Artigo de Opinião: ” Os desafios do Sector do Turismo” (Revista SPOT)

Os desafios do Sector do Turismo

Por Bruno Silva

O Sector do Turismo foi um dos sectores que mais contribuíram para o desenvolvimento económico de Portugal nas últimas décadas, tendo representado 17,4% do PIB nacional em 2021, 11,2% das exportações globais e 6,7% do emprego total, no entanto a pandemia COVID-19 veio mostrar que o crescimento económico nacional não pode depender apenas de alguns sectores de atividade, atendendo a que a pandemia originou quebras muito significativas no Turismo em 2020 e em 2021.

Em termos de alojamento, em 2019, Portugal recebeu 70,2 milhões (M) de dormidas, das quais 49,1M internacionais e 21,1M nacionais. Em 2020 as dormidas caíram 63,2% para 25,8M de dormidas, das quais 12,2M internacionais e 13,6M nacionais. Em 2021 existiu alguma recuperação para 37,3M de dormidas, das quais 18,7M internacionais e 18,7M nacionais, segundo o Turismo de Portugal. Em 2022 é expectável que as dormidas se aproximem das registadas no período pré-pandemia, e para o aumento da oferta e da procura muito contribuiu o alojamento tradicional e o alojamento local, assente na sua grande maioria em micro e pequenas empresas. Também os restaurantes e cafés, experiências e comércio para turistas é fundamental para um destino turístico de qualidade.

O Setor de Turismo enfrenta 10 desafios globais segundo a estratégia Turismo 2027, onde se destaca (1) a qualificação de profissionais, (2) a coesão, ou seja o alargamento do turismo a todo o território nacional, (3) o crescimento em valor, tanto em receitas como em dormidas, (4) o turismo todo o ano, de forma a que o turismo seja sustentável ao longo do ano, (5) as acessibilidades para os destinos, bem como a mobilidade dentro do território, (6) a procura, atingindo mercados com maior valor e que permitam alargar o turismo durante todo o ano e a todo o território, (7) a inovação, através do fomento do empreendedorismo e da inovação, (8) a sustentabilidade, tanto do património cultural bem como do património natural e da identidade local, (9) a simplificação da legislação e burocracia, e (10) a garantia de recursos financeiros para a dinamização do sector.

Portugal pretende que o nosso país seja considerado um destino sustentável, com território coeso, destino inovador e competitivo, em que o trabalho é valorizado, destino para visitar, investir, viver e estudar, país inclusivo aberto e ligado ao mundo e também um hub internacional especializado no turismo. Estes dois últimos anos trouxeram desafios adicionais para o Setor do Turismo em termos de sustentabilidade de um sector que é fundamental para Portugal, no entanto apesar dos desafios recentes o Setor nacional tem-se posicionado em termos internacionais com sucesso e com reconhecimento de qualidade.

Bruno Silva

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# Coach, Consultor, Formador e E-Formador, desde 2009, em projectos financiados e não financiados como é o caso de projectos conjuntos formação – acção (AEP, IAPMEI, CAP, AIP, CTP, CCP), projectos individuais SI Qualificação / Inovação / Internacionalização (QREN e P2020),  Empreendedorismo no Feminino (CIG), Cursos de Especialização Tecnológica, Formações Modulares e de Vida Activa, entre outro tipo de projectos, na InnovMark, colaborando em parceria com Instituições de Ensino Superior, Associações Empresariais e de Desenvolvimento Regional, Entidades de Consultoria e de Formação Profissional DGERT.

# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 90.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.

# Cronista desde 2006 no Portal Inovação & Marketing, Revista Inovar-te, Portal AEP, Revista Brasileira de Administração, Revista Farmácia Distribuição, E-Go-Marketing, Revista Portugal Inovador (Jornal Público), RTP2, Marketing Farmacêutico e Revista SPOT.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2013, do “Dish Mob Portugal“, movimento cívico que promove o espírito “Dish Mob”, sendo um movimento nacional importante na promoção do networking e de aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo de base local, com cerca de 40 eventos realizados a nível nacional.

