Marketing: As três marcas com maior reputação no mundo são…

Junho 10, 2011 by  
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Faz ideia de quais são as três marcas com maior reputação em todo o mundo? Pois bem: Google, Apple e Walt Disney ocupam estes lugares cimeiros, segundo um estudo divulgado esta quarta-feira pelo Reputation Institute.

«Marcas fortes não implicam automaticamente uma forte reputação. É preciso mais que uma marca forte para construir confiança, respeito e apoio», diz o estudo, citado pela Lusa, que avaliou as 100 empresas mais reputadas num total de 15 países.

BMW e Lego são as duas marcas que completam a lista das cinco mais reputadas. O top 10 fica completo com a Sony, Daimler, Canon, Intel e Volkswagen.

A Lego e a Canon são, por comparação com 2010, as duas novas entradas na lista das dez mais reputadas. A Google mantém o primeiro lugar já conquistado no ano passado.

Liderança, inovação, serviços e espaço de trabalho são algumas das alíneas que compõem o estudo do Reputation Institute.

Fonte: Agência Financeira

Marketing: Crise levou mais de 23 mil portugueses a emigrar

Junho 10, 2011 by  
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No ano passado, o número de portugueses que procurou melhores condições de vida fora de Portugal foi o segundo maior da década.

No ano passado, por cada português que saiu do País à procura de trabalho, houve um estrangeiro que chegou com o mesmo objectivo. Um ano antes, o rácio era de dois imigrantes por cada emigrante. E se é certo que há cada vez mais pessoas a tentar a sorte lá fora, em 2010 houve mesmo uma quebra recorde no número de imigrantes que vieram para Portugal. A crise explica as quebras passadas e dita a tendência futura. Nos próximos anos, marcados pela austeridade e pela falta de postos de trabalho, dificilmente o País conseguirá atrair mais imigrantes e evitar um aumento da emigração, sobretudo entre os mais jovens e com maiores qualificações.

Em 2010, entraram em Portugal 27.575 imigrantes, de acordo com os dados publicados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), referentes à população residente e que indicam uma quebra de 734 indivíduos para 10.636979, o primeiro recuo desde 2002. É o fluxo de entradas mais baixo da última década, pelo menos. Em sentido contrário seguem os números da emigração: no ano passado, saíram 23.760 pessoas do país, em busca de melhores oportunidades lá fora. É o segundo maior fluxo desde o início do milénio – superado apenas pelas 26.800 saídas registadas em 2007.

Alexandre Abreu, investigador do Centro de Estudos Demográficos da Universidade de Lisboa, explica que “os movimentos migratórios tendem a autoregular-se de forma pró-cíclica”, pelo que “numa conjuntura económica desfavorável, em que não há trabalho, é natural que a tendência imigratória seja diminuir”.

Fonte: Económico

Marketing: FMI, mundo vai crescer 4,4% este ano

Junho 10, 2011 by  
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O mundo deverá mesmo crescer 4,4% este ano. O Fundo Monetário Internacional mantém as suas previsões para a economia global, apesar do «fraco dinamismo» das economias desenvolvidas.

A confirmação foi dada pelo director interino do FMI, John Lipsky, adiantando que os factores que poderiam fazer com que a instituição revesse as suas previsões parecem ser «temporários e provavelmente dissipar-se-ão», cita a Bloomberg.

Sinais de alarme

O aumento do desemprego e a queda dos preços das casas nos EUA, a crise da dívida soberana nos países europeus, o terramoto que assolou o Japão a 11 de Março e os sinais de uma desaceleração no crescimento da China têm alimentado os receios de que a economia mundial possa vacilar.

No entanto, interrupções nas cadeias de fornecimento de energia no Japão estão a ser compensadas «muito rapidamente» e o alívio nos preços da energia pode continuar.

E, embora as políticas monetárias das nações desenvolvidas devam permanecer «acomodatícias», ou seja, flexíveis, Lipsky não vê a necessidade de torná-las ainda mais.

Enquanto isso, os países precisam de um «caminho claro» para ajustar suas políticas orçamentais, depois das medidas de estímulo lançadas para combater a crise financeira.

