Marketing: Exportações aumentaram 8,4% de Fev. a Abr.

Junho 12, 2012 by  
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As exportações portuguesa cresceram 8,4 por cento no trimestre terminado em abril para 11.422,7 milhões de euros, face a igual período de 2011, desagravando o défice comercial em 2.048,4 milhões de euros, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística.

De acordo com o INE, as importações caíram 7,7 por cento, face ao mesmo período ano passado, para 13.962,8 milhões de euros, com a taxa de cobertura das exportações pelas importações a situar-se em 81,8 por cento.

A evolução positiva da taxa de cobertura correspondeu a “uma melhoria” em 12,1 pontos percentuais em relação à taxa observada no período homólogo do ano passado.

O INE refere também que “o acréscimo registado nas saídas [exportações] de bens com destino para a China [no primeiro trimestre deste ano] contribuiu significativamente para a evolução positiva das saídas de bens para os mercados externos no primeiro trimestre de 2012, o que foi devido essencialmente ao crescimento verificado nas exportações de veículos e outro material de transporte”.

China foi o 4º maior destino

Naquele período, “a China foi o 4.º maior mercado de destino para veículos e outro material de transporte produzidos em Portugal”, salientou. Por sua vez, em termos de comércio intracomunitário, no trimestre concluído em abril deste ano, as vendas homólogas para outros países cresceram 3,5 por cento para 8.253,4 milhões de euros, enquanto que as compras diminuíram 9,8 por cento para 10.126,0 milhões de euros.

A taxa de cobertura melhorou de 71,1 para 81,5 por cento no final do trimestre concluído em abril, refere o INE. Já ao nível do comércio extracomunitário, no trimestre terminado em abril deste ano e face ao mesmo período de 2011, as exportações registaram um crescimento de 23,8 por cento e as importações diminuíram 1,6 por cento, a que correspondeu um défice de 667,5 milhões de euros e uma taxa de cobertura de 82,6 por cento.

Se excluirmos os Combustíveis e lubrificantes, observa-se que as exportações aumentaram 22 por cento e as importações recuaram 16,9 por cento, face a idêntico período de 2011, segundo o INE.

O saldo da balança comercial, com a exclusão deste tipo de produtos, atingiu um excedente de 946,6 milhões de euros. A taxa de cobertura passou assim para 82,6 por cento, avançou o INE.

Fonte: Expresso

Marketing: BMW e Audi fintam a crise com vendas recorde em Maio

Junho 12, 2012 by  
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BMW e Audi registaram vendas recorde em Maio, mas a maioria das fabricantes de carros estão sob pressão devido à crise europeia.

As vendas da Audi cresceram quase 14% para 128,9 mil veículos em Maio enquanto as vendas da BMW aumentaram 6,6% para 129.150 carros. São recordes de vendas para o último mês para as duas fabricantes de carros.

“O actual nível de encomendas prova que a primeira metade do ano vai superar as nossas estimativas em todas as regiões”, comentou o chefe de vendas da Audi, Peter Schwarzenbauer, ao Wall Street Journal (WSJ).

A marca de luxo da Volkswagen quer agora vender 1,4 milhões de carros este ano, acima dos 1,3 milhões comercializados em 2011.

Já no acumulado dos primeiros cinco meses do ano, a Audi vendeu um total de 600.200 carros, mais 12% que no mesmo período do ano passado. Enquanto as vendas da BMW cresceram 9,3% até Maio, com um total de 607.207 viaturas comercializadas. Na base do aumento das vendas nos últimos meses estiveram as encomendas chinesas, seguidas pela procura por parte dos EUA.

Os receios devido à crise europeia parecem assim ter passado ao lado das vendas mundiais destas duas fabricantes de carros de luxo este ano, mas o mesmo não se aplica a outras construtoras.

De acordo com dados da ACEA, associação que representa os fabricantes de carros europeus, as vendas do segundo maior construtor europeu, o grupo PSA – Peugeot Citroen acumulam uma queda de 13,6% até Abril, enquanto o grupo Renault vendeu menos 21,3% veículos e o grupo GM (Opel, Chevrolet, etc) acumula uma quebra de 12% nos primeiros quatro meses do ano.

Um cenário que deverá manter-se no resto do ano. Na semana passada, a ACEA alertou que o mercado automóvel europeu pode sofrer uma quebra de 7% em 2012, na sequência dos pacotes de austeridade aplicados em vários países da região para colocar as contas públicas em ordem, o que tem penalizado a procura de carros.

