Marketing: Quer um emprego? Aprenda a vender-se
Maio 14, 2012 by Inovação & Marketing
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OK, você tem talento e passou os últimos anos da sua vida a garantir que não lhe faltavam competências para conseguir o seu emprego de sonho. No entanto, parece que cada vez que está perto de chegar ao seu objectivo alguém lhe prega uma partida e o afasta daquilo que são as suas mais caras ambições.
Nas entrevistas, não consegue evitar mostrar-se apagado e deslocado. Tem a certeza que o seu entrevistador deixou de ouvir o que está a dizer cinco minutos depois de se apresentar e, inevitavelmente, sente-se cada vez mais frustrado por não conseguir que o vejam por aquilo que é.
Mas será que a culpa é só dos outros, que não conseguem ver o seu potencial? Ou o problema estará bem mais perto do que julga? Sejamos claros: você é bom, mas sabe vender-se?
Muitas pessoas que cumprem todos os requisitos para ocupar os melhores cargos acabam por boicotar o seu próprio sucesso porque, na hora da verdade, se escondem. E se alguém se prepara para elogiar determinado momento ou trabalho específico, apressam-se a desvalorizar o esforço e empenho que foi necessário para atingir aquele fim.
Atenção, ninguém espera que se transforme numa diva para fazer ver aos seus colegas e chefes quanto vale realmente – tornar-se inchado como o sapo que queria ser como o boi normalmente acaba tão mal como a dita fábula. Porém, um pouco de autoestima e orgulho nunca fizeram mal a ninguém. Se o elogiam, aceite e agradeça; se lhe pedem que explique como conseguiu o que mais ninguém foi capaz, não deixe de explicar que passou mais tempo à volta daquele projecto para o saber de cor e entender como podia explorar cada ponto forte e resolver os problemas que encontrou.
Saber valorizar-se, mostrar aquilo que tem de melhor, sem pudores, é meio caminho andado para que os outros lhe reconheçam essas qualidades. Se ao olhar-se no espelho e analisar-se friamente reconhece o seu talento e valor – e quando não gosta do que vê emenda o que está mal – os outros também vão ver em si essas características.
Claro que não chega dizer que é bom – aliás, se tiver de dizê-lo não está a passar bem a mensagem. O melhor mesmo é fazer o seu trabalho valer por si. Mas como pode fazer isso quando apenas tem meia hora para convencer um desconhecido que é a pessoa ideal para determinado lugar? Dobrando as regras à sua medida. Se foi chamado porque, em vez de um enfadonho currículo normalizado, enviou um vídeo a explicar porque é que a empresa precisa de si, provavelmente ninguém espera que apareça sem um cabelo fora do sítio e se comporte exactamente como os restantes executivos da empresa.
Em vez de chegar à sala pronto para responder a perguntas, tome as rédeas da entrevista. Fale sobre si explique como resolveria os problemas com que a empresa mais vezes se confronta. Apresente propostas, soluções e garanta que a sua influência não termina no momento em que sai da sala. Por exemplo, se é fantástico a motivar pessoas, peça ao entrevistador que o deixe demonstrar os seus dotes. Organize uma pequena reunião e convença-o a assistir. Vê-lo no seu ambiente, a fazer aquilo que melhor sabe pode ser suficiente para mostrar aquilo que dificilmente conseguiria apenas descrevendo o que fez até agora.
Afinal, quando uma empresa considera contratar, está mais interessada em saber o que o candidato pode fazer por ela do que aquilo que foi capaz de fazer, até agora, pelos seus concorrentes.
Fonte: Dinheiro Vivo
Marketing: Consegue explicar o seu negócio em 30 segundos?
Maio 14, 2012 by Inovação & Marketing
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Surgiu da necessidade de os escritores de peças de teatro precisarem de apresentar rapida e eficazmente os seus projetos aos encenadores e produtores. O pitch passou da esfera das artes para a das empresas.
Aprenda a apresentar o seu projeto – com sucesso – a quem precisar: fornecedores, investidores, colaboradores e clientes. Nuno Silva, professor da Universidade de Lisboa, explica o essencial de um pitch.