Licenciado em Gestão (Pré-Bolonha) (Univ. Minho – 2004), Pós-Graduação em Marketing (IPAM – 2006), Mestrado (Parte Curricular) em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento (Univ. Aveiro – 2007) e Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica (Univ. Aveiro – 2007)

Experiência nas seguintes temáticas: Gestão de Empresas, Inovação, Empreendedorismo, Marketing, Vendas, Comunicação de Marketing, Marketing Digital, Marketing em Social Media, Marketing

Artigo de Opinião: “A Gestão de Inovação de uma PME” (Revista SPOT)

A Gestão de Inovação de uma PME

Por Bruno Silva

Com o ritmo de mudança cada vez mais acelerado é importante que uma PME – Pequena e Média Empresa faça uma correcta gestão da inovação de forma a monitorizar constantemente a evolução do mercado e da concorrência, e também as tendências de mercado de forma a conseguir desenvolver propostas únicas de valor, que acrescentem benefícios para os clientes e que apresentem vantagens face à concorrência. 

Para que uma PME também seja competitiva é importante que exista igualmente uma adequada Gestão da Marca, e ainda existem PME’s de relevo que são mais conhecidas pela firma e não por uma marca, que deve ser criada, desenvolvida e registada no INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, de forma a proteger a designação e o logótipo de utilizações indevidas por parte de outras entidades.

É importante que depois a comunicação e a colocação dos produtos ou serviços no mercado aconteçam e que os mesmos sejam adoptados, na medida em que se um produto ou serviço que um empresário ou empreendedor julgue ser inovador não for adoptado pelo mercado, então não estamos a falar de inovação, sendo importante para isso a Economia Digital, a Gestão Comercial e a Internacionalização.

Ao nível da abordagem ao mercado a Economia Digital ou o Marketing Digital são cada vez mais importantes, já que a internet é neste momento o canal principal de comunicação e de acesso à informação tendo superado os meios tradicionais, e ainda existem muitas empresas que nem sequer têm um site institucional adequado e moderno. 

A correcta Gestão Comercial, com uma boa gestão do Funil de Venda é essencial, de forma a gerir correctamente a fase de prospecção de Contactos ou de “leads”, bem como a fase de negociação de Propostas, e por fim o fecho das Vendas.

Nem todas as empresas vendem para o mercado externo, no entanto sem uma estratégia de exportação ou de internacionalização, além da gestão da inovação, é cada vez mais difícil a fase do financiamento e de acesso a fundos comunitários por parte das empresas, seja do Portugal 2020, do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência (“Bazuka”), ou do Portugal 2030.

Ao longo de mais de 100 intervenções em PME´s ao longo dos últimos 14 anos, foi possível constatar que estas 7 etapas (Estudo de mercado / Concorrência / Tendências, Proposta Única de Valor, Gestão da Marca, Economia Digital ou Marketing Digital, Gestão Comercial, Internacionalização, Financiamento), são fundamentais para a competitividade das empresas, e todos nós desejamos empresas com cada vez maior futuro.

Bruno Silva

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# Coach, Consultor, Formador e E-Formador, desde 2009, em projectos financiados e não financiados como é o caso de projectos conjuntos formação – acção (AEP, IAPMEI, CAP, AIP, CTP, CCP), projectos individuais SI Qualificação / Inovação / Internacionalização (QREN e P2020),  Empreendedorismo no Feminino (CIG), Cursos de Especialização Tecnológica, Formações Modulares e de Vida Activa, entre outro tipo de projectos, na InnovMark, colaborando em parceria com Instituições de Ensino Superior, Associações Empresariais e de Desenvolvimento Regional, Entidades de Consultoria e de Formação Profissional DGERT.

# Speaker / Orador, desde 2009, com mais de 100 presenças nos principais Congressos, Seminários, Workshops e Conferências nacionais e Feiras de Negócios nas áreas da Inovação, Marketing e Empreendedorismo.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2006, do Portal Inovação & Marketing, que conta actualmente com mais de 90.000 Subscritores, considerando todos os formatos de subscrição, sendo um dos maiores projectos deste género em Portugal.

