Marketing: Lucro da Apple é maior que o da Google no primeiro trimestre de 2011
Abril 29, 2011 by Inovação & Marketing
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Anunciados os lucros das empresas no primeiro trimestre de 2011, uma surpresa: a Apple passou a Google nos valores de lucro para o período.
O lucro total da empresa de Cupertino foi de £3,65 bilhões, ou quase R$ 9,5 bilhões, originados das vendas de mais de 18 milhões de iPhones, 9 milhões de iPods, quase 5 milhões de iPads e quase 4 milhões de Macs, segundo contou o site CNET.
O site Online Social Media destaca que o lançamento do iPad 2 lançou o lucro da Apple à nuvens, passando o da Google no primeiro trimestre de 2011, que chegou a £2,3 bilhões, ou cerca de R$ 5,9 bilhões.
Os rendimentos da gigante das buscas vem, principalmente, de propaganda, enquanto os da Apple são originados da venda dos produtos no mundo todo. Agora, é esperar para ver os valores do segundo semestre, após o lançamento do iPhone 5.
Fonte: Geek
Marketing: É possível ser esquecido na rede?
Abril 29, 2011 by Inovação & Marketing
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Usuários e especialistas da área jurídica travam uma luta internacional pelo direito de ser esquecido na rede. Mas será que isso é possível?
A União Européia e os Estados Unidos já estão razoavelmente adiantados nessas discussões e começam a estabelecer controles mais severos, avaliando o modo pelo qual empresas on-line mantêm dados de seus usuários.
A solução pode ser forçar provedores e empresas a literalmente apagar informações sobre internautas e suas atividades depois de certo prazo. Na última semana, a discussão sobre privacidade se ampliou com a publicação de uma reportagem do jornal britânico The Guardian com os especialistas em segurança virtual Alasdair Allan e Pete Warden. Eles garantem que o iPhone e o iPad com conexão 3G, da Apple, coletam e armazenam informações dos usuários.
Dois dias depois, no estadunidense Wall Street Journal, o alerta de que os smartphones da Google com sistema Android fazem o mesmo. Apple e Google, portanto, ganham vantagem comercial para competir no bilionário mercado dos negócios de localização, já que seus bancos de dados são abastecidos com informações geradas por esses aparelhos.
DADOS – Gigantes da Internet, como Facebook e Google, são os que possuem as maiores bases de dados sobre seus usuários e seus hábitos de navegação e de consumo.Hoje, porém, o internauta já tem mecanismos para sair de algumas das situações desagradáveis decorrentes dessas “pegadas” digitais.
No caso de Facebook e Google, é possível apagar informações prejudiciais, desde que fique claramente comprovada a situação que causa desconforto ou prejuízo ao usuário. O Facebook, por exemplo, incentiva seus usuários a utilizar os links “Denunciar” quando eles encontrarem conteúdo abusivo.
Removendo informações
No caso do Google, a coisa se complica, já que se trata de um site de buscas, onde usuários encontraram links para conteúdos que não gostariam de encontrar sobre si mesmos. Só que, na maioria das vezes, o Google não é responsável pelo site que contém as informações. Ele está publicado em sites administrados por terceiros.
“Em casos assim, o Google apenas localiza e indexa os conteúdos e serve os links em sua página de resultados na medida em que usuários digitam palavras chave na caixa de busca do Google”, explica Fábio Sabba, representante da empresa. “Para se remover esses conteúdos, é preciso entrar em contato com o webmaster ou autor do site para solicitar a remoção. Uma vez removidas, essas informações em pouco tempo deixarão de constar do índice do Google.”
Há casos de pessoas ou empresas que precisaram lutar para remover da Internet informações, documentos, textos, fotos ou vídeos a seu respeito ou sobre familiares ou amigos.
Em comparação à legislação específica que está sendo criada na União Européia e nos Estados Unidos para proteger a privacidade dos internautas, a Constituição brasileira é bem mais abstrata, mas nem por isso deixa de ter aplicação imediata em casos polêmicos no mundo digital.
Se algum internauta se sentir lesado por alguma transferência de dados não permitida ou alguma exposição indevida de sua imagem ou, ainda, de alguma informação de sua vida que não foi autorizada, ele tem o direito do dano moral ocasionado por essa violação.
SPAM – Se o usuário tem o azar de ser incluído num cadastro de quem envia spam, aí sim, ele está em apuros. “Quem manda spam hoje é bandido, pilantra. É gente sem ética. Uma vez que o usuário caiu dentro desses bancos de dados malditos, é muito difícil sair”, diz Durval Menezes, consultor de segurança digital.