Fonte: Económico

Empreendedorismo: Por que os empreendedores devem errar

Junho 9, 2012 by  
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Das grandes às pequenas empresas, alguns erros no planejamento do negócio são inevitáveis. “O erro faz parte da vida do empreendedor”, afirma Tales Andreassi, coordenador do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (GVcenn) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP). Mas, o empreendedor não pode deixar que um erro acabe com o seu negócio.

Para Afonso Cozzi, coordenador do núcleo de empreendedorismo da Fundação Dom Cabral, um negócio não pode ser pensado somente a curto prazo: é preciso conciliar a necessidade de sobrevivência e o futuro da empresa. “É importante conhecer bem o seu mercado e a demanda. Não basta só ter conhecimentos técnicos”, explica.

Como errar faz parte, é importante se esforçar para tirar uma boa lição dos erros, principalmente quando a empresa é bem pequena e há menos coisas importantes em risco. Com a ajuda de especialistas, Exame.com listou alguns dos principais erros cometidos por empreendedores e as lições que podem ser tiradas destas situações.

1. Planejar é chato, mas essencial

“No momento em que a pequena empresa começa a crescer, alguns empreendedores têm problemas para organizar o negócio”, afirma Pacheco. Para Andreassi, a principal consequência de não ter um planejamento para a sua pequena empresa é que diferente de uma grande corporação, a estrutura do seu negócio pode não superar os erros.

Neste caso, o empreendedor precisa entender que planejar é essencial para minimizar as chances dos negócios irem mal. “É preciso sempre repensar a estrutura organizacional e as potenciais mudanças do produto ou serviço oferecido”, explica Paulo Pacheco, professor de administração e marketing do Ibmec Minas Gerais.

2. Sócios e colaboradores devem ser escolhidos a dedo

“Não pode ter sentimentalismo”, afirma Cozzi. Ele afirma que escolher bem com quem o empreendedor irá trabalhar é essencial para que a empresa dê certo. “O sócio precisa estar realmente motivado e comprometido com o negócio desde o primeiro momento”, afirma.

3. Informação é vital para sobreviver

De acordo com os especialistas, perder oportunidades por não estar bem informado é um erro comum no mundo do empreendedorismo. Pacheco alerta que o empreendedor precisa estar constantemente observando as mudanças que ocorrem no seu setor, principalmente aquelas que podem mudar toda a estratégia do setor.

“Tem que ter determinação para buscar mais conhecimento, novas habilidades e se capacitar para se adaptar no mercado”, explica. Participar de eventos, fazer networking e ler bastante são algumas recomendações de Andreassi. “Aprender a cultivar seu networking ajudará a minimizar erros e a partir do momento que você detém mais informações é preciso usá-las a seu favor”, ensina.

4. Inovação requer investimento – sempre

As principais consequências de insistir neste tipo de erro é que o produto ou serviço ficará obsoleto e a empresa perderá competitividade no mercado. “Participar de feiras, entrar em contato com fornecedores e pesquisar em sites internacionais são algumas maneiras de buscar inovação”, afirma Andreassi.

5. Delegar faz parte da rotina

Para Andreassi, o erro consiste em o empreendedor querer fazer tudo sozinho e não confiar na sua equipe. E, insistir nesse erro fará com que os funcionários da empresa não se sintam satisfeitos e que o empreendedor não dê conta de todas as responsabilidades.

“O empreendedor precisa olhar para o negócio dele e lembrar que ele tem que saber controlar e delegar”, afirma Pacheco. A principal lição que deve ser tirada desta situação, de acordo com os especialistas, é da necessidade de buscar informações sobre gestão de pessoas e aprender a fazer um bom gerenciamento para reter os bons funcionários na empresa.

6. É preciso conhecer finanças

Para Cozzi, o caminho mais simples para acabar com um negócio é não entender que ser capaz de sustentar a empresa durante um curto prazo é um passo para que ela tenha uma vida longa. “Se o empreendedor já começa a ter grandes despesas sem ter entrada de renda e se compromete com empréstimos, acaba entrando em um círculo vicioso”, explica.

“Os números estão lá e indicam muitas coisas, só que às vezes o dono não vê ou não quer enxergar”, afirma Pacheco. Ele explica que alguns empreendedores que não percebem detalhes só buscam ajuda quando há uma piora no fluxo de caixa. “É preciso ter o mínimo de conhecimento de finanças”, diz.

Fonte: Exame Brasil

Inovação: Helicóptero e avião não tripulados cartografam áreas ardidas

Junho 9, 2012 by  
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Duas «spin-off» da Universidade do Minho (UMinho) lançaram um serviço, pioneiro em Portugal, que permite cartografar as áreas florestais ardidas através da utilização de um helicóptero e um avião não tripulados, foi hoje divulgado.

