Marketing: Microsoft compra Skype por US$ 8,5 bilhões
Maio 11, 2011 by Inovação & Marketing
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A Microsoft anunciou nesta terça-feira a compra da Skype, a mais popular e disputada empresa de telefonia online, por US$ 8,5 bilhões, no que representa a aquisição mais agressiva da história da companhia criada por Bill Gates.
O fabricante do sistema operacional Windows, instalado na maioria dos computadores, anunciou nesta terça-feira que a operação já foi aprovada pelos respectivos conselhos de administração, embora ainda esteja pendente da aprovação das autoridades de defesa da concorrência.
Com 170 milhões de usuários conectados e mais de 207 bilhões de minutos de conversas de voz e de vídeo em 2010, Skype é o serviço mais utilizado de telefonia sobre IP (protocolo de internet) e agora será integrado em plataformas da Microsoft, como o console Xbox e o serviço de e-mail Outlook.
A empresa, com sede em Luxemburgo, utiliza o protocolo de internet para transmitir voz, dados e vídeo, conhecido como tecnologia VoIP, e permite assim manter conversas em áudio e vídeo gratuitas entre computadores de todo o mundo, assim como com telefones fixos e celulares com tarifas muito competitivas.
Skype também permite estabelecer videoconferências entre dois ou mais usuários e seu software com download gratuito tanto em computadores como em diversos tipos de telefones celulares e outros dispositivos sem fios.
“Skype é um serviço fenomenal que conquistou milhões de pessoas no mundo todo”, disse o executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer, ao anunciar a operação, superior inclusive aos US$ 6 bilhões que pagou pela aQuantive em agosto de 2007.
A operação é também a mais agressiva desde que em 2008 a empresa criada por Bill Gates em 1975 ofereceu US$ 47,5 bilhões para adquirir Yahoo!, apesar de ter renunciado à compra do buscador.
Assim, a Microsoft ultrapassou outras grandes empresas da internet como Facebook e Google, que também tinham demonstrado interesse na compra da Skype, uma empresa muito popular, mas que ainda acumula perdas (de US$ 6,9 milhões em 2010) perante a dificuldade de convencer os usuários a pagarem pelos serviços que não são gratuitos.
Uma vez concluída a integração, a Skype passará a ser uma nova divisão de negócio da Microsoft que será presidida pelo chefe-executivo (CEO) da empresa comprada, Tony Bates.
“Microsoft e Skype compartilham a visão de levar a inovação de software e produtos a nossos clientes”, disse hoje em comunicado.
Entre outros aspectos, a Skype poderia ajudar a impulsionar as vendas de telefones celulares com o sistema operacional Windows Phone 7, com o qual a Microsoft até o momento não conquistou o mercado dos smartphones, dominado pelo sistema iOS da Apple (instalado nos IPhones) e por Android, o software desenvolvido pela Google.
Criada em 2003, a Skype foi comprada em setembro de 2005 pelo eBay através da aposta mais audaz nos 10 anos de história dessa empresa de leilões online, já que pagou cerca de US$ 2,6 bilhões, e entrou assim em uma parcela de negócio até então reservada a Google, Microsoft e Yahoo!.
Depois foi a vez do grupo investidor liderado por Silver Lake que ficou com a maioria do capital da empresa em novembro de 2009, em uma operação avaliada em US$ 2,750 bilhões à companhia de telecomunicações, entre cujos concorrentes estavam Fring e inclusive a Google (com Google Voice e Google Talk).
Nas operações que se fechavam nos primeiros compassos da sessão no mercado nova-iorquino Nasdaq, as ações da Microsoft caiam 0,35% e se negociavam a US$ 25,74 cada uma.
Neste ano a companhia com sede em Redmond (no estado de Washington) caiu 7,45% na bolsa, enquanto perdeu 8,44% nos últimos 12 meses.
A operação interrompe assim, pelo menos por enquanto, os planos da Skype de lançar na bolsa através da venda de US$ 100 milhões em ações, um projeto que ganhou impulso quando Silver Lake tomou as rédeas do grupo e que inclusive foi apresentado perante a Comissão da Bolsa de Valores dos Estados Unidos (SEC, da sigla em inglês), mas que depois foi adiado.
