Marketing: O Facebook dá tanto prazer como o sexo

Julho 10, 2012 by  
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Talvez seja por isto que alguns utilizadores descrevem a vida toda no Facebook, desde o momento em que se levantam até à hora que se deitam. Uma equipa de investigadores do Laboratório de Neurociência Social da Universidade de Harvard concluiu que partilhar informação pessoal dá prazer.

A investigação, citada pelo The Street, indica que cada pessoa passa cerca de 30% a 40% do tempo a falar das nossas experiências. Os investigadores Diana Tamir e Jason Mitchell começaram o estudo questionando porque é que as pessoas são tão motivadas a publicar informações pessoais em redes sociais.

No fundo, é perguntar porque é que as redes sociais ganharam um lugar tão importante na vida quotidiana, substituindo para algumas pessoas a frequência de experiências sociais reais.

Os investigadores utilizaram ressonâncias magnéticas funcionais enquanto faziam perguntas aos participantes; a ideia era perceber se a utilização de redes sociais, como o Facebook, Twitter, LinkedIn e outras, estimulavam ou não certas partes do cérebro.

A resposta é sim. Os investigadores encontraram regiões específicas do cérebro que são despertadas quando partilhamos informações pessoais. Uma dessas regiões é o chamado “centro de prazer”, responsável pelas sensações de recompensa, prazer e adição.

Este centro responde, de forma sintetizada, a estímulos como comida, dinheiro, humor, fotos do sexo oposto e partilha de informação pessoal (é aqui que entram as redes sociais). A dopamina libertada no cérebro quando cria uma publicação e os outros fazem “gosto” e comentam parece ser semelhante ao prazer gerado pelo dinheiro, comida e sexo, diz o estudo de Harvard.

“Dois estudos adicionais demonstram que estes efeitos derivam do valor independente que os indivíduos dão ao pensamento auto-referencial ou na simples partilha de informação com outros”, lê-se no estudo, citado pelo The Street. “Em conjunto, estas conclusões sugerem que a tendência humana para partilhar informação sobre experiência pessoal pode advir do valor intrínseco associado com a auto-revelação.”

Para testar a teoria, os investigadores deram aos participantes a escolha entre responder a questões sobre factos, sobre outros ou sobre si próprios. Mesmo quando era dada a hipótese de ganhar dinheiro, as pessoas queriam era falar sobre si próprias.

Fonte: Dinheiro Vivo

Inovação: Como o crowdsourcing mudou a IBM, Nokia, 3M e Tecnisa

Julho 9, 2012 by  
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Até 2006, o outsourcing era um termo utilizado para designar uma ação na qual as empresas procuram mão-de-obra terceirizada, ou seja, fora de suas companhias, para realizar determinados serviços e tarefas. No entanto, depois de um artigo na revista Wired, escrito pelo jornalista Jeff Howe, o conceito ganhou uma nova ramificação chamada crowdsourcing, mostrando o potencial do Poder das Multidões – por acaso, título do livro de Howe sobre o assunto, lançado dois anos depois.

Realizada pela segunda vez no Brasil, a Conferência Crowdsourcing de Co-criação e colaboração reúne em São Paulo especialistas sobre o assunto e representantes de grandes empresas que decidiram abrir setores para receber ou oferecer posições de trabalho para qualquer um que estivesse disposto a realizar um projeto, escrever sobre um assunto, aprender ou simplesmente ajudar o próximo, às vezes sem ganhar nada por isso.

Parece utópico? Não está tão distante quanto parece – basta pensar que dois produtos extremamente conhecidos e utilizados em larga escala no mundo surgiram de iniciativas de crowdsourcing: Wikipedia e Skype. Foi com exemplos assim que Shaun Abrahamson, fundador da Mutopo, empresa de consultoria de social production, realizadora do evento, abriu o ciclo de palestras

Invasão da multidão
“Está é uma década de guerra do crowdsourcing. Vimos o fim de todo o negócio de enciclopédias e o Skype, que demorou menos de uma década para transformar a economia de [conferências] por áudio e vídeo”, exemplificou Shaun. Em seguida, o executivo mostrou exaustivamente uma série de exemplos de empresas que estimularam modelos de negócios através do crowdsourcing em áreas como saúde, educação, entretenimento, atendimento ao consumidor, entre outros.

