Artigo de Opinião “A Coca-Cola e o Imaginário” (Revista SPOT)
Dezembro 14, 2016 by Inovação & Marketing
Filed under Análises e Artigos de Opinião

A Coca-Cola e o Imaginário
Por Bruno Silva
Artigo de Opinião publicado na Revista SPOT
Aproxima-se o Natal, época de nostalgia, família, magia e muito consumo e Marketing!
Hoje em dia é difícil de dissociar o Natal da figura do Pai Natal. Mas tal situação nem sempre foi assim. O Pai Natal é uma personagem mitológica que já tinha surgido em ilustrações no século XIX. Até aos anos 30 a imagem do Pai Natal variava muito de acordo com o artista ou com a ocasião.
Em 1920 o Pai Natal apareceu pela primeira vez num anúncio da Coca-Cola, e durante os anos que se seguiram foram contratados vários ilustradores que foram apresentando desenhos algo diferentes para a mesma personagem. No entanto, foi em 1931 que nasceu o Pai Natal como todos o conhecemos actualmente, desenhado pelo artista Haddon Sundblom, por iniciativa da Coca-Cola, numa publicação do The Saturday Evening Post. Deu-se início a uma das maiores inovações na área da Comunicação de Marketing.
Com base no São Nicolau foi criada uma personagem simpática, afetuosa e acolhedora que acabou por cativar a generalidade das pessoas e ajudou a criar uma imagem definitiva do Pai Natal. Essa figura também acabou por exponenciar a associação do Natal aos Presentes que o Pai Natal oferece nesta altura do ano, influenciando a partilha e o consumo nesta época festiva.
Para se perceber a importância do Pai Natal importa referir que em 2013 a Brand Finance avaliou a marca “Apple” em 87 mil milhões de dólares e a marca “Pai Natal” em 1.58 triliões de dólares, sendo a marca mais valiosa do mundo. Curiosamente a Coca-Cola na década 30 acabou por nunca registar o design gráfico do Pai Natal e devido à sua aceitação pelo público essa situação influenciou a que a generalidade das marcas começasse a utilizar essa imagem do Pai Natal nas suas estratégias de Comunicação de Marketing, aumentando a notoriedade e o valor da marca Pai Natal.
Em Dezembro de cada ano, o Pai Natal valoriza produtos e marcas e influencia os consumidores a adquirir mais produtos e serviços em sectores como as Viagens, Retalho, Tecnologia, Hotelaria, entre outros. O final do ano é por excelência uma altura do ano em que muitas marcas têm incrementos consideráveis nas vendas e sem dúvida que o papel do Pai Natal da Coca-Cola acabou por ser determinante para este fenómeno.
Apesar da vertente consumista é importante também lembrar que o Natal é uma época de harmonia, solidariedade, entreajuda e de aproximação entre amigos e familiares. Nem sempre durante o ano as pessoas partilham e vivenciam esses valores, o espírito natalício e a aproximação à família e entreajuda para com os que mais precisam. No entanto, como se costuma dizer “o Natal é quando um Homem (e uma mulher) quiser”!
Bom Natal e um Excelente Ano Novo para todos!

Sobre o Autor
Bruno Silva
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# Coach, Consultor e Formador nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo, desde 2009 na InnovMark, colaborando também com Instituições de Ensino Superior, Entidades de Consultoria e de Formação profissional, Associações Empresariais, onde se incluem projectos geridos pela AEP, IAPMEI, IEFP, CIG, etc.
# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.
# Fundador e Community Manager, desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 70.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.
# Fundador e Community Manager, desde 2013, do “Dish Mob Portugal” que promove o espírito “Dish Mob”, e que está a transformar-se num dos principais movimentos nacionais de promoção do networking e aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo.
– Licenciatura Pré-Bolonha em Gestão pela Universidade do Minho.
– Pós-Graduação em Marketing pelo IPAM – Marketing School.
– Pós-Graduação em Gestão da Tecnologia, Inovação e Conhecimento pela Universidade de Aveiro
– Curso de Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica pela Universidade de Aveiro
– Formações Profissionais em Vendas, Excelência Pessoal, Inteligência Emocional e Criatividade, Gestão do Stress, Organização de Eventos, Comunicação em Público, E-Business para PME´s, e também Pedagógica
I Conferências AMDouro – Marketing com vista para o Douro (26 Novembro 2016)
Novembro 24, 2016 by Inovação & Marketing
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Presença da InnovMark (Bruno Silva – Marketing Inovador)
Fotoreport do evento:

Workshop de Empreendedorismo (Município de Alijó – Vila Real) 25 de Novembro 2016
Novembro 24, 2016 by Inovação & Marketing
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Artigo de Opinião “O Design, a Inovação e Steve Jobs” (Revista SPOT)
Novembro 23, 2016 by Inovação & Marketing
Filed under Análises e Artigos de Opinião

O Design, a Inovação e Steve Jobs
Por Bruno Silva
Artigo de Opinião publicado na Revista SPOT
O Design pode ser considerado como a idealização, criação e desenvolvimento de produtos com o objectivo de melhorar os seus aspectos funcionais e visuais. Além da estética a questão funcional é fundamental para o desenvolvimento de um novo produto. A ligação do Design à Inovação é crucial na medida em que o Desenvolvimento de Produto assume-se como uma etapa crucial no processo de Inovação.
Nos últimos anos, o caso mais emblemático de uma empresa que tem sabido aliar o Design ao processo de Inovação, e por sua vez ao Marketing, é a Apple. Steve Jobs, um dos maiores visionários da era moderna sempre se preocupou em apresentar produtos excepcionais ao mercado, onde a vertente estética e funcional sempre assumiram uma atenção especial.
Além de ter revolucionado a usabilidade dos Pc ‘s (iMac), com um sistema operativo visual, estético e fácil de usar, seguiu-se a revolução nos dispositivos móveis de música (iPod), onde a facilidade de personalizar as músicas que queríamos ouvir e a facilidade de transferência dessas mesmas músicas assumiu uma atenção especial, tendo revolucionado toda a indústria da música.
Mas não se ficou por aqui. De seguida focou-se nos dispositivos móveis de comunicação, os telemóveis, que no início apenas serviam para fazer e receber chamadas e sms ‘s, e pouco mais. Steve Jobs pensou no telemóvel (iPhone) como uma extensão do ser humano, como um aliado precioso de muitas das funções que queremos executar no dia-a-dia, envolvendo comunicação, trabalho, acesso e partilha de informação, entretenimento, etc.
De seguida pensou numa nova categoria de produto, cujos estudos de mercado indicavam pouco potencial no início, porque os consumidores não entendiam muito bem o que poderiam fazer com ele: os tablets (iPad). O início da revolução editorial começou, e dentro de alguns anos o livro físico será uma peça de museu. Hoje em dia podemos observar crianças a pegar em livros e a tentar expandir com os dedos a informação que está nesses mesmos livros, como se fosse possível executar a mesma função que encontramos nos tablets ou nos smartphones.
O sucesso da usabilidade dos tablets é fácil de reconhecer observando crianças de 2 ou 3 anos, que mesmo ainda não sabendo ler e escrever conseguem utilizar esse dispositivo para jogar jogos, ver vídeos no youtube, entre outras funções de fácil usabilidade que a tecnologia permite.
Steve Jobs já não está entre nós, mas o seu sonho de um iWatch, de um iCar ou de uma iHouse, mesmo que os 2 últimos exemplos possam não ser um produto a 100% da Apple, estão em desenvolvimento. A internet das coisas começa ao poucos a ser uma realidade, e o futuro que nos espera será radicalmente diferente do presente e do passado a que nos habituamos, “porque as pessoas que são loucas o suficiente para pensar que podem mudar o mundo, são aquelas que o mudam” (Apple, Think Different, 1997)
Sobre o Autor
Bruno Silva
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# Coach, Consultor e Formador nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo, desde 2009 na InnovMark, colaborando também com Instituições de Ensino Superior, Entidades de Consultoria e de Formação profissional, Associações Empresariais, onde se incluem projectos geridos pela AEP, IAPMEI, IEFP, CIG, etc.
# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.
# Fundador e Community Manager, desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 70.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.
# Fundador e Community Manager, desde 2013, do “Dish Mob Portugal” que promove o espírito “Dish Mob”, e que está a transformar-se num dos principais movimentos nacionais de promoção do networking e aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo.
– Licenciatura Pré-Bolonha em Gestão pela Universidade do Minho.
– Pós-Graduação em Marketing pelo IPAM – Marketing School.
– Pós-Graduação em Gestão da Tecnologia, Inovação e Conhecimento pela Universidade de Aveiro
– Curso de Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica pela Universidade de Aveiro
