Marketing: Google adquiriu a Motorola por 9 mil milhões de euros
Agosto 17, 2011 by Inovação & Marketing
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O gigante americano da internet Google comprou a unidade de telemóveis da Motorola, a Motorola Mobility, por 12,5 mil milhões de dólares, cerca de 9 mil milhões de euros, com o objectivo de dar mais um impulso ao seu sistema operacional Android. A Motorola Mobility foi um dos primeiros fabricantes de telemóveis a optar totalmente pelo Android, um sistema de operação aberto, ao contrário do seu grande rival, a Apple. A operação teve o apoio unânime do conselho administrativo dos dois grupos e os seus dinamizadores esperam concluí-la entre o fim de 2011 e o início de 2012.
O negócio marca também a chegada do grupo Mountain View, da Califórnia, ao mundo do hardware, uma revolução, já que até o momento dominava apenas a área de software e serviços. “A aquisição da Motorola Mobility, parceira devota do Android, vai permitir ao Google reforçar o ecossistema do Android e vai intensificar a concorrência na comunicação móvel”, fez notar o grupo americano em comunicado, citado pela AFP. Recorde-se que a Motorola viu a sua posição, antes dominante no mercado, desafiada pela Nokia, e depois pelos fabricantes de smartphones, como a Apple e a RIM (BlackBerry). No entanto, apesar desta operação, a Google assegurou que o Android permanecerá aberto a todos os fabricantes de telefones.
Fonte: Meios & Publicidade
Inovação: Propriedade intelectual, o desafio das patentes no cenário da inovação
Agosto 17, 2011 by Inovação & Marketing
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Conhecida por transformar mercados e proporcionar o progresso técnico-científico, a inovação (tecnológica) possui um papel amplamente reconhecido pela sociedade, especialmente em indústrias de alta tecnologia. A Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D&I) é alvo de elevados investimentos e, por ser um fenômeno pouco preciso e incerto, é constantemente submetida a metodologias, processos e ferramentas a fim de aumentar a probabilidade de sucesso futuro ou diminuir riscos. Uma das ferramentas para gestão de riscos e “proteção” destes investimentos é a Gestão da Propriedade Intelectual, ou simplesmente PI.
Propriedade Intelectual (PI) de uma forma genérica são os direitos inerentes à atividade intelectual nos domínios industrial, científico, literário e artístico. Por serem direitos, é comum que boa parte das pessoas os associem como um assunto para advogados cuidarem, o que é um equívoco, pois muito mais do que um assunto meramente jurídico, a PI é um assunto essencialmente de negócios.
Uma empresa que desenvolve e protege seus produtos ou processos por meio de patentes, na verdade, cria um ativo intelectual com potencial de se tornar uma ferramenta de ação estratégica para manter a vantagem competitiva. Se as palavras inovação e propriedade intelectual estão associadas ao desenvolvimento sócio-econômico das nações, não seria incorreto pensar que fazem, hoje, parte das políticas públicas das principais economias mundiais. Que o diga o próprio governo brasileiro, que enxerga na inovação tecnológica uma das saídas para evitar a “desindustrialização” e aumentar a competitividade internacional das empresas nacionais.
Conquistas como a estabilidade macroeconômica, as recentes Leis de Inovação e do Bem e os demais programas governamentais permitiram ao Brasil avançar 21 posições, saltando da 68ª posição para a 47ª no ranking de inovação elaborado pela Confederação da Indústria da Índia, em parceria com o instituto de administração europeu Insead e com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI). Entretanto, os resultados referentes ao número de pedidos de patentes depositados, um dos 50 indicadores avaliados, continua a desejar. O Brasil permanece responsável por apenas 0,3% dos pedidos de patente internacionais (OMPI, 2009), apesar de o português ser incluído como língua oficial de depósitos no PCT (Patent coperation Treaty, ou Tratado de Cooperação em matéria de Patentes) e o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) ser reconhecido como autoridade Internacional de Busca e Exame de Pedidos no âmbito do PCT desde 2007.
