Marketing: Internet Explorer perde liderança na europa para Firefox

Janeiro 5, 2011 by  
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De líder a derrotado – foi assim que o navegador Internet Explorer terminou o ano de 2010. Em Dezembro, o Firefox conseguiu tornar-se no navegador número um na Europa, tendo por base os dados da empresa de pesquisa StatCounter.

No derradeiro mês do ano, o Firefox alcançou 38,11% de quota no mercado europeu. O Internet Explorer ficou-se pelos 37,52%.

«Esta é a primeira vez que o IE foi destronado do posto de número um num território importante», afirma Aodhan Cullen, CEO da StatCounter, no site da empresa. E dá explicações para o fenómeno: «Isto parece estar a acontecer porque o Chrome do Google está a roubar quota ao Internet Explorer, enquanto o Firefox está é a manter a sua quota».

De facto, o Google Chrome está a ganhar quota de mercado no Velho Continente e tem crescido a um ritmo de 14,58% em comparação aos 5,06% em Dezembro do ano passado.

Ainda assim, o Internet Explorer tem conseguido manter a liderança no mercado de navegadores na América do Norte, com uma quota de 48,92%, seguido pelo Firefox (26,7%), Chrome (12,82%) e Safari (10,16%).

Fonte: Agência Financeira

Marketing: Apple lidera corrida aos smartphones

Janeiro 5, 2011 by  
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A corrida para liderar o pódio do sistema operativo para smartphone nos Estados Unidos está mais disputada do que nunca.

De acordo com os dados de Novembro da Nielsen, o sistema operativo Android, entre os que compraram smartphone nos últimos seis meses, está agora no primeiro lugar.

Mas apesar destes dados, entre aqueles que compraram um smartphone nos últimos meses, quando se fala de quota de mercado, o sistema operativo Android tem 25,8% enquanto a Apple chega aos 28,6%.

O sistema operativo da RIM (Research in Motion, fabricante do Blackberry) está numa posição menos clara: com 26,1% de quota de mercado, está dentro da margem de erro desta estatística tanto da Apple como Android.

Por outras palavras, para a Nielsen, a RIM permanence empatada estatiscamente com a Apple, no primeiro lugar, e o Android continua em terceiro.

As três marcas estão claramente a beneficiar da procura por smartphones: em Novembro, 45% das novas compras prefere adquirir um smartphone do que um telemóvel normal.

Fonte: Agência Financeira

Marketing: PME portuguesas procuram agências para criarem vídeos ou sites

Janeiro 5, 2011 by  
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A maioria das PME portuguesas não contrata qualquer serviço de comunicação a uma agência. A indicação consta da tese de mestrado “Comunicação low cost: desinvestimento ou fórmula de sucesso”, de Carla Pereira, que inquiriu 102 micro, pequenas e médias empresas nacionais. Os dados demonstram que “a maioria das empresas inquiridas (64,7 por cento) não trabalha com nenhuma agência. Para o facto de não trabalharem com agências, 34,3 por cento dos inquiridos apontam a existência de um departamento próprio ou similar na empresa”, pode ler-se na tese desenvolvida no âmbito do mestrado em Marketing e Gestão Estratégica, da Universidade do Minho. Quando questionadas sobre os motivos os fariam recorrer aos serviços de uma agência, 36,4 por cento das empresas apontam a necessidade de fazer um vídeo enquanto um terço indica a criação de um site. Segundo as conclusões de Carla Pereira, “ainda há um grande desconhecimento quanto à forma de optimizar este meio e de gerir eficazmente a comunicação das marcas com os seus públicos. Não obstante a adesão massiva das empresas portuguesas às redes sociais como o Facebook ou o Twitter, serão ainda poucas as que conseguem optimizar a rede de contactos que daí advém, extraindo informação útil para a segmentação dos seus públicos”.

Fonte: Meios & Publicidade

Inovação: Artista português cria um robô pintor e poeta

Janeiro 4, 2011 by  
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O artista plástico Leonel Moura vai levar um robô pintor e poeta à Techfest 2011, um dos maiores festivais de tecnologia da Ásia, que se realiza entre 07 e 09 de Janeiro em Bombaim, na Índia.

A Techfest, que reúne centenas de empresas de tecnologia de todo o mundo, possui uma área de exposições que este ano irá dar especial destaque à robótica, com várias criações de robôs de companhia, entretenimento e investigação.

No sítio online do evento (www.techfest.org) surge uma descrição do robô de Leonel Moura, o ISU, desenvolvido com um «cérebro» para criar pinturas e poemas.

O ISU também possui um conjunto de sensores que lhe possibilita construir uma composição e determinar quando o trabalho está acabado, e consegue ainda assinar a sua própria obra.

Para pintar, o robô começa ao acaso e então o processo evolui para um modo de feedback positivo, procurando criar grupos de cores, enquanto que, para criar poesia, escolhe uma primeira letra ao acaso e depois escolhe uma outra que faça sentido.

