Marketing: Mourinho pode valer 12 milhões em direitos de imagem

Janeiro 12, 2011 by  
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A dias de a FIFA anunciar o nome do melhor treinador de futebol de 2010, para o qual o português José Mourinho está nomeado, revelamos-lhe o valor da marca associada ao «Special One».

O Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM) levou a cabo um estudo, que tem em conta a exposição mediática, os sucessos desportivos e os valores salariais e contratuais de Mourinho, e estima que o mister do Real Madrid possa valer até 12 milhões de euros por ano, em direitos de imagem.

Com 16 títulos desportivos no curriculum, José Mourinho é um dos favoritos, ao lado do campeão do mundo Vicente Del Bosque, para levar o galardão para casa. O anúncio será feito esta segunda-feira e a possibilidade de vir a ser considerado pela FIFA o Treinador do Ano elevou as expectativas e o valor comercial da imagem do português, que irá aumentar caso Mourinho chegue mesmo a arrebatar o troféu.

O George Cloney do futebol

O estudo do IPAM indica ainda que, por comparação a outros oito treinadores de futebol de elite, José Mourinho é o mais valioso do mundo, surgindo à frente de nomes como Pepe Guardiola, Alex Ferguson ou Arséne Wenger.

O treinador português, que está entre os três mais mediáticos do mundo, conta com mais de 14 milhões de referência na internet e mais de 15 mil vídeos no Youtube.

É actualmente o mister mais bem pago do mundo, e o facto de treinar o clube mais valioso do planeta – o Real Madrid factura mais de 400 milhões de euros por ano – torna-o o mais apetecível para os patrocinadores.

Neste contexto, os direitos de imagem de José Mourinho podem valer entre oito e 12 milhões de euros anuais, o que significa uma duplicação do salário através da gestão de imagem.

Por outro lado, e face às suas características pessoais, Mourinho pode até ser comparado a George Clooney, emprestando a sua imagem a marcas globais em áreas tão distintas como banca, moda, relógios ou tecnologia, não se associando apenas ao desporto.

A participação em campanhas publicitárias e actividades de marketing do clube é um dos elementos que contribui para o rendimento mensal de um atleta.

Em 2010, e segundo a revista Forbes, os direitos de imagem de Tiger Woods foram avaliados em 59 milhões euros, os mais bem pagos do mundo. Na lista, seguem-se nomes como David Beckham, a valer 14 milhões euros, ou Roger Federer, cuja imagem rende cerca de 11 milhões euros. Números que indicam que José Mourinho compete directamente com os desportistas mais bem pagos do mundo.

Fonte: Agência Financeira

Marketing: Empresas na “corrida ao crescimento verde”

Janeiro 12, 2011 by  
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09.01.2011
Helena Geraldes

Oitocentas empresas mundiais estão a redefinir a sua estratégia até 2020, apostando na sustentabilidade, no que é visto como um factor de diferenciação para os consumidores, segundo um estudo das Nações Unidas.

Os últimos tempos não têm sido fáceis para as grandes empresas, desde instituições bancárias a companhias petrolíferas, passando por fabricantes de automóveis. Primeiro a crise económica e depois episódios como a maré negra no golfo do México têm arrasado a confiança de consumidores nas grandes marcas.

“A confiança é o recurso mais escasso para as empresas”, sublinhou Bruno Berthon, director dos Serviços de Sustentabilidade da Accenture, na 10.ª conferência anual BCSD Portugal, que decorreu em Setembro de 2010 no Centro de Congressos do Estoril.

Na última década, várias empresas têm identificado uma nova oportunidade de negócio que lhes permite poupar recursos, dar cartas na inovação tecnológica e recuperar a confiança dos consumidores: a sustentabilidade. Querem ganhar esta “corrida” num horizonte que vai dos cinco aos 20 anos. “Acabaram-se os imperativos morais para ser amigo do Ambiente. Hoje, a sustentabilidade passou a ser um factor de diferenciação para os consumidores”, acrescentou Berthon.

Nunca como agora foi tão grande a crença das multinacionais nos benefícios da sustentabilidade, asseguram os autores do estudo “A nova era da sustentabilidade”, da plataforma das Nações Unidas Global Compact – que reúne empresas comprometidas com dez princípios nas áreas de direitos humanos, trabalho, ambiente e anticorrupção – e a Accenture, divulgado no final de Junho. Dos 800 presidentes dos conselhos de administração (CEO) inquiridos no estudo, de 25 sectores de actividade em mais de cem países, 93 por cento afirmou que a sustentabilidade será fundamental para o futuro sucesso das suas empresas. Há três anos, essa percentagem era de apenas 51 por cento. Alfredo Sáenz, CEO do Santander, chama ao momento “a tempestade perfeita para a indústria”. Na verdade, 80 por cento dos CEO considera que a crise aumentou a importância da sustentabilidade no topo da agenda das empresas. Apenas 12 por cento reconheceu que reduziu o investimento em produtos mais “verdes”.