O executivo dissertou como empresas como a ZocDoc, um site que permite fazer agendamentos online de consultas e agrega avaliações dos pacientes, para que possam identificar os melhores profissionais, o Duolingo, que oferece a possibilidade do usuário aprender uma nova língua enquanto traduz excertos de textos, enquanto, ao mesmo tempo, faz parte de um projeto para traduz a web, o suporte técnico da HP, que faz com que os consumidores ajudem uns aos outros (“um exército de voluntários contra o suporte pago”, de acordo com a definição de Abrahamson), o projeto Life in a Day do YouTube, que pediu para que as pessoas gravassem seus próprios vídeos para que, ao final, o material fosse compilado e editado na forma de um documentário, entre outros exemplos.

Nesta mesma mesa de debate, estavam representantes de quatro grandes empresas que exibiram cases com exemplos de como o crowdsourcing pode ter diferentes aplicações e gerar diversos modelos de negócio. A primeira companhia foi a IBM, representada por Irene Greif, diretora do Centro para Software Social e chefe do Grupo Colaborativo de Experiência do Usuário (CUE). Greif contou sobre “como utilizamos a tecnologia para engajar as pessoas”, a partir dos chamados “Jams”, eventos online que reúnem grupos específicos de pessoas para que elas discutam determinados tópicos – o maior deles reuniu 150 mil colaboradores da empresa em 104 países e 67 outras companhias. Irene explicou que, dentro de uma política de redução de gastos, a empresa, na busca por inovação, descobriu que poderia fazer consultoria de produtos com as pessoas, ao gerar pequenos Jams. “Um projeto poderia ser dividido em pequenos pedaços para que as pessoas pudessem trabalhar sem sequer se conhecerem, e trazerem as melhores soluções para a companhia, fazer soluções mais inteligentes e melhores”, afirmou.

Democratizar da inovação
Para Pia Erkinheimo, Head de Crowdsourcing, equipe de inovação da Nokia, é preciso “ouvir à sabedoria ‘nas’ massas”, e democratizar a inovação. Erkinheimo destacou que o amadorismo tem crescido muito e que não importa de onde uma ideia tenha se originado, desde que seja boa, acrescentando que não existem usuários ou desenvolvedores absolutamente puros, um indivíduo totalmente heterogêneo. A companhia finlandesa possui dois projetos de destaque na área de crowdsourcing: o IdeasProject, uma comunidade online voltada para qualquer pessoa que queira desenvolver uma ideia a partir os meios oferecidos pela empresa, utilizando “a energia da multidão para o campo de testes”, e o App Campus, voltado para desenvolvedores, no qual a empresa, em parceria com a Microsoft, quer “investir 18 milhões de euros no desenvolvimento de aplicativos móveis”, numa tentativa de se aproximar os desenvolvedores do público em geral.

A parte brasileira do debate foi representada por Denilson Novelli, gerente de E-business da Tecnisa, e Luis Eduardo Serafim, head de Marketing Corporativo da 3M do Brasil. Novelli explanou sobre um projeto realizado em 2009 em comunidades no Orkut, no qual a construtora procurou saber entre os usuários interessados em gerontologia (que estudam a velhice, principalmente voltado para acessibilidade de prédios e construções) quais eram as maiores reivindicações da chamada “arquitetura inclusiva”, adaptações feitas nos empreendimentos voltadas ao público de terceira idade ou com mobilidade reduzida. Por meio dessa iniciativa, foram feitas cerca de 200 sugestões em 30 dias, que fomentaram à construtora ideias como corrimões em piscinas, fechaduras das portas acima das maçanetas, tomadas mais altas, entre outros. Hoje a empresa possui o portal Tecnisa Ideias, que funciona como um espaço colaborativo para que os usuários enviando e votando em projetos de inovação.

