Marketing: Como uma melhor imagem pode abrir portas no trabalho
Maio 8, 2012 by Inovação & Marketing
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Numa altura em que procurar emprego é cada vez mais um desafio, ter uma boa apresentação faz toda a diferença.
Quem ainda não acredita que a imagem é um dos melhores cartões de visita de um profissional tem muito pouco tempo para se desenganar. Há cerca de dois anos o jornal francês Le Figaro já tinha chamado a atenção para este facto, lembrando que em tempo de crise o ‘dress code’ se altera – pedindo uma imagem mais austera e com menos reflexos de luxo. Mas menos luxo não pode ser sinónimo de descuido. E longe vão os tempos em que os profissionais eram valorizados simplesmente pelo que sabiam e nunca pela forma como se vestiam. O factor imagem pode mesmo ser decisivo num processo de recrutamento. Numa conjuntura tão difícil como a actual, em que o trabalho cada vez mais escasseia e a manutenção de um emprego está longe de ser um dado adquirido, não conta só o desempenho mas também a imagem que se transmite.
Sinal disso é que os serviços de consultoria de imagem se foram multiplicando e conhecem cada vez mais procura, tanto por parte de particulares como de empresas, que querem ajudar os seus funcionários a fazer um melhor aproveitamento da sua imagem. Antes de mais “o importante é elucidar as pessoas sobre o seu tipo de corpo e ensiná-las a rentabilizar a roupa que têm em casa”, explica Margarida Marques de Almeida, da Style It Up, ao Diário Económico. “Depois é preciso adequar o estilo à função que se desempenha ou à qual se está a candidatar”, refere a especialista, que garante que ao contrário do que muitos ainda pensam, “este não é um serviço de luxo”.
Apesar da actual crise, Dora Dias, da Blossom Imagem Consulting confessa que, “se calhar, um pouco contra todas as expectativas, as pessoas procuram cada vez mais fazer compras mais informadas”. Por isso, as clientes vão das que contactam a empresa mais porque querem apresentar-se de acordo com as tendências da moda como porque têm preocupações de origem económica e querem melhorar a imagem e tirar melhor partido do seu guarda-roupa.
Margarida Marques de Almeida, uma das sócias da Style It Up, defende mesmo que não só em contexto profissional mas também pessoal, “é importante as pessoas procurarem ter uma imagem sempre actual”, nota. Chegar a uma entrevista de emprego e apresentar uma imagem ultrapassada pode passar a ideia errada de que a própria pessoa está desactualizada enquanto profissional. “Hoje em dia vivemos num mundo em que a imagem tem muita importância. Uma pessoa que se preocupa com a sua aparência mostra cuidado e respeito não só pelas suas funções como pela própria empresa onde trabalha”, reforça Dora Dias. “Se alguém tiver de escolher entre duas pessoas com as mesmas competências mas em que uma tem uma imagem mais cuidada, esta última tem mais hipóteses”, acrescenta.
A Style It Up é uma empresa de consultoria de imagem procurada maioritariamente por mulheres executivas na casa dos 30 ou quarenta anos. “Mas também há pessoas que estão desempregadas e que nos pedem ajuda para melhorar a sua imagem junto de possíveis empregadores”, diz a responsável. Já Dora Dias diz que tem entre os seus clientes profissionais liberais, consultores, gestores, responsáveis de topo de empresas ou mesmos senhoras que vêm de Angola ou do Brasil, com alguma capacidade financeira e que procuram a Blossom para as ajudar na compra de roupa (‘personal shopping’).
Embora varie consoante as exigências do cliente, o preço de uma consultoria na Style It Up que inclua análise corporal, análise do guarda-roupa e conselhos sobre como rentabilizar as peças que se tem em casa pode custar cerca de 450 euros. Já o custo serviço de ‘personal shopping’ – acompanhar a pessoa nas compras e garantir que adquire peças que a valorizam – varia e acrescenta ainda o custo das compras em si. “Cada pessoa define o que quer ou pode gastar. Em média as pessoas que chegam até nós têm um orçamento de 200 euros para gastar, que já dá para bastante”, conta Margarida.
Na Blossom, tanto se oferece serviços mais económicos, com preços que podem ser de 35 euros, por exemplo, como fazem análises de estilo, trabalhos mais exaustivos, em que o preço já será de 150 euros.
