Empreendedorismo: As 10 Competências Empreendedoras
Março 25, 2011 by Inovação & Marketing
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Muito tem se falado atualmente em Empreendedorismo. Não há como negar que este é um tema bastante importante, tendo em vista o peso que as pequenas e médias empresas possuem no contexto econômico e social do Brasil, gerando empregos, oferecendo variados produtos, diversos serviços, contribuindo na arrecadação de impostos e no desenvolvimento do país.
As razões pessoais para empreender geralmente são as mesmas entre aqueles que resolvem dispor de seu capital e de seu tempo na abertura de um pequeno negócio. Entre estes motivos estão o desejo de ser “o próprio patrão” e conquistar a prosperidade financeira. São razões nobres e justas, mas que muitas vezes são encaradas pelos novos empreendedores de uma forma romântica e superficial, o que pode levar ao fracasso do empreendimento.
O fato de ser proprietário/dirigente de uma empresa cria inúmeras novas responsabilidades ao empreendedor. Significa que ele deve estar disposto a enfrentar e comandar o dia-a-dia do negócio, adaptar a si próprio, a família e o seu estilo de vida às condições que sua empresa exigir e isso nem sempre é fácil. Também deverá fazer do seu cliente o seu patrão, já que se não tiver alinhado com as expectativas e necessidades deles, dificilmente a empresa prosperará.
É obvio que todo empresário quer obter lucros. Mas para uma empresa ser financeiramente viável é preciso que um conjunto de fatores mercadológicos, gerenciais e econômicos estejam em sintonia, de forma a criar condições para a empresa lucrar e dar retorno, o que nem sempre ocorre no curto prazo. Então a idéia de ficar rico logo quando se abre as portas é vaga. Para uma empresa dar certo é preciso, entre outras medidas, realizar um detalhado plano de negócios, analisar o mercado, oferecer ao cliente algum diferencial e buscar desenvolver certas competências pessoais.
A ONU, Organização das Nações Unidas realizou uma pesquisa justamente no sentido de descobrir quais as competências mais comuns entre os empreendedores de sucesso. Foram enumeradas 10 características que todos os entrevistados possuíam em comum, vejamos:
1- Busca de oportunidades e iniciativa: O novo empreendedor deve buscar aproveitar oportunidades fora do comum, inovar, fazer diferente do seu concorrente, começando pequeno mas agindo para crescer;
2- Correr Riscos Calculados: Todo empreendimento incorre em certos riscos. A diferença entre o sucesso e o fracasso pode estar na avaliação prévia que o empreendedor faz do seu novo negócio. Uma ferramenta fundamental para avaliar os riscos é sem dúvida o Plano de Negócios. Nele, o empreendedor poderá observar previamente as informações de todos os aspectos mercadológicos, financeiros e operacionais de sua empresa, antes do inicio das atividades, evitando riscos desnecessários e perdas financeiras;
3- Exigências de Qualidade e Eficiência: Oferecer ao consumidor produtos e serviços de qualidade deixou a muito tempo de ser um diferencial. Hoje, com a massificação das informações, o público está cada dia mais exigente e simplesmente descarta de sua lista aquelas empresas em que foi mal atendida e que não teve suas expectativas superadas. Por isso, para ter sucesso, é preciso que o empreendedor encontre uma maneira de fazer mais rápido, melhor e mais barato, estabelecendo padrões de qualidade que satisfaçam e excedem as expectativas do cliente;
4- Persistência: Em primeiro lugar o empreendedor deve assumir a responsabilidade pelo negócio, pelo desempenho necessário ao sucesso. Agir diante dos obstáculos que se apresentam no dia-a-dia, mudando a estratégia se necessário. Leva-se algum tempo para o retorno financeiro chegar, por isso não se deve perder o foco e traçar sempre metas e objetivos realistas;
5- Comprometimento: O empreendedor deve assumir pessoalmente o compromisso com o desempenho da empresa. Deve antes de tudo colaborar com os empregados e participar ativamente da rotina de sua empresa, sem centralizar demais, nem delegar de menos;
6- Busca de informações: Quanto mais informações o empresário tiver sobre o ramo em que vai atuar, maiores serão as chances de sucesso. Por esta razão, é importante dedicar tempo para buscar informações no mercado, pensar em novos produtos, analisar como anda a concorrência e os preços praticados e como anda a economia do país e da região. Também é interessante procurar ajuda de especialistas para obter dados técnicos, usar dados estatísticos, comparando resultados, buscando com tudo isso melhorar sempre;
7- Estabelece Metas: Uma forma de conduzir a gestão da empresa é traçar e buscar metas. Mas para gerar resultado elas devem ser mensuráveis e realistas. Muitas vezes os empreendedores fixam metas impossíveis de serem alcançadas, gerando stress e desmotivação em seus colaboradores. Metas precisam também ter significados pessoais, serem parte de uma visão de longo prazo;
8- Planejamento e Monitoramento Sistemático: Planejar e Monitorar deve ser uma constante na vida do empreendedor. Ao planejar, ele procura visualizar situações que podem lhe causar prejuízos ou vislumbrar oportunidades a serem aproveitadas. Monitoramento tem por objetivo identificar desvios do que foi planejado e com isso corrigir eventuais problemas. Utilizar ferramentas de informática para controlar por exemplo o fluxo diário de caixa, o volume de vendas, o giro do estoque e os índices de inadimplência são fundamentais para a tomada de decisões;
9- Persuasão e Rede de Contatos: Manter uma boa lista de contatos ajuda e em muito, a encontrar e aproveitar oportunidades de negócios. É importante então manter relações comerciais saudáveis com os fornecedores, clientes, funcionários e quem mais possa contribuir com a empresa. Também é importante desenvolver o poder de negociação, utilizar estratégias para influenciar positivamente os contatos, utilizando as peças chaves para atingir objetivos. É importante construir relações e não apenas vender. Workshops, palestras e feiras empresariais são excelentes locais para aumentar a rede de contatos;
10- Independência e Auto Confiança: Em todos os aspectos da vida, ter confiança em si mesmo é sem duvida fundamental para se atingir objetivos. Deve então o empreendedor expressar confiança em sua própria capacidade de realização, estar seguro de suas decisões, mantendo seu ponto de vista diante da oposição ou de resultados inicialmente desanimadores.
