Inovação: China vai investir 119,9 mil milhões de euros em investigação e desenvolvimento

Março 20, 2012 by  
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China quer reforçar investimento em investigação & desenvolvimento. E fala de modelo económico impulsionado pela inovação

O vice-primeiro-ministro executivo chinês, Li Keqiang, anunciou hoje um investimento estatal de um bilião de yuan (158 mil milhões de dólares ou 119,9 mil milhões de euros) em Investigação & Desenvolvimento para este ano.

“Devemos construir um modelo económico impulsionado pela inovação, que é o maior promotor do progresso social”, disse Li Keqiang no Fórum de Desenvolvimento da China, encontro de empresários de todo o mundo e representantes do Governo chinês e organismos internacionais organizado por Pequim anualmente.

O vice-primeiro-ministro executivo assegurou que a segunda economia mundial “deve provar a sua capacidade de desenvolvimento de tecnologias próprias”, com um amplo apoio à invenção, inovação e criação.

O investimento é também dirigido ao sector educativo, já que segundo Li Keqiang o gigante asiático “está necessitado de talento e trabalhadores altamente especializados”.

O número dois do Executivo chinês partilhou a mesa de conferências com a directora do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, num fórum que também conta com a presença do presidente da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o mexicano José Ángel Gurría.

Na sua intervenção, Li Keqiang sublinhou os êxitos recentes da China, ao referir o crescimento sustentado elevado e ao mesmo tempo a contenção da inflação, apesar de afirmar que o país deve realizar “ajustes estratégicos na sua estrutura económica”, incluindo a prometida expansão do consumo interno para depender menos das exportações como motor da sua riqueza.

Fonte: Jornal de Negócios

Marketing: Se a Internet fosse um país, em 2016 seria o quinto mais rico do mundo

Março 20, 2012 by  
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A economia baseada na Internet nos países do G-20 vai crescer mais de 10% até 2016, perfazendo 4,2 biliões de dólares (cerca de 3,2 biliões de euros) do PIB dos países mais ricos do mundo, de acordo com as estimativas do Boston Consulting Group.

“Se fosse uma economia nacional, estaria no top 5 dos países mais ricos, atrás dos EUA, China, Índia e Japão, e à frente da Alemanha”, realça um dos autores do estudo, David Dean.

Mas a economia baseada na Internet terá um crescimento diferenciado. Nas economias desenvolvidas deverá crescer cerca de 8% anualmente, enquanto que nos mercados em desenvolvimento o incremento será de 18% em média. Em países como a Argentina ou a Índia este tipo de economia deverá ter crescimentos de 24% e 23%, por ano, respetivamente.

Atualmente, é no Reino Unido que a economia baseada na Internet tem o maior peso, contribuindo 8,3% para o PIB, à frente de sectores como a construção, a saúde ou a educação, estima a BBC. As previsões do estudo apontam para um crescimento deste tipo de economia na ordem dos 11% até 2016.

A Coreia do Sul (7,3%) e a China (5,5%) seguem-se como as economias em que a Internet tem maior peso.

O estudo revela, quanto à zona euro, uma fatia de 3,8% relativamente a este tipo de atividade económica, bastante abaixo da média dos países do G-20 e apenas 0,2% acima do registado nos mercados emergentes.

As previsões, contudo, apontam para um crescimento significativo, podendo levar a zona euro para o quinto lugar das maiores economias baseadas na Internet.

Fonte: Dinheiro Vivo

Passatempo: Livro “O Que é a Economia?”

Março 20, 2012 by  
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A InnovMark está a apoiar a divulgação do livro O Que é a Economia? , da Editorial Presença, que tem a sua publicação a 20 de Março de 2012.

 

A ECONOMIA EXPLICADA ÀS CRIANÇAS

 

“Usamos o dinheiro no dia a dia, mas na verdade conhecemo-lo mal. Talvez nem todos saibam que as primeiras moedas «mugiam»…

Para te ajudar, aqui tens um livro completo, com questionários divertidos e dinâmicos, curiosidades,  jogos e experiências.

Desde os antigos sistemas de troca até às modernas crises financeiras: uma verdadeira enciclopédia sobre a economia.”

 

Ilustrações: Stefano Tognetti e Lorena Canottiere.

 

Tradução e adaptação: Carlos Braga e Michelle Canelas.

 

Temos 5 livros para oferecer aos 5 vencedores deste passatempo, que decorrerá de 20 de Março de 2012 a 30 de Março de 2012.

2 Requisitos obrigatórios para participar:

 

Para concorrer, tem de enviar um e-mail para info@innovmark.com com a resposta à seguinte questão:

Qual o nome dos ilustradores do livro “O Que é a Economia??

Juntamente com a resposta à questão deve enviar os seus dados de identificação:

  • Nome
  • Cargo ou Estudante
  • Empresa ou Universidade

As respostas número: 1; 5; 10; 15 e 20 serão as premiadas.