Por fim, Luis Serafim contou sobre a experiência de crowdsourcing dentro e fora da 3M, explicando sobre o ambiente de colaboração da companhia, no qual os funcionários podem “acessar tecnologias da empresa para criarem seus próprios projetos. Os conhecimentos gerados são da empresa, e não do indivíduo ou de um departamento”, explicou Serafim. Para exemplificar esse conceito, executivo contou a história de Art Fry, um químico da 3M que utilizou uma tecnologia de adesivos removíveis criada por seu colega, Spencer Silver, para inventar o Post-It famoso bloco de anotações reposicionável. Luis Serafim também contou sobre a rede social chamada The Spark, que reúne em um ambiente colaborativo os 7 mil cientistas da empresa – uma maneira de “entender e enxergar onde estão as oportunidades” concluiu.

Ao final da conversa, o moderador do debate, Shaun Abrahamson provocou os palestrantes ao perguntar qual a parte mais interessante do modelo de crowdsourcing. “É mudar uma organização ao mudar a maneira como o dinheiro é gasto. Inovação é importante, mas queremos que o trabalho fique pronto” apontou Irene. “Talvez a forma como [o crowdsourcing] muda as estruturas de trabalho. A parte mais interessante é como ele muda o trabalho e a maneira como trabalhamos” respondeu Pia Erkinheimo, da Nokia. Novelli, por sua vez, seguiu a mesma linha de pensamento da executiva da IBM, e arrematou: “não adianta muito crowded e pouco sourcing. É preciso entender o público, e encontrar alguém que traga soluções”.

Fonte: IDG Now

Marketing: Como encontrar trabalho nas redes sociais

Julho 9, 2012 by  
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Cada vez mais caça-talentos e recrutadores recorrem às redes sociais para encontrar candidatos. É por isso importante ter os seus perfis e contas perfeitamente actualizados, ou pelo contrário, bloquear o acesso a estes e criar perfis novos, caso revelem partes da sua vida pessoal que pretenda manter em privado.

O Twitter pode ser uma ferramenta muito útil para procurar um novo emprego, como explica Nisa Chitakasem no seu livro “125 chaves para encontrar trabalho no Twitter”, conta o Expansíon.

– Chitakasem recomenda usar a nossa biografia para explicar muito bem o que se deseja na carreira profissional e o que temos para oferecer a um possível empregador. Também considera fundamental twittar com regularidade (várias vezes ao dia), porque caso contrário “é mais complicado construir certas relações com os seguidores e podem-se perder oportunidades que o Twitter oferece como ferramenta para procurar emprego”.

– É essencial inspirar confiança, e assim mentir online gera uma sensação de falsa modéstia ou de identidade falsa. Katie Ledger do LinkedIn, considera que “ser genuíno tem muitas vantagens”, mas um dos pilares de uma identidade digital sólida e verdadeiramente efectiva baseia-se na verdade. É importante trabalhar e criar uma imagem, sem nos esquecermos de ser fiéis aos nossos princípios e valores.

– Chitakasem também recomenda “pensar de um modo expansivo acerca do que se deve seguir”. As possibilidades incluem peritos ou bloggers no campo de actividade em que nos movamos; portais de emprego; publicações que incluam alertas de notícias, peritos em desenvolvimento de carreira e coaching; caça-talentos e profissionais do recrutamento; associações de alunos, escolas de negócios ou potenciais empregadores, pessoal dos recursos humanos que esteja a contratar e as chamadas “pessoas chave”, que são pessoas que não se conhece e que nunca se viu, mas a sua relevância implica que o contacto vai servir para aprender acerca de um determinado sector, compreender a estratégia e visão de certas empresas e o que significa trabalhar nelas.

