Inovação: Microsoft prepara relógio inteligente

Abril 17, 2013 by  
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Google, LG e a Samsung também devem lançar um ‘smartwatch’ em breve.

A gigante norte-americana está a desenvolver um ‘smartwatch’ (relógio inteligente) com ecrã táctil de 1,5 polegadas, refere hoje o “The Wall Street Journal”, que cita fornecedores e executivos não identificados.

De acordo com a notícia, a Microsoft pediu, no início deste ano, aos fornecedores asiáticos para enviarem as suas peças para um potencial relógio e já houve também reuniões na sede da empresa em Redmond com investigadores e programadores.

Esta não será a primeira vez que a Microsoft está a investir no desenvolvimento de relógios. Em 2004 criou uma série de ‘smartwatches’ em estado embrionário sob a marca SPOT (“Smart Personal Object Technology” ou “Objectos Pessoais com Tecnologia Inteligente”) mas os modelos foram retirados do mercado em 2008.

A corrida pelo desenvolvimento de um moderno ‘smartwatch’ está mais acesa que nunca. A Sony, que foi a primeira a lançar um relógio inteligente, vai ter em breve concorrência. A Samsung confirmou, no mês passado, que está a trabalhar num relógio inteligente, e existem rumores de que a Apple estará a desenvolver um dispositivo baseado no software iOS. Além desta, também se fala na possibilidade da Google e a LG estarem a preparar um ‘smartwatch’.

A Pebble foi a empresa que lançou a “febre” do relógio, no ano passado, com um projecto no Kickstarter que angariou mais de dez milhões de euros. Os primeiros dispositivos começaram a ser distribuídos aos investidores no início deste ano.

Fonte: Económico

Marketing: O meu chefe pode usar informação do meu perfil no Facebook?

Abril 16, 2013 by  
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Têm crescido as dúvidas sobre a utilização das redes sociais, qual o direito de utilização das informações contidas nos perfis pessoais e se há ou não enquadramento legal. Daniel Reis, sócio da PLMJ na Área Telecomunicações, Media e Tecnologias de Informação e especialista em Proteção de Dados, responde a estas questões.

1. O meu patrão pode usar informação do meu perfil no Facebook?

Os utilizadores dispõem de ferramentas para controlar o acesso de terceiros ao seu conteúdo. Na medida em que a informação esteja publicamente disponível, a entidade empregadora terá acesso à mesma. Se a informação estiver de alguma forma relacionada com a relação laboral do utilizador com a entidade empregadora, essa informação poderá ser utilizada por esta. Há inúmeros casos de processos disciplinares que foram instaurados contra trabalhadores, relacionados com informação colocada em redes sociais.

2. O conteúdo do meu perfil no Facebok pertence-me?

Quando o utilizador cria um perfil pessoal numa rede social celebra um contrato com a empresa que explora a rede social (os “termos de utilização” que o utilizador tem de aceitar para concluir o seu registo). O contrato define a quem pertence o conteúdo. Tipicamente o conteúdo pertence ao utilizador, que concede uma licença de utilização à empresa que explora a rede social. É importante que os utilizadores conheçam o âmbito dessa licença. A licença concedida pelo utilizador ao Facebook é gratuita, transferível e sublicenciável. Isto significa que terceiros poderão utilizar o conteúdo do utilizador. A licença só termina quando o utilizador apaga o conteúdo ou eliminar a sua conta. Atenção que se alguém, por exemplo um amigo, copiar o conteúdo, o utilizador não conseguirá apagar o mesmo.

3. O Facebook recolhe e analisa o meu comportamento online. Se passar essa informação a entidades comerciais, eu não devia ter direito a parte das receitas?

O utilizador pode controlar qual é a informação que é recolhida pelo Facebook. Se quiser, o utilizador pode impedir que o Facebook recolha informação sobre o seu comportamento online. De acordo com o contrato celebrado com o Facebook (os “termos de utilização” que o utilizador tem de aceitar para concluir o seu registo), o utilizador não tem direito a qualquer remuneração caso permita que o Facebook partilhe informação sobre o seu comportamento com os anunciantes.

4. Se partilhar um vídeo ou imagem criado por mim no Facebook, continuo a ter os direitos de autor? Ou alguém pode usar a imagem sem restrições?

