Marketing: Jovem consegue emprego nos EUA após colocar anúncio em outdoor
Maio 15, 2012 by Inovação & Marketing
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Como você faria para conseguir trabalho se estivesse desempregado? Pois o americano Bennett Olson, de 23 anos, resolveu colocar o pedido de emprego em um outdoor. A estratégia funcionou. Olson chamou a atenção e foi contratado para trabalhar no departamento de marketing de uma empresa.
No imenso cartaz colocado na cidade de Rosemount, no estado de Minnesota, via-se sua foto, o endereço de seu site e letras imensas com a frase “Contrate-me”. Para expor sua mensagem lá no alto por 24 horas, Olson teve que pagar US$ 300. Talvez tenham sido os US$ 300 mais bem gastos pelo americano.
A atitude um tanto desesperada veio depois de Olson perder seu emprego em um cassino e encontrar dificuldades para conseguir uma outra colocação. Tudo mudou quando o americano teve a ideia de ser mais ousado e chamar atenção para si. Uma empresa da área de marketing gostou da criatividade e do espírito empreendedor e convidou Olson para conversar.
Depois de passar por algumas entrevistas, o americano foi finalmente contratado pela companhia Laser Design & GKS Services, uma empresa de scanners.
Com sua estratégia, Olson chegou até aos canais de notícia. Tanta atenção acabou rendendo diversas ofertas de emprego, muitas falsas, é verdade, contou o americano a CBS. Na GKS, Olson irá trabalhar com marketing e vendas, criando campanhas para rede sociais e vídeos.
Fonte: Época Negócios
Marketing: Como a Samsung se tornou número um nos telemóveis
Maio 15, 2012 by Inovação & Marketing
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Em junho de 2010, a Samsung tinha menos de 5% de quota no mercado de smartphones. No ano anterior, nem sequer aparecia na tabelas de maiores fabricantes: estava na categoria “outros”, que junta todas as marcas com quotas de mercado insignificantes.
Um ano e meio depois, a fabricante sul-coreana é número um no mercado mundial: vendeu 44,5 milhões de smartphones no primeiro trimestre, deixando a Apple e o iPhone 4S a comer póno segundo lugar.
Mais impressionante ainda foi ter ocupado a liderança mundial do mercado global de telemóveis, depois de vender 93,5 milhões de unidades (entre aparelhos mais simples e smartphones). A posição pertencia à Nokia há 16 anos. No início de 2010, a Nokia vendia mais telemóveis que a Samsung, a LG e a Sony Ericsson juntas. O que aconteceu nos últimos dois anos foi um misto entre a ascensão meteórica da Samsung e a queda livre da Nokia, embrulhada em turbulência interna que obrigou à substituição do CEO duas vezes e ao despedimento de dezenas de milhares de pessoas.
A Samsung não era nova no mercado dos telemóveis e dos smartphones, mas não fazia grande diferença no mercado. Dava nomes de código aos telemóveis, como SCH-R600 ou SGH-i600 e usava Windows Mobile (que entretanto foi abandonado e substituído pelo Windows Phone). Também não tinha uma marca que os consumidores desejassem ardentemente, apesar de estar estabelecida como líder em áreas tão diversas como as televisões, as memórias para computadores ou ecrãs LCD. Para não falar dos frigoríficos, micro-ondas e aspiradores.
O ponto de viragem aconteceu há dois anos, quando tomou a decisão de investir no sistema operativo de código aberto da Google, deixando para segundo plano o seu próprio sistema. “Essa decisão – e a execução que se seguiu – é a diferença entre a Samsung e os seus concorrentes nos smartphones na Finlândia [Nokia] e Canadá [Research in Motion]”, escreve Evan Ramstad no site do Wall Street Journal dedicado à Coreia. “É também aquilo que melhor distingue a Samsung da conterrânea LG Electronics e dos fabricantes japoneses que estão a perder dinheiro ou são pouco lucrativos”, conclui.
O Galaxy S foi o primeiro passo. Apareceu no verão de 2010 e deu uma nova visibilidade à marca, que lutava para sobressair entre os muitos “iPhone killers” que eram lançados. Todavia, foi com o Galaxy S II em 2011 que as coisas mudaram totalmente. Aproveitou o facto de a Apple ter passado mais de um ano sem lançar um novo iPhone para ocupar esse espaço topo de gama. Pelo caminho, encheu o mercado com smartphones mais baratos e conquistou os consumidores menos sofisticados.
