Marketing: Marcas querem aumentar investimentos em redes sociais

Abril 21, 2011 by  
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De acordo com um estudo realizado à escala mundial pela agência Effie Worldwide e o website Mashable, 70% das grandes marcas pretendem ampliar a fatia de investimentos em ferramentas sociais em mais de 10%. Segundo informações deste site, avançadas pela revista Exame do Brasil, um grupo de executivos de agências ligadas a anunciantes como Bank Of America, Colgate-Palmolive e Mini Cooper garante que o objectivo publicitário principal é centrar investimentos na rede social Facebook.

Estas empresas pretendem mesmo equiparar o montante investido nas redes sociais (11,9%) ao que é alocado à televisão (13%). A verificar-se isso, o crescimento da aposta em redes sociais será significativo já que, no ano passado, à televisão coube um investimento de mais de 47 mil milhões de euros face aos cerca de 18 mil milhões de euros da internet. De acordo com o estudo, foram a Old Spice, a Pepsi, a Starbucks e a Ford as marcas que mais trabalharam para consolidarem as suas presenças em ambiente digital.

Fonte: Marketeer

Marketing: Metade dos jovens portugueses entre os 20 e 24 anos não tem o secundário

Abril 21, 2011 by  
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Só 55% dos portugueses nesta faixa etária concluiu o secundário, a segunda pior taxa da UE.

Portugal é o segundo país da União Europeia (UE) com a pior taxa de conclusão do ensino secundário, na população entre os 20 e os 24 anos. Abaixo dos portugueses, com 55,5%, só a ilha de Malta com 52,1%. Um resultado muito abaixo da média da União Europeia, 78,6%, e ainda mais baixo do que os 85% tidos como o objectivo para 2010. O país da UE com os melhores resultados é a Eslováquia, com 93,3%.

No entanto, nem tudo são más notícias para Portugal. Desde o ano 2000 que a taxa de conclusão do ensino secundário dos portugueses tem vindo a crescer e houve um aumento de 12,3 pontos percentuais de portugueses com o 12º ano. No ano 2000 menos de metade (43,2%) da população com esta idade tinha completado o ensino secundário.

Fonte: Económico

Marketing: Mercado de tablets movimentará US$ 50 bilhões em 2015

Abril 21, 2011 by  
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As vendas mundiais de tablet PCs devem atingir US$ 49 bilhões em 2015, saltando de praticamente nada em 2009, de acordo com projeção da Strategy Analytics, que aponta a América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico como as regiões mais atrativas para os fabricantes de tablets.

De acordo com o estudo, dentro de quatro anos, a receita mundial da indústria de tablet PCs superará a de diversas categorias de eletrônicos de consumo, com exceção dos segmentos de TVs e computadores pessoais. A queda nos preços dos tablets nos próximos anos, em razão da maior concorrência, também será um impulsionador das vendas, já que se tornarão mais acessíveis à população.

A consultoria avalia que os equipamentos representam grande oportunidade para as empresas tanto em mercados maduros como nos emergentes. Há espaço tanto para modelos de entrada como para aparelhos mais sofisticados.

Fonte: Exame

Inovação: Lições de inovação, aprenda com a Apple a fazer diferente

Abril 20, 2011 by  
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Professor do IMD (Suíça) aponta ações que deram à empresa de Jobs o status de mais inovadora do mundo e mostra como elas podem servir de exemplo para você.

Devido às mudanças na economia mundial e ao aumento da concorrência, parece que a última tendência em consultoria estratégica instintiva para as empresas é tornar-se “mais inovador”. No entanto, ser mais inovador não é tão fácil. O mercado mundial está repleto de carcaças corporativas de empresas que aspiravam à inovação. Grandes organizações como a Digital Equipment, Pan American Airlines e Polaroid, líderes inovadores em suas indústrias durante bastante tempo, já não existem, em grande parte devido à incapacidade de sustentar avanços tecnológicos.

Há mais de uma década, a Apple é considerada a empresa mais “inovadora”. iPhones, iPods e iPads modificaram não só o mercado, mas a maneira com que vivemos. O iPod detonou a produção e distribuição de CDs e sacudiu a rádio com os podcasts. É realmente uma história de sucesso de inovação e levou apenas oito meses, do início ao fim. Claramente, há muito para apreender.

Motiva-se com os erros

A Apple não pensava em música portátil no fim do século 20. Na era do mp3 e compartilhamento peer-to-peer, estava focada em vídeo e no desenvolvimento do iTV e do iMovie – tanto que seu iMac na época não tinha sequer gravador de CD. Na verdade, ignoraram completamente o mercado da música. A empresa mais inovadora do mundo estava literalmente cega a uma das maiores tendências sociais daquele momento! No entanto, previsões financeiras fizeram com que percebessem a necessidade de mudar sua abordagem ao mercado e à tecnologia.

Dada sua reputação para a inovação e tendências, a incapacidade de prever a importância da música na vida dos usuários de computadores pessoais foi completamente atípica, mas uma perda de US$ 195 milhões no trimestre os motivou a repensar a maneira com que se inseriam no mercado. A Apple não só aprendeu com seu erro, mas o usaram como ‘catapulta’ para a inovação.