Fonte: Msn
Marketing: Apple retira Google do topo da lista de marcas mais poderosas do mundo
Maio 11, 2011 by Inovação & Marketing
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Apple retira Google da liderança das marcas mais valiosas do mundo, segundo o ranking da Millward Brown. Esta consultora procede a uma classificação anual das 100 marcas poderosas. IBM, McDonalds, Microsoft e Coca-Cola completam o top-6. Metade dos novos membros desta lista são empresas chinesas.
A marca de Steve Jobs tornou-se a mais poderosa, depois de ter destronado a Google, que estava há quatro anos no topo de uma lista que integra 100 colossos mundiais. A Apple atinge a liderança em virtude da “inovação constante”, que permitiu “conservar a capacidade de vender produtos”, apesar da inconstância das economias mundiais.
Com o lançamento do iPod e do iPad, a Apple valorizou 84 por cento, no último ano. Este feito junta-se ao crescimento de 859 por cento verificado em 2006. “A Apple consegue, deste modo, escrever uma bela história, que pode servir de inspiração para todas as marcas”, refere Eileen Campbell, presidente executiva da Millward Brown.
A Google cai para segundo lugar, quatro anos depois de uma liderança persistente, com uma quebra de dois por cento, valendo agora 111,5 mil milhões de dólares. IBM, McDonalds, Microsoft e Coca-Cola seguem-se nesta tabela, completando a lista das seis maiores marcas do mundo.
O poder de uma marca, segundo a Millward Brown, é atingido a partir da capacidade da mesma em gerar procura. O valor em dólares resulta da soma dos ganhos esperados em comparação com a procura registada.
Cerca de 20 da centena de marcas mais valiosas do mundo estão sediadas em Brasil, Rússia, China e Índia. De entre os novos elementos desta lista, destaque para um facto: metade é proveniente da China.
Fonte: Ciberjunta
Marketing: Exportações de calçado português crescem 20% no 1.º trimestre
Maio 10, 2011 by Inovação & Marketing
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As exportações portuguesas de calçado cresceram 20% no primeiro trimestre de 2011 face ao período homólogo, para 408 milhões de euros, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
“O desempenho do sector resulta, em grande medida, de uma aposta consistente na promoção internacional”, defendeu em comunicado a Associação Portuguesa dos Industriais do Calçado (APICCAPS), realçando que, nos últimos três anos, o sector participou em média em mais de 70 acções promocionais no exterior em cerca de 40 países”.
Ao mesmo tempo, acrescenta, “está a ser promovida uma campanha de imagem em todo o mundo que procura tornar a indústria portuguesa numa das grandes referências na cena competitiva internacional”.
Segundo o INE, as exportações cresceram o dobro das importações, que nos primeiros três meses do ano aumentaram dez por cento, para 152 milhões de euros.
“A indústria portuguesa de calçado reforçou o seu estatuto de sector que mais positivamente contribuiu para a balança comercial portuguesa, com um saldo anual líquido superior a 800 milhões de euros”, sublinha a APICCAPS.
A indústria portuguesa de calçado contabiliza 1.354 empresas, emprega 32.738 pessoas e produz anualmente cerca de 62 milhões pares de sapatos, sendo mais 95% são exportados para 130 países.
Fonte: Oje – o Jornal Económico
Marketing: Facebook, Clique em anúncios vai valer 10 cêntimos aos usuários
Maio 10, 2011 by Inovação & Marketing
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Facebook vai pagar aos seus utilizadores 10 cêntimos de dólar, por cada clique em anúncios publicitários. Este projeto, chamado “Facebook Deals”, surge com o objetivo de aumentar as taxas de cliques nos banners das empresas que fazem publicidade na rede social.
Depois de saber que a taxa de clique nos anúncios se situa em valores muito reduzidos, o Facebook decidiu pagar aos usuários, para que estes cliquem nos anúncios das empresas que investem em publicidade na rede social.
