Marketing: Operações bancárias poderão ser feitas pela TV

Junho 18, 2011 by  
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Fazer operações bancárias usando o aparelho de televisão será possível em breve, graças ao aplicativo TV Banking MATERA, que estará em teste durante o Ciab FEBRABAN 2011, entre 15 e 17 de junho no Espaço Transamérica, em São Paulo. O app, desenvolvido em parceria com a FingerTips, empresa do Grupo MATERA e líder brasileira no segmento de “rich mobile solutions” (soluções para plataformas móveis), vai rodar numa Smart TV da LG capaz de executar aplicativos nativos para acesso à conta bancária.

Para Fabricio Di Mônaco, Diretor de Planejamento e Comunicação da FingerTips, o mercado vive um novo universo que são os smarts, um conceito inovador de acesso a várias mídias. “Já desenvolvemos aplicativos para rodar no iPad e no iPhone, e agora é a vez da Smart TV oferecer o acesso aos bancos para maior conforto do usuário”, analisa.

A solução vai permitir a avaliação da experiência do usuário ao operar o aplicativo. “A MATERA se antecipa ao movimento de mercado e leva ao Ciab uma prova de conceito para mostrar a tecnologia”, avisa Carlos Augusto Leite Netto, Presidente da MATERA Systems. Segundo ele, o app TV Banking MATERA confirma a tradição de inovação da empresa. “O aplicativo poderá ser utilizado até por bancos que possuem sistemas de Internet Banking já consagrados e querem apenas complementá-los com esta solução, sem a necessidade da troca do software”, orienta.

A plataforma em que o app vai rodar é uma inovação da LG. A Smart TV, que chegará ao mercado em julho, vai oferecer ao usuário uma nova forma de lidar com a tecnologia. “A Smart TV da LG irá facilitar o acesso aos serviços bancários pelos usuários, proporcionando comodidade por meio do controle remoto”, informa Milton Neto, Gerente Geral de Conteúdo da LG para as Américas do Sul e Central.

Fonte: Jornal O Serrano

Inovação: Inteligência artificial acelera crescimento do milho

Junho 18, 2011 by  
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Observando as folhas dos pés de milho, um agricultor experiente é capaz de identificar imediatamente a falta de determinados nutrientes. Mas isso só é possível quando a planta já está adulta e a safra foi comprometida. Uma nova tecnologia, desenvolvida por um grupo interdisciplinar de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), é capaz de antecipar esse diagnóstico, permitindo que o agricultor faça a intervenção necessária a tempo de salvar a safra e evitar prejuízos.

A tecnologia utiliza imagens digitais das folhas e métodos de visão computacional. É capaz de detectar, em poucos minutos, a carência de diversos nutrientes em plântulas em estágio inicial de desenvolvimento. O projeto Visão computacional aplicada à nutrição vegetal, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) e da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga, já tem patente depositada e está em fase de transferência de tecnologia. Os testes laboratoriais foram concluídos com sucesso e a equipe está realizando testes em campo.

Reconhecimento de imagens

Além dos professores Odemir Martinez Bruno, do IFSC, Pedro Henrique de Cerqueira Luz e Valdo Rodrigues Herling, da FZEA, também trabalharam no projeto os pós-graduandos Liliane Maria Romualdo, Fernanda de Fátima da Silva, Mario Antonio Marin – todos da FZEA – e Alvaro Gómez Zúñiga, do Instituto de Ciências Matemáticas e Computação (ICMC), da USP de São Carlos.

Bruno e Luz tiveram apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa Regular, respectivamente com os projetos “Métodos de visão computacional aplicados à identificação e análise de plantas” e “Avaliação do estado nutricional de plantas de milho utilizando o sistema de visão artificial”. Romualdo, Silva e Zúñiga têm bolsas de doutorado da FAPESP.

De acordo com Bruno, foram utilizadas técnicas de inteligência artificial voltadas para o reconhecimento de padrões visuais das folhas das plântulas. Esses padrões correspondem à falta de macronutrientes como nitrogênio, fósforo, magnésio, enxofre e potássio e micronutrientes como cobre, ferro, zinco e manganês.

