Marketing: Até 2015, usuários devem baixar 48 bilhões de aplicativos
Junho 11, 2011 by Inovação & Marketing
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O número de aplicativos baixados até 2015 deve chegar a 48 bilhões, aponta pesquisa divulgada nesta terça-feira pela companhia americana de análise de mercado In-Stat. O documento estima que a demanda pelos programas é consequência da popularização dos dispositivos com telas sensíveis ao toque – como tablets e smartphones.
De acordo com a empresa, até o fim de 2011, cerca de 90% dos smartphones fabricados no mundo terão tela sensível ao toque presente. Em sete anos, a estimativa é que esse número chegue a 100%. A pesquisa também sugere que os usuários dos sistemas operacionais Android, do Google, e iOS, da Apple, tendem a fazer mais downloads de programas. Só a Apple disponibiliza em sua loja virtual cerca de 500.000 aplicativos, ante 350.000 do Google.
De acordo com a consultoria Forrester Research, o valor desse mercado deve chegar a 38 bilhões de dólares até 2015. Na última segunda-feira, Steve Jobs, presidente-executivo da Apple, afirmou que a empresa repassou cerca de 2,5 bilhões de dólares aos desenvolvedores independentes de programas que criam atrações para os dispositivos da marca. Os aplicativos são vendidos pela Apple, que fica com uma porcentagem do preço pago pelo usuário.
Fonte: Exame
Inovação: Peles de sapos podem tratar mais de 70 doenças, dizem cientistas
Junho 11, 2011 by Inovação & Marketing
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Cientistas da Queens University, em Belfast, na Irlanda do Norte, ganharam um prêmio pela pesquisa sobre o uso de pele de anfíbios como pererecas e sapos, que pode levar à criação de novos tratamentos para mais de 70 doenças.
A pesquisa, liderada pelo professor Chris Shaw, da Escola de Farmácia da universidade, identificou duas proteínas nas peles dos anfíbios que podem regular o crescimento de vasos sanguíneos.
Uma proteína da pele da perereca Phyllomedusa sauvagii (Hylidae) inibe o crescimento de vasos sanguíneos e pode ser usada para matar tumores cancerígenos.
Shaw informou que a maioria destes tumores apenas pode crescer até um certo tamanho, antes de precisarem de vasos sanguíneos fornecedores de oxigênio e nutrientes.
“Ao paralisarmos o crescimento dos vasos sanguíneos, o tumor terá menos chance de crescer e, eventualmente, vai morrer”, disse. “Isto tem o potencial de transformar o câncer de doença terminal em condição crônica”, acrescentou.
Na segunda-feira, os cientistas receberam o prêmio Medical Futures Innovation, em Londres.
Crescimento
A equipe de pesquisadores também descobriu que o sapo Bombina maxima (Bombinatoridae) produz uma proteína que pode estimular o crescimento de vasos sanguíneos, o que pode ajudar pacientes a se recuperar de ferimentos e operações muito mais rapidamente.
“Isto tem o potencial para tratar uma série de doenças e problemas que precisam do reparo rápido dos vasos sanguíneos, como a cura de feridas, transplantes de órgãos, ulcerações diabéticas e danos causados por derrames ou problemas cardíacos”, disse Shaw.
Segundo o professor, os cientistas e companhias farmacêuticas do mundo todo ainda não conseguiram desenvolver um medicamento que possa, de forma eficaz, ter como alvo o controle do crescimento de vasos sanguíneos, apesar dos investimentos em torno de US$ 4 bilhões a US$ 5 bilhões por ano.
“O objetivo de nosso trabalho na Queens (University) é revelar o potencial do mundo natural – neste caso, as secreções encontradas na pele de anfíbios – para aliviar o sofrimento humano”, disse Shaw.
“Estamos totalmente convencidos de que o mundo natural tem as soluções para muitos de nossos problemas, precisamos apenas fazer as perguntas certas”, acrescentou.
Ao comentar o trabalho da equipe de Chris Shaw, o professor Brian Walker e o Dr. Tianbao Chen, do painel julgador do prêmio Medical Futures Innovation, afirmaram que querem estimular os pesquisadores, para que eles progridam com seus trabalhos.