A intervenção no mercado dos tablets foi a segunda chave para esta ascensão da Samsung no segmento móvel. A Apple criou o mercado em abril de 2010, quando o iPad começou a ser vendido, e em setembro já havia um concorrente de peso: o Galaxy Tab. Ao contrário do que aconteceu nos smartphones, a maioria dos analistas reconheceu que o Tab era inferior ao iPad, algo que dura até hoje; mas a marca Galaxy Tab é a única que se distingue do iPad, e é a segunda mais vendida no mercado.
Toda esta tração no mercado de consumo deu um novo fôlego inovador à Samsung, apesar da guerra de grandes proporções que trava com a Apple em tribunal, acusada de plagiar o iPhone e o iPad. O colosso tradicional da Coreia, que pesa 20% no Produto Interno Bruto do país, ganhou uma aura de novidade e inovação que nunca teria acontecido se não fosse a marca que hoje combate: a Apple.
Fonte: Dinheiro Vivo
Inovação: NASA aposta em táxi espacial
Maio 15, 2012 by Inovação & Marketing
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Duas empresas contratadas pela NASA estão a ultimar os preparativos para o fabrico de um táxi espacial comercial com a empresa europeia Astrium.
O objetivo é construir um aparelho a partir de foguetes propulsores de uma aeronave espacial e de um protótipo de uma outra originalmente concebida para transportar a cápsula espacial Orion.
O sistema Liberty é um dos quatro candidatos para a próxima fase do programa de Tripulação Comercial da Nasa, cujos projetos deverão ser entregues este verão.
Neste momento, os Estados Unidos dependem da Rússia para levar astronautas à Estação Espacial Internacional, um laboratório a cerca de 386 quilómetros da Terra, pagando em média 60 milhões de dólares por cada astronauta transportado.
O objetivo é ter empresas americanas a executar essa função, a partir 2017.
A agência espacial dos EUA atualmente está a trabalhar no desenvolvimento do táxi espacial com quatro empresas. Boeing, Space Exploration Technologies, Sierra Nevada Corp, e Blue Origin, são as candidatas a desenvolver a viatura, financiada pela NASA.
Fonte: A Bola
Marketing: Arrendamentos de casa já são mais do que vendas em Portugal
Maio 14, 2012 by Inovação & Marketing
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As dificuldade em comprar casa, sobretudo devido às restrições aos empréstimos criadas pelos bancos nos últimos meses, tem feito o número de arrendamentos aumentar 40% ao ano. Hoje, o número de arrendamentos já ultrapassa o das vendas, garante a Remax, um dos maiores operadores do mercado imobiliário.
Entre janeiro e abril deste ano, a Remax realizou um total de 10 216 transações, mais 16% a igual período de 2011, sendo que 6111 correspondem a contratos de arrendamento e apenas 4105 a vendas de casas. “Fizemos mais operações de arrendamento do que de venda de imóveis, algo que acontece pela primeira vez que me lembre”, explica Beatriz Rubio, presidente-executiva da empresa ao Dinheiro Vivo.
“O arrendamento tem tido um crescimento exponencial”, reforça a responsável da imobiliária. O valor dos negócios caiu 15% nos primeiros quatro meses deste ano, mas o número de transações totais cresceu 11%, graças ao “aumento do arrendamento, que começou em 2009, muito residual, e foi crescendo bastante ao ano, cerca de 40%. Antigamente o banco emprestava 100%, 110%, 120% do valor da casa. Hoje, quando empresta, anda nos 70% a 80%”, explica Beatriz Rubio.
A mesma razão é apontada por Miguel Poisson, diretor-geral da imobiliária ERA. “É uma verdade que, face às restrições de financiamento dos bancos, muitos clientes que queriam comprar acabam por ter que arrendar, verificando-se hoje, no mercado, uma procura maior que a oferta e, consequentemente, os preços acabam por ficar inflacionados.”
Na ERA o arrendamento representou já, no primeiro trimestre deste ano, 32% das transações da Era, contra menos de 20% em igual período de 2011. Mas, apesar disso, “temos ainda muitos clientes a entrar nas nossas lojas com intenção de comprar e não de arrendar.” Com um dado curioso: “mais de 50% das vendas de casas nas 200 lojas da rede ERA são realizadas a pronto pagamentos (sem recurso a crédito). Em algumas regiões, os prontos pagamentos ultrapassam os 80% quando há cerca de dois anos representavam menos de 10% das vendas efetuadas”, diz Miguel Poisson.