Se a quantidade de spams estiver tirando a vítima do sério, Menezes recomenda avisar aos amigos que vai eliminar o endereço de e-mail que é alvo da perseguição. Em seguida, ao abrir novo e-mail, tomando cuidados para que ele não entre novamente nas listas dos spammers. O site da Serasa tem várias dicas úteis, como não abrir sites de anúncios de spam e mandar e-mails coletivos com cópia oculta para preservar seus amigos.
Fonte: Novo Hamburgo
Marketing: Um negócio para todos os bolsos e gostos
Abril 28, 2011 by Inovação & Marketing
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Venda e compra de ouro e artigos de estética e bem-estar são os franchisings mais procurados em Portugal. O investimento inicial pode variar entre três mil e 450 mil euros
De certeza que já pensou várias vezes em mudar de vida, dizer adeus aos chefes e horários e ser dono do seu próprio nariz . O franchising pode ser uma via para a independência, numa altura em que os despedimentos estão na ordem do dia. A crise, de resto, «é um dos principais impulsionadores da expansão do franchising, uma vez que as pessoas procuram alternativas profissionais e este mercado apresenta-se como uma das principais vias para a criação de emprego», explica Andreia Jotta, directora geral do Instituto de Informação em Franchising (IIF).
O leque de opções é diversificado, quer em termos de sectores, quer de custos: pode ser dono de um negócio investindo apenas três mil euros (nas áreas da reciclagem de consumíveis ou lavagem manual de automóveis por exemplo). Se tiver mais disponibilidade financeira, pode aplicar na abertura de um McDonald s por 450 mil euros. Estes preços, tendo em conta a tendência registada nos últimos meses, devem continuar a descer. «É expectável que continuemos a assistir ao aparecimento de um número cada vez maior de conceitos com baixo investimento, bem como ao reajustamento da proposta de valor de negócios já existentes», consolidando esta tendência que se iniciou em 2009 «e que, sem dúvida, se irá manter, mesmo quando a situação económica melhorar», adianta a directora-geral do IIF.
Prós e contras
Quanto à balança de prós e contras, o maior peso recai nas vantagens. Segundo Andreia Jotta, os empreendedores «beneficiam da mais-valia de apresentarem conceitos vencedores já formatados e testados, das sinergias de trabalhar em rede e de uma economia de escala. Pode ser a oportunidade de fazer parte de uma rede já amplamente reconhecida pelos consumidores, o que oferece ao potencial investidor maior confiança e segurança», explica.
Por outro lado, por serem conceitos já estruturados «a margem para inovação é mais limitada, o que, por vezes, pode originar alguma incompatibilidade entre trabalhar em rede e o perfil do próprio empreendedor», diz.
Ouro e estética no topo
A Optivisão, a 5 à Sec e a Remax mantêm-se no topo das marcas mais procuradas pelos empreendedores portugueses para franchising. Mas as redes de negócio de ouro e de estética e bem-estar foram as que mais cresceram no ano passado. Em 2010 abriram mais 86 unidades da Valores face a 2009, mais 65 da Não+Pêlo e 45 da Depilstyle.
No ano passado surgiram 73 novas marcas de franchising em Portugal – um aumento de 6% face a 2009 – e foram criados 3.600 empregos. No total, o sector emprega actualmente mais de 73 mil pessoas e já representa 570 insígnias, num total de 12.014 lojas em Portugal
O volume de negócios gerado pelas empresas de franchising atingiu 5.472 milhões de euros em 2010, o que corresponde a 3,1% do PIB nacional – um crescimento de 8,5% face ao ano anterior.
Fonte: Sol
Inovação: Cientistas produzem antimatéria em laboratório
Abril 28, 2011 by Inovação & Marketing
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Em 1911, o cientista neozelandês Ernest Rutherford (1871-1937) utilizou núcleos de átomos de hélio-4 – as chamadas partículas alfa – para demonstrar que os átomos têm sua carga positiva concentrada num pequeno núcleo. A descoberta foi o pontapé inicial da física nuclear.
Exatos 100 anos depois da criação do modelo atômico de Rutherford, um grupo internacional de cientistas, com participação brasileira, descreve pela primeira vez a observação e medição de antipartículas de núcleos de hélio-4. Trata-se da antimatéria mais pesada já produzida e medida em um laboratório.
De acordo com os autores, a detecção tem consequências importantes para a futura observação de antimatéria no Universo. Segundo eles, o estudo sobre as antipartículas é fundamental para o avanço do conhecimento em aspectos fundamentais da física nuclear, da astrofísica e da cosmologia.