O utilizador receberá 10 cêntimos de dólar, o corresponde a oito cêntimos de euro, por cada vez que premir o botão do rato num anúncio. Com esta medida, a maior rede social pretende contrariar os números fornecidos pela Webtrends, que revelam uma taxa muito baixa de retorno por parte dos anunciantes.
O Facebook Deals vem alterar o paradigma da publicidade: o facto de o clique ser pago gera um benefício direto para o visitante. Este deixa de clicar no anúncio apenas pelo potencial interesse num produto.
Os anúncios pagos ao utilizador em jogos, fornecidos pelas empresas Crowdstar, Digital Chocolate e Zynga.
Fonte: Ciberjunta
Marketing: Google lança serviço para compartilhar músicas na nuvem
Maio 10, 2011 by Inovação & Marketing
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A gigante da internet Google lançou nesta terça-feira um sistema de armazenamento de música na nuvem que permite que o usuário baixe arquivos e acesse a biblioteca na rede através de novas aplicativos para dispositivos Android.
O Google Music Beta é similar ao apresentado pela Amazon em março, nasce sem a implicação das companhias fonográficas e, por enquanto, está disponível só nos Estados Unidos e unicamente através de convite, seguindo os passos do Orkut e do Google Wave.
A ferramenta chega no mercado com uma capacidade de 20 mil arquivos de música e, a princípio, será gratuita.
O serviço foi anunciado durante a conferência de desenvolvedores de software Google I/O 2011 que começou nesta terça-feira em São Francisco e está acessível através de tablets Android como parte da versão atualizada do sistema operacional Honeycomb 3.1, que já está disponível.
Através do programa, o usuário sincroniza toda a sua biblioteca com a nuvem e, em seguida, poderá acessar os arquivos em qualquer dispositivo, como smartphones e tablets.
O programa, disponível para PC e Mac, também conta com um player, que irá concorrer com o iTunes e o Windows Media Player, que cataloga as músicas em álbuns, estilos, artistas, entre outros. Assim, conforme as novas músicas são adquiridas, elas são automaticamente sincronizadas com sua pasta online e disponíveis, inclusive, sem conexão com a internet.
A Google optou por estrear o serviço de música apesar de que não satisfazer seus próprios objetivos, segundo reconheceu Zahavah Levine, que representou a empresa nas conversas com as empresas fonográficas para tratar de incorporá-las ao projeto.
“Estivemos negociando com a indústria para um conjunto diferente de aplicativos com resultados desiguais. Há duas grandes companhias que estavam menos focadas em inovação e mais em processar termos de negócio nada razoáveis e insustentáveis”, disse Levine à revista “Billboard” na véspera do anúncio.
Não é a primeira vez que a Google lança um produto sem o respaldo explícito dos provedores de conteúdos.
A Google TV, plataforma para fundir televisão e internet, por exemplo, foi bloqueada pouco após seu lançamento no ano passado pelas principais cadeias de televisão dos Estados Unidos.
No entanto, a empresa segue desenvolvendo a ferramenta que a partir do meio deste ano contará com o mercado de aplicativos para Android.
Outra das novidades anunciadas nesta terça-feira pela Google foi seu serviço para o aluguel de filmes para Android, seguindo os moldes de sua plataforma para venda de livros.
O anúncio está em sintonia com o aluguel que a Google oferece através do YouTube, com um preço mínimo por filme de US$ 1,99 e um prazo de 24 horas para assisti-lo, que conta com um catálogo com sucessos como “O Discurso do Rei” e “A Origem”.
Os filmes também podem ser assistidos online em tablets e celulares e, como ocorre com o Google Music Beta, o software incorpora uma função que permite download de filmes a esses dispositivos para poder desfrutá-los quando não houver conexão a internet, como nos aviões.
A Google adiantou que a aguardada nova geração do sistema operacional Android, apelidada de “Ice Cream Sandwich” (sanduíche de sorvete, em inglês), estreará antes do final de ano e unificará as características do software para tablets e celulares.
A empresa divulgou aos desenvolvedores na conferência alguns dos futuros projetos nos quais está trabalhando atualmente, como um sistema doméstico que permitirá conduzir os eletrodomésticos, a partir dos dispositivos sincronizados com o Android.
Fonte: Terra