# Cronista desde 2006 no Portal Inovação & Marketing, Revista Inovar-te, Portal AEP, Revista Brasileira de Administração, Revista Farmácia Distribuição, E-Go-Marketing, Revista Portugal Inovador (Jornal Público), RTP2, Marketing Farmacêutico e Revista SPOT.

# Fundador e Responsável de Marketing (Community Manager), desde 2013, do “Dish Mob Portugal“, movimento cívico que promove o espírito “Dish Mob”, sendo um movimento nacional importante na promoção do networking e de aceleração de ideias nas áreas da inovação e do empreendedorismo de base local, com cerca de 40 eventos realizados a nível nacional.

Licenciado em Gestão (Pré-Bolonha) (Univ. Minho – 2004), Pós-Graduação em Marketing (IPAM – 2006), Mestrado (Parte Curricular) em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento (Univ. Aveiro – 2007) e Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica (Univ. Aveiro – 2007)

Experiência nas seguintes temáticas: Gestão de Empresas, Inovação, Empreendedorismo, Marketing, Vendas, Comunicação de Marketing, Marketing Digital, Marketing em Social Media, Marketing Inovador, Internacionalização, Marketing Internacional, Negócios Internacionais, Recursos Humanos, Coaching Comercial, Coaching a Empreendedores e a Executivos.

Artigo de Opinião: “A Inovação e a Guerra” (Revista SPOT)

A Inovação e a Guerra

Por Bruno Silva

Infelizmente o mundo tem assistido nas últimas semanas a uma invasão na Ucrânia por parte da Rússia, alegadamente devido a questões relacionadas com os limites territoriais da NATO. Começamos este século da mesma forma que iniciou o século passado, com 3 fenómenos marcantes: crise financeira e bancária, pandemia e uma Guerra com forte impacto na europa, que esperemos que não se transforme numa Guerra Mundial envolvendo mais países do que os atuais países envolvidos.

Há 19 anos o mundo pode acompanhar em direto uma outra Guerra, a invasão do Iraque por parte dos Estados Unidos da América, e essa guerra tornou-se muito mediatizada devido à cobertura extensiva que a CNN e outros canais de Televisão fizeram desses acontecimentos.

No entanto esta Guerra provocada pela Rússia está a ter uma cobertura mundial muito devido à sociedade de informação em que vivemos, onde as redes sociais e os smartphones têm desemprenhado um papel importante.

Não é por acaso que o Governo da Rússia esteja a bloquear o acesso ao Facebook, Twitter e Youtube por parte dos cidadãos russos, de forma a que estes não possam visualizar milhares de fotos e vídeos que mostram atrocidades na Ucrânia contra civis, hospitais, escolas e várias outras situações que podem constituir crimes de guerra.

A própria Rússia tentou impedir o funcionamento da internet na Ucrânia, tendo destruído muitos equipamentos existentes no território ucraniano. No entanto, devido a apelos dos governantes ucranianos no Twitter Elon Musk deslocou em poucas horas vários satélites da Star Link para a Ucrânia, tendo fornecido também equipamento móvel para utilização terrestre, permitindo que em muitos locais da Ucrânia continue a existir internet.

A invasão da Ucrânia por parte da Rússia ganhou um enorme apoio internacional por parte dos cidadãos, dos governos e também das principais marcas mundiais, algo que aconteceu em poucos dias devido a este fenómeno de Web 3.0 onde qualquer pessoa através de um smartphone pode filmar, fotografar e permitir que esses conteúdos se tornem virais em poucas horas através das redes sociais e sejam visualizados em qualquer parte do mundo. Esse Apoio Global e repentino à Ucrânia terá apanhado os governantes russos algo desprevenidos já que não esperariam tais reações imediatas e consequentes sanções internacionais.

Se do lado do Governo Ucraniano existem apelos para que a internet continue a ser utilizada, e de livre acesso para os seus cidadãos, do lado do Governo Russo existem bloqueios às principais plataformas de redes sociais mundiais, e são aprovadas leis que punem os cidadãos russos caso critiquem a invasão Russa na Ucrânia.

