Marketing: Networking no mundo digital
Abril 28, 2012 by Inovação & Marketing
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Será que um atleta conseguiria ganhar uma medalha de ouro nas Olimpíadas se treinasse apenas no dia anterior à prova? E um cantor de ópera, seria capaz de executar uma ária com exímia precisão, sem sair do tom nem desafinar se não exercitasse sua voz diariamente? Provavelmente não. Nessas e em muitas outras atividades profissionais, os resultados acima da média só são obtidos por meio de um esforço concentrado, muita dedicação e foco. O mesmo princípio se aplica à construção de relacionamentos pessoais e, principalmente, de trabalho. Hoje, para ser bem sucedido no mundo dos negócios, mais importante do que criar uma boa rede de relacionamento – o chamado networking – é fundamental mantê-la ativa e renová-la constantemente com a inclusão de novos integrantes.
No passado não muito distante, uma prática usual era a troca de cartões de visita, de papel, que em geral ficavam arquivados numa caixinha em cima da mesa e os contatos eram feitos quase que exclusivamente se houvesse uma real necessidade, para fins profissionais e de negócios. Na maioria das vezes esses cartões, assim como seus donos, ficavam esquecidos num canto e em muitos casos só eram acionados quando a pessoa precisava de alguma ajuda ou perdia o emprego e recorria a esses contatos em busca de uma recolocação.
Atualmente, em plena era digital, em que tudo tem que ser mais dinâmico, o networking ficou aparentemente mais fácil em decorrência do crescimento e da popularização das redes sociais, como o LinkedIn, Facebook, Foursquare e Formspring, entre outras, só para citar as mais conhecidas, e da facilidade de acesso a elas por meio de celulares, smartphones e demais dispositivos móveis. Os contatos estão lá, na rede – os familiares, os amigos, os colegas de escola e do trabalho, os que conhecemos num almoço ou evento de negócios, os que não conhecemos, mas os aceitamos em nossa lista porque nos mandaram uma solicitação de amizade, ou por várias outras razões. E essa rede aumenta a cada dia, e a grande questão é o que fazer com ela.
A resposta é simples: relacionar-se. De que forma? De várias. Cumprimentar as pessoas no dia de seus aniversários, prestigiar eventos que elas estão promovendo ou divulgando, parabenizá-las por algo que tenham feito como publicado um livro ou um artigo em alguma revista, por terem sido promovidos, e por tantas outras situações. Mas só isso não é suficiente. Mais uma vez é preciso lembrar que networking é algo que deve ser exercitado constantemente, como o músculo do atleta, a voz do cantor, e tudo que requer empenho e comprometimento para funcionar corretamente sempre, e não só quando necessário.
Deve-se ir além do ambiente virtual. Convidar um gerente de outra área da empresa, ou profissionais que tenham os mesmo interesses que os seus, por exemplo, para um almoço ou um café; aceitar os convites semelhantes vindos de outras pessoas, inclusive e principalmente das que se acabou de conhecer. É fundamental programar-se para que essa prática seja incluída na agenda semanal e que passe a fazer parte da rotina. Sim, isso também é trabalho.
Deve-se também buscar a aproximação com pessoas cujo perfil se mostra interessante para futuras oportunidades ou mesmo para a troca de conhecimentos. Para isso, basta convidá-las para fazer parte de algumas de suas redes e após terem aceitado, pode ser iniciada uma conversa pelo meio virtual para identificar interesses e gostos comuns, para, num segundo passo, programar um encontro pessoal, para tomar um café, por exemplo, num local em que seja possível conversar sobre negócios ou assuntos de interesse mútuo e profissional.
Outro ponto fundamental para um bom networking é mostrar-se disponível para auxiliar as pessoas de sua rede no que elas precisarem, seja um conselho profissional, uma dica de emprego, uma sugestão para solucionar um problema específico e coisas do tipo. Parafraseando John F. Kennedy, presidente dos EUA, não pergunte o que seus contatos podem fazer por você; pergunte o que você pode fazer por eles. Seja proativo e solidário, contribuindo com o outro antes mesmo de receber algo. Construir uma rede dá trabalho e necessita foco, persistência e estratégia. Quem fica só no bate-papo com os colegas de trabalho, jogando conversa fora na hora do cafezinho, pode até ser visto como um cara legal, mas com certeza não está construindo uma rede de forma estratégica para si próprio.