No mapa mundial, as regiões onde as empresas citam a sustentabilidade como muito importante para o seu sucesso futuro são a América Latina (78 por cento) e África (60 por cento). Na Europa, a percentagem é de 48 por cento.

Tendência já está lançada

Bruno Berthon viajou por dezenas de países e entrevistou, cara a cara, dezenas de CEO para lhes perguntar o que pensam da sustentabilidade. “Nas entrevistas todos começaram por dizer que a sustentabilidade é muito importante”, contou o especialista francês. É claro que nem todas as empresas estão a fazer aquilo que dizem querer fazer. Mas Bruno Berthon disse, em entrevista ao PÚBLICO, que está optimista. “Ainda estamos na turbulenta fase da ‘adolescência’, estamos só no começo. Mas a verdade é que as empresas decidiram não esperar pelas orientações dos governos sobre como fazer as coisas. A falta de vontade política tem sido uma decepção. As empresas estão a reagir de forma pragmática e pró-activa, definindo os seus próprios padrões”, contou. “Hoje, os CEO estão a ligar a sustentabilidade ao valor da sua empresa, inovam, têm programas energéticos, dão formação aos seus funcionários e começam a avaliar a realidade do seu compromisso.”

Ainda que “todas as empresas tenham a possibilidade de ser, mais ou menos, sustentáveis”, Berthon referiu, como exemplo, o caso da Siemens. “Em 2009, o portfólio de produtos e serviços ‘verdes’ desta empresa gerou receitas de 23 mil milhões de euros, ou seja, cerca de um terço das receitas anuais totais”. Segundo o estudo da ONU, em 2009, a Siemens ajudou os seus clientes a reduzir cerca de 210 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2), o equivalente ao total das emissões de Berlim, Londres, Munique, Nova Iorque e Tóquio.

Nesse mesmo ano, a Royal Phillips Electronics atingiu 31 por cento de receitas de produtos “verdes”, representando 7,2 mil milhões de euros. Em 2015 espera que essa percentagem suba para os 50 por cento.

Mas este movimento sustentável só é possível, lembrou Berthon, porque os consumidores mudaram. “Aquilo que era um subsegmento, o dos consumidores ecologistas obsessivos, acabou. Hoje, qualquer consumidor procura marcas com impactos positivos no Ambiente, na saúde e na sociedade”.

A mudança de mentalidades dos CEO explica-se ainda pelos efeitos de “políticas globais fortes, pelo discurso de pessoas tidas como líderes, como Al Gore ou Barack Obama, pelos preços da energia, por uma consciência global crescente”, comentou. “Vamos falar com os CEO e os governos para saber onde estão as lacunas e o que estão a fazer para as colmatar. Ainda há muito que está por fazer. É preciso inventar um novo futuro”, disse.

Marketing: Encomendas à indústria registam a maior subida em 9 anos

Janeiro 11, 2011 by  
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Os novos pedidos às fábricas portuguesas aumentaram 25% em Novembro, face a igual mês do ano anterior.

Em Novembro de 2010, o total de novas encomendas recebidas na indústria em Portugal cresceu 24,5% face ao mesmo período de 2009, reflectindo a forte aceleração da procura no mercado externo (+43%), avança hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). No mercado nacional, as encomendas cresceram 5,4% em comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Este é o melhor desempenho das novas encomendas às fábricas nacionais desde pelo menos Outubro de 2001, altura em que deixa de ser possível consultar os registos do INE.

Todos os agrupamentos contribuíram para esta subida do índice total, destacando-se os Bens Intermédios, onde os pedidos aceleraram 42% durante o mês em análise.

Em termos mensais, as novas encomendas à indústria nacional cresceram 21,5% em Novembro, a maior subida desde Setembro de 2008.

Fonte: Económico

Marketing: Facebook detona receio de bolha 2.0

Janeiro 11, 2011 by  
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Analistas reclamam da falta das informações financeiras confiáveis sobre a rede social; investidores temem nova bolha com IPOs de Twitter, Groupon e LinkedIn.

O site de redes sociais Facebook está despertando receios entre os investidores sobre a formação de uma nova bolha de ativos no setor de Internet devido à alta acelerada do valor da empresa.