Como conclusão, é fácil constatar que do lado da Ucrânia vive-se numa democracia que respeita a liberdade de expressão e permite o acesso à informação por parte dos seus cidadãos. Do lado da Rússia assistimos a uma postura que se assemelha mais a uma ditadura, onde por norma existe o condicionamento da liberdade de expressão e do acesso à informação.

Esperemos que a liberdade e a democracia sejam as vencedoras deste conflito militar.

Bruno Silva

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# Coach, Consultor, Formador e E-Formador, desde 2009, em projectos financiados e não financiados como é o caso de projectos conjuntos formação – acção (AEP, IAPMEI, CAP, AIP, CTP, CCP), projectos individuais SI Qualificação / Inovação / Internacionalização (QREN e P2020),  Empreendedorismo no Feminino (CIG), Cursos de Especialização Tecnológica, Formações Modulares e de Vida Activa, entre outro tipo de projectos, na InnovMark, colaborando em parceria com Instituições de Ensino Superior, Associações Empresariais e de Desenvolvimento Regional, Entidades de Consultoria e de Formação Profissional DGERT.

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Licenciado em Gestão (Pré-Bolonha) (Univ. Minho – 2004), Pós-Graduação em Marketing (IPAM – 2006), Mestrado (Parte Curricular) em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento (Univ. Aveiro – 2007) e Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica (Univ. Aveiro – 2007)

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Artigo de Opinião: “Governo de Inovação” (Revista SPOT)

Governo de Inovação

Por Bruno Silva

Finalizada a campanha eleitoral, e conhecidos os resultados eleitorais, já sabemos que Portugal terá condições para manter estabilidade governativa nos próximos 4 anos, tendo António Costa a possibilidade de executar 10 anos de Governação em Portugal, numa altura importante para o país onde é necessário finalizar o Portugal 2020, e arrancar em força com o PRR – Plano de Recuperação e Resiliência e o Portugal 2030.

Os Portugueses demonstraram que pretendem estabilidade governativa e também demonstraram que pretendem que o Governo não continue a depender de extremismos políticos que têm impedido o nosso país de aliviar alguma carga fiscal nas empresas e nas famílias, bem como também de lançar um programa ainda mais intenso de aposta nas qualificações dos portugueses e de investimento na inovação e na internacionalização da economia, continuando a manter ao mesmo tempo o devido equilíbrio ao nível do deficit do estado e da dívida pública.

Recursos financeiros para o investimento estatal e privado nas diferentes áreas apoiadas pelo PRR e pelo Portugal 2020, onde se destaca a transição energética e a transição digital, não vão faltar. Aliás, Portugal vai receber até final desta década a maior tranche de fundos comunitários alguma vez recebidos pelo nosso país. Nesse sentido, mais importante do que a quantidade de recursos disponíveis para investir será determinante a qualidade dos investimentos que o nosso país vai realizar.

Será nos critérios de meritocracia na atribuição dos fundos, na sua execução e na sua posterior fiscalização que vai estar o cerne da questão, seja qual for o governo. Esperemos que a história demonstre que esta não será uma década perdida, e que não seremos ultrapassados por mais países da UE nos próximos anos.

“A história explicará”. Esta foi uma das afirmações mais marcantes da campanha eleitoral. e esperemos que, para o nosso bem comum, a história faça um bom retrato dos próximos 4 anos de governação de António Costa, com maioria absoluta, algo que já tinha acontecido com a AD (PSD/CDS/PPM) de Francisco Sá Carneiro, em 1979 e 1980, com Cavaco Silva (PSD) em 1987 e 1991 e também com José Sócrates (PS) em 2005. Resta saber como os livros de história vão relatar esta 6ª maioria absoluta que irá vigorar de 2022 até 2026.

Bruno Silva

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Licenciado em Gestão (Pré-Bolonha) (Univ. Minho – 2004), Pós-Graduação em Marketing (IPAM – 2006), Mestrado (Parte Curricular) em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento (Univ. Aveiro – 2007) e Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica (Univ. Aveiro – 2007)

Experiência nas seguintes temáticas: Gestão de Empresas, Inovação, Empreendedorismo, Marketing, Vendas, Comunicação de Marketing, Marketing Digital, Marketing em Social Media, Marketing Inovador, Internacionalização, Marketing Internacional, Negócios Internacionais, Recursos Humanos, Coaching Comercial, Coaching a Empreendedores e a Executivos.