Fonte: Mundo do Marketing
Inovação: Guerra das patentes agita indústria tecnológica
Abril 28, 2012 by Inovação & Marketing
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As crescentes disputas judiciais em torno de propriedade intelectual na indústria tecnológica em áreas como tecnologia móvel e social media têm obrigado alguns players, como o Facebook, a implementar uma estratégia mais agreessiva de aquisição de patentes. A rede social anunciou hoje que chegou a acordo para comprar 650 patentes da Microsoft por um valor a rondar 550 milhões de dólares (aproximadamente 417,6 milhões de euros).
Depois de, recentemente, a Yahoo ter processado o Facebook, acusando a rede social de uso indevido de tecnologia sobre a qual detém direitos de propriedade intelectual, a empresa liderada por Mark Zuckerberg colocou em prática uma estratégia mais agressiva de defesa legal através da compra de patentes. A esta tendência também não será alheio o facto de a rede social estar a escassas semanas de se estrear em bolsa, no seguimento da oferta pública inicial (IPO, na sigla inglesa) apresentada a 1 de Fevereiro.
No final do mês passado, o Facebook adquiriu 750 patentes da International Business Machines (IBM), sem divulgar os valores envolvidos no negócio. Até então, a rede social apenas detinha 56 patentes em seu nome, às quais se juntavam 410 patentes a aguardar registo, de acordo com os dados da companhia de gestão de activos M.Cam, citados pelo Financial Times.
Agora, a empresa sediada em Menlo Park, Califórnia, prepara-se para adquirir 650 patentes à Microsoft. Em cima da mesa está parte de um conjunto de 925 patentes que a Microsoft adquiriu há cerca de duas semanas à empresa americana de serviços de Internet AOL por uma soma de 1,06 mil milhões de dólares. De acordo com uma fonte citada pela Bloomberg, o regulamento do leilão das patentes da AOL não permitia aquisições conjuntas, pelo que a Microsoft investiu no negócio já com a intenção de revender parte dos direitos.
O negócio pode ajudar o Facebook a defender-se do processo interposto pela Yahoo. A operação «ajuda o Facebook, e prejudica a Yahoo», afirma Brian Wieser, analista do Pivotal Research Group LLC, citado pela agência Bloomberg. «A Yahoo está a contar receber algum dinheiro da parte do Facebook, e talvez não esperasse uma defesa tão vigorosa», acrescenta.
Fonte: Marketeer
Inovação: iLab. Pensar a inovação em laboratório
Abril 27, 2012 by Inovação & Marketing
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Uma sociedade de advogados, uma multinacional tecnológica, uma grande empresa de serviços, um gigante de café. A diversidade transforma esta reunião num espaço mais rico em troca de ideias e experiências sobre inovação. Bem-vindos ao Innovation Lab, a mais recente criação da Universidade Católica.
Na mesma sala – e no mesmo projeto – juntam-se professores, gestores, advogados, economistas mas, sobretudo, observadores. E pessoas que, em comum têm o desafio de trabalharem em grandes empresas e de, todos os dias, serem confrontadas com a necessidade de inovar para diversificar os seus produtos e captar novos clientes.
“Inovação é acrescentar valor aos clientes finais e aos serviços se a inovação for ao nível do processo, interna. Melhorar um processo para produzir de forma mais barata, mais rápida, com mais qualidade. Acrescentar valor.”, explica Pedro Oliveira, fundador do iLab.
A primeira sessão contou com sete empresas – as fundadoras. No meio das apresentações, perceberam-se dificuldades comuns, mesmo em setores que aparentemente nada teriam a ver uns com uns outros.
“Isto também é muito um espaço de networking. A partilha das experiências das empresas acaba por ser benéfica para elas: obviamente não estão aqui para aprender connosco, não é nada essa a perspetiva. Estamos aqui para aprender uns com os outros. A empresa A já teve um problema que a empresa B conseguiu resolver. Sendo que podem ter empresas distintas, de áreas completamente diferentes.
