman. “Quando dois estados americanos disputam um recurso natural, eles não recorrem às suas polícias estaduais, mas à Suprema Corte do país”, escreveu. “Não existe uma única razão para que isso não seja feito em nível internacional.”

A conclusão do antropólogo flerta com alguns conceitos que normalmente são reforçados em discursos religiosos, e que agora ganham espaço nas páginas de uma revista científica. “Construir um sistema de paz para o planeta inteiro envolveria o entendimento de que a resolução dos desafios requer cooperação e um nível de identidade que inclui todos os seres humanos além do mero patriotismo.”

Fonte: Exame Brasil

Inovação: Angola suporta crescimento das exportações portuguesas

Maio 21, 2012 by  
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Luanda foi o mercado que mais contribuiu para a crescimento das exportações de Portugal em 2011. As vendas aumentaram 22% e o início deste ano está a ser ainda melhor.O mercado angolano foi o que mais contribuiu para o crescimento das exportações portuguesas em 2011. E este ano deverá continuar a ganhar peso nas vendas ao exterior de Portugal, segundo dados divulgados, esta semana, pelo Banco de Portugal (BdP).

As exportações são actualmente o único ‘motor’ de crescimento de Portugal. O consumo privado e o investimento público e empresarial griparam com a intervenção externa da troika, há um ano, e com os efeitos da crise da dívida soberana na Zona Euro.

A austeridade introduzida para equilibrar as contas do Estado e cumprir as metas orçamentais acordadas com os credores externos fez a economia contrair 1,6% em 2011 e cerca de 3% este ano. As vendas ao exterior tornaram-se ao longo da actual crise a única ‘bóia de salvação’ do governo de Lisboa, e Angola um dos principais destinos de diversificação das empresas portuguesas.

De acordo com o relatório anual do BdP, publicado esta semana, Angola foi o país cujo contributo mais subiu para o crescimento das exportações portuguesas no ano passado, superando em larga escala a França e a Alemanha.

Líder fora da UE

Angola tornou-se no ano passado o quarto maior mercado externo para a economia portuguesa, e o maior entre os seus parceiros fora da União Europeia, sendo destino de 5,5% das vendas totais ao exterior.

Depois de uma queda de 14,6% em 2010, fruto dos efeitos da crise em Angola de 2009, as exportações lusas para o mercado angolano dispararam 22% em 2011, superando a média total (15,2%). Entre os produtos mais vendidos encontram-se bebidas, tabaco, produtos agroalimentares, máquinas e material de transporte.

A procura de novos mercados é assinalada pelo BdP, no relatório, e a rapidez com que as empresas portuguesas têm feito esse caminho chegou a surpreender a troika, grupo que assiste financeiramente Portugal – constituído pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu.

Entre 2009 e 2011, o peso do mercado extra-UE nas exportações portuguesas passou de 24,6% para 26%, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística. Durante a primeira década da moeda única europeia, os mercados de aposta dos países de região foi precisamente o comércio intra-comunitário, uma tendência que a actual crise da dívida soberana está a mudar. Portugal, por exemplo, exporta ainda hoje quase 60% para os 17 membros do euro.

Este ano, o peso de Angola nas exportações lusas deverá manter a trajectória ascendente. Até Fevereiro, as vendas para Luanda subiram 28,9% (de 304 para 392 milhões de euros), em termos nominais, superando em quase três vezes o ritmo de crescimento total das exportações neste período (13,3%). Em Janeiro e Fevereiro, as entregas a Angola representaram 5,4% das vendas externas totais de Portugal, mais 0,7 pontos percentuais que no período homólogo de 2011. Espanha, Alemanha e França, os três principais mercados no exterior para Portugal, viram o seu peso diminuir no início deste ano, um sinal da contracção da procura destes países devido à crise do euro.

Dinamismo no início do ano

Nos primeiros meses deste ano, foram mais uma vez os produtos agroalimentares, máquinas, químicos, material de transporte e vestuário, os artigos que mais procura tiveram por parte dos clientes angolanos.

Portugal continua a ser o cliente destacado nas importações de Angola e tem aumentado o seu peso relativo nas contas de Luanda. De acordo com dados do Banco Nacional de Angola, o peso de Lisboa nas importações totais angolanas subiu de 12% para 17% entre 2006 e 2011. O Brasil, o segundo maior cliente, tem hoje uma fatia de apenas 8%.

Fonte: Jornal Sol

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