De acordo com o índice, dentre os países mais inovadores do mundo estão: Suíça, Suécia, Singapura, Coréia do Sul, Finlândia, Dinamarca, Estados Unidos, Canadá, Holanda e Reino Unido. E o que eles têm em comum? Pelo menos, a maioria desses países possui importantes empresas no setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), como Ericsson, Nokia, Research In Motion (RIM), Apple, Microsoft, Philips, Flextronics e Zetax. Curiosamente, nos EUA, o maior mercado, os principais depositantes de patentes pertencem ao setor de TIC com destaques para Samsung, IBM, Sony e Microsoft. Consequentemente é o setor que mais sofre com processos de infração ou com acordos de licenciamento. Eis um dos males do modelo de monopólio temporário da tecnologia. Eric Maskin, Nobel de economia em 2007, que o diga.
Peguemos, por exemplo, a principal empresa “case” de inovação tecnológica dos últimos anos: a Apple. Responsável por uma das maiores mudanças técnicas, sociais e culturais nos países onde possui presença com seus produtos, sofreu inúmeros processos de infração de patentes por parte de pequenas e grandes empresas do setor que a acusavam de incorporar soluções “patenteadas” em seus iPads, iPhones e iPods. As empresas Kodak, Nokia e HTC são algumas das vencedoras de processos que custaram a cabeça de seu diretor de patentes. A Nokia, por exemplo, conseguiu um acordo de licenciamento da ordem de 1 a 2% da receita do iPhone, calculada aproximadamente em US$ 43 bilhões este ano, de acordo com uma pesquisa da Reuters. Essas ações podem levar empresas verdadeiramente inovadoras à falência, de um dia para o outro.
Devido ao grande risco das empresas de TIC sofrerem ações judiciais, elas frequentemente recorrem às licenças cruzadas, que nada mais são do que um acordo segundo o qual duas ou mais partes concedem uma licença à outra para a exploração do objeto reivindicado em uma ou mais patentes. Um escambo dos tempos modernos onde a patente é uma “moeda de troca” para sobrevivência. Mas isso somente ocorre se ambas as partes possuírem ativos para trocar, pois sem eles não há negócio, principalmente quando quem rege esse sistema chama-se inovação.
Fonte: Ti Inside Online
Marketing: O paradigma das mídias sociais
Agosto 16, 2011 by Inovação & Marketing
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É preciso reflexão para acertar os caminhos dessa evolução que envolve o poder das mídias sociais. Novas práticas podem ser entendidas por conceitos já conhecidos e se tratadas todas essas nuances com responsabilidade, logo teremos a consolidação desse novo meio(s) de comunicação.
Estamos vivendo uma revolução social, no amalgama da chamada economia da reputação configurada no ambiente 3.0 e os novos meios de se comunicar. Uma megalomania vetorizada pela colaboração que rende bilhões de dólares aos que correm como first movers nesse mercado em desenvolvimento. Mas é preciso mergulhar em alguns pontos, ou melhor, nos grafos desse assunto que se interligam e caracterizam veemente um paradigma emergente.
Novas formulas reúnem conexões que transformam pessoas pelo chamado “de muitos para muitos” onde todos somos capazes de compartilhar e obrigados a ser o que compartilhamos, neste contexto é preciso resgatar alguns conceitos antigos para subsidiar novas mudanças.
Comecemos por absorver o entendimento do que é uma mudança de estrutura – muito mais que conceitos, práticas e modelos – que atende pelo nome de paradigma. Neste sentido temos uma explicação consistente para a resistência da sociedade (leia-se mercado – empresas –) “anti-modista” quanto à veracidade do poder das mídias sócias que é aclamado nos dias atuais, onde o atraso (delay) para atuar junto às novas ferramentas faz todo sentido, haja vista que representa um fator comum e marcante de um paradigma que emerge.
Apontar a confusão de nomenclaturas em que esse mundo digital nos é apresentado também é importante, como entender redes sociais, mídias sociais, marketing digital, geração de buzz, evangelizar ideias, sem se perder nas similitudes e diferenças que permeiam esse emaranhado de complementares.
A intenção neste ensejo é apontar algumas anormalidades ou rupturas que são caminho indesviável para que se alcance evolução, sem a pretensão de exaurir as possibilidades nem mesmo isolar um algoritmo para alcançar os resultados exatos dessa era digital, mesmo porque partindo de um pensamento complexo e impossível prever o futuro mediante os tantos fatores interativos envolvidos.
O mercado desde os tempos de Newton vem crescendo dentro de um aneurisma linear, mecanicismo claro que vem sendo desmistificado com as revoluções tecnoindustriais que movimentam nosso habitat, mas para o universo dos negócios essa matemática linear ainda faz todo sentido, até porque continua sendo a verdade mais bem produzida sobre a realidade do nosso mundo. Então enquanto os resultados das redes sociais e afins não puderem ser mensurados dentro desses parâmetros e com isso concretizados os benefícios desses meios, estaremos indiscutivelmente vivendo uma transição.
