Marketing: Despesa em bens de marca branca passa pela primeira vez a fasquia dos 50%

Março 14, 2012 by  
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Os consumidores portugueses que usam os super e os hipermercados para se abastecerem estão a recorrer cada vez mais aos produtos de marca branca, mostra o portal da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

A instituição fundada e financiada por Alexandre Soares dos Santos, o dono da rede Pingo Doce, constata que o universo das marcas próprias está a ser um negócio perfeito, sobretudo na alimentação. No quarto trimestre de 2011, mais de metade (51,5%) das vendas totais dos super, hipermercados e mercearias eram relativas a produtos de marca branca.

De acordo com os dados da Nielsen, coligidos pelo portal Conhecer a Crise, trata-se de um máximo histórico. A média do ano passado rondou os 49,5% e tem vindo a crescer em flecha desde 2008, pelo menos. Nesse ano, quando a crise começou, as marcas brancas valiam 42% do negócio. Os produtos congelados da marca própria são os que têm mais sucesso: cerca de 70% das vendas. Outra das alterações destacadas é o tipo de alimentação. “A despesa em carnes mais caras, como bovino, em mariscos e peixes frescos está a cair em detrimento de outras variedades mais baratas, como a carne de suíno e de aves”, observou António Barreto. “É mais um sinal de que os portugueses se estão a adaptar.” No quarto trimestre de 2011, o consumo de carne (em valor) cresceu apenas 4,8%, quando no mesmo trimestre de 2010 tinha aumentado 12%. É uma travagem significativa.

Os portugueses também estão a gastar menos com roupa e sapatos. De acordo com dados da Unicre citados pelo portal, as despesas com cartão neste tipo de produtos caíram mais de 9%.”A leitura destes dados mostra-nos que muitos portugueses estão a conseguir adaptar-se às dificuldades,alterando hábitos de consumo, por exemplo”, afirmou o sociólogo.

Fonte: Dinheiro Vivo

Marketing: Redes sociais, como a informação obtida pode impactar o negócio

Março 14, 2012 by  
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“A Apple é sinônimo de inovação e a Disney, de magia. E a sua empresa?”, questiona Dereck Kazee, estrategista global da Acxiom (consultoria multinacional em marketing de precisão e qualidade de dados).

Avaliar número de fãs e seguidores é uma métrica ineficiente. Essa é a conclusão de debate feito no Web Expo Fórum, que acontece em São Paulo nesta segunda (12/3) e terça-feira (13/3).

Ao falar de engajamento em redes sociais, Dereck Kazee, estrategista global da Acxiom (consultoria multinacional em marketing de precisão e qualidade de dados), destaca que as indicações de amigos são muito mais valiosas na internet que o número de “curtis” que uma página tem e, que para ganhar repercussão na rede, a empresa precisa entender qual sua vocação.

“A Apple é sinônimo de inovação e a Disney, de magia. E a sua empresa?”, questiona.

Marcelo Coutinho, pesquisador da FGV e diretor de inteligência de marketing do Terra na América Latina e EUA, concorda e é ainda mais categórico ao afirmar que as métricas de audiência são importantes, mas não únicas.

“As métricas de interação é que vão aumentar a receita da companhia e diminuir custos, são elas que percebem a imagem da empresa de fato”, diz.

Para Coutinho, os formadores de opinião e aquelas pessoas que circulam bem entre grupos são as que mais podem acrescentar a uma empresa e não são necessariamente as que tem maior número de seguidores, fãs ou amigos.

Pra apimentar a discussão, Guilherme Rios, sócio-diretor da Social Agency, lembra que pesquisas revelam que as pessoas hoje passam mais tempo em aplicativos de redes sociais do que navegando na web e confiam mais neles do que antes para comprar ou não um produto.

“O que acontece hoje é que as pessoas se baseiam apenas em insatisfação e não no elogio de um produto ou serviço. O que precisamos construir é um engajamento positivo”, diz Rios.

Eduardo Bicudo, presidente da Wunderman, destaca ainda que não importa como a empresa pretende medir sua atuação e engajamento na rede, mas sim o que ela faz com a informação obtida e como ela pode impactar o negócio.