E só não há mais casas alugadas porque a lei tarda em ser aprovada, lamenta Beatriz Rubio. A consequência desta situação são rendas ainda muito altas, colocando muitas famílias em grande esforço para as pagar. Muitas famílias não conseguem sequer pagar as rendas e vivem em quartos, denuncia Luís Lima, presidente da APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária (ver entrevista ao lado)
A tipologia mais procurada, o T2, em Lisboa para arrendamento anda, em média, nos 700 euros/mês, enquanto no Porto anda nos 650 euros/mês. “E assim que surgem casas com estes preços, elas voam”, pelo que se “entra numa caça ao preço”, remata Beatriz Rubio.
Fonte: Dinheiro Vivo
Empreendedorismo: Saiba como criar a sua própria empresa em tempo de crise
Maio 14, 2012 by Inovação & Marketing
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Para muitas pessoas desempregadas este modelo de negócio poderá ser uma oportunidade para a criação da própria empresa.
Em Março de 2010, pouco antes de a Grécia fazer o pedido formal de resgate externo e em pleno furacão da crise financeira, Catarina Vieira resolveu abrir um negócio. A opção, que para muitos parecia suicida, acabou por se tornar num sucesso. Esta lisboeta de 27 anos, licenciada em ciências da comunicação, queria há muito abrir a sua própria empresa. Um restaurante era a opção mais desejada. No entanto, o elevado investimento que a abertura de um restaurante exigia, levou-a a repensar a estratégia, a colocar os pés na terra e a encontrar uma solução mais racional. A aposta acabou por recair numa loja franchisada, a Depilconcept – focada em tratamentos estéticos como a fotodepilação, fotorejuvenescimento, ou tratamentos de combate ao acne, por exemplo. Para abrir a loja em Telheiras, necessitou apenas de fazer um investimento inicial na ordem dos 35 mil euros. E nem mesmo o facto de não perceber rigorosamente nada de tratamentos estéticos a demoveu de mandar o seu emprego “às urtigas” e montar a sua empresa. A contrariar as vozes mais pessimistas, o negócio não só correu bem, como em Agosto do ano passado Catarina Vieira abriu uma nova loja Depilconcept, desta vez em Alcobaça.
A empresária explica a razão do sucesso: “Eu faço tudo, faço a gestão das lojas, atendo ao público, faço os tratamentos estéticos e lavo o chão”. E adianta:”Mesmo em tempos de crise é possível fazer dinheiro. Exige é muito mais trabalho por parte das pessoas. Eu trabalho muito mais horas do que queria”. E deixa um alerta:”Quem abre um negócio de ‘franchising’ a pensar que contrata empregados e que o negócio se faz por si, sem ser necessário o acompanhamento de quem manda, está enganado”.
Apesar deste alerta, Catarina Vieira acredita que a aposta num negócio em ‘franchising’ pode ser uma boa solução para muitas pessoas, especialmente aquelas que se encontram desempregadas e que queiram apostar na criação da sua própria empresa.
A intuição desta jovem empresária vai de encontro aos números do sector de ‘franchising’ em Portugal. Segundo dados do Instituto de Informação e Franchising (IIF), no ano passado cerca de 22% das pessoas que visitaram a feira Expo Franchise estavam numa situação de desemprego. Por essa razão, Andreia Jotta, directora geral do IIF, adianta que, por causa da crise, há cada vez mais negócios de franchising que necessitam de montantes de investimento cada vez mais baixos. Cerca de 40% das oportunidades de negócios exige um investimento inicial inferior a 25 mil euros, refere a responsável. Mas há alguns negócios – como aderir à rede de consultores da empresa financeira Decisões e Soluções – cujo acesso é possível a partir de 1.500 euros. O facto de muitos negócios em regime de ‘franchise’ permitirem a criação de uma empresa com investimentos reduzidos é um dos factores que ajuda a explicar que cada vez mais portugueses optem por esta solução. Mas não é a única justificação. “Montar um negócio franchisado não é garantia de sucesso. Mas é uma oportunidade de começar uma empresa com a ajuda e o apoio de uma marca. E isso é um factor de segurança para muitos empreendedores, especialmente numa altura como esta”, refere Andreia Jotta. Esta responsável adianta ainda que, dada a actual conjuntura, os franchisadores (que cedem a marca e modelo de negócio) estão cada vez mais empenhados em “fazer um investimento humano e de tempo no apoio aos seus franchisados”. Eles ajudam os empreendedores a elaborarem um ‘business plan’, a agilizar os contactos com a banca para a obtenção de financiamento e a preparar candidaturas a programas de financiamento no âmbito do QREN, se for caso disso. Em alguns casos, até ajudam a co-financiar a compra de máquinas e equipamentos para a loja.