Executivos do Goldman Sachs ofereceram a seus clientes mais abastados menos de uma semana para decidirem se investem 2 milhões de dólares cada para terem um pedaço do site, com valor de mercado avaliado em 50 bilhões de dólares.

Para um cliente do Goldman, que esperava um documento financeiro de 100 páginas sobre o site ser entregue na quinta-feira, um dia antes do prazo para a decisão sobre o investimento, o cenário “lembra um pouco 1999”.

Graças à última infusão de recursos do Goldman Sachs, de cerca de 450 milhões de dólares com o compromisso de se levantar outro 1,5 bilhão de dólares, o Facebook se tornou centro do debate sobre se as novas empresas da Internet são capazes de gerar lucro suficiente para justificar as expectativas implacáveis de Wall Street.

“Parece um pouco irracional algumas dessas transações, alguns desses valores, particularmente dado o nível de divulgação de informações”, disse Robert Ackerman, fundador da empresa de investimento de risco Allegis Capital.

“Talvez com o Facebook isso se justifique”, disse ele, “mas e as outras empresas que vão acompanhar a onda do Facebook?”

Twitter e Groupon, esta última empresa que oferece serviço de compras coletivas e é considerada por alguns analistas como a empresa de crescimento mais rápido da história da Internet, também estão considerando planos para ofertas públicas iniciais de ações (IPOs) antes do potencial IPO do Facebook no final de 2012, afirmaram executivos de bancos à Reuters.

Enquanto isso, a LinkedIn não está perdendo tempo. A rede social para profissionais, com 85 por milhões de usuários, contratou bancos para abrir seu capital este ano.

Para o Facebook, que a Bloomberg e outros veículos de imprensa estimaram ter gerado 2 bilhões de dólares em receita no ano passado, o valor de mercado de 50 bilhões de dólares significa que os investidores estão concedendo um prêmio com múltiplo de 25 vezes o faturamento, ante relações de nove vezes do Google e de 2,5 vezes da Amazon.com.

Nos primeiros nove meses de 2010, o Facebook teve receita de 1,2 bilhão de dólares e lucro líquido de 355 milhões, segundo dados financeiros não auditados divulgados pelo Goldman Sachs a seus clientes.

US$4 por usuário

O Facebook gera 4 dólares por usuário, ante 24 dólares do Google e 8 dólares do Yahoo, segundo relatório recente do JPMorgan.

Esses números fazem o Facebook parecer ser caro aos olhos de investidores que medem investimentos por meio de padrões financeiros tradicionais, afirmou Ken Sawyer, diretor da empresa de capital de risco Saints Capital, que detém ações do Facebook.

Os investidores vão ter de olhar para além dos retornos financeiros passados do site para se concentrarem no potencial de transformação de negócios da companhia.

“Depende de sua visão de mundo”, disse Sawyer. “Se você acredita que a capacidade de crescimento do mercado de redes sociais vai mudar a maneira como as empresas conseguem clientes, então o valor de mercado é barato.”

Assim como a busca atrelada a anúncios do Google revolucionou a maneira como empresas conseguem clientes, a audiência do Facebook de meio bilhão de pessoas tem permitido empresas como a produtora de jogos online Zynga e o serviço de encontros Zoosk a obterem dezenas de milhões de usuários próprios em tempo recorde, disse Sawyer.

Conforme o Facebook cria mais maneiras de fazer dinheiro a partir dessa capacidade, como obter comissões sobre transações feitas por outras empresas em sua plataforma, a oportunidade pode ser substancial, disse ele.

Fonte: Exame Brasil

Marketing: Facebook atinge a marca de 600 milhões de usuários ativos

Janeiro 11, 2011 by  
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A Goldman Sachs, empresa que anunciou um investimento de US$ 450 milhões no Facebook nesta semana, divulgou um documento que mostra que a rede social já atingiu a marca de 600 milhões de usuários ativos mensais. O número foi mostrado pela empresa a potenciais investidores da rede social.

A notícia significa que a rede de Mark Zuckerberg ganhou 100 milhões de usuários nos últimos seis meses. Segundo o site Metro, o novo número sugere que a rede social alcance a marca de 1 bilhão de usuários antes do previsto. Zuckerberg anunciou em junho de 2010 que esperava que o site atingisse o primeiro bilhão dentro de três a cinco anos.

O Facebook, maior serviço mundial de rede social, teve lucro líquido de US$ 355 milhões nos primeiros nove meses de 2010, com receita de US$ 1,2 bilhão, segundo uma fonte que recebeu os documentos que o Goldman Sachs forneceu a seus clientes.

Fonte: Terra

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