Fonte: Information Week

Marketing: À procura de emprego. Saiba como se deve apresentar a uma empresa

Março 13, 2012 by  
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Com o desemprego a passar os 14% em Portugal, e com os jovens a serem os mais afetados, Ana Duarte Ribeiro, consultora do Observatório de Emprego da Universidade Católica explica o que pode e deve ser feito para contrariar os números e as tendências. Em entrevista ao Dinheiro Vivo a consultora explica como se pode melhorar a carreira, orientar o Currículo e quais os perfis mais valorizados pelas empresas.

Mudar de Carreira:
“Se a pessoa está à procura de fazer uma uma transição deve analisar as suas valências – o que faz e o que sabe saber -, ver o que o mercado procura e fazer um informational interviewing – conversar com pessoas da área para perceber com o que se pode contar em determinada carreira.

Depois do levantamento deve fazer um resumo e ver o que é viável para conseguir. Mudar de sector é desafiante, mudar de função ainda é mais.

Às vezes é mais fácil dar um passo atrás para depois dar dois à frente. Também se deve pensar que por vezes não é possível obter, numa nova área, um cargo tão satisfatório como o que mantinha anteriormente. Tem de se aceitar um recuo.

Quando se conseguiu deve-se apostar na formação e aumento de networking. Mesmo no mercado de hoje é viável mudar e por vezes as mudanças são necessárias.

Mas às vezes a energia é utilizada de forma errada, na área errada.”

Como se apresentar a uma empresa:
“Temos de perceber para onde queremos enviar o CV e ter em atenção alguns pontos:

1 – Ter atenção, ser cuidadoso na formulação
2 – Ser concreto e factual
3 – Incluir aspectos pessoas que ajudem o empregador a conhecer o perfil do candidato
4 – Perceber que o peso de cada elemento do CV muda consoante as empresas, o empregador…
5 – Não escrever mais de uma página de currículo, no máximo duas
6 – A carte de intenções é quase tão importante como o CV. A carta também deve ser bem pensada e desenhada segundo a função, o cargo e até a pessoa que a vai receber.
7 – O papel já não tem a maior predominância, mas por exemplo, enviar uma carta pode fazer a diferença quando todos enviam e-mails”.

O Perfil mais procurado:
“Vou falar do que mais valorizam quando nos procuram: uma formação académica sólida – há recrutadores que só recrutam pessoas com mestrado por exemplo. Como em Portugal as pessoas transitam imediatamente do liceu para a licenciatura e depois para o mestrado, as idades são por vezes baixas e os recrutadores valorizam maturidade.

Também se valoriza proatividade, capacidade de trabalhar em equipa, enfim. Procuram-se luzes no CV, de exemplos de criação de algo: estágios, voluntariados, vontade de fazer acontecer.

Neste caso, se o CV é a porta de entrada, a entrevista e provas seguintes, são muito valorizadas. A preparação é fundamental.”

Quem mais recruta:
“Atualmente as áreas que mais recruta são as de consultoria, grande consumo e banca. A banca teve uma redução face ao números habituais, está a recrutar cerca de 20%, mas antes fazia mais.

É importante perceber que as grandes empresas estão presentes e têm canal aberto. Querem cada vez mais interagir com os alunos e é fundamental haver contacto desde os tempos de faculdade. Todas as boas escolas fomentam estes encontros em dias abertos, por exemplo. É claro que ter uma abordagem por iniciativa própria se torna mais difícil”.

Fonte: Dinheiro Vivo

Inovação: Hotéis do futuro, sem crise à mistura

Março 13, 2012 by  
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Este é um exercício de imaginação, com base nas tendências que deverão surgir no futuro. Como serão os hotéis de amanhã? Os quartos serão personalizados, haverá hotéis nómadas, aquáticos e um hotel… na Lua.

É pelo menos o que consta numa pesquisa efectuada pelo site de reservas Hotéis.com. As empresas de arquitectura «competem entre si em termos de engenho com o objectivo de alargar as fronteiras do design, da arquitectura e da tecnologia, tentando inventar os hotéis e as férias de amanhã», revela em comunicado.

Ora, que tendências podemos esperar? Segundo o designer francês Patrick Jouin, a chave está nos quartos personalizados, com formas arredondadas. E, claro, sem esquecer os aparelhos de alta-tecnologia «que podem ser discretamente integrados de forma a aliar o design e as novas tecnologias com simplicidade».