O projeto «Firemap», lançado pelas GeoJustiça e Pangeo, possibilita a aquisição de imagens de elevada resolução, georreferenciada e estruturada com uma base de dados geográfica nacional, no sentido de caracterizar as zonas ardidas e, possivelmente, ajudar na prevenção de futuros incêndios.

«A delimitação de terrenos percorridos por incêndios assume hoje uma especial importância, pois constitui a base do planeamento de ações de recuperação de áreas ardidas, de prevenção estrutural e de organização anual do sistema de vigilância e combate. A floresta é um recurso ambiental e económico que temos que preservar. O conhecimento rigoroso destas zonas é uma necessidade», explica Carla Freitas, fundadora da GeoJustiça.

Fonte: Diário Digital

Marketing: Publicidade do Google dará mais ênfase ao mercado local

Junho 8, 2012 by  
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A Google Inc. tem tentado repetidas vezes, sem conseguir, entrar no mercado da publicidade local. No mês que vem, a empresa de internet vai tentar de novo, e já prepara seu maior ataque até agora a esse mercado, avaliado em cerca de US$ 20 bilhões.

A Google planeja que seu novo serviço dirigido a pequenas empresas, antes chamado Business Builder, esteja pronto para uso em julho, disse uma pessoa a par do assunto.

Marissa Mayer, diretora da Google, é uma das líderes da campanha da empresa para tornar sua publicidade mais próxima de empresas locais

O projeto reúne sob uma única bandeira vários produtos e serviços voltados para pequenas empresas. Ele se baseia em uma combinação de softwares desenvolvidos pela Google e tecnologias adquiridas recentemente, as quais a empresa espera que lhe tragam bilhões de dólares anuais em novas receitas.

Um elemento central nesse esforço é o Google+, a rede social que a empresa espera que os usuários utilizarão para interagir com firmas locais que já têm suas páginas próprias na rede. Essas páginas do Google+ vão atrair o tráfego vindo das buscas no site Google. Quando um cliente visitar essas empresas, a Google quer que ele use seu smartphone com acesso à internet como uma carteira de dinheiro digital, ganhando pontos de fidelidade e fazendo pagamentos nas lojas que participam dos novos serviços da Google.

Por sua vez, a Google espera que as lojas e outras empresas usem suas novas páginas no Google+ para se comunicar com os clientes, mostrando-lhes, por exemplo, ofertas especiais. E espera também convencê-los a usar outros produtos Google.

A campanha para atrair empresas locais, comandada por executivos da Google como o diretor sênior Jeff Huber e a diretora Marissa Mayer, exigiu a compra de umas seis empresas desde o início de 2011, ao custo de cerca de meio bilhão de dólares, de acordo com informes da Google às autoridades e com pessoas a par do assunto. A Google espera integrar algumas destas aquisições aos seus produtos atuais, formando um conjunto de ferramentas para atender às necessidades dos donos de firmas locais.

A empresa logo começará a revelar os frutos de algumas dessas aquisições, incluindo serviços como TalkBin, que permite ao cliente enviar mensagens de texto anônimas para um gerente de loja com reclamações ou elogios, e o Punchd, programa de fidelidade e prêmios baseado em smartphones, disseram as pessoas a par do assunto.

A Google também planeja promover um programa que já tem um ano, chamado AdWords Express, que dá às firmas uma maneira simplificada de criar uma campanha publicitária no motor de buscas da Google, possivelmente em questão de minutos, segundo essas pessoas.

Um porta-voz da Google não quis comentar sobre iniciativas futuras.

Huber, da Google, disse em um comunicado: “Ajudar as empresas locais é uma grande parte do nosso foco na Google, seja conectando o comprador com a loja certa nas suas imediações, ou ajudando os lojistas a atrair e reter clientes. Quando se trata de negócios locais, nossa visão não é um produto único e padronizado, mas sim toda uma gama de soluções flexíveis que realizam o trabalho na rede para todas as empresas locais”.

Internamente, a Google destacou um grupo de funcionários para desenvolver aplicativos para smartphones relacionados a empresas locais, disseram as pessoas informadas. A empresa já gastou milhões de dólares em uma campanha nos Estados Unidos chamada “Get Your Business Online” (“Coloque seu negócio na rede”). A campanha inclui workshops de vários dias em que a Google ajuda as empresas locais a montar seu próprio site e entrar em uma lista de empresas no seu motor de busca, gratuitamente.

Fonte: Wall Street Journal

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