Sim, o utilizador é o titular dos direitos de autor relativamente às imagens ou vídeos que cria. Ao colocar este tipo de conteúdo no Facebook, o utilizador concede à empresa que explora o Facebook uma licença gratuita para utilizar esse conteúdo. Nos termos da licença, a utilização do conteúdo pode ser transferido ou sublicenciado pela empresa que explora o Facebook a terceiros.

5. Posso ser processado por um comentário colocado no Facebook?

Embora dependendo das circunstâncias de cada caso, em princípio não é de excluir a prática de crime, mesmo que seja só para um círculo de amigos se, como é óbvio, tal ato acabar por dar origem a uma conhecimento alargado. A lei agrava a pena para os casos em que a ofensa for praticada em meios que facilitem sua divulgação. Pode muito bem ser o caso. (resposta dada por Manuel Lopes Rocha, sócio da PLMJ e especialista em Propriedade Intelectual, Marcas e Patentes.)

Fonte: Dinheiro Vivo

Inovação: Mais de metade das empresas estão a financiar a inovação com fundos próprios

Abril 16, 2013 by  
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Para financiar a inovação, 62% das empresas portuguesas estão a recorrer a meios próprios, valor acima da média verificada nos dez países ouvidos no Barómetro Internacional do Financiamento da Inovação.

O estudo, elaborado pela consultora Alma CG, foi apresentado nesta quinta-feira em Lisboa, num encontro que contou com a participação de Daniel Bessa, director-geral da Cotec.

Entre as economias analisadas (Bélgica, Canadá, República Checa, França, Alemanha, Hungria, polónia, Espanha, Portugal e Reino Unido), o auto-financiamento pesa 53% no dinheiro gasto com a inovação e desenvolvimento (I&D). Segue-se o financiamento externo, que inclui o recurso a fundos públicos e privados.

O elevado recurso aos meios próprios é sinal de que as empresas estão a utilizar a “prata da casa” para conseguirem produzir produtos e serviços novos, explica Nuno Nazaré, da Alma CG. “Há alguma liquidez, mas quando olhamos para os números verificamos que o grande peso dos custos com inovação são com recursos humanos que, mais do que investimento, são despesas correntes”, afirma. O aperto financeiro, leva as empresas portuguesas a evitar recorrer a terceiros para desenvolver inovação e a optimizar recursos, acrescenta.

Apesar das restrições ao crédito, a banca garante 17% do financiamento à inovação em Portugal, acima dos 10% registados na média global. Das empresas que recorrem a verbas externas, a larga maioria (57%) depende da banca, mais do que os restantes inquiridos (39%).

Os fundos públicos, na forma de incentivos fiscais, a fundo perdido ou empréstimos reembolsáveis, pesam 26% no investimento feito nos dez países em análise. As grandes empresas são as mais dependentes deste tipo de fundos, usados por 31% das organizações nos últimos três anos. Os incentivos fiscais à inovação e desenvolvimento são o mecanismo de referência mais usado pelas empresas (58%). Em Portugal, 52% dos inquiridos que usam recursos financeiros externos (ou seja, não são fundos próprios) dizem recorrer ao incentivo fiscal. Menos comuns, são os incentivos a fundo perdido e empréstimos reembolsáveis (40%, que compara com 54% da média global).

Com o investimento, 40% das empresas portuguesas aumentou o número de postos de trabalho dedicados à I&D e 60% diz que aumentou o volume de negócios das novas ofertas. A maior parte das organizações nacionais beneficiaram do SIFIDE, o sistema de incentivos fiscais à I&D empresarial, mas 24% manifestaram-se preocupadas com o fim do mecanismo ou com a redução das despesas elegíveis.

Questionados sobre as perspectivas para 2013, 58% dos inquiridos dos dez países prevêem aumentar as receitas conseguidas pela inovação de produtos e serviços e 50% espera crescer a nível internacional.

Fonte: Público

Marketing: Apenas 9% dos portugueses passaram férias fora do País

Abril 16, 2013 by  
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Do total de 11,1 milhões de viagens, Espanha foi o destino preferido por 39% dos turistas portugueses. Portugal é o segundo destino de férias dos espanhóis.

Os dados divulgados pelo gabinete de estatísticas da União Europeia (Eurostat) revelam que apenas 9% dos cidadãos nacionais passaram férias fora de Portugal, o que corresponde a cerca de um milhão de viagens do total de 11,1 milhões realizadas em 2011.