Depois, surgirão hotéis nómadas. A empresa britânica m3 Architects já criou um conceito de pods pré-fabricadas, transportáveis para qualquer lugar do mundo. Os turistas poderão assim viajar para todo o lado, sem perderem o conforto. Mas como é que acedem a estes hotéis do futuro? Através de um helicóptero. O edifício muda de lugar no final de cada temporada turística.

Outra das atracções deverão ser os hotéis aquáticos. Já há um projecto de um hotel deste género em curso. O Aktin¿s Architecture Group ganhou o primeiro prémio num concurso internacional de design. A área do resort está planeada para incluir 400 camas, um restaurante e cafés submarinos em Songjiang, na China. A principal atracção é um complexo desportivo de luxo composto por uma piscina olímpica, um centro de escalada e instalações de bungee jumping.

E pode até não acreditar mas já há quem trabalhe num hotel para a Lua. O criador do Lunatic Hotel, Hans Jurgen Rombaut, diz que o projecto deve ficar concluído até 2050. A ideia é conceber quartos em forma de cápsulas inclinadas, integradas em torres de 160 metros de altura. Mas há primeiro que ultrapassar uma barreira : conseguir levar toneladas de aço e água para a Lua.

O Futuro já chegou?

Entretanto, já há hotéis que são autênticas obras artísticas de criadores visionários. O Burj Al Arab, nos Emirados Árabes Unidos , por exemplo é oficialmente considerado como o único hotel de sete estrelas do mundo. Falamos de uma proeza arquitectónica construída sobre uma ilha artificial de 280 metros de comprimento, com um aquário de 180 metros e uma pista suspensa para helicópteros. A cereja no topo do bolo é um revestimento de 8.000m2 de folhas de ouro de 22 quilates no interior e 24 mil m2 de trinta tipos de mármore.

Le Marina Bay Sands é outro caso futurista. No coração da marina de Singapura, este hotel ultrapassou o desafio futurista de construir a maior piscina exterior do mundo, em altitude. A chamada infinity pool encontra-se no 55º piso e tem três vezes o tamanho de uma piscina olímpica, com 150 metros. «Está num espaço em formato de barco que se sobrepõe aos três edifícios que constituem este luxuoso hotel. A plataforma sobre a qual assenta é maior que a torre Eiffel e transmite o efeito de a água continuar até ao horizonte».

Da piscina mergulhamos no gelo. O Le Seekos`o Bordeaux, em França apresenta uma arquitectura futurista em forma de icebergue. Foi produzido pela empresa de arquitectura King Kong, e é o primeiro a possuir uma pele em Corian, um dos materiais preferidos de designers e arquitectos.

Fonte: Agência Financeira

Inovação: 70% de jovens europeus contra leis de direitos de autor mais severas

Março 13, 2012 by  
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Um inquérito realizado a 3500 jovens europeus revelou que 70% estão contra a aplicação mais severa de leis de direitos de autor na Internet, informou hoje o Parlamento Europeu dos Jovens.

O inquérito, realizado pelo Parlamento Europeu dos Jovens em conjunto com a Fundação Mercator, envolveu 3.484 participantes entre os 16 e os 27 anos de 44 países europeus, incluindo 239 portugueses, o terceiro país mais representado, a seguir à Alemanha e à Roménia.

Segundo comunicado da organização do barómetro, em resposta à frase “As leis de direitos de autor devem ser aplicadas de forma mais severa na Internet”, 70% dos participantes mostraram desacordo com a mesma.

Os números surgem numa altura em que a Europa e os EUA têm assistido a discussões acesas sobre tratados e acordos que visam reforçar os poderes das autoridades face a infrações de direitos de autor, em particular através da partilha de ficheiros na Internet, como foi a questão do documento norte-americano de nome SOPA e o Acordo Comercial Anticontrafação (ACTA), neste momento a ser analisado pelo Tribunal de Justiça da União Europeia.

Enquanto os Estados participantes nos documentos dizem ser necessário proteger os titulares de direitos de autor, os críticos apontam para limitações das liberdades e direitos dos cidadãos, que podem restringir o uso da Internet.

Fonte: Oje – o Jornal Económico

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