Marketing: Facebook deve assumir liderança no mercado de anúncios online nos EUA

Junho 21, 2011 by  
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A receita de publicidade do Facebook nos Estados Unidos chegará a 2,2 bilhões de dólares em 2011, tomando o lugar do Yahoo e abocanhando a maior fatia do mercado online de anúncios visuais.

Essa receita dará ao Facebook uma participação de mercado de 17,7 por cento em publicidade visual na Internet nos EUA, de acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira pela empresa de pesquisa eMarketer. No ano passado, esse dado era de 12,2 por cento.

Os números mostram a trajetória crescente do Facebook, a maior rede social do mundo. A companhia viu seu valor de mercado subir para cerca de 80 bilhões de dólares em recentes transações de suas ações no mercado privado e alguns investidores antecipam que o Facebook pode fazer uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) já no próximo ano.

Embora o Facebook tenha agarrado a liderança, o analista do eMarketer, David Hallerman, disse que o mercado geral para anúncios online, que incluem os chamados banners, os vídeos promocionais e patrocínios de websites, está crescendo robustamente, a ponto de beneficiar diversas companhias.

“Este não é um jogo com resultado igual a zero”, disse Hallerman, afirmando que o mercado de anúncios visuais na Internet está registrando um rápido crescimento à medida que tanto grandes marcas internacionais quanto pequenos negócios locais estão utilizando a Web para chegar aos consumidores.

Companhias da Internet como Yahoo, Google e Microsoft estão competindo por estes anunciantes, à medida que novos concorrentes, como a empresa de compras coletivas Groupon, oferecem alternativas de divulgação online.

Fonte: Terra

Marketing: 91% dos jovens portugueses formam opinião de compra na Internet

Junho 20, 2011 by  
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Ainda que Portugal seja um dos países da Europa com menor taxa de penetração da Internet (48% contra uma média de 68%), são os consumidores portugueses com menos de 30 anos os que utilizam com maior frequência os sites de comparação de preços, respondendo por uma percentagem de 67% contra a média europeia de 55%. A conclusão é do Observador Cetelem 2011, que realça ainda que a utilização de fóruns, blogues e redes sociais em Portugal é uma das fontes menos influentes no processo de decisão de compra, sendo utilizada por 12,1% dos jovens face a 17,9% na Europa.

O Observador destaca que é o target jovem aquele que vê a internet como meio de acesso a uma informação mais neutra e de automatização da escolha dos produtos antes da aquisição, assumindo-se a web como uma ferramenta com o poder de formar opinião ao longo do processo de compra. De facto, é de apenas 9% a percentagem de jovens no País que não recorre à Web para efectuar pesquisas aquando de uma compra importante. No caso dos indivíduos com mais de 50 anos, é de 14% a percentagem dos que também não têm este hábito.

As análises e previsões do Observador Cetelem foram efectuadas em Dezembro de 2010, em colaboração com o gabinete de estudos e de consultadoria BIPE. Envolvidos na investigação estiveram 13 países, tendo sido no total inquiridos mais de 8.700 europeus, com amostras de pelo menos 500 indivíduos por país.

Fonte: Marketeer

Marketing: ICANN aprova novos domínios na internet

Junho 20, 2011 by  
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As companhias, cidades e organizações poderão registrar seus próprios domínios genéricos, após a decisão adotada nesta segunda-feira (20/06) pela Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (ICANN, da sigla em inglês).

A iniciativa, considerada o maior marco nos 40 anos da história da internet, foi anunciada pela ICANN mediante um comunicado emitido ao fim da reunião que seu conselho de administração manteve em Cingapura.

Durante a reunião, 13 membros votaram a favor da medida, um contra e dois se abstiveram.

Tal iniciativa permitirá que os domínios possam terminar com o nome da companhia, cidade, etc, em vez de .com, net ou org.