Frequentemente indústrias completamente distintas, conseguimos ver que é boa esta interdisciplinaridade, haver esta partilha de ideias.”
O projeto inclui ainda uma newsletter que funciona como objeto de divulgação. A ideia é multiplicar o número de ações e aumentar, ainda que pouco, a rede de empresas participantes. “Consideramos alargar mas, para sermos realistas, não vamos crescer para já. Porque quando as coisas crescem muito não conseguimos trabalhar de uma forma sustentada com todas as empresas. E, nesta fase, queremos que as relações com as empresas sejam todas muito boas e, por isso, vamos tentar crescer mas de forma sustentada e faseada.”, acrescenta Pedro Oliveira.
Fonte: Dinheiro Vivo
Inovação: Como incentivar os funcionários a inovarem?
Abril 27, 2012 by Inovação & Marketing
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Como incentivar os funcionários a inovarem?
Respondido por Guto Grieco, especialista em inovação
Um bom antecedente para o incentivo é a motivação. A motivação é uma força interior do colaborador que reforça a vontade para inovar ou realizar qualquer outro desafio.
O ambiente de uma pequena empresa é também um elemento que exerce papel fundamental no incentivo à inovação, moldando o comportamento do colaborador.
Inovação implica risco e se a cultura da empresa tem aversão a riscos será mais difícil para os colaboradores inovarem. Empresas que lidam bem com riscos acabam por incentivar seus colaboradores a inovar mais.
Ambientes com menos hierarquia também incentivam a inovação, bem como processos de inovação claros e acessíveis a todos os funcionários.
Nem parece, mas há várias maneiras de incentivar os colaboradores a inovar sem mesmo mencionar a questão financeira. Algumas organizações inovadoras apostam até na contratação de indivíduos um pouco fora do estilo da empresa para incentivar mudanças e, por consequência, a inovação.
Fonte: Exame Brasil
inovação: 3 personalidades que todo time inovador precisa ter
Abril 27, 2012 by Inovação & Marketing
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Nos últimos tempos, a palavra inovação tem sido recorrente nos requisitos para contratar uma pessoa. O objetivo é sempre o mesmo: construir uma equipe inovadora. No entanto, para construir esse tipo de time é necessário que as qualidades de seus integrantes se complementem.
Para uma equipe ser considerada inovadora e alcançar o sucesso, ela precisa ser capaz de interagir com os seus clientes, incentivar os outros funcionários da empresa a tomar iniciativas e executar as ideias rapidamente, sem deixar de revisá-las.
Mas quais são as personalidades necessárias para formar uma equipe inovadora? Confira os 3 tipos de pessoas que um time considerado inovador precisa ter:
Pessoas necessárias em um time inovador: 1. Líder empresarial
A figura de um líder é fundamental para que uma equipe seja considerada inovadora e bem-sucedida. O líder empresarial é aquele que vai concentrar em si todas as responsabilidades e suas consequências. Isso não significa que ele deve mandar nos outros integrantes da equipe ou decidir sozinho o que vai acontecer, e sim que ele deve se dispor a guiá-los e assumir as responsabilidades por isso.
Pessoas necessárias em um time inovador: 2. Pesquisador
Um bom time, que traz ideias novas para a empresa, deve ter conhecimento sobre a necessidade de seus clientes. A figura do pesquisador é fundamental para que uma equipe seja capaz de identificar quais são as brechas que a empresa precisa preencher.
Pessoas necessárias em um time inovador: 3. Especialista de mercado
Uma equipe só pode ser considerada eficiente se souber como atender às necessidades de seus clientes sem deixar de lado os interesses da empresa, ou seja, o crescimento. Um especialista de mercado é fundamental para garantir que a equipe tome boas decisões baseadas nas tendências do mercado de trabalho, na concorrência e em todos os aspectos mais específicos sobre o mercado no qual a empresa se encontra.
Fonte: Universia Brasil