Preparar mulheres para o mercado de trabalho
Parece, à primeira vista, uma empresa de mudança de imagem mas a Dress for Success é, na verdade, uma ONG que tem por missão promover a integração e sucesso das mulheres no mercado de trabalho. “As mulheres que vão ter connosco têm dificuldades financeiras, são mães solteiras ou estão desempregadas há muito tempo”, explica Fernanda Machado, responsável em Portugal pelo projecto de raízes norte-americanas. A Dress for Success prepara-as para a primeira entrevista de emprego e acompanha-as nos primeiros tempos do novo desafio. Ajudar a aumentar o grau de sucesso no mercado de trabalho passa não só pela melhoria da imagem e apresentação mas também por um maior nível de conhecimentos e por uma postura adequada. O lema é o de que “todas nós podemos começar como empregadas de mesa e terminar donas de restaurantes”, exemplifica. A empresa não tem por função ajudar na procura de emprego, avisa a responsável. Quem chega à Dress for Success tem uma primeira entrevista e pede ajuda na sua preparação. Quem não for bem sucedida, conta com o apoio da organização para ‘afinar’ o que pode ser melhorado. A roupa para as clientes resulta das doações. Entre os ‘mecenas’ contam-se CGD, Citibank, Galp, Accenture ou a embaixada dos EUA. No balanço dos primeiros três meses de existência, Fernanda Machado diz que “em 48 mulheres, 18 entraram no mercado de trabalho”.
Fonte: Económico
Marketing: Comprar roupas na web? Muitas mulheres já compram
Maio 7, 2012 by Inovação & Marketing
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Nunca se compraram tantas roupas… pela internet. E os mais ávidos consumidores virtuais são as mulheres. No prazo de dois anos, a categoria moda e acessórios deu um salto no e-commerce brasileiro. Em 2009, o segmento sequer aparecia entre os vinte mais robustos do mercado nacional.
O aquecimento do setor o elevou à quinta posição no fim do ano passado, deixando para trás itens tradicionais na comercialização virtual, como livros e assinaturas de jornais e revistas. As lojas on-line confirmam a presença majoritariamente feminina: na varejista OQVestir e na The Boutique, elas representam ao menos 70% dos consumidores, ratificando dados de pesquisa da rede social de moda Fahsion.me, que apontou 90%.
Tanta movimentação vem chamando a atenção dos investidores estrangeiros, que derramam dinheiro em novos e em novíssimos negócios. O cenário favorável contribui para o surgimento de lojas on-line multimarcas. A The Boutique, dos sócios José Rezek, Ângelo Grizzo e da ex-Daslu Mariana Penteado, recebeu um aporte de 10 milhões de reais.
A estimativa de faturamento para 2012 é de 11 milhões de reais. O site OQVestir, por sua vez, concebido pelas amigas Rosana Sperandéo, Mariana Medeiros e Isabel Humberg, testemunhou um crescimento de 700% em seu faturamento em apenas um ano. O impulso: alguns milhões de dólares vindos do grupo Tiger, um importante fundo de investimento estrangeiro conhecido pela injeção de capital em companhias como Zynga e Netshoes.
Ricardo Arantes, diretor de investimentos da Intel Capital para a América Latina, já começou a apostar suas fichas na área promissora. “Percebemos a evolução de determinadas tendências e então focamos nossos esforços nos mercados emergentes”, diz. Essa é a principal razão pela qual no começo do ano a Intel anunciou aportes financeiros em duas empresas de moda na internet. “O Brasil é um país continental e o alcance das grifes ainda é restrito aos grandes centros urbanos. O comércio eletrônico oferece chances para que as pessoas possam ter o mesmo acesso aos produtos, a despeito de sua localização geográfica.”
O perfil do consumidor brasileiro também colabora para atrair investidores – e multinacionais. Aqui, o público se identifica com uma marca e é fiel ao canal de vendas. De acordo com uma pequisa do Instituto de Estudos e Marketing Industrial, 96,4% dos consumidores que usam a rede para adquirir roupas dizem estar satisfeitos com as compras. Percentual quase igual diz que recomendaria o site para um amigo.
Por causa dessas estatísticas, a Farfetch, que já opera nos Estados Unidos e Europa, desembarcou no Brasil em 2010 com um catálogo de mais de 40 grifes locais e internacionais. “A Asos e a Net-a-Porter, grandes varejistas desse segmento, escolheram a Ásia para expandir suas operações. Nós ficamos com o Brasil”, diz Daniel Funis, diretor-geral da companhia na América Latina. “O brasileiro viaja bastante e é mais sofisticado. A região já representa nosso terceiro maior mercado, atrás de Grã-Bretanha e Estados Unidos.”