Foque-se no fator diferenciador: Pode ser a equipa, a patente, a marca ou a organização. O pitch deve sempre partir desse elemento-chave que a equipa consegue reclamar como seu, como exclusivo.
Evite palavras qualificativas: “excelência”, “inovação” são opiniões mas não refletem o seu projeto, não são factos. O pitch deve ser factual e indesmentível.
Guarde surpresas: deixe fora do pitch aquelas respostas a perguntas que são inevitáveis e que farão brilhar ainda mais o seu projeto. As perguntas são – também – informação. As respostas podem ser opções e ajudam a equipa a preparar-se. Deixe de fora alguns elementos – propositadamente – e aplique-se na resposta, que suscitará interesse.
Adapte-o à audiência: não faça o mesmo pitch a um business angel e a um futuro colaborador. São pitchs diferentes. Se a audiência for surpresa prepare o pitch com base no tal fator diferenciador.
O projeto é um ser vivo: não deve ser pitch durante três, cinco ou dez anos. Mas não tenha medo de alterar o projeto. Ele é um ser vivo e está em constante formação.
Termine com um pedido de ação: tem um prazo – “eu preciso deste recurso, por este motivo, até esta data”, explica o especialista.
Fonte: Dinheiro Vivo
Inovação: A melhor equipa para o seu negócio, o exemplo de José Mourinho
Maio 13, 2012 by Inovação & Marketing
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Quando perguntaram a Drogba o que tinha aprendido com Mourinho, “se técnica ou tática”, o jogador respondeu que “nenhuma das duas”. O que aprendi com Mourinho foi não tolerar a derrota. Eu era um jogador. Depois de ter sido treinado por Mourinho, passei a guerreiro. Ele contaminou toda a equipa com essa vontade de vencer”, explicou o jogador de futebol.
“Um bom gestor não é garante de um bom líder”, explica o professor da Universidade Católica Portuguesa, Fernando Ilharco. O professor estudou o modelo de liderança – e de negócio – de José Mourinho, treinador português internacionalmente conhecido e que é um exemplo mundial na área da liderança.
Na maior parte dos casos, acredita Fernando Ilharco, um líder nasce da junção entre trabalho e ambição, visão, ambição e poder de atração. José Mourinho é um exemplo dessa liderança. A formação de uma equipa empresarial passa pelos mesmos princípios e, ao contrário do que se possa pensar, um grupo não é uma equipa. “Segundo Mourinho, o melhor profissional é o mais novo, mais pobre e mais ambicioso”, explica o professor. Daí que o treinador do Real Madrid insista em dizer que a melhor equipa com que trabalhou era a do Porto, em 2002, “com pessoas sem créditos firmados mas que são óptimos para uma equipa.”
Para vencer, a equipa depende dos seus elementos. “É necessário experiência e ponderação. E uma estrela. Mas só com estrelas não ganhas nada.”, explica o professor da UCP.
Fernando Ilharco adianta ainda que o melhor ambiente para uma equipa é o que é desequilibrado, insatisfeito e em estado de grande e constante tensão criativa. “A empresa tem que transformar alguma coisa no mundo e em nós. Se não acordar todos os dias obcecado e focado, não resulta. A equipa deve trabalhar como um puzzle, falando muito e conhecendo as capacidades e qualidades de cada um. Parte do trabalho da equipa é potenciar as qualidades de cada elemento, sabendo exatamente as suas qualidades.”, conclui.
Fonte: Dinheiro Vivo
Inovação: Comportamento do Consumidor
Maio 13, 2012 by Inovação & Marketing
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A excelência no atendimento, a qualidade dos produtos e serviços, o pós venda, já não constituem mais um diferencial, e sim, o mínimo necessário para a sobrevivência das empresas. Sem estes itens, impossível manter-se ativo dentro de um mercado altamente competitivo.
Diante de inúmeras inovações surgidas no mercado, analisar o comportamento do consumidor pode ser uma tarefa difícil. Entender o que o consumidor deseja implica em avaliar as mudanças ocorridas nos vários segmentos e a aceitação dos públicos diante destas transformações.
