Marketing: Google, Nokia e Sony entre as 10 marcas com melhor reputação para os portugueses
Setembro 16, 2010 by Inovação & Marketing
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O estudo MRI da Marktest, que abrangeu as 100 marcas maiores anunciantes e 17 principais marcas de media, coloca 3 empresas do sector de Internet e Tecnologia no ranking global das 10 marcas com melhor reputação para os consumidores Portugueses.
A marca e motor de pesquisa Google lidera o ranking sectorial e global do Marktest Reputation Index (MRI), com uma pontuação de 86,78. Saliente-se que a Google atinge esta liderança num estudo que reúne 100 marcas com fortíssimo investimento publicitário.
De acordo com o MRI, a segunda marca com melhor reputação para os Portugueses no sector da Internet e Tecnologia é a Nokia, tendo atingido os 82,83 pts, o que lhe permitiu posicionar-se em 5º lugar no ranking global.
Seguem-se ainda, dentro do mesmo sector, a Sony (80,67pts, 3º lugar do sector e 7º no ranking global), a Apple (78,39pts, 4º lugar do sector e 11º do ranking global) e a Microsoft (78,28pts, 5º lugar do sector e 12º do ranking global).
A área da Internet e Tecnologia conta portanto com três marcas de referência entre as dez com melhor reputação a nível geral, e ainda uma quarta – a Apple – logo em 11º lugar.
Recorde-se que este estudo terá periodicidade anual e pretende tornar-se num barómetro por excelência da reputação de marcas no mercado português, marcando a entrada da Marktest na área da avaliação da Reputação.
A Imagem e Confiança, a par da Satisfação e Recomendação foram os principais eixos de análise, constituindo os primeiros dois os vectores de medida do MRI.
O estudo, que apurou um ranking global das marcas e um outro por dez sectores específicos de actividade, foi desenvolvido com base em entrevistas online CAWI (Computer Assisted Web Interview) e reuniu uma amostra de cerca 1400 inquiridos com idades entre os 15 e os 64 anos, residentes em Portugal Continental.
Fonte: Marktest
Inovação: Chegou o primeiro assento para viajar de avião em pé
Setembro 15, 2010 by Inovação & Marketing
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São boas notícias para companhias como a Ryanair: nasceram os novos assentos verticais que permitirão viajar de pé.
O assento SkyRider é uma das grandes estrelas da exposição norte-americana “Interiores de aviões 2010”, um modelo que já despertou o interesse de várias companhias, avança hoje o ‘USA Today’.
A italiana Aviointeriors é a autora da criação e, se a procura o justificar, a empresa promete pedir a certificação da SkyRider às autoridades competentes, tanto nos EUA como na Europa.
A distância entre filas é de 58 centímetros, face ao actual mínimo de 80 centímetro praticado normalmente na classe económica. O peso do passageiro é suportado pelas pernas, que ficam encaixadas por baixo do assento dianteiro.
Este modelo foi pensado para voos de pequeno curso. “Para viagens entre uma a três horas…poderá ser cómodo”, diz a Aviointeriors. “É como uma sela de montar. Os cowboys montam oito horas seguidas os seus cavalos e ainda assim estão cómodos”, acrescenta.
Para além da Ryanair, outras companhias como a chinesa Spring Airlines também estão interessadas em novas formas de conseguir mais espaço nos aviões, por forma a sentar mais passageiros e a obter um maior retorno em cada aparelho podendo, a partir daí, praticar preços mais baixos.
A primeira vez que a companhia aérea irlandesa Ryanair lançou a ideia, em 2009, as opiniões dividiram-se entre os que defenderam as vantagens de viajar por valores muito reduzidos e os que classificaram a idea de impossível por questões de segurança.
Fonte: Económico
Inovação: Robôs com “pele” sensível
Setembro 15, 2010 by Inovação & Marketing
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Uma equipa de investigadores desenvolveu uma “pele” artificial que pode levar o conceito de sensibilidade a robôs e próteses.