“Muitas das grandes descobertas ocorreram através do acaso e a ideia do professor Shaw é, sem dúvida, muito inovadora e animadora”, afirmou o painel. “É importante perceber que a inovação está em primeiro estágio e é necessário muito trabalho para tornar isto em uma terapia clínica.”
Fonte: BBC Brasil
Marketing: O Facebook não é só para jovens
Junho 11, 2011 by Inovação & Marketing
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Isabel Moreira tem 74 anos e, tal como muitos cibernautas em Portugal, já deixou de ir ao Hi5, a rede social que em tempos foi uma grande sensação na Internet portuguesa. Agora vai ao Facebook. Todos os dias. Isabel é uma excepção. Apenas 33 mil perfis do Facebook criados em Portugal são de pessoas que têm, ou dizem ter, mais de 65 anos. Isto corresponde a um por cento do total de contas – os números são do Social Bakers, um serviço que agrega estatísticas sobre esta rede social.
Porém, para Isabel, a informática está longe de ser uma novidade: começou a mexer em computadores há 30 anos. Depois de criar três filhos, resolveu arranjar um emprego. E, para isso, fez “uns cursos de informática e programação”. Acabou por conseguir emprego como secretária e ficou a gostar de computadores. No início da década de 1990, e em desacordo com o marido, gastou 150 contos (“o ordenado todo”) num computador, cerca de 750 euros.
Desde então, sempre teve um computador em casa e o interesse pela tecnologia perdurou – é, aliás, um dos temas sobre os quais partilha links no Facebook. Actualmente, está a frequentar um curso sénior de Ciência, Tecnologia e Cidadania na Universidade Técnica de Lisboa. Com os colegas, montou uma rede social na plataforma Ning, um serviço que permite a qualquer pessoa criar uma rede social própria. E também já fizeram um livro electrónico.
Foi a filha de Isabel Moreira que a convenceu a aderir às redes sociais, na altura em que o Hi5 ainda estava na moda. Porquê? “Por causa dos meus netos. Uma pessoa tem de controlar um bocadinho o que os jovens fazem”, responde. Mas também é útil para partilhar notícias e ver o que os outros partilham, reconhece. E já serviu para encontrar uma ou outra pessoa dos tempos da escola e do liceu, acrescenta.
Acompanhar os netos foi também um dos motivos que levaram Maria do Céu Encarnação a abrir conta no Facebook. Começou a notar que “toda a gente falava do que via no Facebook” e sentia-se de fora das conversas. Por isso, resolveu entrar no mundo das tecnologias e foi tirar um curso de informática na junta de freguesia da zona onde vive, em Lisboa. Foi há quatro anos e Maria do Céu tinha então 80.
O curso serviu-lhe de iniciação; de seguida, os netos ofereceram-lhe um computador e ensinaram-na a fazer o resto. “Eu aponto o que eles me dizem. Nesta idade, uma pessoa já não se lembra, tem de escrever. Mas depois é fácil.”
Maria do Céu não se ficou pela rede social. Tem email criado pelos netos (vozita@…); usa o Skype, sobretudo para falar com uma neta que está em Inglaterra; acha os blogues “o máximo”; faz pesquisas várias no Google e passa algum tempo a jogar online: puzzles – “já os fazia quando era miúda, mas com peças”, palavras cruzadas, mahjong (um jogo de origem chinesa). Mas “o Farmville não”. Graças a tudo isto, passou a sair menos de casa. “Antes saía muito mais. Agora, faço-o de manhã e passo tardes inteiras na Internet, vou ao Facebook, ao Google…”
A ideia de que o Facebook é para jovens não é errada. Em Portugal, a maioria dos utilizadores está na faixa etária entre os 13 e os 24 anos. De seguida, estão os utilizadores entre os 25 e os 44, de acordo com as estatísticas do Social Bakers (que é distinguido pelo próprio Facebook como um serviço de confiança). Os números vão caindo à medida que se sobe na idade. Acima dos 54 anos, estão apenas quatro por cento dos utilizadores.
Estes dados estão dependentes da informação inserida pelos próprios utilizadores e têm em consideração contas que podem ter pouca actividade. Mas os números estão em linha com o estudo A Utilização da Internet em Portugal 2010, feito por várias instituições de investigação e com o apoio da UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento.
