Inovação: 5 vantagens de ser pequeno

Maio 20, 2011 by  
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Escala, poder de barganha, capacidade de investimento, projeção da marca. Essas são características que muitas vezes colocam as grandes empresas em situação de vantagem sobre as menores na hora de competir pelo mercado. Mas ser pequeno também tem seus benefícios. Saiba quais são eles e confira as dicas de especialistas para aproveitá-los melhor.

1. Atendimento personalizado

Uma das vantagens de ter uma estrutura enxuta é a proximidade que o alto comando da empresa tem dos clientes. Usando isso a seu favor, o empreendedor pode oferecer produtos muito mais customizados às necessidades dos consumidores e se diferenciar no atendimento. “O pequeno gasta muito menos para dar um suporte mais personalizado para o cliente e ele valoriza isso”, destaca a professora Dariane Castanheira, do Proced/FIA.

2. Agilidade para mudar

Ser pequeno permite que um negócio se movimente com maior agilidade para reagir a mudanças no mercado e atender a novas demandas do cliente. “A facilidade de adaptação é muito maior. Se você muda um produto ou reformula a estratégia da empresa, é muito mais fácil organizar a força de vendas para responder a essa alteração. Nas grandes, há um cuidado enorme com a comunicação”, aponta Dalton Viesti, coordenador de graduação da Trevisan Escola de Negócios.

3. Ambiente propício à inovação

Grandes empresas como Google e Microsoft frequentemente compram jovens negócios para trazer inovações para dentro de casa. O motivo por trás desta estratégia é que, apesar dos recursos mais abundantes, os processos nas grandes corporações tendem a ser mais lentos e burocráticos do que nos pequenos.

“O ambiente mais compacto favorece a troca de ideas. O funcionário nem precisa bater na porta do presidente da empresa – em geral eles trabalham juntos, almoçam juntos. A informalidade facilita o processo”, aponta Viesti.

Outro fator que torna os menores mais propensos a apostar em novas ideias é que o impacto do fracasso tende a ser menor. Sem acionistas cobrando resultados ou analistas acompanhando de perto os números da empresa, ela fica mais livre para fazer movimentos ousados. “Em geral, tem menos coisas em jogo, portanto é mais fácil arriscar”, resume Evandro Paes dos Reis, professor de empreendedorismo e inovação da BSP.

4. Diversidade de recursos

O pequeno empreendedor tem acesso a uma série de linhas de crédito específicas. Programas de subvenção econômica do governo, como o PRIME, da Finep, por exemplo, oferecem inclusive recursos não-reembolsáveis (ou seja, que não precisam ser devolvidos) para jovens negócios inovadores. “Se souber vender bem a sua ideia, o empreendedor pode conseguir acesso a crédito mais barato”, destaca Dariane.

Os investidores anjo e fundos de capital semente e venture capital, que crescem cada vez mais no Brasil, também são uma opção para captação de recursos à disposição dos pequenos. Em troca de uma participação no negócio, eles injetam capital para fazê-lo crescer mais rápido.

5. Atração de talentos

Embora nem sempre possa oferecer os mesmos salários e benefícios que as grandes corporações, as pequenas empresas inovadoras tendem a atrair profissionais jovens, que buscam flexibilidade e autonomia, além de oportunidade para crescer rápido.

“Cada vez mais as pessoas procuram a liberdade para fazer o que gostam, mesmo que isso signifique ganhar menos”, destaca Reis. “As grandes empresas às vezes frustram os talentos, porque é tudo muito amarrado, muito padronizado”, explica o professor.

Outra vantagem é que, mesmo com políticas de benefícios menos abrangentes, as pequenas muitas vezes conseguem distribuir lucros de maneira menos burocrática, podendo remunerar e incentivar os profissionais de acordo com o desempenho de cada um, aponta o professor.

Fonte: Exame

Marketing: Consumo electrónico, aqui ajudam a resolver conflitos

Maio 19, 2011 by  
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Os conflitos que oponham consumidores e empresas de comércio electrónico podem, a partir de agora, ser resolvidos através do CIMACE – Centro de Informação, Mediação e Arbitragem do Comércio Electrónico, que foi apresentado esta terça-feira.

O CIMACE é um centro de arbitragem para resolver litígios emergentes das relações de comércio que ocorram entre fornecedores e consumidores, de forma integralmente electrónica, evitando que cheguem mais acções aos tribunais jurisdicionais.

O ministro da Justiça, Alberto Martins, esteve na apresentação do CIMACE e destacou o facto de o centro ser «um salto muito grande na resolução harmoniosa, rápida, eficaz e económica dos conflitos pela via da arbitragem».

O que esperar desde centro de arbitragem?

Esta nova plataforma vai permitir tratar de litígios relacionados com a interpretação, validade e execução de contratos electrónicos e conflitos emergentes da protecção dos direitos dos consumidores, sendo o primeiro centro de arbitragem completamente virtual e o único preparado para ser utilizado por pessoas com incapacidade visual.

Faz compras online? Este centro pode ajudar

Para Filipe Fontoura, da DECO, este centro vai ajudar a que os consumidores se sintam mais seguros quando fazem transacções online.

«Para os consumidores é importante que exista este mecanismo de acesso à justiça. Sempre que houver desencontro de vontades entre o consumidor e o fornecedor é importante que se garanta o acesso à justiça», disse Filipe Fontoura à agência Lusa.

