Marketing: Portugal integra lista dos melhores destinos para outsourcing

Fevereiro 3, 2011 by  
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A Gartner colocou Portugal na lista dos 11 países desenvolvidos a serem ponderados para a realização de “outsourcing” de tecnologias de informação e processos, divulgou a Associação Portugal Outsourcing.

O “ranking” da consultora Gartner coloca Portugal entre os 11 países desenvolvidos com mais potencial para operações de offshore (outsourcing para destinos longínquos) e nearshore (outsourcing para mercados de proximidade), logo a seguir a uma lista de 30 países dominados por estados de mercados emergentes.

“Esta inclusão surge após as várias acções de promoção do sector desenvolvida pela Associação Portugal Outsourcing, inclusive nos mercados internacionais”, refere a mesma fonte, em comunicado.

Na Europa, Portugal é colocado a par de países como a Irlanda, Israel, Escócia, Espanha e País de Gales. Segunda a mesma consultora, “este conjunto de países tem um ambiente doméstico maduro, com mão-de-obra qualificada nas tecnologias de informação e processos de negócio, infra-estruturas tecnológicas robustas, legislação madura e muitas vezes contam com investimentos significativos de multinacionais prestadoras de serviços”.

Contudo, estes países frequentemente têm uma performance desfavorável em termos de custos face a mercados emergentes, acrescentou.

As empresas associadas da Portugal Outsourcing querem captar para o País projectos internacionais que permitam aumentar as exportações de serviços de tecnologia e processos nacionais, tendo como objectivo que o sector venha a alcançar mais de 1.300 milhões de euros em exportações em 2015. A Portugal Outsourcing estima que o outsourcing de TI e processos em Portugal venha a representar 1,3% do PIB em seis anos.

A Portugal Outsourcing tem como associados as empresas Accenture, Altran, Capgemini, Deloitte, Everis, Glintt, HP, IBM, Indra, Logica, Mainroad, Novabase, Oni, Portugal Telecom, Reditus, Sibs Processos, Siemens e Xerox.

Fonte: Jornal de Negócios

Marketing: Apps móveis são prioridade para a Google em 2011

Fevereiro 2, 2011 by  
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A razão é simples: apenas em 2011, espera-se que o mercado de aplicativos móveis movimente cerca de 15 bilhões de dólares, segundo estudo.

Após a mudança na liderança executiva da empresa, um dos principais investimentos da Google em 2011 será no mercado de aplicativos móveis, de acordo com o jornal The Wall Street Journal.

A razão é simples: apenas em 2011, espera-se que o mercado de aplicativos móveis movimente cerca de 15 bilhões de dólares e ultrapasse a marca dos 58 bilhões de dólares nos próximos três anos, segundo previsão da Gartner. Isso indica o potencial de lucro deste mercado e explica o motivo pelo qual as empresas estão focando cada vez mais neste segmento.

Atualmente, a Android Market possui aproximadamente 100 mil aplicativos, diante dos 350 mil da App Store. Ainda que os desenvolvedores estejam cada vez mais interessados em produzir conteúdo para a loja de aplicativos da Google, as chances de que a Android Market supere a App Store em quantidade são praticamente nulas.

Mas, o que isso importa? Um recente estudo descobriu que os proprietários de um iPhone têm em média 108 aplicativos instalados, incluindo os 20 nativos. Assim, restam apenas 88 aplicações por dispositivo, o que significa que realmente não importa se existem 100 mil ou 350 mil apps em sua loja. Na verdade, tudo isso é um grande exagero.

Quando se trata de aplicativos e a rivalidade entre Android e iOS, a qualidade é mais importante. O verdadeiro desafio é fornecer ferramentas que tenham utilidade e contribuam para que o smartphone seja uma plataforma de produtividade móvel.

Na realidade, o único fator que poderá ser mais decisivo que a qualidade é a exclusividade. Com 100 mil apps disponíveis para Android e 350 mil para o iOS, parece razoável supor que ambas têm um bom número de aplicações de qualidade – no mínimo, o suficiente para um usuário encontrar de 80 a 90 aplicativos e alcançar a média descrita no estudo. Mas, se existirem aplicações ótimas e exclusivas para um ou outra plataforma, isso poderá trazer alguma vantagem e influenciar o consumidor na hora de comprar um smartphone ou um tablet.

Fonte: Idg Now

Marketing: Investimento empresarial vai recuar 3,7% em 2011

Fevereiro 2, 2011 by  
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O investimento das empresas terá caído 4,6% no ano passado, representando uma revisão em baixa de 10,2 pontos percentuais face a perspectivas anteriores, e deverá recuar 3,7% em 2011, indicou hoje o INE.

“O investimento empresarial deverá apresentar uma taxa de variação nominal de -3,7% em 2011”, divulga hoje o Instituto Nacional de Estatísticas (INE), no Inquérito ao Investimento de Outubro de 2010.

Comparando esta primeira estimativa para a variação do investimento em 2011 com a primeira estimativa de investimento para 2010, “regista-se uma diminuição de 5,1 pontos percentuais”, acrescenta o INE.

De acordo com este inquérito, no ano passado o investimento empresarial deverá ter caído 4,6%, o que comparado com o inquérito anterior representa uma revisão em baixa em 10,2 pontos percentuais.

O INE estima que de 2010 para 2011 se tenha verificado um aumento do peso relativo dos investimentos associados à substituição e à racionalização e reestruturação e uma redução do peso relativo dos investimentos orientados para a extensão da capacidade produtiva.

A limitar o investimento esteve a deterioração das perspectivas de venda, seguindo-se a incerteza sobre a rentabilidade dos investimentos.