Ninguém nasce empreendedor. O empreendedor de sucesso vai se construindo por meio das experiências diárias, por meio da busca de habilidades técnicas e gerenciais, por meio do desenvolvimento de comportamentos adequados e de novos aprendizados que vão abrindo caminho para o topo. O segredo para quem quer ser empreendedor é buscar constantemente ser melhor, em todos os aspectos.
Fonte: Administradores
Marketing: Água determinará localização de empresas no futuro, diz professor
Março 25, 2011 by Inovação & Marketing
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A água deverá ser, no futuro, um fator determinante para a localização das empresas, avalia o professor da Universidade do Novo México (Estados Unidos), Raul Govêa. “A realocação dessas atividades para as regiões intensivas de água, para mim, faz muito sentido”, disse.
O professor destacou que atualmente a maior parte do parque industrial está localizada na Região Sudeste, que sofre um “forte estresse hídrico”. A região concentra 43% da população brasileira, mas apenas 6% da água doce disponível no país. No Norte estão localizados 68% dos recursos hídricos nacionais e apenas 5% da população.
Por isso, Raul acredita que haverá no futuro uma necessidade de deslocamento das atividades industriais no país. Para ele, um movimento semelhante também deverá ocorrer em nível internacional, com as empresas mudando os polos de produção para nações com maior disponibilidade hídrica. “Em algum momento, os países que têm água vão crescer a taxas maiores dos que não têm.”
Em 2050, três quartos da população mundial sentirão os efeitos da falta de água, de acordo com o professor. Nesse contexto, Govêa lembrou que a posição do Brasil é privilegiada, com 12% da água doce de superfície e 30% da subterrâneas.
A exploração desses recursos tem de ocorrer, no entanto, seguindo normas que garantam a sustentabilidade dos empreendimentos. “Esse é o modelo de aceitação de investimento que a gente vai ter. E a penalidade vai ser muito alta se você em algum momento poluir esses rios”, ressaltou Govêa, referindo-se especialmente à Região Norte.
O professor avaliou que o desenvolvimento industrial com boas práticas pode ser benéfico para a conservação dos rios e matas da Amazônia. “A Região Norte precisa criar empregos de alto nível de renda para que essas pessoas não se sintam levadas a começar a se engajar em atividades que não sejam tão sustentáveis assim”, defendeu ao participar da Conferência Internacional Wits 2011 – Água, Inovação, Tecnologia & Sustentabilidade, na semana passada.
Ele lembra que existem poucas opções de renda para os moradores daquela região. “A gente quer que as pessoas lá tenham empregos mais dignos e um nível de renda mais alto, em uma região que é hoje a fronteira econômica do Brasil”, afirma.
Fonte: Uol Notícias
Inovação: Neurônios crescem em chip de silício
Março 25, 2011 by Inovação & Marketing
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Cientistas americanos conseguiram criar conexões neurais artificiais usando neurônios de rato implantados num chip com nanotubos de silício.
Um grupo de pesquisadores nos Estados Unidos conseguiu fazer células nervosas de ratos se ligarem umas às outras em uma rede de pequenos tubos de silício. O trabalho pode ser o primeiro passo para a criação de chips com elementos biológicos ou, o que é mais plausível e desejável, para a elaboração de uma forma de reconectar terminações nervosas interrompidas.
A equipe liderada por Minrui Li, da Universidade de Winsconsin Madison, usou pequenos tubos de diferentes tamanhos feitos de semicondutores como silício e germânio. Esses objetos eram pequenos o bastante para que os dendritos de uma célula nervosa (prolongamentos do neurônio) passassem através deles, porém não eram grandes o bastante para que o corpo da célula coubesse inteiro nele.
Os tubos foram recobertos com células nervosas de ratos e os pesquisadores então observaram para ver como reagiriam. As células começaram a enviar seus dendritos através dos túneis com semicondutores, como se estivessem procurando caminhos.
