Marketing: papel, cortiça, pasta de papel são grandes apostas na Exportação
Fevereiro 10, 2011 by Inovação & Marketing
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As exportações de cortiça, pasta de papel e papel deverão crescer este ano, na perspectiva do presidente da Associação Florestal de Portugal (Forestis). No entanto, o mobiliário deverá deparar-se com algumas limitações devido às pragas que atacam o pinhal nacional.
«Acredito que as empresas ligadas à celulose aumentem as suas exportações e vão estar muito atentas em relação à inovação e ao mercado», disse à agência Lusa Carvalho Guerra.
A um dia de participar no Congresso das Exportações, no painel sobre Indústria Florestal, que decorrerá na terça-feira em Santa Maria da Feira, o presidente da Forestis identificou problemas no sector e defendeu a necessidade de aumentar a eficiência na produção nas três fileiras: sobreiro, eucalipto e pinheiro.
Por um lado, identificou que não há matéria-prima suficiente no caso das papeleiras, o que obriga à importação de eucalipto, por outro, alertou para as pragas que têm atacado os sobreiros e pinheiros.
«No caso do sobro, os maiores problemas são as pragas e o envelhecimento dos montados. Há que fazer todo um trabalho de aumentar a capacidade de utilização da cortiça para a rolha, mas também para outros materiais».
Mas é no mobiliário, que o responsável identifica o maior problema e necessidade de aumentar a capacidade exportadora, devido à praga do nemátodo que ataca os pinheiros e, logo, à falta de matéria-prima.
«Nós utilizamos imenso o pinheiro na construção civil. Mas o pinheiro vai começar a faltar se não atacarmos o problema do nemátodo com muita capacidade, o que não tem sido fácil fazer».
Carvalho Guerra disse que as zonas que arderam em 2003/2005 – «e correspondiam até então à área de maior crescimento florestal de pinheiro em toda a Europa» – ainda não estão todas plantadas, sublinhando a necessidade de «levar a sério» as replatanções, pois «só daqui a 20 ou 30 anos será possível tirar partido daquela madeira».
A floresta portuguesa representa três por cento do Produto Interno Bruto (PIB), mais de 12% do PIB Industrial e cerca de 200 mil postos de trabalho directos. Este responsável quis frisar a importância do sector, defendendo ainda mais sensibilização nas escolas e maior intervenção na limpeza.
«Este é o ano internacional das florestas, devíamos tirar imenso partido disso e sensibilizar para a importância do combate aos incêndios na primeira meia hora, colocar folhosas nas bermas das estradas para evitar propagação e aumentar a penalização dos incendiários».
Quanto às zonas de intervenção florestal, defendeu que «é preciso» subsidiar e ao mesmo tempo avaliar: «As equipas gestoras das zonas de intervenção florestal têm de ter autoridade para trabalhar a sério e depois ser avaliadas. Quem se porta bem deve continuar a ser subsidiado e quem se porta mal não».
A Forestis conta atualmente com 31 Organizações Proprietários Florestais (OPF) associadas, que representam e apoiam tecnicamente mais de 12.000 proprietários florestais.
A sessão de abertura do Congresso das Exportações vai ser presidida pelo primeiro-ministro, José Sócrates. O evento tem como objectivo analisar a evolução do comércio internacional e a melhor forma de abordagem de novos mercados emergentes.
Fonte: Agência Financeira
Inovação: Empresa cria faixa de cabeça que serve de travesseiro, venda e protetor auricular
Fevereiro 10, 2011 by Inovação & Marketing
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O Wrap-a-Nap (“enrola uma soneca”, em tradução para o português) é um produto que promete ajudar aqueles que precisam recuperar o sono, mas não têm um local apropriado para um bom cochilo. Ele é um travesseiro que se enrola na cabeça do usuário, servindo também como venda e protetor auricular. Uma faixa de velcro permite que a “faixa-travesseiro” seja ajustada para dar mais conforto.
Fonte: Revista Pequenos e Grandes negócios
Marketing: Clientes estrangeiros puxam pelas empresas nacionais
Fevereiro 10, 2011 by Inovação & Marketing
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Encomendas do exterior compensam quebra do mercado interno.
Com um mercado interno a funcionar ainda muito aquém do desejado, as empresas portuguesas têm contado com os clientes internacionais para aguentarem as suas vendas. Uma tendência que deverá ganhar força este ano, à medida que o impacto da austeridade na actividade económica se for agravando.
