Inovação: Aprendizado e Inovação

Maio 17, 2012 by  
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As práticas permanentes do aprendizado e da inovação são características do ser humano, ou seja, desde o princípio de sua história, ele sempre foi um inovador, criou o fogo, a roda, a máquina a vapor, o computador e, mais recentemente, as redes sociais, assim como das sociedades mais competitivas.

Contudo, a ansiedade de suplantar o gap tecnológico nos faz perder consistência no processo do aprendizado. É certo que diversas sociedades, como a brasileira, têm entre suas características a objetividade, o que permite antecipar soluções e resolver problemas pontuais.

Mas essa competência pode tornar-se negativa quando questões mais complexas carecem de uma reflexão mais aprofundada, que deveria ser realizada por um grande número de atores. A motivação para o “fazer” não deveria, como costuma acontecer, ser maior do que o estímulo para o “refletir”.

Outro aspecto a ser destacado no que se refere ao aprendizado e a inovação é o compartilhamento de informações. O trabalho colaborativo tem sido cada vez mais aplicado, tanto entre áreas ou unidades de uma mesma organização, por meio de parcerias com fornecedores, concorrentes, instituições de pesquisa e desenvolvimento etc, assim como aplicada as práticas do open innovation e da cocriação. Atualmente, podemos afirmar que um número cada vez maior de empresários sabe que a cumplicidade de toda a cadeia de valor é que faz um novo negócio ter sustentabilidade.

Um ponto que merece nossa atenção e reflexão é o perigo da cultura da “cópia”, ou seja, simplesmente copiar o que outras organizações ou países mais desenvolvidos e competitivos fazem, sem que haja minimamente um processo de “adaptação” à realidade e cultura local. Isso é aplicável não somente a produtos e serviços, mas também aos processos gerenciais e respectivas metodologias ou modelos de referência à gestão.

Cabe destacar, ainda, que uma sociedade se desenvolve por meio de um processo de aprendizagem, que se viabiliza com educação, sistematização de seus processos e inovação. Nesse sentido, o envolvimento de todos os seus atores é fundamental para a competitividade sistêmica e sustentável de um país.

Fonte: Exame Brasil

Marketing: Moda é o setor que mais interage nas ações digitais, diz pesquisa

Maio 17, 2012 by  
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O setor de moda é o que mais interage nas ações digitais, com um índice de 25,5%, seguido pelo de eletrônicos, com 14,3%, e comunicação, com 11,3%. Os dados são de uma pesquisa da ZipCode a partir de uma análise de campanhas de prospecção que utilizam a ferramenta para contato com o target.

O segmento que mais ganhou destaque na visualização por cliques foi o de ensino, com 12%, seguido pelo de e-commerce (7%), moda (6,4%) e telefonia (3,8%).

Já na parte de taxa de interação por cliques, as marcas de moda tiveram o maior resultado com 21,44%, seguidas pelas instituições de ensino (21,1%), e-commerce (15,2%) e turismo com (9,7%).

Fonte: Mundo do Marketing

Inovação: Storytelling, uma inovação para chamar de sua?

Maio 16, 2012 by  
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Nos últimos cinco anos, palavras como ‘storytelling’ e ‘transmedia’ têm pipocado cada vez mais na mídia internacional, nos comitês executivos, nos briefing corporativos, nos argumentos de vendas… e diz que tudo começou pelos relatórios de tendências. Será? O storytelling em si certamente não é novidade. Contamos história desde a época pré-histórica. Antes mesmo de inventar a escrita ou outra forma de registro, inventamos as histórias. Inclusive, inventamos as histórias para não termos que reinventar a roda.

Afinal, o objetivo inicial do storytelling era de perpetuar descobertas e permitir que o conhecimento se acumulasse ao longo do tempo. Tanto que hoje temos a cerveja graças a uma antiga história dos sumérios. Pois é. No próximo happy hour erga a taça e proponha um brinde a eles. Se não fosse a história de dois deuses preparando uma festa de aniversário para o pai, certamente essa receita teria se perdido. Mas se storytelling não é novidade, por que tanto buzz?

Depois que o bug do milênio se provou falso, Hollywood mostrou mais uma vez que poderia fazer um anúncio de noventa minutos e que ainda assim pudesse vir a se tornar um clássico. Estou falando do funcionário da FedEx que passa quatro anos ilhado com uma bola de vôlei Wilson. Mas muitas décadas antes a própria indústria do cinema já tinha transformado a joalheria Tiffany como símbolo de elegância máxima e objeto de desejo de vida de uma Bonequinha de Luxo. Isso quer dizer que contar boas histórias para vender produtos e posicionar marcas também não é algo exclusivo dos últimos anos.

