Marketing: WebFashion 3.0
Maio 9, 2011 by Inovação & Marketing
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Os profissionais de Marketing precisam estar atentos não apenas para as tendências e hits das temporadas de moda, mas devem absorver as palavras do momento, ou “buzz words”, lançadas por agências, programadores e estrategistas de mídia social. Enquanto a maioria das marcas ainda fala em Web 2.0, o conceito Web 3.0 ganha impulso e torna-se imprescindível adaptar-se a esse novo formato; de linguagem, de mídia, de conteúdo e de e-commerce. Isso não implica em uma nova versão da web, e sim em novas formas de construção e interação com as plataformas on line. Entramos na fase de criação de softwares de acordo com as novas estratégias alinhadas ao Marketing 3.0.
Para entender melhor, é necessário passar pelos princípios que regem essa mudança. A Web Semântica redescobre a informação com leituras contextualizadas, a partir do produto. Ou seja, são criados agrupamentos de informação relevante, que acabam por compor um contexto mais natural para o usuário pesquisar assuntos que lhe interessam. A tendência permite que esse conteúdo seja colocado mais facilmente à disposição do consumidor.
Quanto as marcas, o desafio é integrar conteúdos que sejam de interesse do seu público. Produzir um encontro entre as informações, de modo geral, e as informações sobre a marca. No entanto, o mais comum é navegarmos por um menu básico: Sobre, Coleções, Loja, Blog. A mudança prevê que todos esses dados começam a se relacionar e a se misturar.
Agora, imagine uma pessoa analisando um vestido da nova coleção, com a descrição do produto, preço, com comentários de outros consumidores e amigos. E ainda, a inspiração do designer, com posts sobre o assunto, tudo concentrado no mesmo espaço, na mesma página. Essa programação evita que o movimento de “pular de página” ocorra, mantendo a pessoa o mais tempo possível em contato com a marca. A Web Semântica está centrada no significado verdadeiro dessa informação, de forma que faça total sentido para as pessoas.
A Personalização indica que muitas marcas já estão oferecendo conteúdo personalizado, com recursos como “você também pode gostar de…”. Mas isso não é, de fato, personalização. Podemos ir além e fazer grande uso de todo o material que o Google, o Facebook , o Twitter etc. têm reunido nesses anos. A tecnologia está capacitando as marcas de moda a determinar o que gostam ou não, os usuários, por meio do comportamento que expressam na rede.
O www.stylemint.com é um site que apresentará itens para os usuários com base em uma seleção de gostos e estilo. Será feito um teste sobre a personalidade e o estilo de vida de cada um que acessá-lo para que a seleção de ofertas seja perfeita. O site ainda não foi lançado, mas a mídia já comenta a participação de uma linha especial das gêmeas Mary-Kate e Ashely Olsen. A ampliação do negócio tem em vista um clube mensal de compras, que abrange beleza, calçado, casa, e bem-estar.
Por fim, o Social, forma de se relacionar, desde que o mundo é mundo, e que hoje é completamente virtual. Se os próprios internautas estão fornecendo seus dados e preferências espontaneamente, o próximo passo seria alinhar à visitação à loja. As ofertas e lançamentos poderiam ser comentados em rede, e até aquele incomodo de comprar o mesmo vestido que o da amiga, ficaria fácil de resolver. O acesso está permitindo que a marca acompanhe você. Os meios de comunicação social e os dispositivos móveis é que promovem esse acesso, fazendo compartilhar o comércio em poucos cliques.
Fonte: Mundo do Marketing
Inovação: Por que algumas empresas inovam com sucesso e outras não?
Maio 8, 2011 by Inovação & Marketing
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Aqui, nos Estados Unidos, a recessão parece ter acabado. Mas seu fim não é uma garantia de que estamos de volta à normalidade. As altas taxas de falha em inovação – uma vez consideradas como um custo inevitável do processo de inovar – são hoje inaceitáveis.
Atualmente, os fluxos de receita estão mais restritos, as margens são mais estreitas, a concorrência aumentou e os recursos ficaram muito mais limitados. Tudo fez crescer o já elevado nível de estresse entre as empresas sobreviventes e elevou a exigência de nível de desempenho definida pelos executivos e gestores de negócios. Tal cenário gerou profundas mudanças no modo como as empresas investem, gerenciam e inovam. Hoje, qualquer mudança deve ser projetada para minimizar riscos para o negócio.
Na minha opinião, nas condições atuais de mercado, as empresas que inovam com sucesso demonstram as seguintes caracteristicas:
• Equilibrar – investimentos em inovação de ruptura são compensados com os gastos em inovações incrementais. Embora o retorno com a inovação de ruptura seja potencialmente muito mais elevado, seus riscos são ainda maiores. As empresas vencedoras não apostam todas as suas fichas em projetos de inovação de ruptura – elas buscam um equilíbrio no seu portfolio.