“ICANN abriu o sistema de endereços da internet às ilimitadas possibilidades da imaginação humana. Ninguém pode prever aonde esta histórica decisão nos levará”, disse o presidente e chefe-executivo da organização, Rod Beckstrom.

A ICANN é a organização responsável internacionalmente de atribuir espaço de direções numéricas de protocolo de internet (IP), identificadores de protocolo e das funções de gestão do sistema de nomes de domínio de primeiro nível genéricos (gTLD) e de códigos de países (ccTLD), assim como da administração do sistema de servidores raiz.

A organização começará a aceitar aplicações de solicitação para os novos domínios gTLD a partir de janeiro de 2012.

Até o momento se empregam 22 domínios gTLD e cerca de outros 250 nacionais, como é o caso do ‘.br’ para o Brasil e ‘.uk’ para o Reino Unido.

Fonte: Época Negócios

Inovação: Provador virtual inteligente da Intel para mudar o mundo da moda

Junho 18, 2011 by  
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A Intel demonstrou durante o  Research@Intel Day 2011, que acontece esta semana em Mountain View, California, uma tecnologia que vai mudar a maneira como as pessoas compram roupas e se relacionam com a moda. Denominada “Magic Mirror” (Espelho Mágico), uma nova solução de “provador virtual” permite que os usuários experimentem versões virtuais de roupas em um avatar que simula as formas e os parâmetros exatos da pessoa que está a frente. Com o “Espelho Mágico”, é possível experimentar diferentes roupas em um avatar 3D antes de se encaminhar para um provador real.

O protótipo do “Espelho Mágico” apresentado é uma tela que funciona exatamente como um espelho de loja – exceto que, ao invés de uma superfície reflexiva, existe uma tela de alta resolução capaz de identificar tamanho e medidas de quem está na frente e criar um avatar 3D que responde em tempo real aos movimentos da pessoa.

 

”Espelho Mágico”: Experimente roupas em um avatar virtual 3D que reproduz suas formas e seus movimentos em tempo real

Utilizando apenas gestos, o usuário será capaz de selecionar roupas e prová-las em seu avatar 3D, montando visuais e escolhendo peças antes de se encaminhar para um provador físico. A novidade busca criar uma nova experiência de compras no varejo, e permite que as pessoas experimentem um grande catálogo de roupas com mais velocidade e comodidade.

O Reaseach@Intel Day é o evento anual do Intel Labs que reúne as principais inovações que a Intel e seus parceiros acadêmicos e de negócios estão criando hoje para resolver os problemas de amanhã. Em 2011, mais de 35 projetos transformadores estão sendo demonstrados, em áreas que vão de computação visual e segurança na Internet até experiências interativas alimentadas por alta tecnologia.

Fonte: Valor Luxury Lab

Marketing: Empresas de TV a cabo dos EUA temem avanço da Netflix

Junho 18, 2011 by  
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A indústria de TV por assinatura nos EUA volta a viver um momento de crise existencial. Depois de ter passado os últimos anos comemorando, de certa forma, o fato de ter passado sem grandes arranhões pela crise econômica que se abateu sobre o mercado norte-americano desde 2008, o que mostram os operadores e programadores reunidos na edição deste ano do evento NCTA Cable 2011, em Chicago, é uma incerteza latente sobre o futuro.

No debate inaugural do evento, que é o maior congresso de TV paga dos EUA, os principais executivos da indústria procuraram passar uma mensagem de otimismo, mas não esconderam o desconforto ao serem confrontados com desafios como o crescimento de plataformas de distribuição online como o da locadora virtual Netflix, ou o fenômeno dos cable cutters, que são aqueles consumidores que estão simplesmente optando por cancelar a assinatura de TV paga por conseguirem o conteúdo de interesse na web.

O modelo da NetFlix, que está preparando sua chegada ao mercado brasileiro, é especialmente assustador para os operadores de TV paga porque se trata de uma plataforma de distribuição de conteúdo sob demanda, mediante pagamento, mas que está acontecendo sem a participação direta dos operadores de cabo, a não ser quando eles são os provedores da banda larga utilizada para levar os conteúdos.