Fonte: Agência Financeira

Marketing: Reconhecimento facial automático no Facebook gera nova polémica

Junho 10, 2011 by  
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De certo que já conhece a rotina: de cada vez que um amigo nos identifica manualmente numa fotografia que não queremos que esteja à vista de todos, corremos à imagem em questão para retirarmos essa identificação.

Mas agora o Facebook tornou as coisas ainda mais refinadas: desde Dezembro que a rede social com mais de 600 milhões de utilizadores em todo o mundo tem vindo a identificar – ainda em versão teste – as pessoas presentes em determinada fotografia fazendo o reconhecimento facial dos fotografados.

O sistema de reconhecimento facial torna tudo mais fácil, ao identificar os indivíduos automaticamente à medida que as fotografias são publicadas na rede social. A explicação encontra-se no próprio Facebook: “Esta funcionalidade utiliza a comparação de fotos nas quais estás identificado(a) para sugerir que amigos te identifiquem em fotos novas”.

Os testes começaram em Dezembro nos EUA, mas rapidamente esta possibilidade foi alargada a todo o mundo sem que os utilizadores tenham dado conta destas alterações que se tornarão efectivas muito em breve. Quem não quiser fazer parte deste esquema tem de optar por sair dele, como costuma ser norma no Facebook.

Como é que se faz opt-out? No canto superior direito da sua conta de Facebook vá a “Conta” e depois a “Definições de Privacidade”. Carregue seguidamente em “Personalizar Definições” e depois faça scroll down até ao bloco “Coisas que outras pessoas partilham”. Aqui encontrará o item “Sugerir fotos de mim a amigos – Quando as fotos se parecerem comigo, sugerir o meu nome”. Carregue em “Editar Definições” e, por fim, desactive esta função.

“Mais uma vez, parece que o Facebook está a erodir a privacidade online dos seus utilizadores de forma furtiva”, indicou ao “The Telegraph” Graham Cluley, da empresa britânica de segurança online Sophos.

“Muitas pessoas sentem-se muito desconfortáveis em relação ao facto de um site como o Facebook poder saber como é que elas se parecem e usar essa informação sem a sua permissão”, acrescentou Graham Cluley.

Por seu lado, igualmente ouvido pelo “The Telegraph”, o director-executivo do Electronic Privacy Information Center, em Washington, criticou a forma como o Facebook abriu, por princípio, o sistema de reconhecimento facial a toda a gente.

“Não tenho a certeza que esta seja uma função que as pessoas queiram escolher. Uma melhor opção seria deixar as pessoas fazerem o opt-in”, disse.

Perante mais esta polémica em torno da privacidade, o Facebook reagiu, respondendo no blogue da empresa às perguntas de um repórter: “Deveríamos ter sido mais claros junto das pessoas durante este processo, quando esta função ficou disponível para elas”.

A empresa acrescentou ainda que esta função só será aplicada às fotografias novas que entretanto foram postas online depois de esta função estar oficialmente activa e para quem não tenha feito opt-out.

O Facebook já se viu envolvido numa série de polémicas relacionadas com a privacidade dos seus utilizadores, uma vez que é política da empresa pôr em marcha funções deste género em regime de opt-out e não de opt-in, como reclama a maioria dos peritos em segurança.

A polémica mais recente tinha rebentado em Agosto último, depois de o Facebook ter lançado um novo serviço de geolocalização chamado Places, que necessita que os utilizadores o desactivem se não quiserem que os outros contactos o consigam localizar. O serviço, pensado para smartphones, consegue indicar a localização exacta de pessoas da rede.

Fonte: Público

Marketing: Europa é continente mais presente no Facebook

Junho 9, 2011 by  
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Os europeus estão na liderança dos utilizadores do Facebook

Até aqui os norte-americanos eram quem mais tinham contas no Facebook, mas os cidadãos do velho continente parecem estar apostados em mostrar que estão um passo à frente no que respeita à adesão às modernas tecnologias.

Assim são já, de acordo com o site SocialBakers, 205 milhões os utilizadores europeus do Facebook, face aos 203 milhões de norte-americanos.

Embora estas duas zonas geográficas ainda estejam à frente, têm um forte concorrente, isto porque a adesão ao Facebook tem vindo a registar um forte crescimento no continente asiático. Se se tiver em conta o número de habitantes é expectável que daqui a pouco sejam os asiáticos a liderar este ranking.

Fonte: Sol

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