O experimento, realizado pela Colaboração Star – que reúne 584 cientistas de 54 instituições em 12 países diferentes –, foi produzido no Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC, na sigla em inglês), localizado nos Estados Unidos. Os resultados foram publicados neste domingo (24/4) na seção Letters da revista Nature.
Os coautores brasileiros são Alexandre Suaide, Alejandro Szanto Toledo e Marcelo Munhoz, todos professores do Departamento de Física Nuclear do Instituto de Física (IF) da Universidade de São Paulo (USP); Jun Takahashi, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); e seus orientandos de doutorado Rafael Derradi de Souza e Geraldo Vasconcelos.
Com a participação do mesmo grupo, o experimento já havia rendido, há um ano, a primeira evidência experimental de um anti-hipernúcleo. Isto é, os cientistas haviam obtido um núcleo que não faz parte da tabela periódica. O estudo foi publicado em março de 2010 na revista Science.
De acordo com Suaide, no trabalho de 2010, as antipartículas foram submetidas à coalescência – um processo análogo à condensação –, agregando dois antinêutrons e um antipróton, formando um antitrítio – isto é, um núcleo de antimatéria correspondente ao do átomo de trítio –, o isótopo do hidrogênio que possui dois nêutrons e um próton. No trabalho atual, os pesquisadores conseguiram produzir um anti-hélio, com dois antiprótons e dois antinêutrons.
“Observando pela primeira vez o anti-hélio – uma partícula alfa de antimatéria –, demos mais um passo em direção à construção de uma nova tabela periódica. Tratava-se de uma tarefa difícil, porque a possibilidade de haver coalescência decresce à medida que aumenta a complexidade do antinúcleo”, disse Suaide.
No experimento Star, segundo o cientista, foram realizadas colisões de núcleos de átomos de ouro em velocidade próxima à da luz, em temperatura altíssima, criando uma densidade de energia semelhante à que existiu alguns microssegundos após o Big Bang. Tanto no laboratório como no início do Universo, as colisões resultam na formação de uma quantidade equivalente de matéria e antimatéria.
“Teoricamente, acreditamos que o Big Bang surgiu de uma grande concentração de energia numa singularidade. A partir de modelos teóricos, concluímos que esse processo deve ter produzido muita antimatéria. No entanto, quando olhamos o Universo quase não encontramos a antimatéria. O experimento poderá ajudar a entender o que aconteceu nesses instantes iniciais”, disse Suaide.
Para detectar as antipartículas, os cientistas utilizam detectores sofisticados – o maior deles tem 10 metros de largura por 15 metros de comprimento – que medem a trajetória das partículas e, a partir dela, tenta identificar o tipo de partícula observada. O armazenamento e a análise da imensa quantidade de dados produzida, segundo Suaide, exigem o envolvimento de dezenas de instituições em todo o mundo e uma poderosa infraestrutura computacional.
“Produzimos, no experimento, um número de colisões de núcleos de ouro da ordem de 1 bilhão. Cada uma delas produz milhares de partículas diferentes. De todos esses trilhões de partículas, conseguimos encontrar 18 núcleos de anti-hélio. A dificuldade envolvida na tarefa explica por que as partículas antialfa jamais haviam sido observadas, embora a partícula alfa já tenha sido identificada há um século”, disse.
A partir dos estudos sobre as antipartículas em laboratórios, segundo Suaide, os cientistas buscam as condições necessárias para a observação futura da antimatéria no cosmos. “Esses estudos nos ajudam a saber o que se espera observar. Ao medir o anti-hélio 4, também contribuímos para que os cosmólogos façam previsões sobre como e onde procurar a antimatéria”, explicou.
Suaide conta que o grupo brasileiro faz parte do experimento Star há 15 anos e desempenhou um papel importante no desenvolvimento e na construção dos detectores principais. “Os pesquisadores do Brasil tiveram uma participação ativa no experimento, participando intensamente da coordenação dos subgrupos nos quais se dividem os trabalhos. Neste último trabalho, participamos diretamente da revisão do artigo”, afirmou.
Fonte: Exame
Marketing: Porsche cria carro “Facebook”
Abril 28, 2011 by Inovação & Marketing
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Porsche cria carro para comemorar a marca de mais de um milhão de fãs em sua página no Facebook. Cerca de 27 mil fãs da marca na rede social tiveram seus nomes pintados na lataria da edição especial do 911 GT3 R Hybrid. O carro pode ser encontrado no New York Auto Show e depois irá para o museu da empresa em Stuttgart, na Alemanha.
Fonte: Época Negócios