A NetFlix tem sido especialmente bem sucedida em instalar o seu aplicativo de reprodução dos conteúdos em TVs conectadas e em plataformas como tablets e smartphones, sem que os operadores de cabo consigam ter nenhum controle do que está acontecendo. E o pior, mais da metade do tráfego de dados das redes de banda larga é hoje gerado pela NetFlix.

Nós criamos esse caos

Quem melhor sintetizou a situação foi o CEO da Cox, Patrick Esser. “Nós criamos esse caos ao oferecer serviços de acesso à internet em banda larga aos nossos clientes. Esse caos cria oportunidades. Temos de buscar novos modelos de negócio — os que já existem e que os que não existem. Mas, infelizmente, não controlamos tudo. Só controlamos uns 60% do que acontece nesse ambiente. O resto não está conosco”, disse, ao comentar o fato de que a própria banda larga trazida pelos operadores de TV a cabo é quem mais está abrindo a oportunidade para empresas como Google, Amazon, Apple, NetFlix, Facebook se tornarem as principais provedoras de conteúdos relevantes para o consumidor final.

Do ponto de vista dos fornecedores de conteúdo, a pressão parece ser menor do que em outros anos. Questões como conteúdos gerados pelo usuário e fragmentação da audiência parecem não ser mais as maiores fontes de procupação. Para Philippe Dauman, CEO da Viacom, o quadro é positivo: “A televisão é a fundação dos modelos que temos hoje. Os programadorees continuam com um papel fundamental em engajar e envolver os consumidores”, disse, referindo-se à demanda ainda crescente por conteúdos originais e de qualidade. Sobre a relação com os operadores, Dauman disse: “as duas partes da nossa indústria, programadores e operadores, fizeram a torta crescer, e estaremos juntos daqui para frente”.

Sem conteúdo original

Para a Viacom, a sinalização do NetFlix de que pode passar a oferecer conteúdo original não é uma ameaça. “Netflix é um serviço de acervo com quem temos uma relação de distribuição. A programação original não é o negócio principal deles e não é algo simples de eles fazerem. Da nossa parte, estamos 100% focados em programação pensando no consumidor”. Não foi o que fez a programadora Showtime, que retirou os conteúdos da NetFlix quando se viu ameaçada por uma atuação concorrente, e não apenas de distribuição.

Para Jeffrey Bewkes, CEO da Time Warner Inc. (programadora), o NetFlix está claramente inserido no contexto do modelo já conhecido de vídeo sob demanda por assinatura. “Isso existe em muitas plataformas de TV por assinatura, mas é fato que eles oferecem algo que o consumidor quer, o que é adequado para quem não consegue pagar uma taxa de programação constante. Mas não oferecem conteúdos locais, o que o cabo oferece”, argumentou.

Para a indústria de TV a cabo dos EUA, contudo, a mensagem dos usuários está clara: é preciso buscar novos modelos de distribuição e novos modelos de negócio que sejam mais adequados ao que o consumidor está buscando nessas novas plataformas online. “O que as empresas de software como Apple e Amazon estão fazendo é buscando uma distribuição de conteúdos multiplataformas. É isso que precisamos fazer também”, disse Neil Smit, CEO da Comcast.

Otimismo

Para Jeff Bewkes, da Time Warner, apesar dessas ameaças que surgem no horizonte, a indústria de TV a cabo tem muito futuro pela frente. “Ainda estamos vivendo a manhã desta indústria. Estamos inventando as melhores coisas. Pense no que fizemos em termos de infraestrutura. A razão de as pessoas terem conteúdos nos tablets e smartphones é justamente essa infraestrutura. Nós fizemos essas estradas, e isso nos faz uma indústria vibrante e relevante”, disse Bewkes.

Fonte: Exame

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