Cientistas desenvolveram uma “pele” artificial, composta por pequenos sensores de pressão que convertem pequenas mudanças de pressão em sinais elétricos.
Esta camada pode simular o nosso toque, o que permite aos objetos, com esta “pele” aplicada, sentir pressão tão rapidamente e da mesma forma que a pele humana. Este projeto foi apresentado ontem por duas equipas norte-americanas na revista ‘Nature Materials’.
Ali Jarvey, engenheiro eletrotécnico que liderou uma das equipas, falou das potencialidades no nosso dia-a-dia. “Se alguma vez quis um robô, capaz de tirar a mesa por exemplo, o ideal seria que este também fosse capaz de não partir os copos de vidro. Mas também gostaríamos que ele fosse capaz de segurar uma panela de ferro sem a deixar cair”.
Esta inovação é aplicada em materiais bastante flexíveis, podendo assim ser usada para revestir próteses ortopédicas, para a criação de robôs que consigam pegar e levantar em objetos de diferentes pesos, sem partir os mais frágeis e poderá ser usada para melhorar instrumentos em operações cirúrgicas.
A rede nano
A equipa de Ali Javey, da Universidade da Califórnie, em Berkeley, conseguiu construir uma rede de nano fios cruzados cobertos por uma pequena camada de borracha semicondutora que recebe os sinais numa película através de um padrão uniforme. Este sistema funciona como um transístor de película fina, ou TFT, com uma camada sensível à pressão.
A quantidade de eletricidade que corre pelo aparelho depende da quantidade da pressão exercida na película: mais pressão, mais corrente.
Javey e a sua equipa demonstraram depois que a capacidade flexível da sua inovação não altera em nada a sua performance.
Microestrutura flexível
A cientista Zhenan Bao, da Universidade de Stanford, e responsável pela segunda equipa deste projeto, declarou que “o trabalho de Javey é uma boa demonstração das suas capacidades em criar uma grande rede de nano TFT”. A sua responsabilidade neste projeto era tornar esta invenção uma microestrutura, recriando eficazmente as funcionalidades desenvolvidas pelo grupo de Berkeley, em menos camadas.
“Em vez de aplicarmos um elemento sensível à pressão em cima dos transístores na matriz de nanofios, desenvolvemos transístores sensíveis à pressão” explicou Bao à BBC News, concluindo que “a nossa microestrutura de borracha consegue voltar à sua forma original de forma rápida e permite um alto grau de sensibilidade”.
Os testes deste material revelam que a “pele” consegue registar o toque com uma superfície num décimo de segundo, desde cinco gramas por centímetro quadrado até 40 vezes este valor.
Crítica positiva
Na revista ‘Nature Materials’, a mesma em que foi publicada esta descoberta, John Boland, um especialista em nanotecnologia, enalteceu o trabalho das duas equipas. “Talvez o aspeto mais notável destes estudos é a forma como demonstraram que é possível explorar processos tecnológicos estabelecidos em engenharia de baixo custo, a soluções inovadoras que resolvem problemas técnicos muito importantes.
“Contudo, alerta que ainda faltam “oportunidades significativas para mais inovações” como reduzir a distância dos sensores para maximizar o detalhe do nível do “toque” artificial.
Fonte: Expresso
Marketing: Portugal é o sexto país da Europa com hotéis baratos
Setembro 14, 2010 by Inovação & Marketing
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Com um custo médio de 85 euros por noite, Lisboa é a nona cidade mais barata.
Com um valor médio de 84 euros por noite, Portugal é o sexto país com alojamento em hotel mais barato da Europa, divulgou este segunda-feira o Hotel Price Index relativo ao segundo trimestre de 2010.
De acordo com o estudo da Hotéis.com, Lisboa, com um custo médio de 85 euros por noite, é a nona cidade mais barata da Europa a 17.ª do mundo.
No segundo trimestre de 2010, «Portugal começou a apresentar sinais de recuperação», com uma subida de um por cento nos preços médios por noite por quarto de hotel, que, realça o documento, «veio contrariar as descidas a que se tinham assistido nos últimos anos».