“As folhas das plantas adultas registram, de forma visível, padrões correspondentes à falta de cada nutriente. Nas plantas em estágios iniciais da fase vegetativa, com uma ou duas semanas, esses padrões já estão lá, mas não são visíveis. Nosso desafio era identificá-los por meio de um olhar matemático”, diz Bruno.

Scanner para plantas

Segundo Bruno, o método se baseia na leitura, por meio de um scanner, das imagens digitalizadas das folhas. Uma vez feita a leitura, a imagem é transformada em um modelo matemático, que é comparado, por um software, a modelos estabelecidos previamente. “Construímos um modelo matemático das folhas das plântulas com as quantidades ideais de todos os nutrientes. A partir dessas informações, um software produz um novo modelo matemático que pode ser comparado ao ideal, identificando as deficiências”, explicou.

A maior parte dos agricultores faz um levantamento nutricional do solo antes de realizar a preparação para a plantação. Mas essa preparação, segundo Bruno, não garante necessariamente que a planta irá absorver os nutrientes. “Muitas vezes, mesmo que o solo tenha sido preparado de forma adequada, o próprio fenótipo da planta não permite que ela absorva o nutriente. Quando a planta está adulta, um engenheiro agrônomo pode detectar a deficiência. Mas, a essa altura, a correção será feita penas na safra seguinte”, explicou.

Uma carência severa de nutrientes pode comprometer até 50% da safra de milho. “A tecnologia permite avaliar a planta com uma ou duas semanas e, assim, o produtor tem vários meses para recuperá-la antes da produção. Com a detecção precoce do problema é possível aplicar à planta as substâncias adequadas para que ela absorva determinados nutrientes”, afirmou o pesquisador.

Pronta para usar

Os testes feitos em laboratório, em Pirassununga, mostraram que o sistema funciona com 87% de acerto, segundo Bruno. O grupo, agora, está repetindo os experimentos no campo, na mesma cidade no interior paulista, em situações nas quais o solo apresenta problemas. “Da perspectiva acadêmica, ainda temos um grande número de testes pela frente. O projeto tem o objetivo de fazer avançar a ciência nessa área e precisamos estudar vários outros aspectos relacionados ao milho, aos diversos nutrientes e à aplicação em outras culturas”, disse.

No entanto, do ponto de vista da pesquisa tecnológica, mais dinâmica, o método já está em estágio avançado, segundo o professor do IFSC-USP. “A tecnologia está muito próxima de ser utilizada. Em termos práticos, hoje ainda não há ferramenta capaz de medir os nutrientes de plantas dessa maneira. Mesmo que ainda tenhamos de avançar na parte científica, para vários nutrientes a ferramenta já está pronta”, afirmou.

Fonte: Exame

Inovação: Inovações da tecnologia 3D criam novas vagas de emprego no mercado

Junho 18, 2011 by  
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A imagem é virtual, mas a oportunidade de emprego é bem real. Quem trabalha com a tecnologia tridimensional, ou 3D, está bem cotado no mercado. É o futuro que chegou. E essa técnica de 3D, ou três dimensões, não é usada só no cinema. Arquitetura, engenharia, design até a indústria de cosméticos descobriram a terceira dimensão. A reportagem de Michelle Barros mostra como entrar para esse mundo virtual que paga salários reais e bem impressionantes.

Das telas do cinema para o mundo dos negócios. A tecnologia 3D é a arma de uma imobiliária para fazer o apartamento saltar aos olhos dos possíveis compradores. “A gente não precisa falar muito. Mostrando o 3D, eles já se imaginam dentro e já começam a imaginar onde querem o quê. Eles ficam encantados mesmo”, lembra a corretora de imóveis Kauanna Dias.

Várias empresas começam a surfar na onda tridimensional para conquistar clientes. A busca por profissionais que dominem essa técnica está aumentando. Em uma sala de aula, 20 pessoas aprendem a usar a tecnologia 3D. Ainda são estudantes, mas muitos já têm emprego. “Ainda não terminei a faculdade, estou no ultimo ano, mas já estou contratado”, contou um estudante.

“Vi que o 3D era muito utilizado, fui atrás e agora trabalho com 3D também”, afirmou o estudante Thomer Elkrief, de design de produto. “Aqueles que têm essa noção de 3D, possuem essa nova ferramenta de trabalho, com certeza, têm uma nova visibilidade no mercado”, disse o estudante Murilo Couto, de design de produto.