Segundo esta investigação, os mais velhos são também os mais reservados. A partir dos 55 anos (é tida em conta a faixa etária mais velha pelo relatório no que diz respeito ao uso de redes sociais), há 12 por cento que nem sequer divulgam o nome. E o número de “amigos” também tende a ser mais reduzido do que entre os jovens.Francisco, de 71 anos, é daqueles que preferem manter-se discretos e não querem ser identificados com o apelido, embora o tenha no perfil do Facebook. “Já bastam as pessoas que me pedem para ser amigo e eu nunca as vi na vida. Não quero que leiam no jornal e andem lá à procura”, justifica. Só ocasionalmente partilha alguma coisa. Quase sempre, apenas um link para uma notícia que leu. De resto, comenta “de vez em quando” o que os outros publicam e segue a vida dos “mais ou menos 40” contactos que tem online, boa parte são familiares.
Francisco não publica nada pessoal. E muito menos fotografias, o tipo de conteúdo que é quase sinónimo de estar no Facebook. Três em cada quatro utilizadores em Portugal colocam fotos suas nas redes sociais. Mas, na faixa etária mais elevada, este número cai para um pouco menos de metade. Isabel Moreira, que publicou “duas ou três” fotos no perfil do Facebook, tem uma explicação pronta: “As pessoas mais velhas não gostam de se ver. Não se acham tão giras como as novas.”
Fonte: Público
Inovação: América Latina está receosa em adotar o Cloud Computing
Junho 11, 2011 by Inovação & Marketing
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Apenas 16% dos CIOs da região já adotaram alguma forma de Cloud Service, enquanto a média mundial é de 23%
Segundo o Gartner, empresa de pesquisa e aconselhamento de tecnologia, hoje o mercado global de TI gira em torno de U$ 820 bilhões e está mudando rapidamente por conta da popularização do cloud computing. O sourcing baseado na nuvem pode ser considerado uma das maiores tendências no mercado de tecnologia da informação nos próximos anos.
De acordo com a vice-presidente e chefe de pesquisas do Gartner, Linda Cohen, a computação em nuvem vai se tornar cada vez mais a plataforma preferida para qualquer negócio de TI. Porém a executiva destaca que a América Latina está atrás nessa inovação em relação ao resto do mundo; apenas 16% dos CIOs da região já adotaram alguma forma de Cloud Service, enquanto a média mundial é de 23%, e 59% deles não pretendem adotar esses serviços nos próximos três anos.
O analista Cassio Dryfuss avalia o outsourcing por meio de Cloud Services ainda como imaturo e cheio de perigos potenciais. “Este modelo apresenta grandes oportunidades e também desafios de gestão. As empresas precisam compreender as mudanças provocadas por ele e desenvolver estratégias realistas e as competências de gestão necessárias” completa.
Para amenizar essas preocupações dos CIOs, o Gartner criou nove termos para abrandar os riscos em contratos de Cloud:
1 – Garantias de funcionamento: Apesar da significativa criticidade dos negócios em certas aplicações na nuvem, os analistas do Gartner têm visto inúmeros contratos sem garantias de desempenho de níveis de serviço. Os negociadores devem estar cientes dos SLAs (Service Level Agreements) necessários e garantir que eles estão documentados contratualmente, de preferência com penalidades, se os níveis de desempenho acordados não forem alcançados.
2 – Penalidades para os SLAs: Para que os SLAs sejam usados para influenciar o comportamento dos prestadores de serviços, eles precisam ser acompanhados de multas financeiras.
3 – Cuidado com exclusões de penalidades para SLAs: Provedores de Cloud perceberam que precisam adicionar garantias e medidas de qualidade para os serviços que eles vendem na nuvem. Para gerenciar os riscos, os fornecedores costumam colocar critérios rígidos de exclusão de penalidades em seus contratos. As empresas devem olhar atentamente para essas limitações ao direito de aplicação de multas.
4 – Segurança: Como parte da estratégia da terceirização na nuvem, os executivos responsáveis pela aquisição devem garantir que os níveis de segurança do provedor estejam no mesmo patamar.
5 – Continuidade nos negócios e recuperação de desastres: Contratos de Cloud Services raramente contêm cláusulas sobre recuperação de desastres. Isso precisa necessariamente ser abordado em contrato.
