Marketing: Lazer e viagens no topo das despesas dos portugueses

Maio 26, 2011 by  
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O lazer e as viagens lideram as intenções de compra dos consumidores portugueses, de acordo com análises do Observador Cetelem. Não obstante, enquanto que em 2010 eram cerca de 47% os portugueses que tencionavam consumir viagens e lazer, em 2011 essa percentagem é de 37%. Neste sentido, os portugueses encontram-se abaixo da média europeia (54%) e os seus desejos fazem notar mesmo um recuo relativamente ao ano passado (menos 10 pontos).

Reservas tardias, “caça” aos preços baixos e a escolha de destinos menos longínquos são as principais mudanças de comportamento registadas pelas agências de viagens. Desta forma, 50% das viagens que incluem voo e hotel são vendidas no mês de partida.

Nas análises do Observador Cetelem, efectuadas em colaboração com o gabinete de estudos e de consultadoria BIPE, estiveram envolvidas amostras representativas de populações nacionais, maiores de 18 anos, de 13 países. Foram inquiridos, no total, mais de 8.700 europeus, com amostras de, pelo menos, 500 indivíduos por país.

Fonte: Marketeer

Marketing: Empresa portuguesa desenvolve videojogos de José Mourinho e Cristiano Ronaldo

Maio 26, 2011 by  
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“Os adeptos do mundo inteiro irão ter a oportunidade de jogar os videojogos dos dois maiores nomes da actualidade do futebol mundial, e assim ter uma experiência inesquecível e inovadora sobre as grandes emoções do desporto rei”, declara o comunicado da empresa.

A Biodroid, empresa Portuguesa de desenvolvimento de videojogos, anuncia o desenvolvimento dos videojogos do José Mourinho e do Cristiano Ronaldo.

O projecto nasceu da ideia de desenvolver e lançar videojogos em conjunto com o José Mourinho e com o Cristiano Ronaldo, para permitir a criação de produtos de entretenimento, “desenvolvidos inteiramente em Portugal”, indica a Biodroid.

O projecto pretende estabelecer “uma ligação mais forte entre os dois gigantes do futebol mundial e todos aqueles adeptos de futebol que se encontram espalhados pelo mundo”.

Numa primeira fase, as plataformas tecnológicas seleccionadas serão a iOS da Apple, nomeadamente o ipad, o iPhone e o ipod e a plataforma Android da Google. Posteriormente, a empresa pretende desenvolver outros videojogos para algumas consolas de nova geração.

“No caso das plataformas iOS da Apple, a estratégia de divulgação a ser seguida consiste na promoção mundial de ambos os videojogos de forma directa.”

No caso da plataforma Android da Google, a estratégia seguida irá consistir na selecção dos maiores operadores de redes móveis em cada geografia. Nos Estados Unidos e no Canadá, na Europa, na América Latina, incluindo o Brasil, na Ásia, incluindo a China o Japão e a Coreia, e, por fim, no continente Africano, incluindo Angola.


“Estamos convictos que vamos desenvolver uma série de videojogos que irão surpreender de forma muito positiva todas as pessoas adeptas de futebol e não só, que os irão comprar, e demonstrar que é possível fazer em Portugal produtos de entretenimento para o mercado Global com qualidade de excelência”, declarou um dos sócios fundadores da Biodroid, Diogo Horta e Costa.

As datas de lançamento dos dois jogos ainda não são conhecidas, porém, serão brevemente anunciadas, bem como as respectivas estratégias de preços e de promoção. Nesta fase são apenas conhecidas as imagens que foram previamente escolhidas para cada um dos jogos.

Fonte: Jornal de Negócios

Marketing: Concessão de crédito a particulares cai 6%

Maio 26, 2011 by  
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A concessão de crédito caiu 3,7 por cento no primeiro trimestre do ano face ao mesmo período de 2010, para 1,262 mil milhões de euros, indicam os dados da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC).

De acordo com a ASFAC, que representa 31 instituições de crédito em Portugal entre as quais o Banco Cofidis, o Credibom, a Financeira El Corte Inglés ou o BPN Crédito, este decréscimo no crédito concedido pelas suas associadas deve-se à queda do crédito clássico concedido a particulares.

«Este decréscimo deve-se, essencialmente, à queda em 6 por cento do crédito clássico concedido a particulares – que representa 96 por cento do total de crédito clássico – face ao trimestre homólogo», explicou a ASFAC, que dá conta ainda de uma redução menor no crédito às empresas.

«Também o crédito clássico concedido a empresas reduziu os montantes financiado, embora de forma menos significativa, cifrando-se numa contracção de 2,3 por cento. O crédito stock – que representa 47 por cento do total de crédito concedido – registou um volume 3,4 por cento inferior ao trimestre homólogo», acrescentou a associação.

O presidente da ASFAC, António Menezes Rodrigues, considerou que «o mercado de crédito especializado está a sentir, em todas as áreas, os efeitos da situação económico-financeira que o país atravessa».

Se no ano de 2010 se verificou uma queda na concessão de crédito aos consumidores e um aumento às empresas, explicou António Menezes Rodrigues, de janeiro a março deste ano «além de uma forte queda do crédito para consumo, também as empresas diminuíram o recurso ao crédito».

O mesmo responsável afirmou que é «expectável que esta tendência se mantenha».

