Marketing: Cinco mitos sobre o setor de vendas
Março 11, 2012 by Inovação & Marketing
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O consumidor não está sempre certo e você deve aceitar “não” como resposta em muitos casos, diz especialista.
Esqueça o que o senso comum diz. O consumidor não está sempre certo e você deve aceitar “não” como resposta em muitos casos. Em sua coluna no site da revista Inc, o jornalista especializado em negócios e comércio, Geoffrey James, desmistifica algumas “verdades” seculares entre os vendedores. Veja a lista abaixo.
Mito 1: O cliente tem sempre razão
Esse mito foi repetido tantas vezes que já se tornou praticamente uma lei da natureza. James destaca, no entanto, que em muitos casos o consumidor pode ser irracional e extremamente exigente e uma das tarefas de quem trabalha como vendedor é mostrar que ele está errado, quando realmente estiver. Segundo James, é preciso mostrar ao cliente que aquilo que ele procura não existe, ou não está disponível naquele local, ou não faz parte dos serviços oferecidos pelo estabelecimento.
Mito 2: Os clientes sabem o que querem
Na verdade, explica James, os clientes frequentemente têm ideias erradas sobre o que querem e precisam comprar. Ele aconselha que os vendedores não atendam a esses pedidos. “Cabe a você, como um vendedor responsável, interpretar o pedido do consumidor e explicar os meios possíveis de satisfazer a necessidade dele”. A recomendação aqui é que o profissional dê a sua opinião sobre o que poderia resolver o problema do cliente e tente vender um produto para isso.
Mito 3: Todos são clientes em potencial
Se você realmente acredita no ditado acima, tome cuidado para não perseguir possibilidades que não existem, aconselha James. Você pode estar perdendo o seu tempo tentando vender um produto a uma pessoa que não procurou por aquilo. Além disso, você precisa avaliar se ela tem dinheiro suficiente para pagar ou se ela tem motivos o suficiente para justificar aquela compra. Segundo o colunista, essa atitude ajudará você a se manter focado nos verdadeiros possíveis consumidores.
Mito 4: Nunca aceite um “não” como resposta
Quando um cliente apresenta todos os motivos possíveis para não comprar alguma coisa, é sinal de que você está perdendo o seu tempo. “Oportunidades de venda aparecem a cada 15 minutos. Não fique obcecado por fechar uma venda de qualquer maneira. Um “não” repetido mais de uma vez é um “não” definitivo”, explica.
Mito 5: Os melhores vendedores são pessoas extrovertidas
Segundo o colunista, pessoas introvertidas – que ouvem mais do que falam – tem o perfil mais adequado para o comércio hoje em dia. James destaca que alguns dos programas de treinamento de vendedores mais eficientes atualmente são baseados em técnicas para formar psicólogos e conselheiros – profissionais que não são conhecidos por sua extroversão.
Fonte: Época Negócios
Empreendedorismo: As mais estranhas ideias para uma startup. Mas que resultaram!
Março 10, 2012 by Inovação & Marketing
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Cada vez mais se exige imaginação na altura de lançar um novo negócio. A diversificação é a arma para o sucesso e por muito estranhas que algumas ideias possam parecer, a verdade é que muitas delas acabam por se tornar em negócios bem sucedidos ou mesmo milionários. Veja alguns exemplos.
Lavar carros. A Cherry é uma start up de São Francisco, nos Estados Unidos, cujo objectivo é enviar alguém seja onde for para lavar o seu carro. O cliente deve primeiro registar-se no serviço, através de um cartão de crédito. Depois, a qualquer altura que necessite de lavar o carro, deve aceder ao site, dizer onde se encontra a viatura e alguém lá aparecerá para o serviço. O custo ronda os 30 dólares (cerca de 23 euros), mas tem sido um sucesso.
Conferências à borla. Fundada por Sabeer Bhatiam a SabseBolo proporciona aos seus clientes serviços gratuitos de teleconferência para grupos. Onde está o negócio, então? O utilizador tem que ouvir entre 5 a 25 segundos de publicidade antes de cada chamada, o que está a levar a forma como se anuncia online para outro nível, uma vez que toda a gente ganha com a ideia. O serviço é à borla e a companhia factura com a publicidade.
Vouchers de seguros. A empresa de serviços financeiros Distribution 2.0 vende seguros de uma forma, no mínimo, estranha. É através de vouchers recarregáveis, vendidos em lojas comerciais. Se o cliente comprar um voucher recarregável de 100 dólares, tem direito a um seguro de accidentes no valor de 50 mil dólares…
Esperar fora do consultório. Já toda a gente esteve numa urgência hospitalar ou num centro de saúde e esperou horas para ser atendido, pensando muitas vezes no que podia fazer com ese tempo. Bem, houve alguém no Canadá que não só pensou nisso, mas também numa forma de fazer dinheiro com isso. A TechnowaitT lançou um serviço chamado 1-2-3-Go!, que permite aos pacientes abandonarem a sala de espera e deslocarem-se onde quiserem até ao momento em que estão para ser atendidos. Ao ligarem regularmente para um sistema interactivo, podem saber quantas pessoas ainda estão à sua frente e a previsão de tempo que ainda resta até ser atendido.
«Limpar» o crime. Quanto dinheiro poderá fazer com limpezas? Não muito é verdade. Agora, se as limpezas forem em cenários de crimes ou suicídios, a coisa já muda de figura. A Advanced Bio-Treatmen pensou neste nicho de mercado e num ano apenas facturou qualquer coisa como um milhão de dólares. É um trabalho sujo, mas alguém tem que o fazer. Ainda mais se trouxer uma fortuna atrelada.