A Apple por exemplo, quando lançou o iPhone em 2007 causou uma ruptura no mercado de celulares com um modelo baseado na tecnologia CDMA. Um ano depois, ela começou a fazer melhorias incrementais lançando a versão 3G em 2008 e a versão 4G em 2010.
• Priorizar – foco em projetos de desenvolvimento de produtos que se alinham com as necessidades de mercado e com a estratégia de negócios da empresa como um todo. Esforçar-se para satisfazer os desejos do cliente só é benéfico quando também se avança em direção aos objetivos de longo-prazo da sua empresa. Por exemplo, a estratégia de negócio da Starbucks é de entregar um excelente café a cada cliente, em todos os formatos e em cada lugar que eles querem. A Starbucks já provou que pode inovar e construir vários bilhões de dólares através de histórias de sucesso como o Frappuccino e o chá Tazo.
Agora, a Starbucks está aproveitando essa experiência e conhecimentos para construir novas marcas como o plano para estender a Starbucks VIA ® Ready Brew para mais de 30 mil pontos de distribuição nos próximos meses. Além disso, a Starbucks está perseguindo uma estratégia multicanal para criar um negócio de bilhões de dólares com o Seattle’s Best Coffee, através de parcerias com outros varejistas, franquias e extensões de marca através de novos canais de distribuição de produtos.
• Analisar – superar os maiores riscos da inovação em produtos – como criar produtos que os clientes não vão comprar – através da rápida análise de feedback do cliente para assegurar o desenvolvimento de produtos que o mercado está realmente pedindo. Se uma idéia para um novo produto vai falhar ou atender apenas 80% das expectativas do cliente é uma vantagem enorme descobrir isso o mais rápido possível, abandonar essa idéia e avançar em direção a outros projetos mais atraentes.
Um classico exemplo é a Google Labs, espécie de “playground” onde os usuários da Google que são mais aventureiros podem brincar com protótipos de novos produtos e oferecer feedback diretamente para os engenheiros que desenvolveram. A Google Labs é a primeira fase de um longo processo de desenvolvimento de produto e é utilizado para avaliar o interesse dos clientes e o desempenho do novo produto.
• Automatizar – as empresas mais inovadoras lançam novos produtos no mercado em tempo recorde através do uso de tecnologia para gerenciar os requisitos, administrar fluxo de trabalho e priorizar o desenvolvimento. Hoje em dia, ainda existem muitas empresas que utilizam um processo muito mais lento, mais manual e menos confiável para desenvolver e lançar novos produtos no mercado.
A empresa de celulares HTC vem dominando o mercado de celulares através de um processo muito rápido para lançamento de novos produtos. Nos últimos seis meses a empresa lançou três modelos muito populares, como o 4G EVO, o Legend e o Desire. As receitas da HTC continuam a crescer, assim como sua participação de mercado. Aos poucos, ela está chegando muito proximo da Nokia e Samsung.
Além das características acima descritas, existem outras medidas concretas que as empresas podem tomar para redirecionar-se ao longo da estrada para o sucesso em inovação. Entre essas medidas, destacam-se: colaborar estreitamente com fornecedores, aproveitar a sabedoria das multidões, definir e comunicar claramente os requisitos do produto, e automatizar o processo de inovação.
Fonte: IG
Marketing: TV perde importância nos Estados Unidos
Maio 8, 2011 by Inovação & Marketing
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A penetração da televisão nos Estados Unidos em 2010 caiu pela primeira vez em 20 anos, segundo uma notícia do New York Times, que cita pesquisa da Nielsen. Segundo o jornal, a pesquisa, ainda não divulgada, deve apontar uma penetração de 96,7% nos lares, uma queda de quase dois pontos percentuais em relação à medição realizada no ano anterior.
O instituto aponta dois motivos principais para esta queda. Uma delas é a recessão, que não teria permitido que algumas famílias comprassem receptores digitais após o desligamento dos sinais analógicos, ou mesmo reposto equipamentos danificados.
A outra razão apontada pela Nielsen é que parte da nova geração, que está montando sua primeira casa, optou por não ter televisores, pelo menos por enquanto. Esta geração, que cresceu tendo um laptop, não veria o televisor como um equipamento de primeira necessidade.
Fonte: Exame
Marketing: 3 bilhões de asiáticos chegarão à classe média até 2050
Maio 8, 2011 by Inovação & Marketing
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A Ásia terá sua classe média inflada em mais três bilhões de pessoas na metade deste século se continuar o crescimento econômico atual e solucionar alguns dos riscos de sua economia, indicou nesta quarta-feira o Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD).
Em um relatório apresentado em sua reunião anual em Hanói (Vietnã), o BAD ressalta que se for mantida a mudança do centro de gravidade da economia mundial em direção à Ásia, o continente pode acumular mais da metade da produção, do investimento e do comércio mundial em 2050.
