Marketing: As novas redes de ‘e-commerce’ que estão a agitar a Internet
Janeiro 31, 2011 by Inovação & Marketing
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Groupon, LetsBonus e LivingSocial fazem parte de um ‘boom’ de novas plataformas de comércio electrónico. Saiba como funcionam.
Uma boa ideia pode converter-se num negócio milionário. Andrew Mason, o criador da plataforma Groupon, que o diga. O norte-americano teve a ideia de criar uma plataforma de ‘e-commerce’ (comércio electrónico) onde é possível encontrar as melhores ofertas e promoções do dia do comércio local – passados dois anos, a Groupon é um negócio de milhões que ganha seguidores todos os dias. “Estamos a falar do modelo de negócio com maior crescimento em toda a história da Internet, maior do que o sucesso das redes sociais”, comenta Feliciano Grosso, responsável pela LetsBonus em Portugal, outra das plataformas de ‘e-commerce’. A ajudar o crescimento destas redes está também a crise económica, uma vez que os produtos para venda podem ter até 90% de desconto em espectáculos, restaurantes, actividades de lazer ou saúde.
Mas a Groupon não está sozinha neste mundo virtual. Um ano depois da Groupon, surgiu a espanhola LetsBonus, a LivingSocial e outras redes do mesmo género. O sucesso destas plataformas já levou mesmo gigantes como a Amazon e a Google a mostrar interesse. A Google tentou comprar a Groupon, uma operação que falhou. Já a Amazon entrou no capital da LivingSocial, investindo 175 milhões de euros.
Mas para que estas plataformas sejam um sucesso, tem de haver a participação do comércio tradicional. “Levamos os clientes à porta do comércio possibilitando que os mesmos sejam fidelizados pelo aderente através de estratégias de ‘cross-selling’ [venda cruzada] ou de ‘up-selling [técnica para vender produtos mais caros]'”, adianta Feliciano Grosso. Nestas plataformas há ofertas de pequenas empresas, desde floristas a SPA ou restaurantes sofisticados. “Por um lado, dinamizamos o comércio, por outro, trazemos ofertas ‘premium’ com descontos para o consumidor. O comércio local passa a ter uma nova ferramenta da promoção 100% orientada para as vendas, e sem risco”, refere o gestor da LetsBonus em Portugal.
Para Patrícia Domingues, directora da Criative Minds, a inclusão das redes sociais e das novas plataformas tecnológicas na estratégia de marketing de uma empresa é fundamental. “Sem dúvida nenhuma que as redes sociais aumentam a visibilidade e notoriedade de uma marca. Mas tal não significa necessariamente que aumente o número de clientes, pelo menos de forma directa”, explica Patrícia Domingues. Mas, nos próximos anos, “as perspectivas são de uma enorme adesão. Tal como neste momento qualquer empresa inclui um ‘site’ institucional na sua estratégia de comunicação e marketing, isso acontecerá também, e a curto prazo, com as redes sociais”.
Groupon quer entrar em bolsa
Desde que se esquivou das investidas da Google, a Groupon está a equacionar dispersar o capital em bolsa através de uma oferta pública inicial. Uma operação que, segundo o jornal “New York Times”, poderá valorizar a empresa em 15 mil milhões de dólares (10,9 mil milhões de euros). Recentemente, a Groupon conseguiu arrecadar 950 milhões de dólares (696,3 milhões de euros) através de investidores como a Morgan Stanley e a Fidelity Investments. “A Morgan Stanley é uma das principais companhias de Wall Street. É inteligente agir quando as empresas estão em alta, e eles são os ‘players’ que mais crescem no mercado”, disse Greg Sterling, analista da Sterling Market Intelligence.
Já a LivingSocial tornou-se o sócio maioritário da LetsBonus. “Com esta aliança entre as duas empresas criámos um grupo internacional com presença em mais de 140 mercados, respondendo às necessidades de mais de 17 milhões de utilizadores em todo o mundo”, diz Feliciano Grosso. A entrada da LivingSocial no mercado português é feita através da LetsBonus Portugal.
