Marketing: Twitter estreia botão Follow

Junho 3, 2011 by  
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O Twitter anunciou em seu blog oficial o novo botão Follow, que pode ser inserido em um site ou blog para ajudar a espalhar seu perfil e angariar mais seguidores.

O botão é um script gerado automaticamente pelo Twitter, com a mesma lógica do botão Tweet, que publica um tuite com um link para a página. Qualquer usuário pode gerar rapidamente um botão Follow para seu perfil, basta estar conectado à rede e acessar o endereço dedicado à nova função.

Entre os 50 sites que já estão usando o recurso, o Twitter selecionou algumas celebridades como Justin Bieber, Britney Spears e perfis do IMDB, como o da atriz Jennifer Lopez (foto acima). As opções de configuração do botão incluem um layout “claro” (com o tradicional azul) e outro preto. O usuário também pode escolher se o widget vai exibir o número de seguidores da conta.

Fonte: Exame

Marketing: Google estende botão “+1” para sites de terceiros

Junho 3, 2011 by  
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Versão do botão “curtir”, do Facebook, visa criar uma experiência mais sedutora para usuários e mais lucrativa para anunciantes

O Google disponibilizou seu botão “+1”, que é uma versão do botão “curtir”, para sites terceiros. Ele terá a mesma funcionalidade que a ferramenta do Facebook e também será incorporado em páginas da rede para encorajar a interação social do usuário.

Além de disponibilizar o botão “+1” para as suas páginas, a companhia fez parcerias com uma variedade de mídias e sites de varejo, entre eles o AddThis, o Mashable, o The Huffington Post, o Nosrstrom, o Rotten Tomatoes, o O’Reilly, o The Washington Post, o TechCrunch, o BestBuy e a Bloomberg.

Colocar o botão “+1” em suas páginas oferece às empresas um meio de se destacar nos resultados de pesquisa. O Google afirma que isso ajuda a aumentar a taxa de cliques tanto em conteúdos como em publicidade – ele também pode aparecer ao lado de manchetes dos anúncios de busca.

A ferramenta confirma o esforço da empresa em tornar a pesquisa mais social e mais personalizada.

Fonte: IT Web

Inovação: Minority Report de verdade, equipamento tenta prever ações terroristas

Junho 3, 2011 by  
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Como descrito pelo escritor Philip K. Dick em seu conto de ficção científica Minority Report, transformado em filme por Steven Spielberg, o governo americano quer descobrir os crimes antes deles serem cometidos. A Future Attribute Screening Technology (Fast), programa do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS), completou a primeira rodada de testes de um novo equipamento: uma espécie de “detector de terroristas”.

Semelhante a um detector de mentiras, o mecanismo indica variações da frequência cardíaca e a estabilidade emocional de um possível criminoso. Mas, diferentemente do polígrafo, o equipamento possui sensores que não necessitam de contato – o que possibilita, inclusive, monitorar as pessoas que passam pelos corredores dos aeroportos.

O DHS diz que a primeira série da pesquisas foi concluída em março, informou a Nature. Até agora, as análises, feitas sempre em laboratório, tiveram bons resultados. Contudo, mais testes estão em andamento. O local dos experimentos é secreto.

Críticas – O programa, porém, não é unanimidade. Alguns cientistas questionam se realmente existem características únicas para a “malintent” – termo da agência para a intenção de causar dano.

Para Steven Aftergood, analista de pesquisa da Federação de Cientistas Americanos, será produzido um grande número de falsos positivos, acusando pessoas inocentes – o que tornaria o sistema inviável em um aeroporto movimentado.

Fonte: Exame

Inovação: Primeira enciclopédia científica online de lingua portuguesa já pode ser consultada

Junho 3, 2011 by  
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A primeira enciclopédia científica online em língua portuguesa dirigida a professores e alunos dos ensinos básico e secundário já pode ser consultada e até ao final do ano reunirá já um milhar de entradas.

A WikiCiências foi apresentada hoje em Lisboa, numa cerimónia em que serão entregues também os prémios Casa das Ciências 2011.

Segundo explicou o editor-chefe da publicação e professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, José Ferreira Gomes, esta página contém o “léxico básico das disciplinas científicas do ensino básico e secundário, como a Matemática, a Biologia ou a Física”.

 

Depois de identificado o número de termos a recolher, entre 200 e 600 por cada disciplina, começaram a ser preparados textos com a colaboração de professores e investigadores do Ensino Superior. “O modelo da WikiCiências é colaborativo e os artigos ficam com indicação do autor e do editor, quem aprovou, o que funciona como certificação do texto que é apresentado”, disse José Ferreira Gomes.

Neste momento, há 400 termos já publicados e 500 em processo de avaliação e melhoria. “Lentamente iremos caminhar para alguns milhares de termos”, afirmou, acrescentando que até ao final do ano deverão estar disponíveis mil entradas na enciclopédia.

A Casa das Ciências é um projecto da Fundação Calouste Gulbenkian para promoção da aprendizagem das ciências nos ensinos básico e secundário. O prémio visa distinguir os materiais “cientificamente correctos e didaticamente mais relevantes” utilizados pelos professores nas aulas.

“Desafiámos os professores a partilharem os materiais que usam nas aulas. Fizemos a recolha ao longo de um ano e, de entre todos, cerca de cem, seleccionámos os melhores”, explicou José Ferreira Gomes.

Fonte: Ciência Hoje

Marketing: Empresas devem rever a postura com redes sociais

Junho 2, 2011 by  
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Mais do que entreter, reunir amigos e estimular o relacionamento profissional online, as redes sociais viraram uma arma engatilhada nas mãos de consumidores e profissionais insatisfeitos. Ainda navegando meio sem rumo em meio a sites como Facebook, Twitter e Orkut, as empresas podem estar tentando conter o ímpeto dos usuários de forma equivocada.

O alerta é do psicólogo e coordenador do programa de dependência virtual do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), Cristiano Nabuco de Abreu. “As redes sociais apenas ajudam a propagar o que já acontece nas companhias. Se uma corporação tem uma perspectiva negativa dos funcionários ou dos seus clientes, esses sites são usados para divulgar isso”, observa. Dessa forma, é preciso parar de culpar a tecnologia e começar a olhar mais atentamente para as suas posturas corporativas. O especialista participou na semana passada de um evento promovido pela Totvs, transmitido e debatido simultaneamente através de videoconferência em 26 cidades brasileiras, entre elas Porto Alegre, Brasília, São Paulo, Cuiabá, Goiânia, Salvador, Belém, Fortaleza e João Pessoa.

Abreu observa que o mercado corporativo ainda não acordou para esse momento digital que os usuários, por sua vez, já utilizam plenamente. “Cruzar os braços e atribuir o sucesso desses sites a algo momentâneo é um erro. Se continuarem assim, as empresas poderão sofrer um revés devastador”, alerta.

Na relação das marcas com os consumidores, o que mais acontece são situações nas quais as pessoas usam esses sites para reclamar de mau atendimento e mercadorias não entregues. Geralmente, partem para essa alternativa depois de não conseguirem resolver seus problemas através das formas tradicionais. E acabam angariando, entre seus amigos e seguidores, mais e mais críticos.

O mesmo tem se verificado na relação funcionário e empregador. Se as empresas não estão atentas para os colaboradores, as pessoas acabam externalizando esse mal-estar na internet. “Funcionários encantados não falam mal das empresas onde trabalham e, até mesmo, são capazes de propagar boas ideias”, comenta Abreu.

Fonte: Jornal do Comércio

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