Marketing: Portugal à beira de ficar rico com o lítio
Fevereiro 15, 2011 by Inovação & Marketing
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Um estudo divulgado esta semana pela empresa de consultoria MarketResearch.com indica que a procura de litío para a construção de baterias de iões de lítio para a indústria automóvel vai quadriplicar ao longo dos próximos 10 anos.
O mesmo estudo revela que em 2010 o mercado mundial de lítio ascendeu a 11 mil milhões de dólares (€8 mil milhões), mas que em 2020 deverá rondar os 43 mil milhões de dólares (€31,5 mil milhões).
Alguns analistas do setor extrativo garantem ao Expresso que Portugal tem aqui uma oportunidade única para “marcar pontos” neste importante mercado, pois atualmente já é o 5º maior exportador mundial de lítio, e tem potencial de exploração para mais 70 anos. Estes dados são confirmados, aliás, num dos relatórios mais recentes do Departamento de Energia norte-americano.
Indústria automóvel interessada no lítio português
O problema é que Portugal apenas vai até à produção de concentrado de lítio, ou seja, não acrescenta mais valor ao seu produto, tendo que o vender em bruto para os smelters (proprietários de fundições) de outros países. Esses, sim, é que entregam à indústria automóvel o lítio pronto para ser utilizado em baterias de carros elétrios. São também estes intermediários que faturam uma parte considerável do processo de transformação do lítio.
O Expresso sabe, no entanto, que o principal produtor de lítio em Portugal está já a ser sondado por várias empresas multinacionais da indústria das baterias para carros elétricos, no sentido de formar parcerias que possam passar pela criação de uma fundição em Portugal. Ou seja, poderia ser um passo à frente no processo, em que o país acrescentaria valor ao seu recurso natural.
Para além da indústria automóvel, o lítio também, é utilizado na indústria eletrónica (telemóveis), farmacêutica e prevê-se que venha a ter cada vez mais aplicações na indústria aeroespacial e também na área militar.
A preocupação das construtoras de automóveis é tão grande em relação ao lítio que algumas já estão a entrar no capital social de algumas empresas mineiras em várias zonas do globo. A nipónica Mitsubishi ainda recentemente tomou posição em algumas empresas do sector extrativo, na área do lítio, em dois países da América do Sul.
Com estes avanços para a área mineira, a indústria automóvel quer garantir, de alguma forma, que não vai ter problemas no abastecimento dessa importante matéria-prima, para que a nova área de negócio dos carros elétricos, que agora desponta, não fique comprometida.
Fonte: Expresso
Marketing: Vendas do Aerosmith crescem mais de 250% após vocalista estrelar American Idol
Fevereiro 15, 2011 by Inovação & Marketing
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A coletânea Greatest Hits, do Aerosmith, aumentou 250%, de acordo com a Nielsen SoundScan – sistema que mede as vendas de produtos do mundo do entretenimento na América do Norte – após o vocalista da banda ter estreado como jurado do American Idol.
Desde 19 de janeiro, na décima temporada do programa, Steven Tyler posa ao lado de Jennifer Lopez na bancada que já foi ocupada pelo rabugento Simon Cowell.
A compilação de 1994, Big Ones teve um crescimento de 260% depois da estreia do astro. Assim como o CD Devil’s Got a New Disguise: The Very Best of Aerosmith, de 2004, que registrou um pico de 146% depois da segunda semana da série. Dois outros discos reunindo os grandes sucessos da banda registraram aumentos de 137% e 147% cada.
Uma estimativa registra que antes do show, o catálogo do Aerosmith estava em declínio, vendendo menos de mil cópias por semana. E esse número aumentou para mais de dois mil por casa compilação.
Na questão de singles, o Aerosmith também vinha caindo. Na semana que terminou em 30 de janeiro, a banda teve 34 mil downloads no hit composto por Diane Warren em parceria com Tyler: I Don’t Want To Miss A Thing.