Busque habilidades

Então, se você é a Apple, como você se recupera? A maioria dos livros de gestão de equipe recomenda: “contrate atitude, ensine habilidades”. Este modelo propicia um ambiente de trabalho harmonioso e colaborativo. No entanto, no mundo da inovação, aspirações e atitudes não são suficientes. Na situação em que se encontrava, a Apple precisava de habilidades reais e, assim, quando Steve Jobs formou a equipe do iPod, ele agrupou os melhores em hardware, software e design. Estes tinham a missão de mudar o mundo; acirrando o espírito competitivo e atingindo altíssimos níveis.

Repare no alheio para se ter grandes ideias

O que realmente diferencia o iPod dos outros tocadores de mp3 não é o hardware, software ou o design – embora todos sejam ótimos. Seu verdadeiro destaque é a facilidade com que o cliente pode acessar, baixar, armazenar e carregar músicas e podcasts. Essa “inovação” não vem de dentro da Apple, mas de fora. Tony Fadell tentava desenvolver isto por conta própria e a empresa o encontrou e o contratou por oito semanas! Pense em como isso é difícil: encontrar alguém com uma boa ideia. Não era para construir uma relação a longo prazo, mas simplesmente para acessar uma boa ideia de outra pessoa.

Áreas criativas e inovadoras

Steve Jobs colocou a equipe em um espaço físico comum que, embora não condizente à hierarquia, fez com que os membros tivessem uma comunicação eficiente. O ambiente de trabalho tinha “muito pouco espaço pessoal” – não havia cubículos ou salas. Ao impor ambientes abertos, a criatividade e o fluxo livre de ideias foram incentivados.

Definir limites de liderança

Quando se fala de Apple, fala-se de Steve Jobs. Ele é uma figura importantíssima à marca e atitude da empresa. Então, qual seu papel no iPod? Depois de desenvolver uma equipe de primeira, Jobs lhes deu visões claras e ambiciosas. Ele cobrou a criação de um produto que colocaria 1.000 músicas em seus bolsos, com software tão simples que até suas mães poderiam usá-lo e uma oferta completa de produtos que estariam em pontos de venda dentro de oito meses. A beleza desses objetivos é que são simples, claros e precisos, mas abrangentes o suficiente que a equipe poderia trabalhar totalmente focada e livre ao mesmo tempo. Líderes inovadores devem fornecer um briefing claro que organize a equipe e que não restrinja suas capacidades.

Mesmo com a fama de se envolver nos projetos, Jobs realmente não interferiu muito no iPod. Ele foi perspicaz em montar uma equipe altamente qualificada e deixar que suas habilidades brilhassem. Porém, ao longo do caminho, ele agiu como policial e também cheerleader, impondo uma atitude que deixou os membros da equipe saberem que se a Apple tivesse sucesso, eles também teriam sucesso pessoal. Ele vigiou os parâmetros do projeto, garantindo a adesão da equipe às suas metas.

Pés no chão

Outro produto da Apple, o iPhone, está redefinindo a telefonia. No entanto, esta inovação foi uma ameaça à Apple quando um problema técnico afetou a qualidade do sinal. A resposta de Jobs mostrou sua verdadeira liderança: uma mensagem que corresponde à cultura da Apple – uma empresa que, repetidas vezes, mudou o mundo para melhor. Sua mensagem foi: “vamos resolver o probleminha do iPhone”, e para seus concorrentes: “pegue-nos se for capaz”.

A Apple continua inovando. O iPad promete revolucionar o setor editorial. Mais uma vez, Jobs viu uma oportunidade de cadeia de valor em um setor que, atualmente, está vulnerável às grandes mudanças e que usa tecnologias modernas, porém não revolucionárias. A empresa desenvolveu uma maneira inovadora de lucrar ao “religar” a experiência do consumidor de maneira que possam tecer uma nova cadeia de valores.

Bill Fischer – é professor de Gestão de Tecnologia do IMD, uma das principais escolas de negócios do mundo, localizada na Suíça. Ele dirigiu o programa Mastering Innovation Globally 2010, administrado em Hong Kong.

Fonte: Administradores

Marketing: Um em cada dois brasileiros terá computador em 2012

Abril 20, 2011 by  
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Segundo a pesquisa sobre o Mercado Brasileiro de Tecnologia da Informação, divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), até 2012, existirá um computador para cada dois brasileiros. Atualmente, a entidade calcula que há 85 milhões de PCs em uso no País, o que representa uma proporção de quatro máquinas para cada nove habitantes.

Em 2010, a FGV calcula que existiam 78,2 milhões de computadores em uso no País e o crescimento no volume de equipamentos deve-se a três fatores: a queda no preço dos PCs, o aumento do poder aquisitivo da população e a percepção das pessoas sobre a utilidade dos recursos computacionais.

Segundo a entidade, o número de computadores no Brasil dobrou nos últimos três anos e a tendência é que essa proporção se repita nos próximos três ou quatro anos. Quanto ao perfil dos usuários, o maior crescimento tem sido contabilizado entre usuários domésticos.

A FGV destaca que o número de computadores em uso no mercado brasileiro ainda é baixo se comparado a países desenvolvidos, como os Estados Unidos, onde há uma média de 106 máquinas para cada 100 habitantes.

Com um índice de 44% de penetração de computadores, o Brasil fica um pouco acima da média mundial, de 36%.

Fonte: Olhar Digital

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