O valor médio por noite de alojamento em hotel foi de 84 euros no segundo trimestre face aos 82 euros registados no período homólogo, o que faz de Portugal o sexto país mais barato da Europa em ex-aequo com a Espanha.
De Abril a Junho, registou-se uma «inversão da tendência de queda», sendo a primeira vez que «o preço subiu na comparação anual, depois de sete trimestres consecutivos com quedas de preços».
O preço médio de um quarto de hotel por todo o mundo subiu dois por cento no segundo trimestre de 2010, comparativamente com o período homólogo, mas o preço médio de um quarto ainda se encontra mais baixo do que em 2004.
O presidente de Hotéis.com, David Roche realça que «as tendências dos preços dos hotéis, até ao final do segundo trimestre, confirmam que a estabilização tem estado a ocorrer na indústria hoteleira e que existem indicadores de uma recuperação».
A queda de preços mais acentuada registou-se na Islândia, onde os preços desceram 20 por cento, o que está relacionado com a nuvem de cinzas, para 82 euros de média por quarto por noite.
De acordo com o Hotel Price Índex, a Suíça manteve-se o país europeu mais caro com um preço médio de 138 euros, seguido da Rússia (131 euros) e da Noruega (123 euros).
Os países europeus com alojamento mais baratos são a Hungria (70 euros), Polónia (74 euros) e a República Checa (76 euros).
Fonte: Agência Financeira
Inovação: A tecnologia que promete revolucionar os telemóveis
Setembro 14, 2010 by Inovação & Marketing
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Conheça a tecnologia em que a TMN, Vodafone e Optimus vão investir a partir do próximo ano.
A tecnologia móvel de quarta geração, também conhecida por Long Term Evolution (LTE), promete revolucionar as telecomunicações móveis da mesma forma que a fibra óptica mudou para sempre as telecomunicações fixas.
1 – O que é o LTE?
O ‘Long Term Evolution’ (em português, Evolução a Longo Prazo) é uma tecnologia móvel, também conhecida como 4G, de elevada performance. Ou seja, permite velocidades mais rápidas e uma maior capacidade da rede móvel. É um projecto iniciado em 2004 para conceber um sistema de comunicações móveis de elevada performance, sendo o passo tecnológico para a quarta geração (4G) de tecnologias móveis. Assenta em duas vertente: rede rádio (LTE) e rede ‘core’ (Evolved Packet Core).
2. O QUE DISTINGUE O LTE/4G DO 3G?
As maiores diferenças do LTE face aos sistemas actuais, como o 3G, são o fornecimento de débitos mais elevados – com velocidades mais rápidas – uma maior eficiência no usodo espaço radioeléctrico. O LTE será a tecnologia do futuro para as redes móveis. Uma maior velocidade, rapidez e eficiência do espectro vão permitir responder ao crescimento de tráfego de dados previsto. O facto de suportar diversas larguras de banda tem especial importância numa altura em que a banda larga móvel tem tido um crescimento exponencial.
3. QUE “VELOCIDADES” PERMITE?
O LTE deverá ser disponibilizado de forma progressiva em modo FDD na Europa, com débitos máximos de 100/150 Mbits no ‘download’ de e 50 Mbits no ‘upload’ de ficheiros.
4. QUAIS AS NOVAS APLICAÇÕES QUE PERMITE?
O LTE permitirá abrir novas possibilidades em serviços e funcionalidades que requerem elevada capacidade e débitos de transmissão, como a difusão avançada de televisão via internet, jogos ‘online’ e web-conferências, num ambiente de baixa ou elevada mobilidade.
5. QUANDO ENTRARÁ NA FASE COMERCIAL?
Os especialistas acreditam que esta tecnologia arrancará em força já em 2011. Até agora as operadoras, como a TMN e a Vodafone, têm avançado com testes-piloto. A primeira foi a escandinava Telia Sonera, 14 de Dezembro de 2009 nas cidades de Estocolmo e Oslo. E a Samsung já criou um telemóvel que opera as duas redes em simultâneo.
Fonte: Económico