Em Dezembro, as novas encomendas à indústria aumentaram 24,7%, revelam os dados publicados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Mas as encomendas feitas pelo mercado interno subiram apenas 2,2%, enquanto as do mercado externo tiveram um aumento 47,5%.
Uma diferença significativa que não causa surpresa a Filipe Garcia, economista da IMF – Informação de Mercados Financeiros. “É evidente que o resto do mundo cresce nesta altura muito mais que Portugal, os nossos clientes estão a denotar bom crescimento”, diz, “e o que estamos a ver é o normal de uma indústria exportadora que tem conseguido de alguma forma internacionalizar-se, seguindo o sucesso dos seus clientes”.
Fonte: Económico
Inovação: Portuguesa Ynvisible estreia-se na bolsa
Fevereiro 9, 2011 by Inovação & Marketing
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A YDreams coloca esta semana em bolsa as acções da Ynvisible. A empresa pertence ao universo do grupo sediado no Madan Parque da Caparica. Foi criada em Janeiro de 2010, e é o veículo escolhido pela YDreams para testar o interesse do mercado de capitais nos seus activos.
A dispersão do capital da Ynvisible vai acontecer no First Quotation Board (Open Market) da Bolsa de Valores de Frankfurt, detalha o Jornal de Negócios, que avança a informação na edição desta manhã. Os títulos estarão disponíveis a partir de 9 de Fevereiro, quarta-feira.
Segundo o jornal, a operação avança após a “angariação de investimento a nível nacional e estrangeiro”, detalhou fonte da empresa.
A Ynvisible, um spin-off do grupo liderado por António Câmara, dedica-se desenvolvimento de soluções que tragam propriedades interactivas a superfícies como o papel, plástico, vidro, madeira ou cimento, descreve-se no site da empresa.
Entrevistado pelo Jornal de Negócios no Verão de 2010, António Câmara admitia que a Ynvisible seria o activo mais indicado para colocar no mercado de capitais, numa primeira fase, por ser a que reunia maior potencial de crescimento.
Fonte: Sapo TeK
Marketing: Vendas de smartphones aumentam quase 90% num ano
Fevereiro 9, 2011 by Inovação & Marketing
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Os fabricantes de smartphones venderam 100,9 milhões de smartphones no quarto trimestre de 2010, 87,2% mais do que no mesmo período de 2009, de acordo com estudo divulgado hoje pela consultoria IDC. Ao considerar o ano todo, as vendas de smartphones alcançaram 302,6 milhões em todo o mundo, um crescimento de 74,4% sobre o mercado existente no final de 2009.
De acordo com Ramon Llamas, analista senior de pesquisa da consultoria IDC, o sistema operacional Android, desenvolvido pelo Google, continua ajudando a expandir o mercado de smartphones. “Ele se tornou a pedra angular da estratégia de vários fabricantes e já desafia o Symbian que lidera o mercado.” Atualmente, o Symbian está presente somente nos smartphones da Nokia, enquanto o Android é encontrado em aparelhos da HTC, LG, Motorola, Samsung e outros.
De acordo com a IDC, apesar das notícias sobre o fraco desempenho das vendas, o Symbian 3 e o Windows Phone 7, remodelados e lançados pela Nokia e Microsoft, respectivamente, tiveram bom desempenho nas vendas durante os últimos meses do ano passado. “A Nokia vendeu cinco milhões de smartphones com o Symbian 3, enquanto fabricantes que usam Windows Phone 7 venderam 1,5 milhão de smartphones”, diz Llamas.
A Nokia continua em primeiro lugar entre os maiores fabricantes de smartphones do mercado, com 100,3 milhões de unidades vendidas em 2010, contra 67,7 milhões em 2009. Contudo, sua participação de mercado diminuiu no período, de 39% para 33,1%. A Research in Motion (RIM), fabricante do BlackBerry, ainda aparece em segundo lugar, com 48,8 milhões de iPhones vendidos em 2010, e aumentou sua participação de mercado de 16,1% para quase 20%.
A Apple está em terceiro lugar, com 47,5 milhões de iPhones vendidos em todo o mundo – apesar de ter conquistado o segundo lugar, se considerado somente o quarto trimestre. Sua participação de mercado aumentou de 14,5% para 15,7% em um ano.
As vendas da Apple, no entanto, cresceram menos do que de outras fabricantes, como Samsung e HTC, que aparecem em quarto e quinto lugar, respectivamente. A Samsung, tanto no quarto trimestre como no ano, é a empresa que teve maior crescimento nas vendas.
Font: iG