Atenção:
Cada utilizador apenas pode participar uma vez! Os dados de identificação solicitados servem como controle a respostas duplicadas da mesma pessoa, utilizando mails diferentes.

Marketing: 10 passos para ganhar auto-confiança no trabalho

Março 16, 2012 by  
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Existem muitas razões para que não tenha confiança a nível profissional. Talvez esteja num trabalho onde sejam precisas mais competências do que as que tem, ou pode ser que tenha menos experiência do que os seus colegas. Ou talvez seja novo na empresa e a sua timidez esteja a atrapalhá-lo.

Outras causas para a falta de confiança podem ser o facto de se sentir ameaçado pelos seus colegas, ter medo de perder o emprego, ou talvez esteja somente a ser muito duro consigo próprio. A humilhação pública e os erros de julgamento também podem contribuir para a falta de confiança em si próprio, segundo a Forbes.

Cinco especialistas em assuntos laborais – Lynn Taylor, William Arruda, Katharine Brooks, Deborah Brown-Volkman e Alexandra Levit – indicam 10 passos para ganhar confiança a nível profissional.

1 – Fique focado em si próprio
Segundo a perita em assuntos laborais Lynn Taylor, autora de Tame Your Terrible Office Tyrant, deve fazer o melhor que pode para focar-se nas tarefas, independentemente de novas políticas, rumores ou manobras não-produtivas mundanas como problemas com a máquina de café do escritório. “A confiança emerge através de uma combinação de horas produtivas no trabalho com uma grande atitude”.

2 – Identifique as suas forces e capitalize-as
“Uma das melhores formas de construir confiança é esclarecer quais as suas forças e descobrir formas de integrar essas forças no que faz todos os dias”, segundo William Arruda, perito em branding pessoal e autor de Ditch. Dare. Do!. Quando lidera com as suas forças, está envolvido e com energia. Está confiante.

Assim que faz um inventário das coisas que faz melhor do que ninguém, deve perguntar-se como é que pode usar estas forças no seu trabalho, diz Arruda. “Se o seu trabalho actual não lhe dá as oportunidades para maximizar as suas forças, pense em outros papéis que podem”.

3 – Identifique as suas fraquezas e trabalhe nelas
Se existem fraquezas que estão a afectar a sua confiança, faça um plano para reduzir ou eliminá-las, sugere Wiliiam Arruda. Não deve ficar obcecado com estas coisas, mas sim saber que ao conhecer os seus pontos fracos e ao fazer um esforço para ultrapassá-los pode ajudar a aumentar a sua confiança.

4 – Acredite em si próprio
Pode ser mais fácil dizer do que fazer, mas tente dizer a si póprio “eu consigo fazer isto” e acreditar nisso. Arruda sugere que deve dizer três afirmações  a si próprio todas as noites antes de ir dormir. As três afirmações podem ser coisas que goste em si ou três coisas que correram bem nesse dia.

5 – Vigie de perto o seu sucesso
Mantenha um registo dos seus feitos diários, segundo Taylor. Escreva uma lista de coisas para fazer. Desta forma, quando faz algo e risca isso da sua lista, fica mais consciente dos seus feitos.

Lynn Taylor também sugere manter um ficheiro digital dos feitos alcançados. Aqui pode guardar os e-mails que recebe de parabéns, as mensagens de “bom trabalho” dos seus colegas e chefes, as notas que escreveu sobre si próprio nos sucessos alcançados, as cartas de obrigado e o reconhecimento e elogios de dentro e fora da empresa. “Consulte o ficheiro regularmente para ter a noção real sobre as suas capacidades profissionais. Vai dar jeito consultar o ficheiro quando começar à procura de novo emprego.

6 – Saiba que a sua confiança pode ser ameaçada às vezes
“Aceite que isto vai acontecer”, explica Alexandra Levit, autora de  Blind Spots: The 10 Business Myths You Can’t Afford to Believe on Your New Path to Success. “Se receber um comentário mau que abale a sua confiança, dê a si próprio 24 a 48 horas para recuperar antes de responder ou tomar decisões importantes”.

7 – Procure encorajamento dos outros
Pergunte a pessoas que respeite o que é que elas pensam que são as suas três maiores forças, segundo William Arruda. “Depois encontre formas de usar essas forças”.

“Tenha feedback dos seus colegas, amigos ou mesmo do seu supervisor sobre qual o seu desempenho. Peça a eles para identificar as suas forças e quais os pontos onde eles gostariam de o ver a fazer mais. Por vezes as outras pessoas vêem mais talento em nós do que nós próprios”.

8  – Desafie-se
Alcançar feitos que julgava não ser possíveis pode ser uma boa forma de aumentar a sua confiança. Encontre projectos e trabalhos que lhe deêm uma oportunidade de usar as suas forças e inicie projectos que o preencham, explica Deborah Brown-Volkman, coach de carreiras e presidente da SurpassYourDreams.com.