De acordo com a analista Zia Daniell Wigder, da consultoria americana Forrester Research, muitas das empresas e investidores dos Estados Unidos e Europa compartilham a visão de que o comércio eletrônico brasileiro caminha rapidamente para o amadurecimento. “No primeiro degrau do e-commerce são vendidos gadgets e eletrônicos. No segundo, entram produtos alimentícios e a moda, que demandam uma nova experiência de consumo: o cliente precisa provar e experimentar os itens antes da compra. O Brasil está começando a chegar lá”, diz a analista.
Vender roupas na web, de fato, impõe desafios. A apresentação virtual dos itens demanda cuidados especiais, e o sistema de trocas exige especial atenção do varejista. Não gostou da calça legging com recorte de couro que fica linda na atriz da novela das oito? A loja não só troca a peça, como busca o produto na casa do cliente. E de graça. Segundo Flavio Pripas, dono do Fashion.me, essa é uma tendência cada vez mais comum no mercado de e-commerce. “A Zappos criou essa mecânica em 2006, nos Estados Unidos, e ela ganhou popularidade em todo mundo. A troca é muito importante para reduzir as resistências do consumidor a essa modalidade de compra”, diz.
Mariana Medeiros, CEO da OQVestir, entende perfeitamente essas particularidades. “A proposta do e-commerce de moda vai muito além do comércio eletrônico. Ele funciona como um prestador de serviços que vende, dá dicas e sugere diferentes looks às consumidoras”, afirma. A executiva se refere à curadoria, uma das características do segmento. Um grupo de especialistas estuda as tendências, monta combinações e oferece “o pacote” completo às potenciais clientes. “Dos cem funcionários da loja, ao menos 15 são consultores de moda”, diz a CEO.
O desafio da apresentação das peças de vestuário é diferenciar a exibição desses produtos da tradicional apresentação na tela de eletrodomésticos e livros, segmentos mais tradicionais do e-commerce. Afinal, os consumidores estão acostumados a ver, tocar e experimentar os itens de seu interesse. Segundo Bárbara Cristina, diretora-geral da The Boutique, as roupas colocadas à venda no site são fotografadas em estúdio. “Uma equipe de conteúdo identifica e detalha os tecidos, mede as peças e prepara a iluminação do local”, diz. Mariana Penteado, que saiu da Daslu, é quem lidera esse departamento: ela é especialista em moda e ajuda na escolha dos itens exibidos nas vitrines virtuais.
As plataformas desenvolvidas para a venda de roupas na web são peculiares e possuem ferramentas próprias do segmento, explica Natan Stamfater, presidente da Web Cookie, empresa especializada em marketing digital. “As grifes dos produtos precisam ser bem expostas. Também é importante que a foto da peça esteja em alta resolução, que o site utilize o sistema de zoom e de diferentes perspectivas e que a mecânica de navegação seja funcional”, diz.
O que faz diferença no e-commerce de moda
OQVestir
O time de consultoras de moda prepara mensalmente uma publicação digital através da qual as consumidoras podem se informar sobre as tendências da estação. A revista é gratuita e traz reportagens, entrevistas e sugestões de looks. Muitas das peças, é claro, estão à venda na loja. Para acessar a vitrine virtual, basta clicar com o botão esquerdo do mouse sobre o item desejado.
A loja multimarca The Boutique traz uma seção muito interessante para quem está em busca de boas ofertas. Através do botão outlet, no menu superior do site, a consumidora encontra produtos diversos em promoção. Os descontos podem chegar até 50% e muitas peças trazem em sua descrição um vídeo de demonstração.
Farfetch
A tecnologia por trás do e-commerce de moda é cheia de peculiaridades. O zoom, por exemplo, é um recurso que permite à consumidora checar todos os detalhes de uma peça a partir de diferentes perspectivas. A ferramenta destaca botões, estampas e até diferentes tipos de tecidos.
Dafiti
Ao contrário de outros setores do e-commerce, no segmento da moda os detalhes de cada item são subjetivos. Curadores especialistas em tendências avaliam as peças e dão dicas de como usá-las em combinções. No caso desse vestido em destaque, a pedida são sapatos peep toe e acessórios em tons dourados.
Fonte: Exame Brasil
Marketing: Máquina de vendas elimina o dinheiro usando QR codes e RFID
Maio 7, 2012 by Inovação & Marketing
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Essa semana, a empresa americana ShelfX anunciou um novo sistema de vending machine, as máquinas automáticas para venda. Eliminando a necessidade de usar dinheiro, a máquina se parece mais com um frigobar e permite que o consumidor se sirva daquilo que desejar, cobrando o valor total da compra diretamente em seu cartão de crédito.