– Formações Profissionais em Vendas, Excelência Pessoal, Inteligência Emocional e Criatividade, Gestão do Stress, Organização de Eventos, Comunicação em Público, E-Business para PME´s, e também Pedagógica
Artigo de Opinião “Competitividade das Empresas” (Revista SPOT)
Setembro 28, 2016 by Inovação & Marketing
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Competitividade das Empresas
Artigo de Opinião publicado na Revista SPOT
A “Crise” só existe para as empresas e organização que encontram dificuldades na adaptação à mudança, e uma das principais características da sociedade actual é o aumento desse ritmo de mudança, em grande medida provocado pela maior aposta no conhecimento e no desenvolvimento tecnológico, que impulsionam a Inovação, em diferentes áreas da sociedade, tal como tem acontecido no mundo empresarial.
A capacidade competitiva de uma empresa, hoje em dia, está em grande medida correlacionada com a sua capacidade de Inovação. E por sua vez, os países com maior capacidade de inovação apresentam melhores índices de desenvolvimento humano e de riqueza.
Portugal tem dado maior atenção à temática da inovação, sendo esta uma política transversal a toda a União Europeia. O “rosto” mais evidente desta política é o “Portugal 2020”, que consiste, ao nível das empresas, em sistemas de incentivos para apoiar a competitividade através de uma maior aposta na inovação, nas suas diferentes vertentes (conhecimento, investigação & desenvolvimento, transferência de tecnologia, propriedade intelectual, etc.) bem como numa maior aposta no marketing (onde o marketing inovador, o marketing digital e o marketing internacional assumem um papel de maior relevo).
Hoje em dia, uma empresa deve ter uma visão abrangente do mercado, estando disposta a apostar numa presença global, na criação e desenvolvimento de produtos e serviços inovadores, na criação de marcas credíveis e com notoriedade, canais de distribuição adequados, presenças digitais bem elaboradas, além de uma força de vendas motivada e focada, tudo com o objectivo de satisfazer as necessidades do mercado, que vão mudando ao longo dos tempos, e vão tendo sempre diferentes soluções a cada momento.
Esta maior competitividade global coloca maiores desafios às empresas, bem como aos profissionais que contribuem para o seu desenvolvimento. A flexibilidade, melhoria contínua e criatividade, devem ser orientadas e focadas para a resolução de problemas reais e importantes na sociedade, e que permitam a sua monetização.
É possível o lançamento de estratégias inovadoras em sectores não lucrativos, como acontece por exemplo, no sector estatal, ou em organizações sem fins lucrativos, no entanto para que exista inovação nas empresas é preciso que o mercado acolha esses novos produtos e serviços com rentabilidade adequada para quem desenvolve essas propostas únicas de valor.
As empresas que conseguirem esse desiderato, de uma forma consciente e contínua, estarão sempre um passo à frente da sua concorrência, e mais preparadas para os desafios que irão enfrentar, e para os sucessos ainda por conquistar, na medida em que inspirado em Darwin já se escreveu que “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”.
Sobre o Autor
Bruno Silva

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# Coach, Consultor e Formador nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo, desde 2009 na InnovMark, colaborando também com Instituições de Ensino Superior, Entidades de Consultoria e de Formação profissional, Associações Empresariais, onde se incluem projectos geridos pela AEP, IAPMEI, IEFP, CIG, etc.
# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.
# Fundador e Community Manager, desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 70.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.
# Fundador e Community Manager, desde 2013, do “Dish Mob Portugal” que promove o espírito “Dish Mob”, e que está a transformar-se num dos principais movimentos nacionais de promoção do networking e aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo.
– Licenciatura Pré-Bolonha em Gestão pela Universidade do Minho.
– Pós-Graduação em Marketing pelo IPAM – Marketing School.
– Pós-Graduação em Gestão da Tecnologia, Inovação e Conhecimento pela Universidade de Aveiro
– Curso de Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica pela Universidade de Aveiro
– Formações Profissionais em Vendas, Excelência Pessoal, Inteligência Emocional e Criatividade, Gestão do Stress, Organização de Eventos, Comunicação em Público, E-Business para PME´s, e também Pedagógica de Formador.