O resultado final do poema é semelhante ao automatismo surrealista ou na linha da poesia concreta.

Ainda segundo o texto do festival, «o ISU, e outros robôs no género, desafiam o nosso conceito de arte e de criatividade. Na verdade, estes robôs sugerem a possibilidade de gerar criatividade artificial no quadro da noção actualmente aceite de inteligência artificial».

Desde os anos 1990 que Leonel Moura se dedica à bioarte e à inteligência artificial, com especial interesse na área da robótica, criando robôs artistas.

Um dos robôs criados por Leonel Moura foi colocado em 2007 na nova Sala da Humanidade do Museu de História Natural de Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde continua a desenhar perante os visitantes.

O artista defende a tese de que os robôs são uma nova espécie de vida com a qual começamos a partilhar o planeta, «com todas as implicações, positivas e negativas, que daí advêm».

No ano passado lançou um livro de 30 poemas escritos por um robô para provar que as máquinas podem criar arte, resultado, no seu entender, de «uma expressão sensível ou de carácter emocional, mas também uma expressão de carácter matemático ou científico».

No festival Techfest, além da apresentação de engenhos, jogos, competições, workshops, e cinema de animação, está prevista uma série de conferências com a presença de Harold Kroto, Nobel da Química (1996), Michael Jones, fundador do Google e o físico Holger Nielsen, criador da Teoria das Cordas.

Fonte: Tvi 24

Inovação: Tecnologia inovadora reduz impacto ambiental

Janeiro 4, 2011 by  
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Tecnologia a favor do meio ambiente. Foi com essa premissa que o engenheiro e professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Ricardo Franci Gonçalves, elaborou um projeto para tratamento de água no estado. A idéia era pesquisar e desenvolver fontes alternativas para o reaproveitamento de água e esgoto. Os estudos saíram do papel e ganharam vida com a Fluir Engenharia, pequena empresa de base tecnológica, instalada em Vila Velha (ES) e especializada no desenvolvimento de técnicas de reutilização de água.

Preocupada com a preservação da qualidade das águas e do meio ambiente, a Fluir oferece soluções inovadoras para sistemas de abastecimento de água, de esgotamento sanitário e de controle da poluição hídrica de origem industrial. Basicamente, são soluções racionalizadoras do uso da água em áreas urbanas, mais especificamente voltadas para o setor imobiliário.

O carro-chefe da empresa é a Estação de Tratamento de Águas Cinza, proveniente do uso de lavatórios, chuveiros, banheiras e máquinas de lavar roupas, reutilizada para fins não-potáveis, como descargas sanitárias, jardins e lavagens de pisos e de veículos. “A utilização desse sistema pode reduzir até 30% o consumo de água potável e poluir menos o meio ambiente”, explica o professor.

De consultoria a microindústria
Toda a idéia do projeto surgiu da experiência em uma companhia de saneamento na França, onde Franci trabalhou. Mas a empresa nasceu tempos depois, há nove anos, quando o professor convidou duas ex-alunas de mestrado, Renate Wanke e Giovana Martinelli, a montar uma empresa de consultoria e prestação de serviços em engenharia de tratamento de águas. O trio elaborava os projetos e terceirizava o trabalho de produção dos sistemas.

Isso ocorreu até que, há quatro anos, o proprietário de um hotel de luxo em Macaé (RJ), comprou a idéia e resolveu aplicar no empreendimento o projeto dos engenheiros. Com seis meses de funcionamento, o tanque de água do hotel, elaborado por outra empresa contratada pela Fluir, rompeu, causando grandes prejuízos.

“Há males que vêm para bem. A partir desse dia, decidimos que não iríamos mais terceirizar a produção. Resolvemos produzir os nossos próprios sistemas”, conta o professor.

Naquele momento, a microempresa de consultoria tornou-se uma microindústria. Pouco tempo depois, a Fundação de Pesquisa do Espírito Santo manifestou interessou em apoiar a empresa e orientou sobre a necessidade de desenvolvimento de um plano de negócios e estudo de viabilidade tecnológica.

Os engenheiros procuraram o Sebrae, que disponibilizou um consultor para apoiá-los na construção do planejamento. “Foram os nossos primeiros passos como uma indústria”, diz Franci.

Atualmente, a Fluir fatura, em média, R$ 2 milhões por ano e registra um crescimento anual de cerca de 30%. A empresa conta com 20 empregados e possui contratos com instituições públicas e privadas, além de ter bolsas dos Recursos Humanos em Áreas Estratégicas (RHAE), do Ministério da Ciência e Tecnologia. “Para o próximo ano, as perspectivas são ainda melhores, com apoio e investimentos de órgãos de fomento”, revela Franci.

Fonte: Pequenas empresas & Grandes negócios

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