Muitos são os números que movimentam a massa pela internet, dados cheios de volume, mas ainda carentes de informações que gerem conhecimento para os negócios, pouco se tem (na prática) de como se usar isso para alavancar “a minha empresa”. Gerar buzz, viralizar, campanhas glamorosas são acompanhadas por métricas que ainda não falam a linguagem adequada do ROI (fonte de motivação para os investimentos) junto aos principais stakeholders.
Não é objetivo deste autor afirmar que essas métricas já não existem ou não são possíveis, que não depende muito mais dos profissionais envolvidos e ou da maneira como se conduz esse mercado na rede, entretanto é factível que esse jardim de possibilidades apresenta-se ainda sendo codificado para nossa realidade organizacional e mercadológica, e mesmo que nós sejamos conhecedores dos saltos que o cenário dos negócios costuma dar quando acompanhados de tecnologia e inovação, impulsionando o status corp das empresas para práticas que consolidam-se em verdadeiras estratégias de negócio, ainda é preciso viver o amadurecimento desses meios e seus resultados.
Fonte: Administradores
Marketing: Para 80% dos pais brasileiros, educação dos filhos é prioridade nas despesas, diz pesquisa
Agosto 16, 2011 by Inovação & Marketing
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Entre os homens brasileiros, 35% são pais/tutores ou responsáveis diretos por algum morador do domicílio. É o que indica uma pesquisa realizada pelo Ibope Media com 20.736 pessoas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Recife, Brasília e cidades interiores das regiões Sul e Sudeste.
De acordo com o levantamento, nas capitais de Recife e Curitiba está o maior número dos pais brasileiros (38%). Por outro lado, Salvador é a metrópole que apresenta o menor índice, 29% são pais. Em relação aos hábitos e saúde dos homens que têm filhos, a estudo aponta que 39% praticam alguma atividade física e que 64% só procuram um médico quando estão realmente doentes. Apenas 27% declararam que seriam capazes de fazer uma cirurgia para melhorar a aparência.
Sobre hábitos de consumo, 59% dos entrevistados afirmam ter realizado compras pessoais nos últimos 30 dias. Desse percentual, somente 22% das aquisições foram feitas pela internet. A maioria dos pais prefere fazer compras em lojas de rua (78%) e shoppings (63%), sendo que, dos produtos, 65% eram roupas masculinas, 60% calçados e 52% roupas femininas. Ainda em relação ao consumo, 78% procuram ofertas e descontos e para adquirir um bem mais caro, 66% planejam anteriormente.
Para 80% dos pais, a educação dos filhos é a prioridade nas despesas e 60% garantem que criam as crianças para o mundo. Em relação aos gastos, somente 37% dizem que as crianças influenciam nas compras de casa e 59% admitem que é difícil dizer não aos filhos.
Fonte: Mundo do Marketing
Inovação: Criada tatuagem eletrônica que cola na pele
Agosto 16, 2011 by Inovação & Marketing
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Engenheiros americanos criam pequenos circuitos que podem ser colados na pele como adesivo de chiclete.
A plataforma é totalmente flexível, e se dobra conforme o movimento da pele graças aos fios construídos em forma de serpentina montados em uma fina folha de borracha.
O aparelho pode auxiliar desde o desenvolvimento de interfaces homem-máquina até os diagnósticos médicos de condições musculares ou nerológicas.
A invenção da equipe do professor John A. Rogers, da Universidade de Illinois, foi publicada na última edição da Science. Até agora, já foi possível colocar sensores, LEDs, transistores, capacitores, antenas sem fio e até pequenas células solares nos dispositivos.
Os adesivos ficam em uma folha fina de plásticos solúvel e são colados na pele com água. Também é possível aplicar o circuito em uma tatugem removível já na pele (por exemplo, com algum desenho).
No caso da medicina, os sensores podem monitorar a atividade cerebral sem a necessidade de diversos fios conectados – o que permite uma observação do paciente em suas atividades diárias normais.
Ao ser colocado na garganta, os sensores, que se comunicam com um computador, distinguiam o movimento muscular da fala. Em outro experimento, os pesquisadores conseguiram até controlar um videogame à distância por meio de impulsos musculares.
Fonte: Exame