– Destacar os traços mais importantes da sua personalidade e cuidar da informação do perfil. Crie uma página de entrada interessante para os novos perfis do Facebook. Cuidado com as opções de privacidade, já que certo tipo de informação pessoal publicada pode vir a prejudica-lo nos processos de selecção de pessoal.

– Aproveite os posts do seu blogue e as aplicações como SlideShare ou o perfil do My LinkedIn.

-Use os hashtags do Twitter para encontrar ofertas laborais e oferecer os seus serviços profissionais. Estes são alguns exemplos: #trabalho, #ofertatrabalho#, laboral e #emprego. Pode também usar a ferramenta Hashtagify.me para explorar os hashtags mais interessantes, manter-se atento aos eventos mais importantes do seu sector ou participar em conversações onde pode vir a dar-se a conhecer.

– Ligue-se aos headhunters através das suas contas de Twitter.

Fonte: Dinheiro Vivo

Marketing: Facebook e Twitter aumentam ansiedade dos utilizadores

Julho 9, 2012 by  
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As redes sociais na Internet como o Facebook ou o Twitter aumentam a ansiedade dos utilizadores, segundo um estudo da Salforfor Business School, hoje divulgado pelo Telegraph.

Segundo o estudo, cujo universo são os utilizadores de Internet, mais de metade dos inquiridos considerou que as redes sociais mudaram o seu comportamento e metade apontou que as suas vidas foram alteradas para pior.

Dois em cada três inquiridos adiantaram que era difícil relaxar e até dormir após passarem algum tempo a navegar nas redes sociais e um quarto admitiu enfrentar dificuldades nos seus relacionamentos e no trabalho. No total, 298 pessoas responderam ao inquérito da Salford Business School, na Universidade Salford, realizado para a Anxiety UK.

Deste universo, 53% disse que o lançamento das redes sociais mudou as suas vidas, sendo que a maioria considerou que a mudança teve um impacto negativo.

O estudo também demonstrou o vício em relação à Internet, com 55% a afirmar que se sentiu “preocupado ou desconfortável” quando não conseguiu aceder ao Facebook ou às contas de correio eletrónico.

Na sua maioria, os inquiridos sentiram necessidade de desligar os seus aparelhos eletrónicos para fazer um ‘intervalo’ na Internet.

A diretora executiva da Anxiety UK, Nicky Lidbetter, considerou que os resultados do estudo foram uma surpresa pelo elevado número de pessoas a afirmar que a única forma de interromper a ligação à Internet era desligar telemóveis, BlackBerries ou computadores, uma vez que são incapazes de pura e simplesmente ignorar os dispositivos.

Fonte: Económico

Marketing: E-mail, mídias sociais e mobilidade, como ser eficaz?

Julho 1, 2012 by  
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Globalmente, profissionais da área de Marketing são desafiados a obterem as melhores respostas do consumidor em relação às suas marcas. Os canais de comunicação com o público se expandiram, deixaram de ser unidirecionais e exigem um novo posicionamento das empresas que não querem atuar apenas como espectadoras ou coadjuvantes em seus mercados. Mas entre o leque de canais de comunicação disponíveis, qual o mais eficiente? É melhor escolher apenas um ou marcar presença em todos? Mas é possível estar em vários sem perder o foco?

Bem, a resposta para essas questões obriga que os decisores voltem seu olhar para dentro da empresa, analisem em que momento ela está, tracem uma estratégia e saibam claramente que objetivos se quer atingir, levando em conta que cada canal tem seu tom, seu fim e suas características.

Hoje os principais canais de comunicação e marketing digital contemplam o e-mail marketing, as mídias sociais e a mobilidade. Neste artigo, pretendo aconselhar sobre pontos que devem ser considerados para usar cada um desses meios de modo eficiente e também o que considerar em uma estratégia mais abrangente que busque explorar esses canais de forma complementar.