O guitarrista do Aerosmith, Brad Whitford, disse à revista americana Billboard que a nova empreitada de Tyler só pode ser uma coisa boa. “Isso tem feito crescer nossa popularidade, tenho certeza. Pessoas que nunca imaginaram ouvir Aerosmith mudaram sua percepção após vê-lo na TV”.
Sem lançar nada novo desde Just Push Play, de 2001, a banda está em estúdio para lançar seu 14º trabalho de inéditas.
Fonte: Jornal do Brasil
Marketing: iTunes tem quase 65% das vendas de filmes online em 2010
Fevereiro 15, 2011 by Inovação & Marketing
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A iTunes Store é uma das melhores coisas criadas pela Apple nos últimos anos, revolucionando o mercado de vendas de músicas e filmes digitalmente. E segundo o IHS Screen Digest, uma empresa de pesquisas que analisa vídeos via streaming e vendas eletrônicas de filmes, a loja virtual de Cupertino é a vendedora número um de 2010 em filmes nos Estados Unidos, controlando cerca de dois terços (64,5%) do total do mercado.
A iTunes Store foca na venda de mídias digitais ao invés do aluguel, como o que é oferecido pela Netflix, que não entrou no ranking por não realizar vendas. A segunda colocada é a Microsoft, que vendeu 17,9% dos filmes disponíveis. A concorrência unida (Zune Video, da Microsoft; a loja do PlayStation, da Sony; a VOD, da Amazon; e o Vudu, do Wal-Mart) quase não chegou a um terço do mercado.
Em 2009, a Apple tinha 75% do mercado. A empresa conseguiu segurar a concorrência com o lançamento do iPad e a atualização do Apple TV, que também estimulou o crescimento de serviços com o Netflix. A Apple vê o streaming e aluguel de vídeos como complementar à iTunes Store, já que os usuários que alugam filmes são mais propensos a comprá-los.
Fonte: Geek
Marketing: Skype anuncia programa para facilitar uso em celulares
Fevereiro 14, 2011 by Inovação & Marketing
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O Skype, o principal serviço de telefonia gratuita pela internet, anunciou nesta segunda-feira um novo programa para celulares que funcionará em associação com operadoras de telecomunicações nos mercados nos quais haja pouca penetração de redes 3G.
Esse “programa de associação móvel” pretende oferecer os serviços de chamadas de voz pela internet a um espectro mais amplo de usuários de telefones celulares e permite às operadoras “diferenciar suas ofertas em um ambiente de mercado competitivo”, indicou a empresa em comunicado emitido da sua sede em Luxemburgo.
A companhia assinalou ainda que este programa dará continuidade a outros acordos com operadoras como os feitos com Verizon, KDDI e Hutchison 3.
Concretamente, indicou que o programa anunciado nesta segunda-feira é um aplicativo simplificado que utiliza uma solução criada entre o cliente e o servidor.
Esta solução, desenvolvida especificamente para as operadoras, permite o uso de Skype em uma ampla gama de telefones celulares e foi otimizada para realizar um uso mais eficiente da banda larga, de modo que seja possível efetuar a conexão com um “impacto mínimo” na vida útil da bateria e no consumo de dados.
A empresa afirmou que, através deste sistema, os clientes das operadoras poderão realizar ligações gratuitas e enviar mensagens instantâneas a outros clientes de Skype.
Além disso, poderão se beneficiar das tarifas mais baixas do Skype para fazer ligações a telefones celulares e fixos em qualquer lugar do mundo.
“Vemos uma grande demanda de serviços diferenciados das operadoras de celular de todo o mundo”, indicou na nota o vice-presidente e gerente geral da divisão móvel do Skype.
Em sua opinião, este novo programa dará a todas as operadoras nos mercados emergentes a possibilidade de participar da comunidade global do Skype, que por sua vez proporciona aos usuários uma “melhor experiência no uso de seus telefones celulares”.