Para este especialista da área do consumo, nas transacções online as questões mais críticas estão relacionadas com aspectos de insegurança, falta de transparência e falta de informação do próprio acto de pagamento do que é comercializado.

O comércio por via electrónica tem aumentado nos últimos tempos e, consequentemente, os conflitos.

«É sabido que, mesmo em períodos de recessão, o comércio electrónico continua a aumentar e é necessário que o Estado, juntamente com os agentes que representam os consumidores e as empresas, criem mecanismos que permitam às pessoas de resolver os seus conflitos».

O CIMACE resulta de um protocolo entre o Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios, a Associação Portuguesa Para a Defesa do Consumidor – DECO, a ACEPI – Associação de Comércio Electrónico e Publicidade Interactiva, que tem cerca de 200 associados e representa perto de 90% do volume de negócios transacionado online, e a APED – Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição.

Os segmentos de produtos mais vendidos por via da internet são os componentes electrónicos, telemóveis, material informático e livros/revistas, segundo um estudo da ACEPI.

Fonte: Agência Financeira

Marketing: Microsoft usa recurso de ‘curtir’ do Facebook para derrotar o Google

Maio 19, 2011 by  
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Para tornar os resultados de uma busca mais relevantes, a Microsoft lançou uma nova função no Bing que irá elevar os resultados conforme as recomendações dos usuários no Facebook.

O novo recurso, que faz a sua estreia nesta terça-feira (17), eleva os resultados da busca que receberam mais “curtir” dos amigos na rede social. Por exemplo, se a pessoa estiver procurando por um restaurante japonês em São Paulo, um estabelecimento que já recebeu o sinal de positivo de algum amigo no Facebook irá aparecer no topo da busca.

A Microsoft estima que 3,5 milhões de sites possuem o botão “curtir” do Facebook. O recurso só irá funcionar quando o usuário estiver logado na rede social e no Bing ao mesmo tempo.

Segundo o site CNET, a Microsoft quer que o Bing “imite o mundo real”, onde a maioria das pessoas busca opiniões de amigos antes de tomar decisões. “Assim como sites de recomendações como o Yelp oferecem utilidade, eles não incluem opiniões de ‘pessoas confiáveis’, afirmou o CNET.

“Nós estamos tentando incluir emoções à ferramenta de decisão”, disse Stefan Weitz, diretor do Bing. A Microsoft gosta de chamar o site como “ferramenta de decisão” para distinguir o Bing do Google. Com o novo recurso, a companhia também está aprofundando a sua relação com o Facebook para competir com o Google, que ainda domina o mercado de buscas on-line.

Fonte: G1

Marketing: Despedimento, indemnizações baixam para 10 dias

Maio 19, 2011 by  
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O custo das indemnizações por cessação de trabalho vai ser reduzido até 10 dias por cada ano de emprego, noticia o “Jornal de Negócios.”

Ou seja, no caso de um trabalhador com vinte anos de serviço o valor indemnizatório que antes seria de um mês por cada ano de trabalho passará a 10 dias por cada ano de trabalho.

Esta medida está prevista no memorando de entendimento entre o Governo e a troika e vem aproximar as indemnizações por despedimento praticadas em Portugal com a média europeia.

Fonte: Expresso

Marketing: Portugal perde três lugares no ranking do IMD em 2010

Maio 19, 2011 by  
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Portugal perdeu três lugares no ranking mundial de competitividade do IMD este ano, ocupando agora a 40ª posição, num universo de 59 países analisados.

De acordo com a classificação do International Institute for Management Development (IMD) no World Competitiveness Yearbook, no ano passado Portugal ocupava o 37º lugar.

Sobre o desempenho da economia portuguesa, o estudo destaca os seus pontos fortes e fracos. Do lado das fragilidades, o IMD aponta o fluxo de investimento directo, as exportações de bens e a taxa de desemprego, entre outros.

Em termos positivos, o IMD sublinha as receitas de turismo, a inflação e a taxa de emprego, entre outros.

No que respeita a eficiência empresarial (business efficiency), destaca a percentagem de mulheres empregadas, os activos da banca ou a remuneração dos gestores como factores positivos, enquanto as fragilidades assentam no empreendedorismo, a experiência internacional, as PME ou a adaptabilidade das empresas.

Segundo o estudo, a recuperação dos mercados financeiros lançou os EUA de volta para a liderança do ranking, em simultâneo com Hong Kong, à frente de Singapura (que ocupa agora o terceiro lugar, após ter assumido o primeiro lugar em 2010).

Em quarto lugar está a Suécia, seguida da Suíça, Taiwan, Canadá, Qatar, Austrália e Alemanha (10º lugar). Berlim ganhou seis lugares “graças à flutuação das exportações e a um mercado de trabalho mais flexível”, destacou o estudo.

Neste ranking, a China recuou um lugar (para 19º), o Reino Unido subiu dois (20º), a Irlanda caiu três (24º) e a França perdeu cinco posições (29º). A Espanha está em 35º lugar, tendo recuperado uma posição. Por sua vez, a Grécia caiu 10 lugares, estando quase no fim de tabela, ocupando agora a 56ª posição. O último lugar (59º) é atribuído à Venezuela, que na classificação anterior estava em 58ª posição.

O World Competitiveness Yearbook é um relatório que o IMD publica anualmente desde 1989 sobre as 59 economias mundiais mais competitivas do mundo.

Fonte: Económico

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