Com este desempenho Portugal figura abaixo da média (24%) e é uma das quatro mais baixas entre os países da União Europeia, com o mesmo valor que a Grécia.

Segundo o mesmo estudo, Portugal foi a segunda escolha dos espanhóis como destino de férias, com 13% das preferências. Portugal está também no top três dos destinos preferidos dos irlandeses – cerca de 7% dos irlandeses escolheram Portugal para as suas férias no estrangeiro.

Ainda de acordo com o Eurostat Luxemburgo, Bélgica e a Suíça destacam-se por ser aqueles onde a maior parte das viagens teve como destino países estrangeiros, com 100%, 74% e 64% respectivamente.

Fonte: Económico

Marketing: Portugal poderá ser uma “chave dourada” para investidores chineses

Abril 15, 2013 by  
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Novo “visto gold” português poderá atrair milhares de chineses ricos e cosmopolitas. defende o presidente de uma agência chinesa de emigração.

Portugal poderá ser uma “chave dourada” para investidores chineses entrarem na Europa, diz Winner Xinli Xing, presidente de uma agência chinesa de emigração, acerca dos novos “vistos gold” concedidos pelas autoridades portuguesas.

Pelas contas daquele empresário, cerca de 400.000 famílias chinesas possuem “mais de um milhão de dólares em dinheiro” e muitas delias querem ter “um estilo de vida global”.

“Em 2012, Chipre vendeu 1.200 casas a clientes chineses”, realça Xinli Xing a propósito da autorização de residência naquele país a quem comprar uma casa de pelo menos 300.000 euros.

“Se os promotores portugueses se interessarem pelo mercado chinês podemos chegar às 2.000 casas já este ano”, acrescentou. Em Portugal, a fasquia é mais alta (500.000 euros), mas com uma vantagem que Chipre, que não faz parte do espaço Schengen, não pode oferecer: a possibilidade de viajar por mais 25 países europeus.

Segundo a legislação publicada há dois meses e meio, os estrangeiros que criarem pelo menos dez postos de trabalho ou efectuarem um depósito bancário superior a um milhão de euros também têm direito à Autorização de Residência para Actividades de Investimento (ARI).

“A facilidade de viajar no espaço Schengen e a possibilidade de ter património fora do país são as principais motivações”, disse Duarte Pinto Gonçalves, responsável da PG Consulting, uma das três empresas portuguesas representadas na Feira de Imobiliário de Pequim que terminou no passado fim de semana.

Para a PG Consulting, empresa sedeada em Macau e parceira da PLMJ, sociedade portuguesa de advogados com escritório em Pequim, os números falam por si: “Se houver mil famílias chinesas a comprar uma casa de 500.000 euros em Portugal isso representa a entrada de 500 milhões de euros na economia do país”.

António Clímaco, da imobiliária Castelhana, que participou há um mês numa feira idêntica em Xangai, constatou que “os chineses são muito rápidos a reagir”.

“Quase todas as semanas temos agendadas visitas de prospecção (de clientes chineses). Prevejo mais de 500 operações em 2013”, disse. A Consultan também se mostrou animada: “Num dia atendemos mais de trinta pessoas. As expectativas são boas”, disse Guilherme Grossman.

Duas imobiliárias chinesas, uma dos quais com um ‘stand’ onde sobressaía o retrato de Cristiano Ronaldo, promoviam igualmente o “visto gold” concedido por Portugal.

“É um programa de investimento e não de imigração, dirigido à classe média alta chinesa que viaja com frequência para a Europa. Desde Janeiro, já foram a Portugal dezenas de chineses interessados”, disse o embaixador Tadeu Soares pouco antes de concluir a sua missão na China, no passado dia 5 de Abril.

Nuno Batista, director da Soulfato, empresa portuguesa com sede em Hong Kong que está também a explorar as novas oportunidades, referiu que, após uma recente visita a Lisboa, um dos seus clientes mostrou-se “disposto a investir dez milhões de euros na reabilitação de edifícios devolutos”.

“Os chineses começam a ver Portugal como um país seguro para investir”, disse Nuno Baptista. O primeiro “visto gold” foi entregue há cerca de mês em Nova Deli a um empresário indiano pelo ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas.

Fonte: Económico

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