No cenário mais otimista previsto pelo organismo, o Produto Interno Bruto (PIB) asiático alcançaria US$ 148 trilhões em meados deste século, enquanto a renda per capita ficaria em US$ 38.600, acima do valor de US$ 36.600 projetado para a média mundial.
No entanto, o BAD projeta outra situação no caso de as economias de China, Índia, Indonésia e Vietnã registrarem queda em suas taxas de crescimento ao alcançarem certo nível e observarem a estagnação de suas receitas na próxima década.
Nesse caso, a Ásia representaria apenas 32% do PIB mundial em 2050, e o PIB per capita não superaria US$ 20.300.
Fonte: Época Negócios
Inovação: Inovar é viver
Maio 8, 2011 by Inovação & Marketing
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O que faz algumas empresas se tornarem ícones em seus segmentos e atravessarem décadas mantendo-se modernas e cada vez mais competitivas, enquanto outras sequer sobrevivem? A resposta para esta pergunta pode ser resumida em uma só palavra: inovação.
Inovar não tem a ver, necessariamente, com incremento tecnológico ou reformas nos sistemas de governança. Claro que tecnologia de ponta e administração moderna contribuem para a conquista e consolidação de bons resultados. Mas nada é mais relevante do que a criatividade e a coragem de se reinventar cotidianamente.
Uma empresa que não se conforma em apenas alimentar o mercado com os produtos ou serviços que um dia lhe abriram as portas do sucesso, mas ousa sair do lugar-comum e investir em novas ideias, nunca ficará obsoleta. Além de se adequar às novas tendências do mercado, ela será uma criadora de necessidades, de aspirações. O empresário inovador lança objetos de desejo, suscita novos interesses, desperta sonhos e faz o público sentir-se especial pelo simples fato de consumir seja o que quer que ele produza. Enfim, esse empreendedor mexe com sentimentos e valores imponderáveis.
É isso que leva milhares de pessoas a formarem filas nas portas das lojas à espera da chegada de um determinado smartphone – apesar de existirem smartphones de sobra, de diversos fabricantes! É o que motiva o público a enxergar certas marcas como sinônimos de qualidade, a fazer reservas de lançamentos com meses de antecedência e a adquirir os produtos da companhia “X” em detrimento de similares que podem até ser mais baratos e tão bons quanto, mas não possuem o mesmo charme, a mesma aura. Inovar não significa “inventar a roda”, mas reinventá-la de modo que pareça mais atraente, mais interessante e muito melhor do que na versão tradicional.
Quem apenas faz “mais do mesmo” pode até ter uma longa sobrevida no mercado e auferir ótimos lucros, mas jamais será “top”. Já aquele que inova tem muito mais capacidade de superar crises, porque é, realmente, especial e traz a competitividade em sua essência.
Porém, inovar demanda investimento, e se a experiência der errado, pode acarretar prejuízos. Quanto mais sólida a empresa, mais tranquilo é esse processo. Para o micro e pequeno empresariado brasileiro, que responde por 99% do total de companhias abertas no país e gera mais de 50% dos empregos formais, a inovação é crucial, mas o acesso a ela é bem difícil. Não que faltem boas ideias a esses empreendedores, que frequentemente se revelam ousados, criativos e cheios de jogo de cintura. O que falta é incentivo. Eles já arcam com fatores que prejudicam sua competitividade no contexto global – pesada carga tributária, dificuldade para obter financiamento, encargos trabalhistas excessivos, burocracia entre outros. Na hora de investir em algo novo, é normal que lhe falte fôlego.
Pelo bem da economia brasileira, que hoje encara o desafio de manter o ciclo virtuoso de crescimento sem pisar no acelerador da inflação, é imperioso apostar no fomento à inovação. Esse papel cabe ao governo, que poderá fazê-lo por meio de políticas públicas, e às universidades, instituições de pesquisa e entidades de classe, que podem e devem implantar programas específicos de incentivo. É o que têm feito, com bons dividendos: a Índia e a Coreia do Sul.
Seremos persistentes no alcance do objetivo de informar e capacitar os empresários sobre os instrumentos de apoio à inovação. Por outro lado, para que a meta de aumentar os investimentos privados em P&D seja alcançada, o Ministério da Ciência e Tecnologia, Finep , BNDES, CNPq e Fapesp – principais instituições de fomento – devem unir esforços para combater, em primeiro lugar, a desinformação, e, em seguida, simplificar o acesso aos recursos à inovação, em especial, para as empresas menores. Por fim, ampliar os programas de extensão tecnológica, incluindo o aprimoramento do Sibratec, também deve ser importante elemento dessa nova agenda. Não podemos correr o risco de permitir que o Brasil chegue em último nessa corrida. Afinal, como bem observou o ex-CEO da General Electric, Jack Welch, “a inovação é hoje uma questão de sobrevivência”.
Fonte: Portal Clicatribuna