Plataformas de ‘e-commerce’
Nestes sites são negociados produtos ou serviços a preços extremamente reduzidos que pertencem a empresas locais. Os utilizadores destes espaços vituais, depois de registados, são avisados das promoções diárias por ‘e-mail’. Os descontos podem ir de 50% até mais de 90%, mas o negócio tem de ser feito dentro de um prazo específico, geralmente de 24 horas. O processo é simples: basta entrar no ‘site’, registar-se e depois acompanhar ou participar nas promoções diárias.
groupon.pt
Fundada em 2008 pelo norte-americano Andrew Mason, hoje com 30 anos, esta plataforma de comércio electrónico já está presente em mais 35 países. A Groupon, palavra formada por “group” [grupo] e “coupon” [cupão], tem sede em Chicago (Estados Unidos) e emprega 3.100 pessoas. Hoje a sua base de clientes já atinge 50 milhões de pessoas. Segundo a “Forbes”, a Groupon é a empresa ‘online’ com maior crescimento da história, à frente do Facebook e da Amazon. Em apenas um ano e pouco a empresa passou de 1,5 milhões de utilizadores para cerca de 50 milhões e terá fechado o último ano com receitas na ordem dos 257 milhões de euros. Um potencial que terá levado a Google, em Dezembro, a oferecer cerca de quatro mil milhões de euros pela sua compra, sempre recusada. A ideia milionária que levou a Groupon ao sucesso foi o conceito das compras colectivas, um modelo de negócio que obriga a juntar um número mínimo de pessoas interessadas num determinado produto ou serviço para assim obter descontos que podem chegar aos 60, 70 ou até mesmo 80%.
promoclub.com.br
É a primeira rede social de promoções do mercado brasileiro. Fernando José Santa Rosa, fundador desta ‘startup’, explica no blogue ligado ao ‘site’ que “sempre fui viciado em cupões de descontos e ofertas nas compras ‘online’, mas nunca encontrava um ‘site’ no Brasil que reunisse de forma organizada as promoções e que tivesse opiniões de outros utilizadores. Por isso criei o PromoClub”. Esta plataforma foi criada em Novembro de 2010, estando ainda dar os primeiros passos na angariação de utilizadores e de parceiros para as promoções.
letsbonus.com
Lançada em Setembro de 2009 em Barcelona, a LetsBonus foi pioneira no movimento de compras colectivas na Europa e é líder actual no mercado espanhol. Miguel Vicente é o fundador e presidente executivo da LetsBonus. A empresa, que entrou recentemente no mercado português, disponibiliza ofertas diárias com descontos até 70%, entre as quais se incluem ofertas ‘gourmet’, SPA de luxo e escapadas românticas. A LetsBonus tem uma equipa com mais de 200 funcionários (15 deles em Portugal). A LetsBonus conta ainda com uma secção de “Planos de Viagem” que oferece aos utilizadores pacotes de viagem de média e longa distância. Actualmente, tem 120 mil utilizadores registados no mercado nacional.
livingsocial.com
Tim O’Shaughnessy e Eddie Frederick são fundadores da rede norte-americana LivingSocial. Esta plataforma conta actualmente com 17 milhões de subscritores em cerca de 170 mercados e prevê arrecadar receitas superiores a 500 milhões de dólares (366 milhões de euros) em 2011. No início do ano, a LivingSocial e a LetsBonus (www.letsbonus.com) anunciaram um acordo através do qual a primeira, que é uma plataforma de ‘e-commerce’ social, com sede em Washington (EUA), adquiriu a maioria no capital da LetsBonus.
Fonte: Económico
Inovação: “Maior riqueza do país está no fundo do mar”
Janeiro 31, 2011 by Inovação & Marketing
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Manuel Pinto Abreu, responsável pela Estrutura de Missão para os Assuntos do Mar (EMAM), concorda que a maior riqueza de Portugal está no fundo da sua Plataforma Continental marítima.
“Com grande probabilidade ela está aí. Agora é preciso trazê-la para a superfície e realizá-la para os portugueses”, comentou à Lusa um dos principais rostos da proposta portuguesa para a expansão da Plataforma Continental.
O EMAM, estrutura tutelada pelo Ministério da Defesa, entregou em 2009 na Convenção para os Direitos do Mar das Nações Unidas o dossier que deverá culminar com a atribuição a Portugal da jurisdição sobre os territórios da sua Plataforma Continental marítima.
Apesar de as pesquisas iniciais se focarem naquele objectivo, o EMAM cedo começou a perceber que os recursos existentes dentro da área reclamada por Portugal eram bem mais do que apenas a biodiversidade das nossas águas.
“Os teores dos metais que encontrámos apontam para valores muito promissores relativamente ao que existe no fundo submarino, e, quando estou a falar em teores de metais, falo em cobalto, níquel, cobre, ferro, há muito ferro, mas também ouro, prata e uma série de metais raros”, admitiu Manuel Abreu.