Considerando a dimensão das empresas por escalões de pessoal ao serviço, todos os escalões, à excepção do 4º – relativo a 500 ou mais pessoas ao serviço -“contribuíram negativamente” para a variação do investimento em 2010, destacando-se os 1º e 2º escalões com taxas de variação de -15,3% (-3,3 pontos percentuais) e -11,0% (-2,9 pontos percentuais).

O INE destaca contudo a evolução do investimento das empresas de média dimensão, sendo que o 2º escalão (com mais de 50 pessoas e com menos de 500 pessoas ao serviço), passou de uma diminuição de 11,0% em 2010 para um crescimento de 4,4% em 2011, traduzindo-se num contributo de 3,9 pontos percentuais.

No que diz respeito à percentagem de empresas que referem a realização de investimentos ou a intenção de investir, o indicador apresentou valores de 90,9% para 2009, 82,3% para 2010 e 75,5% para 2011.

O indicador foi “revisto significativamente em alta” para 2009 e 2010 (18,7 pontos percentuais e 20,0 pontos percentuais, respectivamente), entre os dois últimos inquéritos.

Em 2010, as secções que registaram diminuições mais acentuadas foram as de Alojamento, Restauração e Similares (-42,3%), de Comércio por Grosso e a Retalho e Reparação de Veículos Automóveis e Motociclos (-21,1%), de Actividades Imobiliárias (-13,2%) e de Construção (-11,2%).

Já para 2011, as secções em que se perspectivam maiores decréscimos são as de Alojamento, Restauração e Similares (-31,7%), de Construção, (-25,6%), de Actividades de Consultoria, Cientificas, Técnicas e Similares (-21,6%) e de Comércio por Grosso e a Retalho e Reparação de Veículos Automóveis e Motociclos (-14,9%).

Fonte: Oje – o Jornal Económico

Inovação: Siemens elege Portugal para experiência mundial

Fevereiro 2, 2011 by  
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A multinacional alemã Siemens vai testar em Portugal uma tecnologia inovadora na área da energia solar.

A Siemens, a EDP Inovação e a Universidade de Évora, em parceria com o Ministério Alemão do Ambiente, Conservação da Natureza e Segurança Nuclear e outras empresas tecnológicas alemãs como a German Aerospace Center (DLR), a K+S AG, a Senior Berghöfer GmbH e a Steinmüller Engineering GmbH, vão construir em Portugal um protótipo de central solar termoeléctrica que funcionará com sal fundido como meio de transferência de calor.

Este projecto – o primeiro do seu género em Portugal – tem como principal objectivo demonstrar a viabilidade técnica e económica das centrais solares termoeléctricas com colectores cilindro parabólicos. Serão ainda investigadas propostas de melhorias na fusão do sal e adaptações do design da central.

As centrais térmicas deste tipo concentram a luz solar através de espelhos parabólicos, usando um tubo receptor que contém o sal fundido Actualmente, as centrais solares termoeléctricas deste tipo utilizam óleos térmicos como meio de transferência de calor, com os seus colectores cilindro-parabólicos a operar a temperaturas que rondam os 400ºC.

Com um comprimento previsto de 300 metros, a instalação em Évora, irá utilizar sal fundido como substituição dos convencionais óleos térmicos, operando a temperaturas que ultrapassarão os 500ºC. O vapor gerado a temperaturas mais elevadas irá permitir que a turbina a vapor funcione com maior eficiência durante a produção de energia.

A Universidade de Évora terá a seu cargo os testes e optimização desta tecnologia durante três anos. Por seu turno, a EDP Inovação (Energias de Portugal) vai disponibilizar o local e a instalação deste projecto.

O sal como condutor de calor

O potencial oferecido pelos diferentes tipos de sal será investigado nesta instalação experimental, que vai ser equipada com tubos receptores da Archimede Solar Energy (ASE), empresa participada em 45% pela Siemens.

O projecto não incluirá unicamente o sal refinado, mas também sais de diferentes composições. Um dos desafios relacionados com a utilização de outras composições de sal é também a descoberta de meios para baixar o ponto de fusão dos mesmos. O risco potencial de congelação nos sistemas que transportam o sal e as perdas de calor ao longo do processo podem ser, assim, reduzidas significativamente.

Actualmente, o sal fundido já é utilizado como meio de transferência de calor na Priolo Gargallo, central solar termoeléctrica na Sicília, Itália, também equipada com tubos receptores produzidos pela ASE.

Os componentes para as centrais solares termoeléctricas são parte integrante do portefólio ambiental da Siemens.

No ano fiscal transacto, as receitas do portefólio totalizaram €28 mil milhões, tornando a Siemens o maior fornecedor de tecnologias ambientais do mundo.

Fonte: Expresso

Marketing: Facebook lança serviço de descontos na Europa

Fevereiro 2, 2011 by  
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O serviço de descontos do Facebook, lançado em Novembro de 2010 nos EUA, chegou à Europa

O serviço baseia-se na aplicação Places para a versão de telemóvel da rede social, que permite partilhar a localização do utilizador com os seus contactos.

Com esta nova funcionalidade activada, denominada Facebook Deals, os utilizadores da rede social podem aceder a descontos em serviços de algumas das empresas aderentes, numa lógica de cartão de fidelização, sempre que entrem nas lojas e actualizem a sua localização através do telemóvel.

Apesar de ter sido lançada apenas em Novembro do ano passado no mercado norte-americano, o sucesso do Facebook Deals levou a rede social a alargar a sua disponibilidade a novos países: Alemanha, Espanha, França, Itália e Reino Unido.

Fonte: Sol

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