Cursos superiores já ensinam a usar a tecnologia 3D. Entre eles, design gráfico, de interiores, de produto, animação e ilustração digital e arquitetura. Em uma faculdade, o professor Jorge Avelar, de modelagem e animação 3D, diz que a procura por essas aulas aumentou: “A gente tem reparado que alguns profissionais de algumas áreas, que anteriormente não trabalhavam com essa ferramenta, já começam a se interessar, até mesmo pessoas totalmente fora da área”.

O salário para quem começa a trabalhar na área, mesmo sem um diploma de nível superior, gira em torno de R$ 3 mil.

“As empresas do segmento automotivo vão explorar bastante esse conceito. O segmento de cosméticos e de eletroeletrônicos. São vários caminhos que essa ferramenta pode atender”, afirmou o professor do Centro Universitário Belas Artes, Sidney Rufca.

Agora, as empresas de publicidade estão se atualizando para criar propagandas, para os televisores em 3D.

Fonte: Bom Dia Brasil

Marketing: Solteiros brasileiros movimentam R$ 418 bi por ano

Junho 18, 2011 by  
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Os solteiros brasileiros movimentam R$ 418,7 bilhões por ano, segundo pesquisa do Data Popular. Deste total, os jovens emergentes possuem quase metade de participação (46%). No Brasil, o número de pessoas maiores de 18 anos que mantêm este estado civil é de 47,1 milhões e a faixa etária é de, em média, 32 anos. Cerca de 3,7 milhões vivem sozinhos, o que corresponde a 8% do total. Nas classes D e E, a maior parte dos solteiros são mulheres, que totalizam 52% dos 15,4 milhões de brasileiros deste grupo.

Já nas classes AB e C, a maioria dos solteiros são homens, com percentuais de 49% e 47%, respectivamente. A região Norte do país possui a maior concentração de pessoas desse grupo (50,4%) e o Sul brasileiro tem menor distribuição, com 31,9% dos solteiros. As pessoas emergentes que não são casadas detêm 46,3% da massa de renda do grupo, movimentando R$ 193,9 bilhões. A participação das classes A e B nesse montante equivale a 18,1% (R$ 75,6 bi) e 21,6% (R$ 90,5 bi), respectivamente. Os solteiros da base da pirâmide contribuem com apenas 0,8% do total, movimentando R$ 3,3 bilhões.

Fonte: Mundo do Marketing

Marketing: Maradona processa empresas chinesas por uso de imagem

Junho 18, 2011 by  
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O argentino Diego Maradona processou o portal eletrónico Sina e a empresa de jogos online The9Limited, sedeadas na China, por alegadamente terem usado a sua imagem sem a sua autorização.

Segundo a imprensa chinesa, Maradona interpôs ações contra aquelas empresas listadas no índice Nasdaq junto do Tribunal Popular Intermédio de Pequim.

Segundo o ex-jogador de futebol e ex-selecionador da Argentina, a empresa The9 Limited anunciou em 2010 que ele seria a imagem do seu jogo desportivo “The Winning Goal” e para tal usou o seu nome e imagens suas sem permissão expressa.

Maradona considera que a empresa de jogos e o portal Sina, um dos mais populares da China, violaram os seus interesses legais pelo que apela à justiça chinesa para que ambas apresentem um pedido de desculpas e paguem uma indemnização de 20 milhões de yuan (2,1 milhões de euros).

Representantes da The9 Limited citados pela imprensa chinesa revelaram-se surpreendidos com a denúncia de Maradona e asseguraram terem estabelecido um acordo com o argentino, segundo o qual lhe pagaram 250 mil dólares (173 mil euros).

As mesmas fontes salientaram já terem contactado os agentes de Maradona e iniciado uma investigação ao caso, considerando a possibilidade de pessoas alegadamente próximas do futebolista terem cometido fraude contra eles.

Informações anteriores salientam que um alegado agente chinês de Maradona chamado Lu Weiping terá enganado a empresa de jogos chinesa levando esta a acreditar que o futebolista teria acordado participar no seu projeto.

Maradona visitou a China em novembro de 2010, tendo participado em vários atos publicitários e de beneficência.

Fonte: Diário Digital

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