Então por que tanto tem se falado de storytelling desde as salas de aula das mais renomadas Universidades até os mais consagrados festivais de publicidade? Aí é que está: de certa forma ninguém sabe ao certo. Só se sabe que em tempos de excesso de informação, as mais intrigantes ganham sobre as entediantes. E isso é o que o storytelling sempre fez: ensinar ao entreter. O que precisamos aprender é como dominar esse processo sob a ótica empresarial. Os autores sabem contar suas próprias histórias, os publicitários sabem contar situações de marca… mas quem é que sabe juntar as duas coisas? Certamente um inovador.

Fonte: Mundo do Marketing

Empreendedorismo: 5 dicas para conseguir vender o seu

Maio 16, 2012 by  
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“A maior parte das vezes há ideias que até são boas mas que não têm qualquer tipo de sustentação por trás. É um problema a montante do plano de negócios. Se calhar é um conjunto de coisas: ambição. Um investidor não espera que o projeto esteja completo e perfeito, mas espera ter uma ideia de retorno”, esclarece Ricardo Luz, vice-presidente da FNABA e presidente da Invicta Angels.

Por isso, é essencial que os empresários estejam motivados e sejam ambiciosos com o que querem para as suas empresas. “A maior parte de projetos não têm ambição: são normalmente projetos de auto-emprego. E se assim for, os projetos nunca vão ter força para convencerem os investidores.”

Ricardo Luz recebe centenas de projetos por ano e defende que deve perder-se o erro de arriscar, esquecer a cultura do “pecado do falhanço” através da promoção do insucesso “como parte da experiência.” O especialista dá cinco dicas para bem vender o seu projeto.

Seja sério: tenha paciência e resiliência face aos problemas e aos obstáculos do dia-a-dia. O sucesso atinge-se com muita paciência e raramente, rapidamente.

Crie um produto com valor: o empresário não pode achar que, só porque o projeto é seu, tem valor apenas por isso. “Tenho que perceber a verdadeira necessidade do mercado e de que forma estou a promover isso”, explica.

 – Seja resiliente: acredite e lute pelos objetivos da empresa, demonstre a motivação a potenciais investidores.

– Estruture: a oferta, o mercado, o serviço. É preciso que defina todos os pontos essenciais que fazem parte das caraterísticas do seu negócio. Apresente-as detalhadamente e de forma direta.

– Trabalhe: o sucesso define-se também pela grande capacidade de trabalho e pela disponibilidade de aprendizagem. Esteja preparado para não parar de aprender, de maneira a vencer os obstáculos.

Fonte: Dinheiro Vivo

Inovação: Foxconn se prepara para fabricar o iTV, o televisor de Steve Jobs

Maio 16, 2012 by  
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Entrevista ao noticiário China Daily, Terry Gou, principal executivo da Foxconn, diz que a empresa já se prepara para fabricar o esperado televisor da Apple. Entre os preparativos está uma joint venture com a japonesa Sharp, uma fabricante importante de telas de cristal líquido.

O televisor da Apple, que vem sendo chamado informalmente de iTV, é assunto de rumores há anos. A primeira informação “oficial” sobre esse produto foi dada pelo próprio Steve Jobs. Antes de morrer, no ano passado, o fundador da Apple contou a seu biógrafo Walter Isaacson que vinha trabalhando no desenvolvimento de um televisor, e deu a entender que o projeto estava quase pronto.

Vários analistas de mercado, citando fontes das empresas que fornecem componentes eletrônicos para a Apple, têm afirmado que o projeto está em andamento. A declaração de Gou, porém, é a primeira feita por um alto executivo confirmando isso. Ele não deu nenhuma informação sobre quando começaria a produção do aparelho. Mas deixou claro que a Foxconn vê como certo que ele será fabricado.

Steve Jobs disse a Isaacson que queria simplificar o televisor, tornando-o mais amigável. Queria reduzir a confusão de cabos e controles remotos que normalmente circunda o aparelho. Na prática, o que se espera é que o televisor da Apple traga o assistente de voz Siri, já usado no iPhone 4S. Isso vai permitir que o usuário diga, por exemplo, “Discovery Channel” para ir ao canal correspondente.

Também se espera que o iTV conte com uma câmera embutida para videoconferência e que tenha acesso à loja online iTunes, da Apple. O usuário poderia comprar tanto apps para o televisor como filmes e músicas. Em resumo, a Apple pode deve para a tela do televisor o mesmo ecossistema que já existe em torno do iPhone e do iPad. A empresa não fala sobre produtos futuros. Assim, resta esperar para saber o que há de verdade nisso.

Fonte: Exame

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