O professor reconhece que foram vistas “algumas formações que podem estar associadas ao que chama-mos vulcões de lama, ou seja, de energia relativa a gás, gás natural ou até metano”, embora desconheça a sua importância.
O investigador revelou ainda à Lusa a descoberta, na semana passada, de dois novos “pontos de interesse” na Plataforma Continental, duas novas crateras que poderão ser poços de gás natural.
Estas duas novas crateras juntam-se a duas outras, vulgarmente apelidadas de “fried eggs”, com seis e três quilómetros de diâmetro, situados 150 quilómetros a sul dos Açores, e a continuação da exploração pode revelar novas surpresas.
Fonte: Oje – o Jornal Económico
Marketing: Já pode comparar preços de mais de 5 mil genéricos
Janeiro 30, 2011 by Inovação & Marketing
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Deco lança base de dados para saber como poupar até 300 euros por ano em medicamentos.
Se comprar medicamentos o deixa ainda mais doente, porque tem de canalizar boa parte das suas economias para tratar da saúde, agora já pode comparar o custo de mais de 5 mil fármacos genéricos e poupar uns trocos. A Deco lançou uma nova base de dados onde os utilizadores podem fazer esse exercício, gastando menos algumas «centenas de euros em medicamentos».
A comparação é feita por grupo homogéneo. «O objectivo é promover a transparência ao nível dos preços e facilitar o acesso à informação, essencial para escolhas racionais», explica João Oliveira, responsável pelo projecto, no site da Deco Proteste.
Se tomar, por exemplo, o medicamento clopidogrel ¿ que previne tromboses – todos os dias poupa cerca de € 300 por ano face ao mais caro. Isto porque uma embalagem de 28 unidades de o Clopidogrel Ciclum 75 mg custa € 4,09, já com a comparticipação do Estado no regime geral. Pela mesma a mesma quantidade e dosagem de Plavix, paga 29,49 euros.
É importante que os utentes abordem «a questão do preço na consulta com o médico e sugerir a receita do medicamento mais vantajoso para si». E «se tiver uma receita que permita a substituição na farmácia, pode procurar o nome prescrito, apontar os fármacos mais baratos e escolher o mais adequado».
A crise veio complicar ainda mais a vida aos portugueses que estão doentes, sobretudo aos doentes crónicos e os idosos. O preço praticado impede, não raras vezes, o acesso a medicamentos. Prova disso é que «um inquérito a 4.800 portugueses divulgado pela TESTE SAÚDE, em 2007, já indicava que 12% não os compravam por serem caros».
Fonte: Agência Financeira
Marketing: Publicidade no Facebook pode chegar aos 2,9 mil milhões em 2011
Janeiro 30, 2011 by Inovação & Marketing
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Estudo da eMarketer revela que só nos EUA a rede social pode ser responsável por 8% da publicidade ‘online’.
O ‘forecast’ anual da eMarketer revelou que, este ano, o investimento publicitário na maior rede social do mundo, o Facebook, poderá chegar aos quatro mil milhões de dólares, ou 2,9 mil milhões de euros, em todo o mundo.
Os Estados Unidos da América são um dos mercados mais promissores para este negócio, onde o valor poderá atingir os 2,2 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros).
Segundo a mesma análise, só a rede social de Mark Zuckerberg – que viu o seu protagonismo disparar, em 2010, quando o filme “A Rede Social”, de David Fincher, contou a história de criação do Facebook – deverá ser responsável, em 2011, por 7,8% do mercado total da publicidade na Internet. No ano anterior, este valor não ultrapassou os 4,7%.
Fonte: Económico
Inovação: Intel inova ao contratar vocalista do grupo Black Eyed Peas
Janeiro 30, 2011 by Inovação & Marketing
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A mais nova contratação da Intel pode parecer inusitada, mas, além do marketing, a chegada de Will.i.am, vocalista da banda Black Eyed Peas, mostra que a empresa está aberta a ideias de pessoas que não são, necessariamente, da área de Tecnologia.
O cantor vai ocupar o cargo de diretor de inovação criativa da maior fabricante de microprocessadores do mundo.
Basicamente, o músico vai colaborar com a empresa no desenvolvimento de tecnologias para computação continuada, como dispositivos para notebooks, smartphones e tablets.
Fonte: Extra Globo