Fertilizantes. A ideia é literalmente aproveitar as necesidades das galinhas. Guano Plus é um fertilizante feito à base de dejectos da ave e as vendas já excedem um milhão de dólares anuais. Bill Thomas, o criador da ideia, percebeu que ter uma criação de galinhas era rentável, mas que ainda havia algo mais a aproveitar. Um pouco de pesquisa e poucos pruridos em sujar as mãos fizeram dele milionário. A empresa é a BioScientific Inc.
Ressacas. Depois de um dia de festa, não é incomum acordar com a língua a parecer papel, o corpo todo dorido e a cabeça a estourar. É a vulgar ressaca, um estado que muita gente dava o que tem e qeu não tem para ultrapasar. A empresa Hangover Helpers lembrou-se desse grupo demográfico e criou um serviço de apoio a ressacados. Entram em campo com uma bebida energética, seguido de um bom pequeno-almoço. Terminam o serviço arrumando todos os despojos de guerra que restem pela casa.
Fonte: Dinheiro Vivo
Marketing: Consumidores pretendem comprar mais smartphones do que celulares
Março 10, 2012 by Inovação & Marketing
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Os consumidores pretendem comprar mais smartphones do que celulares em 2012. Em âmbito mundial, 32% têm a intenção de adquirir o telefone com internet, contra 24% que desejam o comum. As informações são de uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), que ouviu 40.557 pessoas em 44 países, sendo 2.002 no Brasil.
A Apple é a marca preferida, liderando as intenções de compra com 38%, mais do que o dobro da segunda colocada Samsung, que teve 15%. Completam a lista as marcas Nokia (8%), RIM/Blackberry (7%), HTC (6%) e LG (3%).
Em 2011, a posse global de smartphones quase dobrou, passando de 19% para 35%, enquanto os celulares comuns tiveram uma queda, de 86% para 80%. No Brasil, o ano de 2011 representou uma forte popularização dos aparelhos, com um crescimento de 179%. No entanto, apenas 10% dos brasileiros que possuem um celular têm um smartphone.
Fonte: Mundo do Marketing
Marketing: China compra mais 42% a Portugal
Março 10, 2012 by Inovação & Marketing
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A China comprou, a Portugal, produtos no valor de 112 milhões de dólares (84,5 milhões de euros) em janeiro, mais 42% face ao período homólogo de 2011, que traduz um maior equilíbrio da balança comercial entre os dois países.
Já para Portugal, o terceiro parceiro comercial da China no universo lusófono, seguiram mercadorias chinesas no valor de 216 milhões de dólares (163 milhões de euros), menos 16,8% do que em janeiro de 2011.
Não obstante o aumento do lado das importações do gigante asiático, as trocas comerciais luso-chinesas sofreram um recuo de 3% no primeiro mês de 2012, totalizando 327 milhões de dólares (246 milhões de euros), indicam dados divulgados pelo Gabinete de Apoio ao Secretariado Permanente do Fórum Macau.
As trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa atingiram, em janeiro, 9,2 mil milhões de dólares (6,9 mil milhões de euros), valor que reflete uma subida de 11% face ao período homólogo de 2011, mas uma quebra de 7% em relação ao apurado em dezembro.
O Brasil manteve-se, no primeiro mês de 2012, como o principal parceiro lusófono da China, com um volume de trocas comerciais de 6,3 mil milhões (4,7 mil milhões de euros), mais 5,8% do que no período homólogo de 2011.
A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003.
Fonte: Oje – O Jornal Económico
Marketing: App Store, download número 25 mil milhões foi feito por um chinês
Março 9, 2012 by Inovação & Marketing
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A App Store da Apple atingiu 25 mil milhões de aplicações descarregadas e foi o chinês Chunli Fu o responsável pelo download da conta certa.
O internauta de Qingdao, na zona Este da China, levou a Apple a um novo marco ao descarregar o jogo da Disney Where’s my Water. Em troca, recebeu um cartão com dez mil dólares para gastar no iTunes, cortesia da Apple.
“Queremos agradecer aos nossos clientes e programadores por nos terem ajudado a atingir este marco histórico de 25 mil milhões de aplicações descarregadas”, disse Eddy Cue, vice-presidente sénior de software e serviços de internet da Apple, citado pela AFP.
O número espelha a expansão da empresa no mercado mundial: os consumidores descarregaram mais aplicações num ano que nos dois anos e meio anteriores – a App Store tinha comemorado os dez milhões de downloads em janeiro de 2011. Há neste momento mais de 315 milhões de aparelhos iOS no mundo, o que justifica o crescimento.
A loja tem agora 550 mil aplicações para iPhone, iPod Touch e iPad e continua a ser o maior ecossistema móvel do mercado. Surgiu em julho de 2008, sensivelmente um ano depois da chegada às lojas do primeiro iPhone, e chegou aos mil milhões de downloads no primeiro ano.
O Android Market, que apareceu em outubro de 2008, tem agora 450 mil aplicações disponíveis e atingiu os dez mil milhões de downloads em dezembro, segundo informa o Telegraph.
Há ainda o BlackBerry App World, com 60 mil apps, e o Windows Phone Marketplace, com 70 mil aplicações disponíveis.
Fonte: Dinheiro Vivo