– E-mail Marketing: As empresas que ainda acreditam que o e-mail marketing é um canal para comunicação generalizada e em massa estão definitivamente no caminho não adequado. O principal critério para usar o e-mail marketing com eficiência é a relevância. O consumidor só vai dar atenção a mais aquele e-mail em sua caixa de entrada se o assunto e o conteúdo forem relevantes, adequados ao seu perfil. E para segmentar o envio de e-mail, a empresa precisa conhecer o cliente de forma personalizada, levantar informações e dados de comportamento que a levem a direcionar somente mensagens que tenham a ver com aquele perfil específico, sejam ofertas de compra, atendimento ou prestação de serviço. A frequência com que o cliente quer receber esse tipo de comunicação também precisa ser levada em conta. Por fim, não custa lembrar que o e-mail marketing precisa sempre ter a permissão do usuário. É preciso engajar os colaboradores da empresa para que contribuam buscando opt in do público, a fim de continuamente expandir e qualificar a lista de e-mails dos clientes.

– Mídias Sociais: O grande desafio para iniciativas de branding bem sucedidas nesse canal está na capacidade de envolver e motivar as pessoas em torno de uma ação. O usuário das mídias sociais pode não estar necessariamente interessado em comprar e, portanto, não quer receber mensagens focadas na venda de produtos e serviços. Ou seja, um argumento agressivo de vendas nas mídias sociais não é bem recebido. Oferecer entretenimento e informação é muito mais pertinente neste canal. Promover engajamento, envolvimento e relacionamento deve ser o objetivo central, tendo sempre em mente que este canal é de múltiplas vias, que deve gerar interatividade e fazer com que as pessoas se sintam à vontade para comentar, indicar aos amigos, “curtir”, compartilhar entre si. Gostar de uma marca pode não significar um interesse imediato de compra, mas motivar as pessoas a falarem de determinada empresa e pulverizar aquela mensagem entre seu grupo de amigos gera direta e indiretamente visibilidade e divulgação para a marca. Outro ponto importante é que, ao estar presente nas mídias sociais, a empresa precisa ter uma política de como dar retorno aos comentários e posts, estando preparada inclusive para receber críticas, pois uma vez aberto o canal, ele ganha dinâmica própria.

– Mobilidade: Um ponto importante para a boa comunicação neste canal é forma de abordar o consumidor, para que ele não se sinta invadido. O envio de mensagens de texto via torpedos só pode acontecer se houver um opt in formal e, além disso, essa forma de comunicação se presta muito mais a promover relacionamento, atendimento e prestação de serviços do que publicidade. Possibilitar entretenimento também é uma boa opção, por meio da oferta de aplicativos com os quais os usuários se identifiquem ou como forma de prestar algum serviço de utilidade pública, por exemplo.

Se estabelecer uma comunicação eficaz com o consumidor em cada um desses canais já demanda uma estratégia bem definida, o mesmo vale para as empresas que queiram desenvolver ações integradas. Neste caso, tratar esses meios de forma isolada faz com que a empresa não aproveite os canais em toda sua potencialidade.

Ou seja, mais do que desenvolver iniciativas para e-mail marketing, mídias sociais ou mobilidade, se a marca quer fazer uso destes três canais de modo verdadeiramente eficaz, deve pensar em uma estratégia de cross-channel, para acompanhar os resultados de forma integrada e poder mensurar o todo. O e-mail marketing pode levar o usuário a se interessar pelas mídias sociais da marca, o website da empresa pode permitir compartilhamento em Facebook ou Twitter dos trechos que interessem ao cliente, aplicativos usados em smartphones podem ser replicados nas mídias sociais, uma ação iniciada em um canal pode render desdobramentos em outros, etc…

São inúmeras as formas de capitalizar a interação do usuário nos diversos canais digitais. Isso demanda, no entanto, criatividade e estratégia. O mercado brasileiro tem amadurecido gradativamente absorvido esta visão mais ampla e integrada, portanto não há dúvidas de que esse é um caminho que tende a estimular e fortalecer o relacionamento entre consumidores e empresas. Ignorar essa tendência é ignorar as inovações, as novas gerações e as formas como elas interagem com o mundo.

Fonte: Mundo do Marketing

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