6 – Condições de privacidade de dados: Se o provedor está cumprindo os regulamentos de privacidade de dados pessoais em nome da organização, o cliente precisa ser explícito sobre seus requisitos específicos e analisar possíveis brechas.
7 – Suspensão de serviço: Alguns contratos prevêem que, se o atraso de pagamento for superior a 30 dias, o serviço pode ser suspenso pelo provedor. Isso da ao provedor um considerável poder de negociação em caso de qualquer controvérsia sobre o pagamento.
8 – Rescisão: Muitos contratos de nuvem permitem ao fornecedor rescindir o acordo com 30 dias de aviso por escrito, ou, pelo menos, no prazo de 30 dias da renovação. Os usuários devem negociar com o provedor uma antecedência de seis meses para um aviso de suspensão do serviço.
9 – Responsabilidades: A maioria dos contratos restringe qualquer responsabilidade ao máximo do valor das faturas nos últimos 12 meses. As organizações devem negociar uma proteção maior.
“Os serviços na nuvem fazem tanto sentido para os negócios que são inevitáveis, apesar das limitações atuais. Os CIOs que tiverem uma boa visão de negócios vão se movimentar rapidamente para adotar cloud, trazendo para suas empresas uma significativa vantagem competitiva” finaliza Dreyfuss.
Fonte: Meta Análise
Marketing: Empresas agora têm desafio de se adequar ao consumidor 3.0
Junho 11, 2011 by Inovação & Marketing
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As redes sociais representam um “enigma” que as empresas terão de desvendar se quiserem ter um relacionamento e interação positivos com os novos consumidores que fazem parte do universo social da web, ou seja, o consumidor 3.0. O momento representa um grande desafio para as empresas, que terão de alterar a estrutura organizacional para se adequar à nova era, segundo a visão de especialistas que participaram do Seminário Call Center IP + CRM.
Maurício Moreira, diretor de planejamento da TV1, atentou para o fato de que as redes sociais, com os números impressionantes que apresentam, estão impactando fortemente a forma de relacionamento entre empresas e consumidores. Segundo ele, por isso as empresas precisam estar presentes e disponíveis onde esses consumidores estão.
O executivo apontou que para as estratégias de redes sociais darem certo deve ocorrer uma intensa mudança dentro das organizações, com base em uma visão do consumidor 3.0. “Não é uma escolha estar ou não estar nas redes sociais. Isso é necessário, as empresas têm que entender que isso e uma extensão do relacionamento com seus consumidores”, completou. Moreira observou ainda que o consumidor 3.0 é colaborativo, opinativo e reivindicativo, além de organizado em torno de suas causas, manifestando tudo isso pelas redes sociais.
Para atender a essa demanda, disse ele, as empresas precisam ser espontâneas nas redes sociais, respondendo com bastante agilidade as interações dos consumidores e na mesma linguagem usada por eles. Além disso, elas devem ser convincentes nas suas estratégias de redes sociais e surpreendentes, saindo do lugar comum e trazendo algo diferente, que cause um impacto positivo no cliente, o engajando.
Já o professor da FIAP, Luiz Boanerges, enfatizou que para a empresa trabalhar a rede social, não pode mais entender o cliente de forma individual, mas com necessidades coletivas. “A rede social não é um fim, mas um meio. A importância do comportamento coletivo é um fato novo que deverá ser entendido e explorado pelas companhias”, disse ele, ressaltando que o desafio não está na tecnologia, mas em como atender a demanda das mídias sociais com eficácia e rapidez.
“As mídias sociais vão ajudar as empresas a identificar como está a sua imagem no mercado, o que está sendo dito sobre os seus negócios e a sua marca e de quem parte essas opiniões”, acrescentou. Boanerges mencionou também que implantar apenas ferramentas de redes sociais não vai garantir o sucesso, por isso, a forma como se trabalha com essas ferramentas e a habilidade de usá-las de maneira alinhada aos negócios é que garantirão o sucesso no uso de redes sociais. Ele ressaltou que as empresas estão tentando trabalhar as redes sociais de forma separada do CRM e que isso não agrega grande coisa. “É preciso integrar as informações de ambos os canais”, concluiu.
Fonte: TI Inside