Quanto aos objetivos do crédito, a ASFAC nota que o crédito clássico continuou a ser «maioritariamente direccionado para a aquisição de meios de transporte, tendo estes um peso de 72 por cento do total do crédito concedido».

Segue-se o crédito lar com 16 por cento do total dos contratos de crédito clássico. «Em ambos os casos verificou-se um decréscimo nos montantes concedidos em relação ao período homólogo, de 8,3 por cento e 13,9 por cento, respetivamente», adiantou a associação.

Nos três primeiros meses do ano celebraram-se 115.952 contratos de crédito clássico (98 por cento dos quais com particulares), o que, comparando com o trimestre homólogo, representa uma diminuição do número de contratos celebrados de cerca de 11 por cento.

No entanto, em média o valor financiado por contrato foi de 4.198 euros, um aumento de 6,2 por cento face ao mesmo período de 2010.

Fonte: Agência Financeira

Empreendedorismo: Novabase Capital e ES Venture investem 915 mil euros na FeedZai

Maio 26, 2011 by  
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A Novabase Capital e o ES Venture vão investir 915 mil euros na FeedZai, empresa portuguesa que se dedica ao desenvolvimento de soluções para processamento de grandes volumes de dados em tempo real.

“A Novabase Capital, actuando por conta do Fundo de Capital de Risco Novabase Capital Inovação e Internacionalização, que se encontra em fase de constituição, realiza esta transacção em co-investimento com a sociedade de capital de risco ES Ventures”, divulgou a tecnológica em comunicado.

Do total investido pela Novabase 163,37 mil euros serão provenientes do Programa COMPETE, integrado no QREN e com financiamento da União Europeia via FEDER.

Já a Espírito Santo Ventures, SCR investiu 605 mil euros na Feedzai, através dos seus fundos “Espírito Santo Ventures III” e “Espírito Santo Ventures Inovação e Internacionalização, apoiado pelo Compete.

A FeedZai foi criada Criada no final de 2008 na Universidade de Coimbra, tratando-se do primeiro Spin-Off do programa Carnegie Mellon University – Portugal, no qual a Novabase participa como parceiro industrial de referência e co-financiador.

Para o CEO da FeedZai, Nuno Sebastião, este investimento prova que “mesmo em tempo de crise, se os projectos forem de qualidade é possível encontrar financiamento em boas condições” e que o mesmo “visa dotar a FeedZai de músculo financeiro que lhe permita acelerar os seus planos de internacionalização e estar mais perto dos seus clientes internacionais”.

“O investimento na FeedZai vem reforçar a nossa aposta em empresa nacionais inovadoras, com tecnologia disruptiva e fortes perspectivas de crescimento a nível internacional”, disse Maria Gil, administradora-delegada da Novabase Capital.

Estima-se que o mercado potencial para as soluções nesta área específica do processamento de dados atinja em 2013 um valor entre os 580 e os 1.250 milhões de dólares, com um crescimento anual de cerca de 30%, revelou a ES Venture.

Esta primeira ronda de financiamento, liderada pela Espírito Santo Ventures poderá atingir um valor de 1,1 milhões de euros, sendo disponibilizada por tranches até meados de 2012.

“Este capital irá permitir à empresa concluir o desenvolvimento de soluções para áreas de negócio específicas, e contratar recursos para executar os primeiros projectos de clientes nacionais e internacionais, que foram já adjudicados à Feedzai”, explicou o ES Venture em comunicado.

O fundo da Novabase tem uma dotação máxima de 11,36 milhões de euros, contando com uma participação de 5 milhões, destinada às regiões Norte, Centro e Alentejo, do Programa COMPETE e com uma participação de 500 mil euros, destinada a projectos Early Stage na Região de Lisboa, do Programa POR Lisboa, ambos os Programas integrados no QREN e com co-financiamento da União Europeia via FEDER.

Fonte: Jornal de Negócios

Inovação: PME podem concorrer a apoios à inovação até final de Maio

Maio 25, 2011 by  
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Muitas pequenas e médias empresas podem não conhecer, mas até ao final do mês ainda podem candidatar-se ao SIFIDE, um programa de incentivos fiscais no domínio da inovação. Em causa está a oportunidade de estas empresas recuperarem, através do IRC, um terço do investimento feito em Investigação e Desenvolvimento (I&D).

De acordo com José Horta e Costa, de uma consultora especializada neste tipo de apoios, muitas PME nunca ouviram falar do programa, outras pensam que não são candidatas. “As empresas desconhecem que, por vezes, e mesmo sem terem um departamento I&D, fazem I&D nas suas casas. Penso que 50% das empresas desconhece e não utiliza estes mecanismos”, sublinha.

Em causa está a possibilidade de recuperar, através dos impostos, pelo menos 32,5% de todas as despesas efectuadas com I&D, que podem passar por simples aplicações informáticas ou novos equipamentos.

José Horta e Costa explica que “não está estipulado um determinado valor”. “Em função dos gastos em I&D, há uma taxa de 32% e depois a tal dos 50% de acréscimo à média do ano anterior, até ao limite de 1,5 milhões de euros”.

As despesas apresentadas estão sujeitas à aprovação das entidades competentes, mas a taxa de aceitação supera os 70%. O prazo para concorrer, ainda a tempo de reduzir o IRC a pagar este ano, termina no final do mês.

Fonte: Rádio Renascença

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