“Tente algo novo, mesmo se estiver inseguro ou com medo”, diz Brooks. “Tome pequenos passos se necessário, mas comece a emergir no seu novo projecto ou actividade e veja como corra. Não julgue a sua performance no processo muito cedo e evite compará-la a alguém que está a realizar esta actividade há muito mais tempo”.

9 – Seja um modelo exemplar de atitude positiva
Desenvolve uma atitude positiva, afirma Katharine Brooks, da Universidade do Texas e autora de You Majored in What? Mapping Your Path From Chaos to Career.  Positivo nem sempre quer dizer “feliz”, pode também significar resiliência. “Foque-se em como pode dar soluções em vez de passar muito tempo a discutir o problema”.

“Os trabalhadores são atraídos para aqueles com um atitude positive, especialmente quando os desafios emergem e esta atitude pode começar por si. É contagioso, mesmo com o seu chefe, e vai projectar confiança se tornar o projecto na sua marca pessoal”.

10 – Considera cuidadosamente sobre como reagir às acções do seu chefe e dos seus colegas
“Uma das formas mais eficazes de ganhar confiança é elevar o seu radar emocional no local de trabalho”, diz Lynn Taylor. “Leia através das acções do seu chefe e dos seus colegas, especialmente quando isso afecta a sua auto-confiança. Compreenda que eles podem estar a agir de uma forma que pode acontecer a todos quando estão frustrados ou sob stress”.

Assim que usar esta lente de leveza e ver como o ser humano protege o seu território e ego, ou quando querem elogios como as crianças, vai pode responder de forma mais apropriada, em vez de sofrer em silêncio ou culpando-se a si próprio. “Tente ter uma atitude paternal mas sem ser paternalista nestas circunstâncias. Isto vai lhe dar mais poder e transmitir confiança, algo que os outros vão querer emular”.

Fonte: Dinheiro Vivo

Marketing: Cinco passos para entrar no mercado chinês

Março 16, 2012 by  
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A informação é um factor essencial para uma empresa avançar para a China.

Conhecer as diferenças culturais que separam a Europa e a China é o ponto de partida para os empresários portugueses que queiram avançar para aquele mercado. Mas há outros aspectos a ter em consideração: a dimensão do mercado, o contacto com parceiros locais, ter o produto ou serviço apropriado para o mercado local e aprender mandarim são algumas das condições a respeitar para um mercado potencial de mais de 1,3 mil milhões de consumidores.

1 – Conhecer o mercado
Basílio Horta, ex-presidente da AICEP, defende que o primeiro passo para avançar para a China é “conhecer muito bem o mercado em relação ao tipo de investimento que [cada investidor] pretende fazer. Só depois, diz a bibliografia da AICEP sobre esta matéria, deve ser definido o modelo de negócio, determinando se a abordagem ao mercado será por via de presença directa ou de exportação.

2 – Estudar a legislação
Conhecer o mercado passa ainda por “conhecer muito bem a legislação chinesa”, alerta Basílio Horta, acrescentando que esta é uma matéria em que são particularmente exigentes. “Quando há alguma infracção à legislação, são impiedosos”, garante o ex-presidente da AICEP, dando como exemplo o caso de uma empresa portuguesa que foi obrigada a adiar um investimento durante vários meses por incumprimento de códigos ambientais.

3 – Respeitar as autoridades
Para lá do respeito da legislação e numa cultura em que a idade é um posto, Basílio Horta aponta ainda como fundamental uma estreita ligação com as autoridades locais. “É preciso ouvir e respeitar as autoridades”, defende o actual deputado. A agência de apoio à internacionalização de empresas portuguesas identifica ainda como essencial o respeito pelas hierarquias, tanto a nível pessoal como profissional, e de horários, já que os atrasos são vistos como uma falta de respeito e constituem “a morte anunciada de qualquer relação negocial”.

4 – Ter tempo
Há que se esforçar por ter uma verdadeira “paciência de chinês”. Criar uma rede de contactos leva tempo, exige persistência e intuição para encontrar os parceiros certos para atacar o mercado. Às empresas que apostem na China, como aliás na maior parte dos países de internacionalização, é pedido que tenham tempo e dinheiro para ‘empatar’ até que o negócio comece a dar frutos. Até porque, lembra a AICEP, “assinar um contrato significa apenas o início da negociação e não a sua conclusão”.

5 – Definir a dimensão do negócio
“Não há uma China, há várias Chinas, e isso deve ser considerado para determinar se se tem dimensão para o mercado onde se quer entrar”, alerta Basílio Horta. E a primeira distinção é entre o mercado de Pequim ou de Xangai, ou de qualquer uma das outras grandes cidades. Depois há que analisar que produtos se pretendem apresentar, de preferência apostando em artigos de nicho. “Nunca será na quantidade que conseguirá fazer um investimento, será sempre na qualidade”, recomenda Basílio Horta.

Fonte: Económico

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