Os prolongamentos das células nervosas percorreram trechos sinuosos, projetados pelos pesquisadores, para conseguir encostar em suas vizinhas. Em outras palavras, os pesquisadores determinaram, na maioria das vezes, o caminho a ser seguido. Sabe-se que as células nervosas têm um mecanismo de busca, que as faz procurar uma companheira para, fisicamente, se ligar a ela. No entanto, ninguém sabe exatamente como funciona esse mecanismo.
O próximo passo da pesquisa pretende responder a essa pergunta e também checar se as células, que agora formam uma estrutura híbrida com os semicondutores, se comunicam de forma normal entre si. Para tanto, os pesquisadores instalarão dispositivos elétricos que poderão gravar a comunicação entre elas.
A esperança é que os resultados da pesquisa ajudem a achar uma forma de fazer com que alguma espécie de componente elétrico ajude a restabelecer conexões interrompidas em células nervosas – como, por exemplo, em pessoas que tiveram rompimento da medula espinal. O trabalho foi publicado pela Academia Americana de Química em seu jornal ACS Nano.
Fonte: Exame
Marketing: Maioria das empresas quer trabalho flexível
Março 25, 2011 by Inovação & Marketing
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76% das empresas portuguesas oferecem trabalho flexível, passando a ser a norma e não a exceção.
Três quartos das empresas em Portugal oferecem agora aos seus funcionários trabalho flexível.
A conclusão é de um estudo agora divulgado pela Regus, que refere ainda que a maioria destas empresas está a descobrir que o trabalho flexível lhes traz grandes benefícios, tais como o aumento da produtividade dos funcionários, a redução de despesas e uma melhoria do equilíbrio entre a vida profissional e pessoal por parte dos funcionários.
76% das empresas em Portugal acreditam que o trabalho flexível tem custos inferiores aos do trabalho fixo de escritório, em comparação com a média global de 81%.
Trabalho flexível é boa notícia
Paulo Dias, diretor geral da Regus, comenta: “O facto de o trabalho flexível se ter tornado regra é uma boa notícia para todos: do empregador ao funcionário, das famílias à sociedade em geral e mesmo ao meio ambiente, todos podem beneficiar. Pela primeira vez, um relatório global baseado em 17.000 inquiridos apresenta provas estatísticas conclusivas relativamente à disponibilidade do trabalho flexível e ao valor gerado pelos benefícios a ele associados”.
Dois terços das empresas que oferecem trabalho flexível indicam que os seus funcionários têm um equilíbrio entre vida pessoal e profissional significativamente melhor, o que aumenta a satisfação e a motivação; metade indica que aumenta a produtividade dos funcionários, e um quarto diz que os ajuda a optimizar o trabalho rapidamente para lidar com o rápido crescimento. Mais de um terço das empresas de trabalho flexível também sente que esta política as ajuda a aceder a um conjunto de competências mais amplo, entre o leque de profissionais.
Flexibilidade versus antiguidade
Com o inquérito apurou-se ainda que a confiança continua a ser um grande obstáculo para muitas empresas que oferecem trabalho flexível: 38% das empresas portuguesas apenas oferecem este privilégio aos funcionários sénior. “Ao atribuir o direito à flexibilidade com base na antiguidade, algumas empresas estão a perder grandes oportunidades, e podem mesmo alienar novos talentos que se esforçaram muito para atrair”. – comenta Paulo Dias.
O director-geral da Regus acrescenta ainda: “Com estudos que provam que a produtividade aumenta quando se concede aos funcionários algum nível de flexibilidade, é decepcionante ver que algumas empresas permitem que questões de confiança as impeçam de flexibilizar o trabalho de todos os funcionários No entanto, visto que uma grande proporção das empresas reconhece as vantagens, mesmo que não o estejam a praticar neste momento, podemos esperar um crescimento ainda maior do trabalho flexível na próxima década“.
Fonte: Expresso
Inovação: Japoneses criam robô R2-D2 que funciona com energia solar
Março 25, 2011 by Inovação & Marketing
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Os cidadãos do Japão são conhecidos por surpreenderem o mundo ao apresentar produtos com grande inovação tecnológica. Após o desastre natural que aconteceu no país, as pessoas estão tentando retomar suas atividades normalmente. É o caso de Yosuke Kimura e Daisuke Goto, formandos em engenharia da Universidade Internacional de Hiroshima, que montaram uma réplica do famoso androide da saga de Star Wars alimentado através de painéis fotossensíveis.
Segundo os correspondentes do site Dvice, que estão acompanhando de perto alguns dos projetos de energia limpa do Japão, o SolaR2-D2 foi apresentado ao público pelos universitários no último dia 18.
O robô possui, no topo de suas hastes, células que captam a luz solar e transformam em energia, alimentando toda sua parte elétrica que o ajuda a se locomover.
Essa metodologia vai ao encontro dos interesses de muitos japoneses que preferem a energia verde, principalmente após o acidente da usina nuclear de Fukushima.
Não há dúvidas que, mesmo em situações extremas, essas pessoas sabem se reinventar e superar desafios.
Fonte: Geek