Artigo de Opinião “A Inovação nas Empresas” (Revista SPOT)

A Inovação nas Empresas

Por Bruno Silva

Durante o mês de outubro 2021 a cidade de Braga teve a oportunidade de acolher um evento sobre Fundos Comunitários europeus, nacionais e também fundos para a articulação entre as regiões da Galiza e do Minho. Nesse evento esteve presente o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, o Ministro do Planeamento Nelson Souza, o Ministro da Instraestruturas e Habitação Pedro Nuno Santos e também a Ministra da Coesão Territorial Ana Abrunhosa, além de outras personalidades de relevo.

Nesse evento foi possível perceber que Portugal vai ter a hipótese de obter um cheque nos próximos anos (PRR – Plano de Recuperação e Resiliência e Portugal 2030) que irá ser bastante superior ao que Portugal recebeu no último quadro financeiro europeu plurianual (Portugal 2020). Portugal vai subir a disponibilidade financeira de 25 mil milhões de euros para 40 mil milhões de euros (24 mil milhões de euros do Portugal 2030 e 16 mil milhões de euros do PRR) a executar num período de cerca de 7 anos.

No entanto, tal como Portugal vai ter um aumento de 60% na disponibilidade de fundos europeus para os próximos anos, a realidade é que também os outros países da UE também vão beneficiar de um aumento da disponibilidade de fundos europeus de investimento para o pós-pandemia COVID-19, e esta será uma década decisiva que Portugal vai ter para evitar ficar ainda mais na cauda do pelotão.

Considerando por exemplo o Ranking pela produtividade do trabalho por hora trabalhada (em euros) verifica-se que desde 2000 até 2020 a média da UE subiu de 19,5€ para 35,7€/hora, e o TOP 12 europeu continua com os mesmos países Irlanda, Luxemburgo, Dinamarca, Bélgica, França, Países Baixos, Alemanha, Áustria, Suécia, Finlândia, Itália e Espanha. Portugal estava na 17ª posição em 2000, situou-se na 19ª posição em 2010 e baixou para a 21ª posição em 2020, mesmo tendo subido o valor hora da produtividade do trabalho de 13,3€ para 23,8€/hora em 20 anos, tendo sido ultrapassado por países como a República Checa, Eslováquia, Estónia, Lituânia, Hungria, e só o afundamento da Grécia impediu que a queda não tivesse sido maior.

Portugal e as empresas Portuguesas só têm um caminho: Inovar e Internacionalizar a sua economia e o seu tecido empresarial, aumentando ao mesmo tempo a qualificação e habitações dos Portugueses! Sem essa estratégia iremos continuar neste ritmo de crescimento residual e a ser ultrapassado por outros países europeus de Leste como é o caso da Roménia, Polónia, Letónia, Croácia e Bulgária que têm vindo a crescer a ritmos médios superiores aos que se têm verificado em Portugal nos últimos anos. O desafio é claro e evidente e importa saber se os atores políticos e económicos vão saber aplicar a visão necessária para o país e se vão adotar a atitude adequada para melhorar a competitividade nacional através do incentivo da inovação, internacionalização e da qualificação da economia nacional.

Bruno Silva

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# Cronista desde 2006 no Portal Inovação & Marketing, Revista Inovar-te, Portal AEP, Revista Brasileira de Administração, Revista Farmácia Distribuição, E-Go-Marketing, Revista Portugal Inovador (Jornal Público), RTP2, Marketing Farmacêutico e Revista SPOT.

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Licenciado em Gestão (Pré-Bolonha) (Univ. Minho – 2004), Pós-Graduação em Marketing (IPAM – 2006), Mestrado (Parte Curricular) em Gestão da Inovação, Tecnologia e Conhecimento (Univ. Aveiro – 2007) e Especialização em Empreendedorismo de Base Tecnológica (Univ. Aveiro – 2007)

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