Fonte: Exame Brasil
Marketing: Boom nos dispositivos móveis, bolha nas redes sociais
Fevereiro 14, 2011 by Inovação & Marketing
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Dispositivos móveis em crescimento, o aumento do tráfego na Internet com a resposta WiFi dos operadores e a difícil monetização do online, enquanto a televisão mantém a liderança nos media, são algumas das tendências para os próximos 12 a 18 meses, reveladas pelo estudo “TMT Predictions 2011″, hoje divulgado pela Deloitte.
Este ano, a consultora antecipa que mais de metade dos dispositivos informáticos vendidos não serão computadores mas smartphones, tablets e netbooks. A nível global, os computadores só devem atingir vendas de 400 milhões de unidades. A venda de aplicações “não-PC” deve crescer 60% para mais de 8000 milhões de dólares.
Já esta semana, a IDC revelou que, pela primeira vez, a venda de smartphones no último trimestre de 2010 ultrapassou as vendas globais de computadores.
Este “caminho futuro aponta para a diversidade a nível de dispositivos, processadores e sistemas operativos, com alterações de modelos de negócio e o surgimento de novas oportunidades relacionadas com novos dispositivos, aplicações e periféricos”, diz a Deloitte em comunicado. “Prevê-se um maior impacto desta alteração no contexto internacional do que no nacional, face ao baixo peso do sector tecnológico no país”.
São os tablets quem vai ganhar “o estatuto de ferramenta indispensável para as empresas”, devido a alguns factores como o contágio do seu uso pessoal para o ambiente profissional – apesar das questões de segurança (situação que não vai ser fácil de gerir para os departamento de TIs) – ou os sectores de elevado potencial de utilização para registo de dados, marketing de produtos ou para substituir papel, como exemplificou Miguel Eiras Antunes, partner da Deloitte.
Em termos de implicações, há ainda o provável redireccionamento de investimento dos fornecedores de software empresarial para criarem aplicações para tablets, dado ser caro desenvolver para todas. O custo de desenvolvimento de aplicações pode variar entre os 4000 e os 40 mil euros.
Em termos de sistemas operativos móveis, se a liderança se centra entre os iPhone e Android, este “tem alguma vantagem por estar disponível num maior número de dispositivos e por ser muito mais acessível em termos de preço”. Quanto ao Windows Phone 7 da Microsoft, a dúvida é se “consegue recuperar o atraso, recapturar quota de mercado”, como foi salientado na conferência de imprensa. Por isso, “até 2012, não antecipamos um líder” destacado neste sector, referiu Eiras Antunes.
No online, a Deloitte antecipa que se pode estar perante uma nova bolha dot-com, exemplificando com a valorização do Facebook, sem retorno real em termos de receitas. “Não acreditamos que no próximo ano consigam monetizar” os 600 milhões de utilizadores registados. “Para outros, como o Twitter, será ainda mais difícil rentabilizar” o seu negócio, consideram outros partners da Deloitte.
Esta prevê que, este ano, as redes sociais vão ultrapassar os mil milhões de utilizadores mas o investimento publicitário “será muito pouco significativo, menos de um por cento do investimento total”. E o mesmo acontecerá em Portugal.
Nas telecomunicações, a Deloitte acredita que não será ainda em 2011 que a próxima geração de redes móveis (Long Term Evolution ou LTE) se vai impor, perante a resposta das tecnologias 3G, como o HSPA+. Já o previsto crescimento no tráfego de dados será complementada pelas redes Wi-Fi, com crescimento entre 25 a 50% relativamente ao tráfego nas redes móveis GSM/UMTS.
A Deloitte também não acredita que as videochamadas se imponham, apesar das soluções a preços mais competitivos. As viagens também estão mais baratas e a relação inter-pessoal ainda é importante.
Finalmente, nos media, a televisão continuará líder, tanto em termos nacionais como internacionais, como “super media” e retribuição adequada pela publicidade com 145 mil milhões de euros em 2011, em contraste com o declínio na imprensa para 70 mil milhões de euros. O crescimento nos media online vai ocorrer “mas sem compensar a queda na imprensa”. A mobile TV continuará a ser uma miragem.
Fonte: Meios & Publicidade