No entanto, não se pense que apostar num negócio em regime de ‘franchising’ funciona como um toque de Midas, em que tudo o que toca se transforma em ouro. Os números mostram que há lojas franchisadas que não têm sucesso e acabam por encerrar. No ano passado, por exemplo, 256 negócios de ‘franchising’ fecharam as portas. E são várias as razões que ditam o insucesso dos negócios. “Ou há um desentendimento entre os sócios do ‘franchising’, ou ocorre um divórcio do casal que está à frente do negócio; ou então a localização escolhida para a abertura da loja não foi a mais adequada. Além disso, notamos que por vezes as pessoas não estão preparadas para gerir um negócio e denotam dificuldades de conhecimento na gestão da tesouraria e da liquidez”, explica a directora geral do IIF. Por tudo isto, Andreia Jotta aconselha os interessados em apostar neste ramo a fazerem bem o trabalho de casa: devem fazer uma filtragem dos negócios que querem apostar, falar com os franchisadores para analisarem a que tipo de condições e de apoios estarão sujeitos e contactar com alguns franchisados da mesma marca para perceberem como funciona o negócio.
Se está a equacionar em enveredar por este sector, saiba que este fim-de-semana tem em Lisboa uma oportunidade de ouro para conhecer (num único espaço) 80 marcas que operam em modelo de franchise: a Expo Franchise abre as portas hoje e até Domingo é possível visitar os vários stands da feira.E mesmo que esteja desempregado e não tenha grandes poupanças para investir na abertura de um negócio próprio, isso não significa que as portas lhe estejam fechadas. Andreia Jotta refere que oIIF tem neste momento uma parceria com o IEFP(Instituto de Emprego e Formação Profissional) justamente para ajudar as pessoas desempregadas a abrirem o seu próprio negócio. Além de promoverem ‘roadshows’ pelo país, as duas entidades trabalham também na disponibilização de soluções de financiamento para a abertura de negócios próprios. Conheça no texto da página 4 os vários tipos de apoio que existem.
Conselhos a reter:
– Será que este modelo de negócio adequado ao seu perfil? É que nem todas as pessoas têm perfil para montar um negócio franchisado. “Ao aderir a este modelo, o empreendedor compromete-se a cumprir com um conjunto de regras da marca. Por isso, a pessoas tem que ser inovadoras mas q.b. porque se estiver a pisar constantemente as regras, o melhor é apostar num negócio próprio”, refere Andreia Jotta.
– Antes de decidir faça o trabalho de casa. Escolha um negócio com o qual tenha algum grau de empatia e que esteja de acordo com as suas possibilidades financeiras. Não vale a pena investir num ‘franchising’ que lhe exige um investimento muito elevado, se ficar numa situação de endividamento excessivo para com a banca.
– Conheça bem os custos associados a este modelo de negócio. Além do investimento inicial (que não é mais do que o direito de entrar numa marca, de utilizá-la e de ter acesso a formação ), terá ainda que contar com o pagamento ao franchisador de ‘royalties’ (uma percentagem mensal da facturação da loja) e ainda com o pagamento de uma taxa de publicidade que reverte a favor de todos os franchisados da marca.
– Os números mostram que é durante os primeiros dois anos de abertura de um negócio que ocorre é mais frequente o encerramento de uma empresa. Por isso mesmo, é aconselhada a criação de um fundo de maneio que possa suportar o pagamento das despesas e dos custos fixos, até que o seu negócio gere facturação suficiente.
– Escolha uma boa localização. Este é um factor crítico de sucesso. Andreia Jotta do IIF avança com um exemplo: “Não faz muito sentido abrir um estabelecimento de ocupação de tempos livres para crianças numa localidade onde há muita população envelhecida”.
Fonte: Económico