O certo é que ninguém mais consome o “trivial”, aquele básico de anos atrás já não satisfaz mais o cliente. Hoje o que eles querem é um certo diferencial, que em muitas das vezes nem eles mesmos sabem o que significa.
A excelência no atendimento, a qualidade dos produtos e serviços, o pós venda, já não constituem mais um diferencial, e sim, o mínimo necessário para a sobrevivência das empresas. Sem estes itens, impossível manter-se ativo dentro de um mercado altamente competitivo.
Como explicar o fato de alguns consumidores trocarem de marcas repentinamente, mesmo estando satisfeitos com os produtos/ serviços ? O que influencia neste movimento de mercado ?
Kotler (1998) disserta que o comportamento de compra do consumidor precisa ser monitorado constantemente e que seus hábitos sofrem influências de fatores sociais, psicológicos, pessoais e culturais.
Mudanças de classe social, situação econômica, estilo de vida, aprendizado, grupos de referência e motivação influenciam diretamente no processo de decisão de compra do consumidor.
Mas como as empresas devem se comportar junto a estes fatores ? Quais as melhores estratégias de ação ?
Ao avaliar a relação empresa x consumidor é importante analisar as variáveis de segmentação do mercado, identificando suas forças e fraquezas, ameaças e oportunidades.
Considere também se as competências e habilidades de sua organização estão de acordo com as necessidades do seu segmento. Acompanhe a evolução tecnológica e a mudança de hábitos. Muitas empresas fecharam as portas por não acompanharem as trasnformações do mercado.
Antecipem-se as mudanças. Uma ótima ferramenta é a Inteligência Competitiva, que filtra as informações, identifica as tendências, e forma estratégias que inovam no mercado. Comunique-se eficazmente com seus públicos. Leve a informação certa no momento exato, com mensagens consistentes e de credibilidade.
O perfil do consumidor atual é formado por pessoas que buscam informações e conhecimentos constantemente e que valorizam ações focadas na ética, responsabilidade social e ambiental.
Desmitificar o comportamento do consumidor é um desafio constante, lidamos com emoções, sentimentos, desejos e todos os fatores aqui relatados.
Kotler e Amstrong (2007) comparam o consumidor a uma “caixa preta”, pois carregam em seu histórico de vida, características que fazem dele sujeito único.
Cabe a nós decifrar esta caixa preta, entender seus códigos mais secretos, usando ações que adicionem valor a vida das pessoas.
E não podemos apenas atender aos desejos, mas sim, superar as expectativas. Se fosse assim não existiriam hoje os IPODs e IPADs, que surgiram não para atenderem desejos e necessidades, mas sim para superarem o que o consumidor pensava que era possivel.
Inovação é a palavra chave do mercado, existe sempre “um algo mais” que pode ser feito no seu relacionamento com o consumidor.
Henry Ford em 1914 já previa isto e afirmava “Se eu tivesse perguntado aos meus clientes o que eles queriam, eles teriam dito que queriam um cavalo mais rápido.”
Fonte: Administradores
Inovação: Pequenas empresas devem ter uma área de inovação?
Maio 13, 2012 by Inovação & Marketing
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Pequenas empresas devem ter uma área de inovação?
Respondido por Guto Grieco, especialista em inovação
Inovar nas pequenas empresas pode ser complexo e prescrições nem combinam com esse tipo de atividade. Observa-se que, pela própria característica das práticas de inovação, geralmente com times multifuncionais, ela funciona melhor quando está distribuída pela empresa como um todo.
A própria expressão “departamento”, por si só, já denota uma circunscrição, uma repartição do trabalho que geralmente não contribui para o fluxo de um projeto de inovação.
Mesmo assim, as organizações podem ter equipes que liderem o discurso de inovação e ajudem a disseminar estratégias e ferramentas de inovação.
A visão mais vanguardista, a da inovação aberta, prega até a difusão da inovação entre toda a cadeia de valor, dos fornecedores aos consumidores com possibilidades de co-criação de produtos e serviços.
Fonte: Exame