Para isso, a pessoa que deseja fazer a compra deve ter o app da ShelfX instalado em seu smartphone, que fornece um QR code para a compra, ou ainda contar com um crachá equipado com o sistema RFID.
O funcionamento da máquina é simples: basta aproximar o smartphone ou o crachá ao sensor do aparelho. Com isso, a porta da geladeira é liberada. Então, é só escolher os produtos que deseja, e a máquina consegue identificar automaticamente aquilo que foi escolhido (inclusive marcando os produtos que foram retirados e devolvidos para que não haja erros na cobrança). Quando a porta for fechada, o equipamento mostra o total e, automaticamente, envia a cobrança para o sistema da ShelfX.
A máquina foi lançada com o preço de US$ 600, e o kit de adaptação de um aparelho antigo pode custar cerca de metade do preço. O envio do dinheiro para os donos dos estabelecimentos é feito mensalmente pela ShelfX, que já retira taxas de serviço do valor cobrado na máquina.
Fonte: TechMundo
Inovação: Pavimentação inteligente informa estado do tráfego
Maio 7, 2012 by Inovação & Marketing
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Um pavimento inteligente que entrega aos transeuntes, via Wi-Fi ou Bluetooth, informações sobre o tráfego e a via, entre outros dados, foi apresentado comercialmente nesta quarta-feira, em Madri. O iPavement, uma tecnologia espanhola, foi testado no final do ano passado, na capital do país europeu, e deve chegar a várias cidades da nação a partir de 2013.
Patenteada pela Vía Inteligente, a pavimentação foi desenvolvida em parceria com universidades públicas e tem o objetivo de “marcar as cidades do futuro”, segundo o diretor do Instituto de Tecnologia da Universidade Castilla-La Mancha, Mario Piattini. Além de oferecer dados sobre o trânsito, o iPavement dá acesso a informações turísticas, envia alertas de segurança, identifica a temperatura e consegue se conectar com outras cidades.
A tecnologia foi testada na Praça Maior de Cáceres e na Porta do Sol, na capital espanhola, e levou três dias para ser instalada. Os presentes no local na noite de Ano Novo teriam feito uso dos benefícios e aprovado a novidade.
“Esperamos transformar as vias públicas em ruas inteligentes, para que não sigam sendo analógicas”, descreveu o diretor geral da Vía Inteligente, Félix Navarro. O executivo acrescentou que o pavimento oferece vantagens em relação a outras tecnologias sem fio disponíveis nas cidades. “O Wi-Fi do ar não informa a temperatura, não há interpretação (de dados), enquanto que o pavimento dá a informação exata em um ponto exato”, disse. “Essencialmente, (o iPavement) é capaz de contextualizar, enquanto a Wi-Fi só é a conectividade. (O pavimento inteligente) é capaz de segmentar o público”, afirmou.
A empresa pretende lançar o iPavement nos Estados Unidos, nos Emirados Árabes e no restante da Europa nos próximos meses. “A criação começou com tecnologia 100% espanhola, mas recebemos colaborações americanas, francesas, britânicas e um pouco da Itália e também do Japão”, disse Navarro.
Fonte: Terra
Marketing: Brasil se torna segundo maior país no Facebook
Maio 6, 2012 by Inovação & Marketing
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O Brasil assumiu a segunda posição como país com maior número de usuários cadastrados no Facebook. Segundo relatório divulgado pelo site Social Bakers, 46,3 milhões de brasileiros estão inscritos no serviço.
Com isso, o Brasil superou a Índia, que conta, atualmente, com 45,7 milhões de usuários. Os Estados Unidos continuam na liderança, com 157,2 milhões de clientes.
Durante o mês de abril, 2,1 milhões de brasileiros aderiram à rede social – crescimento de 4,8%.
No meio do mês passado, o Brasil já havia superado a Indonésia e se consolidado como terceiro maior país no serviço. Na ocasião, eram 44,6 milhões de brasileiros contra 42,6 mi de indonésios cadastrados na rede social.
Apesar de ser o segundo em número de usuários, o Brasil é apenas o 110º colocado levando em conta o quesito penetração – apenas 23% da população utiliza o serviço. Nos Estados Unidos, o índice é de 50%.
Em todo o mundo, o Facebook acumula mais de 901 milhões de usuários.
Fonte: Exame Brasil



